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César dominando o maconheiro

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Um conto erótico de Thiago P.
Categoria: Gay
Contém 2841 palavras
Data: 12/07/2026 12:57:56

​César tinha 24 anos, corpo bem definido de quem malhava com frequência, mas sem ser bombado. Era magrinho, tonificado, quase sem pelo no corpo todo e com uma bunda redonda, arrebitada e bem gostosa que marcava até na calça social. Os cabelos castanho-escuros e encaracolados caíam bagunçados na testa, dando um ar de moleque safado, contrastando com o ar sério que queria passar na firma.

​Ele mantinha aquela rotina quase obsessiva. Todo fim de tarde, ao cruzar a praça, seus olhos iam direto pro banco debaixo do chorão. Robson estava sempre lá, recostado relaxado, camisa aberta até o meio do peito mostrando a pele bronzeada e a barriga marcada, braços fortes largados sobre as coxas. A calça jeans velha e folgada caía no quadril, deixando bem visível o volume pesado e grosso entre as pernas abertas.

​César passava devagar, fingindo olhar o celular, mas só pensava naquilo escondido entre as pernas do outro. Imaginava o tamanho, o peso, a grossura, se a cabeça era bem larga e se os pentelhos eram cheios ou aparados. Na cabeça dele, já tinha sentado do lado, puxado papo e engolido aquele membro ali mesmo, debaixo da árvore.

​A aproximação foi lenta. Primeiro um aceno de cabeça, depois um “boa tarde” murmurado. César, mesmo fumando ocasionalmente, começou a carregar um maço de cigarro no bolso do paletó só pra ter desculpa. Até que um dia Robson pediu:

​— Tem um cigarro, patrão?

​César ofereceu o cigarro e acendeu. Quando o rapaz segurou o pulso dele com aqueles dedos quentes, o cheiro de maconha misturado com suor de homem subiu forte. O membro de César ficou duro pra caralho na hora, latejando dentro da cueca e marcando a calça social. Ele suou frio, cruzou os braços e colocou a pasta na frente do corpo pra disfarçar a ereção óbvia.

​Enquanto Robson falava devagar, com aquele sorrisinho de canto, César só conseguia pensar em tirar aquela peça pra fora e engolir tudo.

​Assim que chegou em casa, uma kitnet bem arrumada, tomou um banho, lavou bem o cu e foi pra cozinha. Pegou um pepino grande, firme, de uns 24 cm e bem grosso. Lavou ele caprichadamente e levou pro quarto.

​Tirou toda a roupa, deitou de pernas bem abertas na cama e passou lubrificante no legume e no buraco. Fechou os olhos e a imagem de Robson apareceu na hora.

​— Porra, Robson... me fode com essa rola grossa — murmurou, morde o lábio inferior.

​Começou enfiando devagar. Pressionou a ponta larga e romba contra o cu e foi empurrando com calma. O vegetal era frio e largo, abrindo o canal aos poucos. Soltou um gemido baixo e demorado quando a parte mais grossa passou, esticando o anel inteiro. Na mente, era a carne pesada do maconheiro arrombando ele sem pressa.

​Quando já estava acostumado com o diâmetro, virou de lado, empinou bem a bunda redonda e começou a meter com mais força. Segurava a base do pepino com uma mão e batia uma punheta rápida com a outra. Na fantasia, Robson estava atrás dele, segurando firme nos quadris e socando fundo.

​— Toma essa rola, sua putinha — imaginava a voz rouca do outro bem no ouvido.

​César acelerou as estocadas, metendo o legume cada vez mais forte e fundo, fazendo as nádegas balançarem e a cama ranger. O buraco já estava todo dilatado, ardendo gostoso com o atrito. Quanto mais ele socava, mais imaginava Robson metendo sem dó, enchendo ele de porra quente.

​O tesão subiu rápido demais. Com um gemido alto e rouco, o cu dele apertou forte em volta do pepino. Jatos grossos e fartos de esperma espirraram alto, sujando a barriga, o peito e até parte do pescoço. No meio do orgasmo ele continuou enfiando o vegetal até o talo, socando o ponto mais sensível, tremendo inteiro e gemendo o nome de Robson várias vezes.

​Ficou alguns minutos deitado, ofegante, com o objeto ainda enfiado até a metade, sentindo o músculo piscar fraco ao redor dele. Um sorriso satisfeito e safado apareceu no rosto.

​— Amanhã eu vou falar com você direito, Robson...

​No dia seguinte, César mal conseguiu se concentrar no trabalho. O plano já estava traçado na cabeça dele. Assim que bateu o fim da tarde, caminhou direto pra praça com o coração martelando no peito.

​Quando chegou perto do chorão, Robson estava lá no mesmo lugar de sempre, mas com o semblante mais sério que o normal. César parou na frente dele e já estendeu o maço.

​— E aí? — ofereceu o cigarro.

​Robson pegou, acendeu, tragou fundo e soltou a fumaça devagar, olhando pros lados como se checasse se alguém estava prestando atenção. Limpou a garganta e falou com a voz ainda mais grave:

​— Pô, patrão... deixa eu te falar um negócio. Tô numa roubada da porra. Uma dívida que o pessoal tá cobrando pesado. Se eu não arrumar um dinheiro até hoje à noite, o bicho vai pegar feio pra mim.

​César sentiu o corpo inteiro ficar tenso. Antes que conseguisse responder qualquer coisa, Robson deu um passo à frente, colando o peito quase no dele. Sem cerimônia, desceu a mão grande direto pra braguilha e apertou o próprio pau por cima do jeans, ajeitando o volume que já começava a inchar.

​— Tô precisando de uns duzentos reais urgente — disse bem baixinho, olhando fundo nos olhos de César enquanto massageava a rola dura por cima da calça. — Me arruma essa grana que eu faço qualquer negócio pra te pagar. Qualquer coisa mesmo, o que você quiser eu topo fazer agora.

​César engoliu em seco, o membro já latejando dentro da calça. Olhou pro volume monstruoso que Robson apertava sem vergonha e reuniu coragem:

​— Qualquer coisa mesmo? — perguntou, a voz saindo rouca. — Isso inclui você me dar esse cu?

​Robson parou de massagear o pau por um segundo, surpreso com a pergunta direta. Depois deu um sorrisinho de canto, meio nervoso, meio excitado.

​— Porra… sou virgem de cu, nunca dei pra ninguém — confessou, ainda apertando a carne dura. — Mas se for pra resolver essa merda hoje… eu topo. Você me ajuda com a grana, eu te dou o cu virgem. Pode meter, pode fazer o que quiser.

​Robson ficou olhando para César, o volume ainda sendo apertado sob sua mão.

​— Beleza — disse César, sentindo a boca secar de tesão. — Eu te dou os duzentos. Mas vamos fazer direito. Vem comigo.

​Saíram da praça juntos. César parou na farmácia, comprou uma cartela de tadalafila e pagou rápido. Na calçada, entregou um comprimido para Robson e tomou outro.

​Caminharam até a kitnet em silêncio. Para dar tempo de o remédio agir no organismo, César foi até a cozinha, pegou dois copos de água e entregou um a Robson. Eles se encararam por alguns minutos, o ambiente carregado de uma expectativa pesada. O calor entre os dois aumentava a cada segundo. Quando o efeito começou a dar os primeiros sinais, deixando os corpos quentes e os membros ainda mais rígidos, César avançou.

​Na cozinha pequena mesmo, abriu o cinto e a braguilha de Robson, puxou aquela rola grossa pra fora e caiu de joelhos. Abocanhou o pau com fome, enfiando até o talo na garganta, babando tudo enquanto esticava o braço e pegava o lubrificante no balcão.

​Sem parar de chupar, besuntou os dedos e enfiou dois de uma vez no cu virgem de Robson.

​— Porra… vai devagar nisso — resmungou Robson, o corpo dando um solavanco, mas deixou. Permitiu que César girasse os dedos, abrindo o buraco apertado aos poucos, preparando a carne que nunca tinha sido tocada.

​Depois de deixar a rola babada e latejante, César se levantou, tirou toda a roupa e foi pro quarto. Virou de costas na beirada da cama, apoiou os cotovelos no colchão e empinou bem a bunda redonda e arrebitada.

​— Me fode. Quero sentir essa rola toda dentro de mim.

​Robson se aproximou por trás, bufando quente. Segurou a base do pau e encostou a cabeça larga no cu de César. Empurrou devagar, com cuidado, sentindo o anel apertado resistir antes de ceder. Entrou centímetro por centímetro, as veias grossas raspando nas paredes internas enquanto César soltava um gemido longo e arrastado.

​— Caralho… cu apertado da porra — murmurou Robson, cravando os dedos nos quadris claros.

​Começou a meter bem lento, estocadas profundas e suaves. César rebolava para trás com força, tentando tirar mais impacto, mas Robson mantinha o ritmo calmo, quase carinhoso, deslizando a carne inteira para fora e voltando a sumir até o talo num vai e vem macio.

​— Me fode mais forte, Robson… usa esse cu, soca com vontade! — implorava César, empinando a bunda desesperado, querendo a mesma brutalidade que tinha fantasiado.

​Robson só respirava pesado, o peito suado colado nas costas de César. Ele continuava metendo devagar, saboreando o aperto quente que espremia seu membro a cada penetração, ignorando os pedidos de violência. Parecia querer aproveitar cada segundo daquele aperto.

​A foda seguiu assim por longos minutos, lenta, profunda. O som obsceno de carne contra carne enchia o quarto pequeno. César gemia cada vez mais alto, a bunda balançando, o músculo piscando ao redor da grossura.

​Robson apertou os dedos com mais força nos quadris de César, a respiração ficando irregular. As estocadas continuaram lentas, mas foram ficando mais curtas e fundas, concentradas no fundo do canal. Ele soltou um ronco rouco, colou o corpo inteiro nas costas de César e gozou.

​Jatos grossos e quentes explodiram no fundo de César, enchendo ele enquanto Robson tremia, gemendo baixo com a boca colada na nuca do outro. Ele ficou lá, enterrado até o talo, esvaziando tudo com espasmos longos.

​Quando terminou, puxou devagar. Um fio grosso de porra escorreu pela coxa de César.

​César virou o rosto, os olhos brilhando de tesão acumulado. A passividade de antes sumiu por completo. A voz saiu rouca e decidida:

​— Minha vez agora.

​Antes que Robson pudesse reagir ou se recuperar, César se levantou, agarrou o maconheiro pela nuca com força e empurrou ele de joelhos no chão do quarto. Segurou a própria rola dura e enfiou direto na boca do outro, metendo até o talo sem aviso.

​Robson engasgou forte, os olhos arregalando com a invasão súbita. César não deu espaço. Segurou a cabeça dele com as duas mãos e começou a foder a garganta com estocadas brutais, sem dó nenhuma.

​— Engole, porra! — rosnou, socando fundo.

​Robson vomitou um pouco, saliva, bile e lágrimas escorrendo pelo queixo enquanto o pau de César entrava e saía da garganta dele sem piedade. O maconheiro tossia, engasgava, tentava puxar o ar, mas César segurava firme, destruindo a boca dele, batendo as bolas no queixo do outro a cada estocada violenta.

​— Isso… engole essa rola, seu maconheiro safado.

​Depois de foder a boca até deixar Robson com o rosto todo lambuzado de baba e vômito, César puxou ele pelos cabelos, virou o corpo grande de Robson de quatro na cama e se posicionou atrás.

​Cuspiu na própria mão, besuntou o membro e encostou a cabeça grossa no cu virgem do outro.

​Sem aviso, meteu com tudo.

​Robson soltou um grito gutural, agudo, de pura dor quando o pau grosso rasgou sua entrada.

​— AAAAAAH! CARALHO! PARA! TÁ RASGANDO! — berrou, o corpo inteiro tremendo violentamente.

​Ele tentou travar o cu desesperado, apertando o músculo com toda a força para expulsar a dor, mas César era implacável. Segurou firme na cintura larga, fincou os dedos na pele dele e socou mais fundo, forçando as paredes internas a se abrirem à força. Robson chorava alto, lágrimas escorrendo pelo rosto, o corpo suado se contorcendo.

​— Por favor… tá doendo demais… tira… — soluçava, tentando se arrastar para frente no lençol.

​César puxou ele de volta pelos quadris e continuou metendo sem piedade, estocadas brutais e profundas. Cada vez que entrava até o talo, Robson soltava um grito rouco, o canal queimando como fogo. O anel apertado foi se dilatando, rasgando, virando uma carne vermelha e inchada ao redor da rola de César.

​No começo, o sofrimento era total, mas conforme o atrito violento continuava e o membro de César massageava o fundo do seu corpo, uma sensação nova e confusa começou a se misturar ao sofrimento de Robson. O desespero foi virando um torpor pesado; a dor extrema começou a acender um tesão elétrico e subterrâneo que ele nunca tinha experimentado. Quanto mais Robson tentava apertar, mais dolorido e prazeroso ficava. O cu dele piscava desesperado, tentando expelir o intruso, mas só conseguia espremer a carne que o dominava. Lágrimas caíam no lençol, o corpo grande tremendo, as pernas fraquejando.

​César metia cada vez mais forte, o som das estocadas no cu recém-aberto enchendo o quarto. Ele sentia o canal de Robson perdendo a resistência aos poucos, ficando cada vez mais frouxo, quente e escorregadio.

​Robson foi perdendo as forças para resistir, totalmente entregue àquela humilhação gostosa. Os gritos viraram gemidos fracos, agudos e entrecortados de puro prazer doloroso. O corpo dele amoleceu, os braços não sustentavam mais o peso, e ele caiu de peito no colchão, a bunda ainda empinada sendo comida sem dó.

​César segurou ele pelos ombros e continuou socando, agora fodendo um Robson mole, jogado, sem energia nem pra gritar, apenas recebendo os golpes fundos. O cu do maconheiro estava completamente arregaçado: vermelho, inchado, piscando frouxo e babando lubrificante a cada estocada.

​— Isso… agora sim — rosnou César, metendo fundo no corpo entregue e destruído de Robson.

​César parou de meter de repente, puxando o pau devagar. O cu de Robson ficou bem aberto, vermelho, inchado e piscando devagar, sem conseguir fechar.

​— Vira de costas — mandou, a voz rouca.

​Robson obedeceu imediatamente, sem forças para negar, deitando de barriga para cima, as pernas abertas e moles. César se ajoelhou entre elas, segurou o membro sensível do outro e enfiou na boca, chupando com força, usando muita pressão.

​— Ahhh! Tá sensível demais… para! — gemeu Robson, tentando empurrar a cabeça dele, mas sem força real, o quadril já subindo em direção à boca de César.

​César ignorou completamente. Enquanto mamava fundo, enfiou três dedos no cu arregaçado e começou a girar. Logo colocou o quarto dedo, forçando quase a mão toda para dentro daquele canal já aberto.

​Robson entrou em desespero com o estiramento interno, o corpo se contorcendo na cama.

​— PARA! Por favor! Tá doendo pra caralho! Eu vou mijar… eu vou mijar se você não parar! — gritou, lágrimas escorrendo pelo rosto.

​César continuou sem dó, chupando mais forte e enfiando a mão quase até o pulso, massageando o ponto mais fundo e sensível da próstata dele. Robson tremia violentamente, as pernas sacudindo no ar.

​— Não… não aguento mais… vou mijar na sua boca… paraaa! — soluçava, completamente dominado.

​César estava cada vez mais excitado vendo o desespero e a entrega total do outro. Enfiou a mão mais fundo, chupando a cabeça sensível com uma pressão enorme. De repente, Robson soltou um gemido longo e quebrado, perdendo o controle do próprio corpo. Um jato quente e suave de mijo começou a sair direto na boca de César.

​César engoliu tudo avidamente, sem tirar a boca, saboreando o fluido quente enquanto batia punheta rápido no próprio pau. Robson chorava alto, o rosto vermelho de vergonha e de um tesão que ele não conseguia mais esconder.

​Enquanto bebia o mijo quente do outro, César chegou ao limite e gozou forte. Os jatos grossos de porra espirraram para cima e para os lados, sujando o lençol da cama, a coxa de Robson e parte da barriga dele.

​César gemeu com a boca cheia, o corpo tremendo de prazer, engolindo até a última gota. Só então soltou o pau de Robson e tirou a mão devagar do cu destruído.

​Robson ficou deitado, chorando baixinho, o corpo mole e completamente esgotado, deitado de costas, suado e tremendo. O cu dele ainda piscava devagar, bem aberto e vermelho. Ele respirou fundo várias vezes, os olhos molhados de lágrimas. O choque inicial da dor tinha passado, deixando apenas uma sensação de preenchimento e devastação que ele acabou adorando. Ele finalmente falou, a voz rouca, baixa e rendida:

​— Porra… foi bom pra caralho. Nunca tinha feito nada assim na minha vida. Nunca tinha sido arrombado desse jeito… nem imaginava que ia gostar tanto de ser usado assim.

​César subiu na cama, deitou por cima dele, sentindo o peito suado colar no peito do outro, e segurou o rosto do maconheiro com as duas mãos. Os dois se olharam por um segundo, ainda ofegantes, os corações batendo no mesmo ritmo acelerado. Então César colou a boca na dele num beijo profundo, molhado e demorado. Robson correspondeu na hora, enfiando a língua devagar, sentindo o gosto do próprio mijo na boca do outro, selando o pacto de dominação entre os dois.

​O beijo foi longo, quase carinhoso depois de toda a brutalidade. Robson segurou a nuca de César com uma mão grande, puxando ele mais para perto, enquanto o outro braço envolvia a cintura dele, segurando o corpo magro contra o seu.

​Quando se separaram, Robson ainda respirava pesado, um sorrisinho cansado e totalmente safado aparecendo no canto da boca.

​— Caralho, patrão… você destruiu meu cu… mas eu gostei pra porra.

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