Me chamo Alex, e esse conto é sobre minha aventura com uma noiva amargurada, na noite do casamento dela.
O casamento era do Lucas e da Júlia, ambos meus amigos, Júlia conhecia a mais tempo mas nunca fui muito amigo dela, já o Lucas tinha sido muito meu amigo, mas hoje estávamos distante, ele tinha mudado muito, altamente babaca, arrogante, e escondia tudo com sua recente conversão pra igreja. O convite do casamento me espantou muito, não falava muito com ele, imagino que me chamou mais pra se amostrar do que pela minha presença. Além disso tinha a noiva, Júlia, sabia que era uma menina quieta, altamente protegida pelos pais, as fofocas era que o casamento era quase arranjado, os pais decidiram e ela seguiu os pais. Era triste, mas estava ali só pelo passeio, viagem tudo paga não da pra recusar.
O dia de véspera seguiu sem grandes emoções. A insônia veio de noite, virava e revirava sem sono, lembrei da piscina do hotel, afastada, escondida e com uma vista maravilhosa. Decidi ir lá aproveitar a noite. De fato o cenário era muito lindo, e água chamativa, não tinha trazido nenhuma roupa de banho infelizmente. Decidi fazer o mais lógico e nadar pelado, a noite estava quente, iria me secar muito rápido no vento depois.
Não me arrependi a água estava maravilhosa, e deu pra nadar bastante, até que um momento escuto passos, gelei na hora, será que era um funcionário naquela hora? Mas para minha surpresa era a Júlia. parada na frente da piscina.
"Alex?"
"Oi Júlia, sem sono também?" - falei de forma casual esperando que ela não notasse minha nudez
"Sim, amanhã é o grande dia sabe..." - ela falou suspirando
"Quer falar sobre?"
"Sim, sim..., você me escutaria por favor?"
"Claro"
Nadei pra borda, não podia sair agora, mas se ficasse na parede, ela não ia ver nada. Júlia se sentou então na borda da piscina, colocando os pés dela na água.
"Foi muito estressante organizar tudo isso?"
"Organizar...? não, nem pude decidir nada" ela falou suspirando, olhava fixo para o reflexo dela na água.
"Bom, sou todo ouvidos, pode falar"
"Ai, sabe Alex, esse casamento, é a única forma de me livrar dos meus pais sabe, eles não me deixam fazer nada, o Lucas me disse que eu ia poder fazer faculdade desde que eu não fale com ninguém lá, achei que era a melhor saída, sabia que antes eles tentaram me fazer casar com um cara de 50 anos de idade, tem cabimento uma coisa dessa?"
"Como assim deixar?"
"Eu peguei ele me traindo, eu disse que não cancelaria o casamento, mas que ele ia me deixar estudar em troca, ele aceitou, em nenhum momento ele se desculpou por me trair, sabe, acho que ele nem parou na verdade..."
Apesar das fofocas, não esperava que a situação dela fosse tão complicada, senti pena dela naquele momento.
"Nossa Júlia, não sabia que você estava nessa situação, não tem outra saída?"
"Desculpa Alex, estou me fazendo parecer somente vítima aqui, ter tinha, tenho 21 anos, podia muito bem sair de casa, cancelar esse casamento, tenho uma tia que me acolheria, mas aí sabe né , teria que trabalhar o dia todo pra sobreviver, estudar de noite, trabalhar de dia, casar com o Lucas parece mais fácil no fim nós dois estamos usando o outro, nos merecemos, não sinta pena de mim, e desculpa se passei essa ideia"
"Relaxa, não estou aqui para te julgar , bom se você tem um plano de ação, não é tão ruim, só ter força pra lidar, o que quer fazer nessa sua última noite livre"
"Livre... hahaha" Ela riu e depois continuou
"Livre.... sinto que posso fazer tudo nesse momento" ela falou levantando a cabeça e olhando pra lua.
"Então porque não entra na água comigo" falei no automático, esquecendo da minha situação
Ela ouviu minha palavras e pareceu refletir bastante
"Entrar...." a cabeça dela parecia estar em outro mundo
"É, nadar pra relaxar, to apostando nisso pra me ajudar a dormir "
"É uma boa.... ah não trouxe roupa de banho, nem sabia que tinha piscina aqui"
Nesse momento senti um calafrio, só tinha vindo pra nadar na piscina, mas estava prestes a fazer algo irreversível
"Ué, também, não estou nadando sem roupa aqui" disse com um tom de inocência.
Assim que falei ela me olhou com um olhar julgador, eu abri um sorriso idiota, pra tentar tirar o peso da situação.
"Sério, quer me ver pelada, vou casar amanhã" Ela falou com um meio tom de irritação, meio tom, porque ela também estava quase rindo.
"Quem disse que isso é sobre o que eu quero, é sobre você, você quer ficar pelada na frente de um desconhecido na noite do seu casamento?"
Quando falei isso, os olhos delas brilharam e pela primeira vez desde que cheguei nesse hotel, vi algo além de tristeza nos olhos de Júlia.
"Pois bem" ela falou batendo as mãos na coxa, ela se levantou e começou a se despir.
"Não precisa virar, quero que olhe a vontade, quero sentir o olhar de desejo de alguém nesse fim de semana"
Ela então se despiu, sem grandes cerimonias, expondo seu corpo nu, iluminado pelo luar, achei Júlia a garota mais bonita do mundo naquele instante.
E então ela pulou na água, bem perto de mim.
"Nossa que gostosa essa água" Ela falou olhando nos meus olhos, respirava rápido, claramente nervosa pela situação.
"Muito gostosa...." falei entre respiração
Ela me olhou com um olhar de julgamento, e começou a nadar. Nadava com muita delicadeza, mal movia a água, porém reparei em sua bunda lisa, em cima da linha da água, naquele momento o tesão aflorava em mim. Depois de uma volta na piscina, ela voltou até mim, se aproximou bastante até nossos rostos estarem a um palmo de distancia.
"Nunca me senti tão viva, como nessa noite, obrigada" Ela falou sorridente, e se aproximou pra um abraço.
Abracei ela apertado, deixei meu membro duro esmagar no corpo dela, e antes do abraço dela acabar, dei um beijo na nuca dela. Após o beijo, ela se afastou num susto, mas não falou nada, olhando nos meus olhos, ela respirava rápido. Puxei ela pra perto e dei um beijo na boca, no começo foi suave, mas deixei meu desejo dominar, enfiei a língua na boca dela e para minha surpresa, a língua dela correspondeu, mais sedenta do que a minha, mais sedenta do que eu imaginava que uma língua podia ser. Ficamos nos beijando com os corpos grudados, meu membro duro apertava contra o corpo macia de Júlia. Então nos separamos.
"Alex, porque me beijou?"
"Agi por impulso, descu.." ela me interrompeu
"Não precisa se desculpar eu amei, olha, essa noite..., eu..." Júlia escolhia as palavras, até que continuou
"Eu não quero que o Lucas, aquele cachorro, tire minha virgindade, no futuro irei deixar ele pra lá, mas minha primeira vez, não quero ele nessa memória..."
O que ela falou me pegou desprevenido, se fosse outro contexto, eu teria fugido de uma situação dessa, mas naquele momento, a razão não me controlava.
"Júlia" falei com tom sério "Será meu prazer te dar uma noite que não vai esquecer" assim que falei isso, ela abriu o sorriso mais lindo que ja tinha visto.
"Por essa noite, Alex, sou sua, pode fazer o que quiser" O sorriso tinha sido recheado de pura malícia e desejo.
Assim que ela falou suas palavras, voltamos a se beijar, dessa vez mais ardente, mais inquieto, nossos braços brigavam por cada pedaço do corpo do outro. Até que decidi fazer o serviço bem feito, fiz ela se sentar de novo na borda da piscina, com cada perna de um lado da minha cabeça, fiz ela expor sua intimidade a luz do luar, e lambi ela com todo prazer do mundo. Minha língua, estava sedenta, e mesmo sendo a primeira vez dela, não fui com calma, explorei cada pedaço, enfiei até onde o hímen deixava enfiar a língua, e pra cada reação de prazer de Júlia, aumentava a intensidade.
Até que o maravilhoso momento veio, as coxas de Júlia ficaram tensas, o quadril começou a se contorcer, e Júlia teve que tapar a boca pra segurar os gemidos, podia sentir a buceta dela toda tremendo de prazer, ela estava gozando como nunca tinha gozado, na vida dela. A reação do corpo dela durou muito tempo, mas não deixei isso me interromper, continuei a saborear o mel dela, chupar cada gota, dessa vez ela se curvou sobre mim, muito mais sensível agora, os gemidos delas ficavam mais alto, ela segurava minha cabeça em direção ao corpo dela, e o corpo arqueava com prazer a cada lambida. Segui assim até ela gozar de novo, dessa vez com mais intensidade, ela desgrudou de mim, e se deixou cair de costas no chão da piscina.
"Ai Alex, puta que o pariu, isso foi bom demais, não sabia... , que gostoso....." ela falava entre as respirações.
"Calma, que não terminei com você" falei saindo da piscina, estava de pé na frente dela, meu membro duro fazendo sombra em seu corpo. ela olhou pra cima, e respirando fundo soltou.
"Caralho, me come, por favor, me fode"
Com essas palavras me deitei em cima dela, sua buceta, apesar de ter gozado duas vezes, estava vazando mel pelos lados. Me postei por cima dela e lentamente rompi a virgindade dela. Achei que teria alguma reação, mas nada, ela olhou com olhar de prazer, e sussurrou "que gostoso". Essa foi minha deixa pra começar a meter nela, comecei devagar com carinho e amor, enquanto nos beijávamos sob o luar, meu penis expandia o interior de Júlia, seu corpo tremia com cada metida, e a cada suplica dela para fode-la com mais força, eu acelerava meu ritmo. Até que chegou no ponto que ela começou a estremecer novamente, dessa vez me abraçando super forte, suas pernas agarradas na minha, seus gemidos agora altos e sem pudor, e sua buceta contraindo sob meu pau. Júlia estava tendo seu terceiro orgasmo naquela noite, e o mais intenso, até agora.
Assim que gozou sua boca foi direto a minha, mas me afastei me levantando. Ela me olhava como queria mais, entao falei.
"Gozou?"
"Humhum" ela só gemeu concordando
"Agora minha vez" falei com todo tom de safadeza que estava em minha mente. Ela arregalou os olhos, uma mistura de excitação e medo.
"Vira de quatro"
Ela virou empolgada, empinou a bunda pra mim, sua buceta brilhando cheia de mel, quase cai de boca de novo nela, mas meu pau queria mais dela.
Dessa vez meti sem cuidado, com força, Júlia, então rosnou "Caralho, me fode caralho, puta que pariu como é bom". Segurei a cintura dela com força e a cada metida espremia nossos corpos, até que perdi o controle e comecei a meter com toda a força que conseguia, Júlia só gemia, qualquer palavra que tentava falar virava só barulho ao meio dos gemidos. E então finalmente Júlia teve seu quarto orgasmo, tão forte que precisei segurar ela, pois seus músculos já não tinha mais força, sua buceta contraiu tão forte, que meu pau não teve opção além de despejar todo o leite acumulado naquela noite, deixei jorrar leite naquela buceta, até sentir escorregar pelas pernas. E então finalmente nos desgrudamos, sentando um do lado do outro recuperando fôlego.
"Nossa Alex, meu deus, que gostoso"
"Meu presente de casamento" falei com tom de piada, enquanto segurava a mão dela, ela se virou com um sorriso no olho
"Melhor presente da minha vida" e então ela veio até meu ouvido "Estou no meu dia fértil, obrigado por não me fazer criar o filho dele" olhei pra ela assustado, mas ela tinha o sorriso mais safado
"tem certeza?" perguntei
"Sim" ela falou balançando a cabeça, então olhou pro meu pau semi ereto ainda, e sem pestanejar, caiu de boca nele.
O boquete foi meu sem técnica, mas ela compensou na vontade, chupou ele como se fosse a coisa mais gostosa do mundo pra ela, me perdi na chupada dela, até que ela parou.
"Vai gozar?"
"To quase"
Nisso ela se levanta, antes de fazer sentido, ela senta em cima de mim.
"Porque?" indago
"Não quer criar o filho dele, mas não se preocupe, é o dinheiro dele que vai criar" naquele momento o sorriso dela era maquiavélico, misturado com puro êxtase.
Ela sentou no meu pau com toda a vontade do mundo, com seu desejo compensando a falta de técnica, seus peitos pulavam na minha frente, seus gemidos de prazer inundavam a noite. Segurei ela pela cintura, e fiz ela se deitar em cima de mim, ela ajustou as pernas e rebolou com mais vontade ainda em cima do meu pau, estava quase gozando, quando o dela veio primeiro, espremendo meu pau, dando a ele nenhuma chance de se segurar. Gozei pela segunda vez, e Júlia pela quinta, dessa vez ela desmoronou do meu lado. Não tínhamos folego para conversar. Ficamos ali do lado um do outro até termos energia de nos vestir e voltar pro hotel.
No caminho de volta antes de chegar no prédio, puxei ela pela cintura e dei um último beijo nela, tinha certeza que naquele momento estava apaixonado por aquela garota, mas não podia fazer nada. Após o beijo ela me olhava com um sorriso bobo no olhar.
"Esse casamento não é para sempre Alex, não quero que me espere, mas quero te ver de novo depois que isso tudo acabar"
"Você tem meu contato, estarei sempre a disposição"
"Sempre?" ela deu uma risadinha sapeca "Então talvez eu possa fazer mais memórias boas durante esse casamento..." ela falou dando um piscadinha pra mim, e dessa vez, ela me beijando.
Depois disso, voltamos pro hotel, ela entrou primeiro, e depois eu entrei. A recepcionista me vindo entrar, abriu um sorriso de quem sabia o que tinha acontecido.
"Não se preocupe, não vou falar nada, primeira vez que vejo aquela moça feliz"
"Obrigado" agradeci sem enrolar muito
Depois dessa noite o casamento ocorreu normalmente. Seguimos nossos caminhos, e por um tempo achei que Júlia seria passado. Porém após anos do casamento, uma mensagem dela apareceu no meu celular. Mas isso é outra história, para outro momento.