A chuva batia forte contra as vidraças da cobertura de Arthur, o diretor financeiro da empresa. O relógio na parede da sala já passava das onze da noite, e a iluminação do duplex resumia-se a um foco de LED azul-escuro sobre o balcão do bar e a luz intermitente da cidade lá fora. O ambiente estava saturado com o cheiro de uísque importado, charuto e o perfume doce, quase agressivo, de Cláudia - a esposa do meu chefe.
Eu, Marcos, um simples analista da diretoria, estava sentado no grande sofá de couro texturizado, com as calças abaixadas até os joelhos, o meu pênis erguido, rígido e pulsando no limite. Eu assistia a tudo paralisado pelo tesão e pelo choque de ter sido convidado para a casa deles sob um pretexto profissional que rapidamente se dissolveu. Arthur - o homem que ditava as regras nas reuniões de segunda-feira com um terno impecável -, agora vestia apenas uma camisa social entreaberta, expondo o peito largo e os músculos tensos sob a luz azulada.
Cláudia estava no comando. Naquela noite, a safadeza da esposa do chefe havia atingido um nível predatório. Ela usava apenas uma saia justa de couro e saltos agulha.
Cláudia ignorou minha presença por alguns minutos, focando inteiramente no marido. Ela caminhou até Arthur com passos lentos, os quadris oscilando. Quando chegou perto, ela deu as costas para ele, colando a retaguarda diretamente contra a virilha do diretor.
Com as mãos apoiadas no balcão do bar, Cláudia começou a sarrar em Arthur. O movimento era lento, circular e deliberadamente sujo. Ela jogava o quadril para trás com força, esfregando o bumbum contra a calça dele, fazendo o tecido estalar.
- Olha para o seu funcionário, Arthur... olha como o Marcos gosta de ver a esposa do diretor dele ser mansa com o próprio marido antes de pegar o que é dele por direito - Cláudia sussurrou, a voz rouca cheia de escárnio erótico, enquanto acelerava a sarração, fazendo Arthur soltar um rosnado baixo e segurar a cintura dela com as duas mãos calejadas.
Arthur não aguentou a provocação da esposa. Ele abriu o próprio zíper com um estalo seco, libertando o seu pau - não era grande, mas venoso e completamente rígido. Cláudia puxou a própria saia para cima com rapidez, revelando que já estava sem calcinha e completamente encharcada. Sem qualquer preliminar suave, ela se abaixou e sentou-se com tudo sobre o membro do marido.
O som do encaixe úmido ecoou na sala. Cláudia começou a cavalgar em Arthur ali mesmo, de pé contra o balcão. O chefe segurava os quadris da esposa, desferindo estocadas profundas e violentas de baixo para cima, fazendo os saltos dela estalarem no chão de madeira. Eu assistia da poltrona, o meu pau chorando gotas espessas de lubrificação, os meus dedos cravados no couro do sofá. Ver a esposa do meu chefe se entregando a ele com aquela voracidade selvagem na minha frente destruiu qualquer resquício do meu controle.
Depois de levar o marido quase ao limite, Cláudia freou o movimento. Ela saiu de cima de Arthur com um som úmido e virou-se para mim. Seus olhos estavam escurecidos pela luxúria de quem adora quebrar as regras do casamento. Ela caminhou até o sofá, deixando o diretor ofegante no bar, e se ajoelhou entre as minhas pernas.
Ela não usou as mãos no meu pau. Em vez disso, a esposa do chefe segurou as minhas coxas com força, me puxou para a frente, me forçando a deslizar para a borda do sofá, projetando o meu quadril para cima. Um arrepio violento correu por toda a minha espinha quando senti o hálito quente dela contra a minha pele.
Sem qualquer aviso, a língua de Cláudia, firme e absurdamente habilidosa, pressionou-se diretamente contra o meu cu.
Um gemido agudo e desesperado morreu na minha garganta. O toque da língua dela no meu ânus - um beijo grego profundo e circular - mandou uma voltagem elétrica absurda direto para a base do meu pau. Cláudia usava a saliva e a umidade que trouxera do corpo do marido para massagear o meu rabo, quebrando a minha resistência de funcionário. O choque moral e físico daquele momento me levou ao delírio; eu estava trêmulo, totalmente entregue à safadeza da mulher de Arthur.
Cláudia levantou-se e deitou-se de costas no tapete felpudo abaixo do sofá, abrindo as pernas de forma obscena.
- Entra, Marcos. Come a esposa do seu chefe na frente dele - ela ordenou.
Ajoelhei-me entre suas pernas e afundei o meu pau até a raiz na sua buceta. O calor era avassalador. Comecei a bombear com estocadas rápidas, possuindo a mulher do diretor. Enquanto eu mantinha o ritmo dentro dela, Cláudia estendeu os braços e cravou as unhas nas minhas nádegas. Com a outra mão, ela escorregou por baixo e enfiou o dedo indicador profundamente no meu cu, que já pulsava pelo estímulo anterior. O preenchimento do dedo dela massageando minha próstata por dentro e abrindo minhas pregas enquanto eu a possuía na frente me deixou tonto de tanto prazer.
Arthur aproximou-se silenciosamente por trás. As mãos grandes do meu chefe espalmaram-se na minha cintura, assumindo o controle do meu quadril enquanto eu ainda estava enterrado na esposa dele. Cláudia retirou o dedo lentamente, abrindo espaço para o marido.
Arthur posicionou o seu pau rígido diretamente na entrada do meu cu, que já batia aberto, úmido e necessitado.
Eu não sabia se sentia medo ou tesão. Simplesmente me permitir vivar o momento, mesmo com o coração super-acelerado.
Conhecendo meu corpo e o ritmo da submissão, com um empurrão pesado e contínuo, o meu chefe me penetrou por inteiro.
A sensação de ter o membro do diretor deslizando para dentro do meu corpo foi o colapso definitivo da minha mente. Eu estava no centro exato daquela máquina de carne: penetrando a buceta da esposa do chefe enquanto o próprio Arthur me castigava no cu por trás. O diretor ditou o ritmo com estocadas profundas e implacáveis. O impacto do corpo dele contra o meu me empurrava com violência para dentro de Cláudia, gerando um efeito dominó de fluidos, suor e gemidos. A fricção interna no meu rabo mandava descargas elétricas violentas para o meu pau, que inflou dentro de Cláudia a ponto de doer.
- Goza para mim, Marcos! - Arthur rugiu na minha nuca, desferindo os últimos e brutais golpes no fundo do meu cu.
O limite explodiu. Meu pau disparou jorros volumosos e quentes que lavaram o fundo da vagina de Cláudia, que contraiu as paredes ao redor de mim em espasmos desesperados. Aquela pressão na frente fez com que o meu rabo se espremesse com força surreal ao redor do membro de Arthur. O aperto final foi o gatilho dele; meu chefe soltou um rosnado alto e descarregou todo o seu calor profundamente dentro do meu cu.
Desabamos os três no tapete, os corpos colados pelo suor, misturados pelos fluidos compartilhados, ofegantes na penumbra azulada da cobertura, totalmente entregues àquela ruína corporativa e deliciosa.