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Conto 8: Casa de ferreiro, espeto de ferro

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Um conto erótico de Theo Sante
Categoria: Gay
Contém 2246 palavras
Data: 13/07/2026 10:55:01

Desde a noite que meu tio Dener me fodeu no alpendre de casa, não paramos mais de fazer algum tipo de sexo. Meu cu, de certa forma, já estava alargado e recebia seu pau com maciez das últimas vezes que ele me pegou por trás. Cada vez o meu tio explorava mais posições. Me virava de ladinho, me colocava de bruços, me mandava sentar e quicar no pau dele. Nessa última, eu conseguia controlar o quanto entrava. Porém de bruços, seu corpo descia sobre o meu de forma bem mais intensa. Tio Dener ia fundo no meu rabo e eu mal conseguia me mexer. Era muita pressão e eu ficava todo molhadinho. Mas a posição que mais me excitava era quando, no seu colo e de frente para si, ele me erguia do chão e segurava minhas pernas com os braços, eu envolvia seu pescoço com os braços e sentia meu cu ficar completamente aberto, à mercê daquela rola gigante. O meu tio se encaixava na minha entrada e socava tudo com vontade. A pélvis e o saco grande dele se batendo contra minha bunda, enquanto eu sentia um prazer como nunca antes sentira na vida. Sem tocar no meu próprio membro, gozei três vezes seguidas. Tio Dener, vendo aquilo, também ejaculava, mas não parava de meter até gozar novamente. E de novo, e de novo. Eu perdia as contas de quantas vezes sentia seu esperma quente me inundar, tão louco de prazer ficava.

Estávamos no alpendre de casa. A noite estava clara e a lua brilhava alta. Meu tio, como já se tornara costume, estendera a rede de descanso pelo chão, e meu cuzinho apertado e jovem ainda estava se recuperando das duas gozadas seguidas que levara. Depois que me pôs de quatro e a segunda ejaculação veio, o tio Dener retirou a pica do meu rabo e me deitou em um de seus braços. Eu podia sentir sua respiração se acalmando, mas seus batimentos ainda estavam acelerados.

— Sabia que você é o meu sobrinho favorito, Tinho? — Tio Dener me falou.

— Sabia não, tio. É sério?

— É sim. Além de te amar muito como meu sobrinho, eu também tô ficando viciado em ser teu macho — ele completou. Ouvi-lo dizer essas coisas me deixava com um misto de emoções. Eu o admirava enquanto figura masculina, mas também me sentia acolhido e amado enquanto parente. Via no tio Dener uma cópia melhorada do meu pai. Ele me corrigia e me cobrava menos que meu pai e me deixava mais livre para viver e fazer algumas coisas. Por isso, sentia algo indescritível em saber que esse homem, que me amava como ao seu filho, também se satisfazia enquanto homem e realizava seu desejo sexual comigo.

— O senhor também é o meu tio favorito, tio Deninho — disse eu. Faltavam ainda algumas semanas para o fim das minhas férias e saber que ainda havia tempo para ser a putinha do meu tio e dos meus primos me deixava com uma sensação muito confortável. No dia seguinte, meus tios levaram o Denis à cidade para realizar alguns exames. Eles saíram enquanto eu organizava o quarto, pois estavam em cima da hora marcada.

Por volta das oito horas, quando eu ainda tomava café da manhã, meu tio Dante, o pai de Joel e Samuel chegou chamando pelo tio Dener. Eu o atendi e expliquei que haviam ido à cidade mais cedo, mas que não deviam demorar. Ele então me disse que veio em busca de algumas ferramentas para consertar uma cerca que, assim como a do meu tio Dener, estava desgastada e os animais acabariam quebrando. Me ofereci para ir até o quartinho onde meu tio guardava os arreios dos cavalos e, consequentemente, as ferramentas para reparos no sítio.

— Pode terminar de tomar seu café, Theo que eu volto outra hora — disse ele.

— Não, tio, eu já acabei — respondi. — Bora, eu vou te ajudar.

— Não precisa mesmo, filho, seu tio sabe se virar — ele insistiu.

— Tio Dante, eu te ajudo, pode deixar — eu falei por fim.

— Então eu vou indo na frente e você me acompanha, tá certo? — Ele falou e eu concordei. Ele foi primeiro e eu fiquei na cozinha de casa. Após terminar meu café e organizar a cozinha da tia Carina, eu fui em direção ao quartinho para ajudar tio Dante, que procurava as ferramentas necessárias com uma lanterna pequena. Porém, a luz da lanterna parecia não se mexer, como se estivesse parada. Curioso como sempre, decidi entrar para checar se meu tio precisava de ajuda e fui puxado por ele para dentro do quartinho.

Tio Dante tinha mãos grandes, como tio Dener e tio Diogo, seus irmãos. Além disso, como eles, tinha cerca de 1,80 de altura, a pele bronzeada, braços fortes do trabalho no campo, o seu corpo era sarado e coberto por pêlos, que ele também aparava. Esse último detalhe eu me lembrava, porque em uma conversa nossa, meus primos me contaram. Antônio disse que tio Diogo se depilava por achar mais higiênico, e Samuel dissera que tio Dante também o fazia por conta do suor excessivo quando fazia as tarefas do sítio.

Com minha bermuda totalmente abaixada, me percebi sendo apalpado pelo tio Dante. Aquelas mãozorras massageavam minhas nádegas como se fossem duas almofadas e o atrito entre meu corpo e o seu me permitia sentir um volume enorme sob seu short de tecido fino. Não consegui evitar pensar nas noites no alpendre com tio Dener e, com os movimentos de um gato, arrastei sua roupa, ansioso para ver o tamanho de seu membro. Tio Dante possuía uma pica de 23 centímetros, grossa igual à de tio Dener. Pensei que Samuel e Joel tinham a quem puxar. Vendo-a, automaticamente lambi os lábios. Seu saco era grande e pesado, liso por completo e de um tom de pele mais escura, amarronzada. Encostei o nariz em seus testículos e respirei várias vezes. Subi devagar pela virilha, apreciando o odor que exalava dali. Sentindo isso, tio Dante levou as mãos atrás da cabeça e fechou os olhos. Então, passei as narinas em toda a extensão do seu imenso pau duro até chegar às pequenas rugas que precediam a sua glande. Era uma rola grande, grossa e com a cabeça totalmente exposta, não havendo pele para cobri-la. Cheirei aquela parte de sua genitália e me peguei molhado de pré-gozo pela sensação. Abocanhei de uma só vez o topo de seu membro e comecei a descer e subir ali.

— Isso caralho... — Foi o que ouvi o meu tio dizendo. O segundo tio que recebia meu boquete e provavelmente o segundo tio que iria foder o meu cuzinho apertado. Me percebi chupando desesperadamente seu pau e pensando qual seria a sensação de ser enrabado por tio Dener enquanto mamava o tio Dante. De repente, uma sensação familiar tomou conta do meu corpo. Em pé, inclinado para baixo, envolvido no sexo oral gostoso e molhado que eu fazia no meu tio, comecei a sentir um dedo molhado forçando a entrada no meu cu. Gemi pelo nariz, pois a boca estava ocupada e abri os olhos para tentar entender o que sentia. Tio Dante cutucava seus mamilos com as mãos enquanto era beijado na boca por outro homem. Era tio Diogo. Voltei a fechar os olhos para deixar meu cérebro processar a informação de que eu estava mamando e sendo dedado pelos meus outros dois tios. Alguns instantes depois, consegui confirmar a identidade do segundo homem ali presente pela sua voz:

— Vamo foder esse viadinho, irmão! — Disse tio Diogo. Rapidamente, ele acendeu uma segunda lanterna, estendeu uma lona no chão e me colocou de quatro sobre ela. Enquanto eu continuava chupando e punhetando tio Dante, tio Dário linguava e chupava meu cu, abrindo meu rabo com as duas mãos. Depois, começaram a se revezar e eu me surpreendi ainda mais. Tio Diogo tinha um pau de 22 centímetros mais grosso que o dos irmãos, que fez meu coração bater mais acelerado ainda. Ora, se o pau de Antônio deu tanto trabalho para entrar no meu rabo por ser grosso, o que eu não sentiria com o do pai dele? O cheio que senti em tio Diogo me deixava louco e, fora de mim, eu sugava o máximo que podia de seu membro. Meus tios eram homens muito gostosos e desde que comecei a me perceber gostando de meninos, eles me chamavam atenção. Mas eu logicamente reprimia esses pensamentos por serem meus tios.

Tio Diogo também tinha o corpo definido e, inclusive, como seus irmãos, suas pernas e glúteos chamavam atenção por onde passavam. Minhas tias comentavam e até meus primos algumas vezes. Isso aguçava ainda mais minha curiosidade em conferi-los sem roupa. E eu me esgueirava algumas vezes para vê-los no banho, mas nunca conseguia de forma muito contundente. Agora, eu poderia desfrutar pelo menos de uma parte dessa visão.

Tio Dante se deitou com as costas na lona e me colocou montado por cima dele. Enquanto continuei meu boquete caprichoso em tio Diogo, seu irmão já fazia a cabeça do pau entrar no meu cu. Aos gemidos, fui me dilatando e engolindo cada centímetro do seu membro com gemidos baixos de prazer. Durante os movimentos, ele segurava minhas nádegas abertas, e não me incomodava senti-lo por completo dentro de mim.

— Assim eu vou gozar porra! — Exclamou tio Diogo.

— Vem, fode ele também, vem. — Chamou tio Dante retirando a pica de dentro de mim. O buraco que ele deixara no meu cu já era grande, mas ficou maior ainda quando tio Diogo aproveitou que eu estava de quatro e meteu. Sem perder tempo, enquanto ele me comia, tio Dante ficou de pé na minha frente e voltei a chupar seu grande cacete. Que sensação surreal! Daqui a pouco, tio Diogo volta à minha frente e tio Dante me pega naquela posição, me macetando. Seu pau ia ainda mais fundo que tio Diogo e eles ficaram por cerca de uma hora e meia se revezando no meu cu. Eu já tinha ejaculado duas vezes, uma com cada pau, mas meus tios continuavam fodendo.

— Vai titio, estoura meu cuzinho, vai... Ooohhh... — Eu pedia alucinado entre o barulho da foda e os gemidos dos meus tios. Até que se pôde ouvir:

— Ai caralho, eu tô gozando, ooohhh... — Tio Dante anunciou gemendo. Em seguida, retirou seu pau de dentro e trocou de lugar com tio Diogo. Eu fiz o que sempre fazia e limpei seu pau com a boca, degustando aquele esperma de macho viril de tio Dante. Tinha um sabor agridoce e era bastante pegajoso, me deixando com um leve pigarro.

— Ooohhh... Vou encher esse cuzinho de leite, caralho... Aaaahhh... — Foi a vez de tio Diogo me encher com seu sêmen. Enquanto ele vinha para a frente e eu degustava sua pica gozada, tio Dante tornou a me foder sem parar. Eu gemia incessantemente com aquela sensação e sentia o sabor levemente amargo do gozo de tio Diogo. Enquanto isso, tio Dante parecia com mais tesão do que antes, socava mais rápido e ainda mais fundo. Por isso, não demorou para gozar novamente. E novamente, tio Diogo também retornou para bater seu leite e gozar de novo. O que experimentei sendo depósito dos meus tios era tão inexplicável, que meu corpo tremia inteiro. Meu pequeno pau todo molhado de gozo continuava duro, mesmo já tendo ejaculado três vezes. Era impossível não se sentir excitado na situação em que eu me encontrava.

— Aaaahhh... Tô gozando de novo caralho! Ooohhh... — Era o que eu ouvia meus tios expressando e perdi as contas de quantas vezes eles trocaram de lugar para se saciar com o meu cuzinho. A essa altura, eu só sabia que estava alargado e com bastante porra vazando. Então, quando tudo terminou, meus tios se deitaram e me colocaram entre eles.

— Que delícia você, hein Theozinho?! — Disse tio Dante.

— E eu nem imaginava que seria tão gostoso desse jeito — completou tio Diogo.

— G-gostaram, tios? — Perguntei procurando forças para falar.

— Se a gente gostou?! — Tio Diogo falou.

— Melhor que essa, só quando a gente fizer de novo! — Completou tio Dante. Eu mal conseguia raciocinar o que acabara de acontecer. Fui fodido por meus três tios, cada um mais dotado do que o outro.

— D-de novo? — Perguntei.

— Sim — responderam meus tios.

— Só que não agora — disse tio Dante.

— É, outro dia a gente vê isso — disse tio Diogo.

— Enquanto isso, boca fechada, tá Theo? — Pediu tio Dante.

— Podem deixar, — disse eu já um pouco recomposto — esse vai ser nosso segredinho.

— Assim que a gente gosta! — Disseram meus tios. Saímos do quartinho e eu fui tomar um banho. Enquanto a água caía sobre o meu corpo, meu cu ardeu um pouco e, quando passei a mão, senti o enorme buraco que meus tios deixaram. Também deixei que saísse todo o leite que eles depositaram em mim. Quando terminei, o Denis e os pais dele chegaram.

— E aí, Theo, vamo jogar banco imobiliário com os meninos? — Chamou Denis.

— Bora. — Respondi e completei: — Tio Dener, o tio Dante veio pegar umas ferramentas suas emprestadas. O tio Diogo veio com ele.

O tio Dener olhou para mim e sorriu terno e disse:

— Tá certo, Tinho. A gente encontrou com eles quando chegamos.

Terminei de me vestir para ir à casa dos meus primos e meu tio completou falando da porta:

— Eu já sabia que eles vinham.

Olhei de volta, devolvi o sorriso e fui encontrar com os meninos. E foi assim que em uma manhã eu fui enrabado pelos meus tios.

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Foto de perfil de Theo SanteTheo SanteContos: 8Seguidores: 12Seguindo: 0Mensagem X : @theosante

Comentários

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Theo, continua um deleite tua história, mas em algum momento da narrativa, logo quando o tio Diogo entra na foda, você troca o nome dele por "tio Dario". Reveja isso. E conte-nos mais...

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Que delícia, se um tio já era bom, imagina tres, eita garoto de sorte, eu aqui morrendo de inveja. Sonho de infância que não consegui realizar.

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