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Claudia, a sogra 13

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Um conto erótico de Sr Boi
Categoria: Heterossexual
Contém 1064 palavras
Data: 13/07/2026 06:01:18
Assuntos: Heterossexual

Capítulo 13: A Coroa Fogosa

Meses se passaram desde o divórcio litigioso. Aos 52 anos, Cláudia havia aprendido da pior forma que o luxo era frágil. O apartamento pequeno no centro de Ribeirão Preto era simples: sala apertada, quarto modesto, cozinha americana. Ela pagava as contas com a pensão mínima e o que sobrava da venda de joias antigas. Os filhos continuavam em silêncio total. Gabriel havia mudado de cidade. Fernanda bloqueou o número. Rubens, por sua vez, vivia uma nova vida e nunca mais olhou para trás.

Mas o tesão que corria nas veias de Cláudia nunca diminuiu. Pelo contrário. Após tanto tempo dando o corpo de graça e perdendo tudo por causa disso, ela decidiu transformar o vício em sobrevivência. Criou perfis em plataformas adultas e OnlyFans com o nome “Coroa Fogosa”. Usou fotos e vídeos antigos da coleção, editados com cuidado para esconder o rosto parcialmente: buceta depilada aberta, cu piscando, seios siliconados brilhando de óleo, rosto melado de porra. As legendas eram diretas e provocantes:

“Coroa tarada de 52 anos quer ser usada por machos jovens. Buceta e cu disponíveis. Programas presenciais ou vídeos personalizados. Quem vai encher essa vadia de porra hoje?”

Os primeiros clientes apareceram rápido. Homens mais novos, entre 25 e 40 anos, pagavam bem por chamadas de vídeo, nudes exclusivos e, principalmente, programas presenciais. Cláudia estabeleceu regras claras: pagamento adiantado via Pix, sem beijos na boca, sem marcas visíveis no corpo e camisinha apenas se o cliente quisesse. Atendia no próprio apartamento, sempre à noite.

O dinheiro começou a entrar de forma consistente. Não era o luxo de antes, mas pagava o aluguel, as contas, comida e até permitia comprar lingerie nova e cremes para manter o corpo tonificado. Pela primeira vez em muito tempo, Cláudia se sentia no controle. Não era mais a esposa traída caída em desgraça. Era a Coroa Fogosa — uma mulher madura, experiente e sem limites que cobrava pelo que sempre ofereceu de graça.

Uma noite, enquanto respondia mensagens no celular, uma notificação chamou atenção:

“Oi, Coroa Fogosa. Vi todos os seus vídeos. Quero um programa completo amanhã à noite, 21h, no seu apê. Posso pagar bem. Dinheiro na mão. Quero te foder sem limites.”

Cláudia respondeu com um emoji de fogo e o endereço. “Vem preparado, amor. Vou te deixar seco.”

No dia seguinte, ela se arrumou com capricho. Lingerie preta de renda transparente que mal cobria os mamilos e a buceta, salto alto preto, batom vermelho intenso, cabelo solto e ondulado. Perfume caro que ainda tinha no fundo da gaveta. Às 21h em ponto, a campainha tocou.

Cláudia abriu a porta com o sorriso safado de sempre.

E congelou.

André estava ali, bonito como sempre, vestindo calça jeans escura e camisa social preta. Olhos famintos fixos nela.

— André…? — murmurou ela, voz falhando.

Ele não esperou convite. Entrou, fechou a porta e trancou. O olhar percorreu o corpo dela da cabeça aos pés.

— Eu te procurei por meses, Cláudia. Depois do flagra, depois de perder tudo… eu não conseguia parar de pensar em você. Nos seus gemidos. Na sua putaria. Em como você me dominava.

Cláudia sentiu o corpo inteiro esquentar. O choque misturava-se ao tesão antigo, poderoso.

— Você é louco… Antonela…

— Acabou. Perdi o casamento, a casa, a família. Mas não consegui te esquecer.

Antes que ela pudesse responder, André a puxou pela cintura com força e a beijou com fome animal. Cláudia correspondeu imediatamente, mãos abrindo a camisa dele, unhas arranhando o peito definido. Tropeçaram até o sofá pequeno da sala, roupas voando pelo caminho.

André a jogou de costas no sofá, arrancou a calcinha de renda com um puxão brusco e abriu as pernas dela ao máximo. Enterrou o rosto na buceta já encharcada, chupando o clitóris com força, enfiando a língua fundo enquanto dois dedos fodiam o buraco apertado. Cláudia arqueou as costas, gemendo alto, segurando a cabeça dele contra si.

— Isso, André… chupa a buceta da Coroa Fogosa… lambe tudo que você tanto sentiu falta… ahh, caralho!

Ele lambeu, sugou e devorou até ela gozar pela primeira vez, corpo tremendo, squirt molhando o queixo e o sofá. Sem dar tempo de recuperação, André se levantou, baixou a calça e encaixou o pau duro e latejante na buceta molhada. Metendo de uma vez só até o fundo.

Cláudia gritou de prazer, pernas enroladas na cintura dele, unhas cravadas nas costas.

— Fode forte! Me usa como antes! Me enche, porra!

André socava com violência, o sofá rangendo a cada estocada. Suas mãos apertavam os seios siliconados por cima da lingerie, beliscando os mamilos. Ele metia fundo, girando os quadris, batendo contra o ponto G dela sem parar. Cláudia rebolava embaixo, gemendo sem controle.

— Mais forte… abre minha buceta… sou sua puta de novo!

Ele a virou de quatro no sofá, cuspiu no cu dela e empurrou o pau devagar no anel apertado. Cláudia gemeu rouco, sentindo cada centímetro abrindo o cuzinho. Quando ele estava todo dentro, André segurou os cabelos dela como rédea e começou a meter com força, batendo a pelve contra a bunda macia, fazendo barulho alto de carne.

— Isso… fode o cu da sua ex-sogra… arromba ele! — pedia ela, empinando mais.

André dava tapas fortes na bunda, deixando marcas vermelhas, enquanto metia sem piedade. O cuzinho dela apertava o pau dele, pulsando. Ele puxava os cabelos, inclinava o corpo sobre ela e mordia o ombro, acelerando o ritmo.

Cláudia gozou novamente, o corpo inteiro convulsionando, apertando o pau dentro do cu. André não aguentou mais. Com um grunhido gutural, enterrou fundo e gozou, enchendo o intestino dela com jatos grossos e quentes de porra.

Ele saiu devagar, porra escorrendo do cu aberto. Cláudia virou imediatamente, ajoelhou no chão e chupou o pau sujo, lambendo cada gota da mistura de porra, lubrificação e seu próprio gosto. Olhava para cima com olhos de puta satisfeita.

Eles caíram no sofá, suados e ofegantes. André a puxou para o colo, beijando sua testa, depois a boca, com uma intensidade diferente.

— Eu não vim só pra foder, Cláudia. Eu sou apaixonado por você. Sempre fui. Desde a primeira vez na chácara. Não aguento mais viver sem isso… sem você.

Cláudia ficou em silêncio por um momento, o coração acelerado, o corpo ainda tremendo dos orgasmos. Olhou nos olhos dele e viu algo perigoso: obsessão verdadeira, misturada com desejo.

A Coroa Fogosa havia recebido muitos clientes. Mas nenhum deles era André.

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