Bah, guri, vou te contar a real de como essa história aconteceu, sem rodeio. Eu sou o Eduardo, os chegados me chamam de Léo, e macho raiz não leva desaforo para casa. Casado com a Laurinha há quinze anos, parceria firme, mas o fogo no sangue continua o mesmo. A Laurinha tem uma irmã, a Letícia, casada com o Ricardo, meu concunhado. O Rick é um maluco total, pilhado no 220, que chega em casa fazendo churrasco, mexendo no gelo e zoando todo mundo.
Era umas quatro horas da tarde quando cheguei do serviço e a Laurinha me recebeu com um beijo. Logo ela avisou que a Let e o Ricardo tavam chegando com batata pra fritar e cerveja, porque as duas iam passar a tarde na salinha olhando catálogos e gastando dinheiro na internet. Fui tomar banho rápido e vesti uma bermuda e um chinelo, logo ouvindo a buzina do carro do Rick encostando na frente de casa com as sacolas cheias.
Enquanto as duas foram direto pra outra sala olhar as compras e falar da vida dos outros, eu e o Ricardo ficamos na sala principal abrindo as primeiras latas de cerveja e comendo as batatas fritas. A fofoca delas comia solta lá no fundo, e a gente ficava gritando piada, tirando sarro das compras online e gastando o décimo terceiro com os sites de e-commerce enquanto a cerveja descia trincando.
A bebedeira foi batendo forte e a gente já tava meio cambaleando no sofá, rindo alto de qualquer besteira e ouvindo a gritaria das duas escolhendo produto na internet. O Ricardo virou mais uma lata, levantou ficou parado na minha frente empinou a latinha de cerveja deixando a sua bermuda mais justa na frente, olhando pra ele vi que o vagabundo estava de pau duro na cara dura, ops de cacete duro.
— Pô, pô, Ricardo, olha essa merda aí, tá quase saindo pra fora meu kkk — falei.
— Pô, pô, meu, desculpa mesmo, é que tô na seca a muito tempo kk. — soltou ele.
— Tá, mas senta aí, não preciso ficar olhando essa merda aí kkk. — retruquei.
— Vá te fuder meu. — riu ele.
— Ae, eu agora sou obrigado a olhar esse negócio, tá louco meu. — falei.
— Qual é o problema, se fosse tu eu não ia reclamar kkk. — disse ele.
— Vá, vá, vá dormir, putão, KKK. — mandei.
Foi aí que o infeliz lembrou da chácara do Seu Nestor e soltou a ideia de pular lá pra catar umas verduras e umas frutas de graça.
— O velho não cerca nada, Léo, tem alface, melancia e galinha dando sopa lá no fundo, vamo lá buscar.
Eu relutei no começo, mas a cachaça mandava na mente e a gente decidiu ir dar o bote na chácara antes de ir no posto. Avisamos as guri que íamos buscar mais cerveja, entramos no meu carro e fomos cantando pneu até a entrada da propriedade do velho, com os faróis apagados pra ninguém ver a gente encostar no meio do mato alto.
Desci do carro segurando o saco plástico, ele foi na frente tropeçando nos galhos e a gente invadiu a horta do Seu Nestor no escuro total. O louco pegou duas melancias pesadas, arrancou pé de alface e ainda conseguiu agarrar duas galinhas do terreiro que começaram a cacarejar feito loucas no meio do silêncio, quase matando a gente de susto com o barulho agudo.
Só que a nossa sorte acabou na hora em que a lanterna forte de um dos capangas estourou na nossa cara, cortando a escuridão e mandando a gente deitar no chão na base do grito da espingarda.
— Perdeu, seus viventes do inferno! Já é a segunda vez que o gringo do Ricardo vem surrupiar as coisas aqui da chácara, agora a casa caiu pro lado de vocês!
Os meliantes trouxeram a gente arrastados até um galpão velho e escuro lá no fundo do mato, com cheiro de esterco e poeira. Mandaram despir tudo na marra, e a gente teve que ficar pelado que nem veio ao mundo, tremendo de frio e com o medo batendo no peito. O chefe dos capatazes olhou pro Ricardo, reconheceu a figura da semana passada e soltou o verbo de cara feia:
— Ah, mas olha só se não é o meliante profissional de novo! Já que tu gosta tanto de vir aqui dar uma banda, hoje o castigo vai ser diferente, seu ladrãozinho de galinha. Tu vai ter que chupar o teu comparsa aí na nossa frente para aprender a largar de ser folgado, senão o lombo vai inchar de bala.
Nesse instante, vi quem era o capataz do Seu Nestor. Eu conhecia o cara, é um conhecido de anos, o Robson, um cara muito forte, alto, grandão mesmo, conhecido como o bengala branco. O Robson deu um passo à frente, tirou o pratudo dele pra fora da calça, mostrando um cacete enorme que deixou a minha virilha acesa.
— Não, por favor, patrão, isso não, eu não vou chupar ele, pelo amor de Deus! — gemia o Ricardo, negando com a cabeça e choramingando encostado na parede.
— Cala a boca, vagabundo! Vai !!chupar os dois agora!! ou o chumbo come! — mandou o Robson, firme e rígido, segurando o pauzão duro na mão.
O Ricardo se arrastou de joelhos pela poeira, encostou na minha frente e abriu a boca. Eu segurei firme na sua cabeça pra engolir o meu pau todo e depois o do capataz. O Ricardo abriu a boca grandona, babando, com as bolas batendo no seu queixo enquanto eu mandava ele chupar sem parar. O Robson chegou junto com o cacete enorme dele, e o cara teve que encaixar os dois paus juntos na boca, engasgando de verdade com a grossura e o tamanho.
— Isso, seu safado, chupa os dois paus e engole tudo! — mandei, segurando o cabelo dele e ditando o ritmo pesado.
O Robson empurrava o cacete dele com força na sua garganta , enquanto eu socava o meu pau na boca do vivente. A saliva escorria, o cheiro de suor subia, e o tesão comia solto no galpão escuro. A pressão subiu, o meu corpo travou e eu avisei que ia descer tudo. Dei mais umas estocadas fundas, esvaziando o meu pau na garganta dele, e o Robson logo em seguida jorrou a porra dele inteira ali dentro também. O Ricardo engoliu as nossas porras tudinho, sem deixar sobrar uma gota, provando do nosso leite de joelhos na poeira.
Depois de uns minutos, mandaram a gente vazar correndo. Catamos as roupas do chão, vestimos tudo atropelados, pulamos pra dentro da picape e arrancamos cantando pneu pela estrada de chão. Dentro da cabine, o Ricardo olhou pro lado, passou a mão na boca e soltou:
— Pô, meu... que loucura do caralho! tive que enfiar aqueles dois paus enormes na minha boca, cara, aquilo ali parecia dois troncos de eucalipto!
Eu dei uma travada no volante, virei o rosto brabo e mandei ele calar a boca.
— Tu tá louco, seu vivente? Quer gozar com a minha cara? Vai pro inferno, Ricardo!
O infeliz abriu um sorriso largo, olhou pro meu volume estufado na bermuda e já meteu a mão sem vergonha bem em cima do meu pau duro.
— Ah, é? Então agora deixa eu chupar direito essa porra aí para compensar o susto! Encosta esse carro ali no mato! — soltou ele, puxando o zíper da minha bermuda com uma fome danada.
O carro mal parou escondido no meio do mato da estrada de chão e a tampa da chaleira estourou. O Ricardo pulou pra meu banco com os olhos brilhando de cachaça e de tesão, puxando a minha bermuda pra baixo e engolindo o meu pau duro com pressa. Ele abria a boca, babando e sugando com força, enquanto eu segurava firme nos cabelos dele, ditando o ritmo daquela chupada na cabine apertada.
Depois de fazer o serviço ali no painel, a gente trocou de posição. Eu joguei ele de lado no banco do carona, com a perna pendurada para fora da porta, com a bundinha branca redonda empinada, e enfiei tudo no cuzinho zerado dele sem cerimônia. O amigão gemia abafado, mordendo os nós dos dedos para não gritar alto na escuridão da estrada, com o pau dele duro pingando pré-caju enquanto eu socava sem dó naquele espaço apertado.
