César tinha 24 anos, corpo bem definido de quem malhava com frequência, mas sem ser bombado. Era magrinho, tonificado, quase sem pelo no corpo todo e com uma bunda redonda, arrebitada e bem gostosa que marcava até na calça social. Os cabelos castanho-escuros e encaracolados caíam bagunçados na testa, dando um ar de moleque safado, contrastando com o ar sério que queria passar na firma.
Ele mantinha aquela rotina quase obsessiva. Todo fim de tarde, ao cruzar a praça, seus olhos iam direto pro banco debaixo do chorão. Robson estava sempre lá, recostado relaxado, camisa aberta até o meio do peito mostrando a pele bronzeada e a barriga marcada, braços fortes largados sobre as coxas. A calça jeans velha e folgada caía no quadril, deixando bem visível o volume pesado e grosso entre as pernas abertas.
César passava devagar, fingindo olhar o celular, mas só pensava naquilo escondido entre as pernas do outro. Imaginava o tamanho, o peso, a grossura, se a cabeça era bem larga e se os pentelhos eram cheios ou aparados. Na cabeça dele, já tinha sentado do lado, puxado papo e engolido aquele membro ali mesmo, debaixo da árvore.
A aproximação foi lenta. Primeiro um aceno de cabeça, depois um “boa tarde” murmurado. César, mesmo fumando ocasionalmente, começou a carregar um maço de cigarro no bolso do paletó só pra ter desculpa. Até que um dia Robson pediu:
— Tem um cigarro, patrão?
César ofereceu o cigarro e acendeu. Quando o rapaz segurou o pulso dele com aqueles dedos quentes, o cheiro de maconha misturado com suor de homem subiu forte. O membro de César ficou duro pra caralho na hora, latejando dentro da cueca e marcando a calça social. Ele suou frio, cruzou os braços e colocou a pasta na frente do corpo pra disfarçar a ereção óbvia.
Enquanto Robson falava devagar, com aquele sorrisinho de canto, César só conseguia pensar em tirar aquela peça pra fora e engolir tudo.
Assim que chegou em casa, uma kitnet bem arrumada, tomou um banho, lavou bem o cu e foi pra cozinha. Pegou um pepino grande, firme, de uns 24 cm e bem grosso. Lavou ele caprichadamente e levou pro quarto.
Tirou toda a roupa, deitou de pernas bem abertas na cama e passou lubrificante no legume e no buraco. Fechou os olhos e a imagem de Robson apareceu na hora.
— Porra, Robson... me fode com essa rola grossa — murmurou, morde o lábio inferior.
Começou enfiando devagar. Pressionou a ponta larga e romba contra o cu e foi empurrando com calma. O vegetal era frio e largo, abrindo o canal aos poucos. Soltou um gemido baixo e demorado quando a parte mais grossa passou, esticando o anel inteiro. Na mente, era a carne pesada do maconheiro arrombando ele sem pressa.
Quando já estava acostumado com o diâmetro, virou de lado, empinou bem a bunda redonda e começou a meter com mais força. Segurava a base do pepino com uma mão e batia uma punheta rápida com a outra. Na fantasia, Robson estava atrás dele, segurando firme nos quadris e socando fundo.
— Toma essa rola, sua putinha — imaginava a voz rouca do outro bem no ouvido.
César acelerou as estocadas, metendo o legume cada vez mais forte e fundo, fazendo as nádegas balançarem e a cama ranger. O buraco já estava todo dilatado, ardendo gostoso com o atrito. Quanto mais ele socava, mais imaginava Robson metendo sem dó, enchendo ele de porra quente.
O tesão subiu rápido demais. Com um gemido alto e rouco, o cu dele apertou forte em volta do pepino. Jatos grossos e fartos de esperma espirraram alto, sujando a barriga, o peito e até parte do pescoço. No meio do orgasmo ele continuou enfiando o vegetal até o talo, socando o ponto mais sensível, tremendo inteiro e gemendo o nome de Robson várias vezes.
Ficou alguns minutos deitado, ofegante, com o objeto ainda enfiado até a metade, sentindo o músculo piscar fraco ao redor dele. Um sorriso satisfeito e safado apareceu no rosto.
— Amanhã eu vou falar com você direito, Robson...
No dia seguinte, César mal conseguiu se concentrar no trabalho. O plano já estava traçado na cabeça dele. Assim que bateu o fim da tarde, caminhou direto pra praça com o coração martelando no peito.
Quando chegou perto do chorão, Robson estava lá no mesmo lugar de sempre, mas com o semblante mais sério que o normal. César parou na frente dele e já estendeu o maço.
— E aí? — ofereceu o cigarro.
Robson pegou, acendeu, tragou fundo e soltou a fumaça devagar, olhando pros lados como se checasse se alguém estava prestando atenção. Limpou a garganta e falou com a voz ainda mais grave:
— Pô, patrão... deixa eu te falar um negócio. Tô numa roubada da porra. Uma dívida que o pessoal tá cobrando pesado. Se eu não arrumar um dinheiro até hoje à noite, o bicho vai pegar feio pra mim.
César sentiu o corpo inteiro ficar tenso. Antes que conseguisse responder qualquer coisa, Robson deu um passo à frente, colando o peito quase no dele. Sem cerimônia, desceu a mão grande direto pra braguilha e apertou o próprio pau por cima do jeans, ajeitando o volume que já começava a inchar.
— Tô precisando de uns duzentos reais urgente — disse bem baixinho, olhando fundo nos olhos de César enquanto massageava a rola dura por cima da calça. — Me arruma essa grana que eu faço qualquer negócio pra te pagar. Qualquer coisa mesmo, o que você quiser eu topo fazer agora.
César engoliu em seco, o membro já latejando dentro da calça. Olhou pro volume monstruoso que Robson apertava sem vergonha e reuniu coragem:
— Qualquer coisa mesmo? — perguntou, a voz saindo rouca. — Isso inclui você me dar esse cu?
Robson parou de massagear o pau por um segundo, surpreso com a pergunta direta. Depois deu um sorrisinho de canto, meio nervoso, meio excitado.
— Porra… sou virgem de cu, nunca dei pra ninguém — confessou, ainda apertando a carne dura. — Mas se for pra resolver essa merda hoje… eu topo. Você me ajuda com a grana, eu te dou o cu virgem. Pode meter, pode fazer o que quiser.
Robson ficou olhando para César, o volume ainda sendo apertado sob sua mão.
— Beleza — disse César, sentindo a boca secar de tesão. — Eu te dou os duzentos. Mas vamos fazer direito. Vem comigo.
Saíram da praça juntos. César parou na farmácia, comprou uma cartela de tadalafila e pagou rápido. Na calçada, entregou um comprimido para Robson e tomou outro.
Caminharam até a kitnet em silêncio. Para dar tempo de o remédio agir no organismo, César foi até a cozinha, pegou dois copos de água e entregou um a Robson. Eles se encararam por alguns minutos, o ambiente carregado de uma expectativa pesada. O calor entre os dois aumentava a cada segundo. Quando o efeito começou a dar os primeiros sinais, deixando os corpos quentes e os membros ainda mais rígidos, César avançou.
Na cozinha pequena mesmo, abriu o cinto e a braguilha de Robson, puxou aquela rola grossa pra fora e caiu de joelhos. Abocanhou o pau com fome, enfiando até o talo na garganta, babando tudo enquanto esticava o braço e pegava o lubrificante no balcão.
Sem parar de chupar, besuntou os dedos e enfiou dois de uma vez no cu virgem de Robson.
— Porra… vai devagar nisso — resmungou Robson, o corpo dando um solavanco, mas deixou. Permitiu que César girasse os dedos, abrindo o buraco apertado aos poucos, preparando a carne que nunca tinha sido tocada.
Depois de deixar a rola babada e latejante, César se levantou, tirou toda a roupa e foi pro quarto. Virou de costas na beirada da cama, apoiou os cotovelos no colchão e empinou bem a bunda redonda e arrebitada.
— Me fode. Quero sentir essa rola toda dentro de mim.
Robson se aproximou por trás, bufando quente. Segurou a base do pau e encostou a cabeça larga no cu de César. Empurrou devagar, com cuidado, sentindo o anel apertado resistir antes de ceder. Entrou centímetro por centímetro, as veias grossas raspando nas paredes internas enquanto César soltava um gemido longo e arrastado.
— Caralho… cu apertado da porra — murmurou Robson, cravando os dedos nos quadris claros.
Começou a meter bem lento, estocadas profundas e suaves. César rebolava para trás com força, tentando tirar mais impacto, mas Robson mantinha o ritmo calmo, quase carinhoso, deslizando a carne inteira para fora e voltando a sumir até o talo num vai e vem macio.
— Me fode mais forte, Robson… usa esse cu, soca com vontade! — implorava César, empinando a bunda desesperado, querendo a mesma brutalidade que tinha fantasiado.
Robson só respirava pesado, o peito suado colado nas costas de César. Ele continuava metendo devagar, saboreando o aperto quente que espremia seu membro a cada penetração, ignorando os pedidos de violência. Parecia querer aproveitar cada segundo daquele aperto.
A foda seguiu assim por longos minutos, lenta, profunda. O som obsceno de carne contra carne enchia o quarto pequeno. César gemia cada vez mais alto, a bunda balançando, o músculo piscando ao redor da grossura.
Robson apertou os dedos com mais força nos quadris de César, a respiração ficando irregular. As estocadas continuaram lentas, mas foram ficando mais curtas e fundas, concentradas no fundo do canal. Ele soltou um ronco rouco, colou o corpo inteiro nas costas de César e gozou.
Jatos grossos e quentes explodiram no fundo de César, enchendo ele enquanto Robson tremia, gemendo baixo com a boca colada na nuca do outro. Ele ficou lá, enterrado até o talo, esvaziando tudo com espasmos longos.
Quando terminou, puxou devagar. Um fio grosso de porra escorreu pela coxa de César.
César virou o rosto, os olhos brilhando de tesão acumulado. A passividade de antes sumiu por completo. A voz saiu rouca e decidida:
— Minha vez agora.
Antes que Robson pudesse reagir ou se recuperar, César se levantou, agarrou o maconheiro pela nuca com força e empurrou ele de joelhos no chão do quarto. Segurou a própria rola dura e enfiou direto na boca do outro, metendo até o talo sem aviso.
Robson engasgou forte, os olhos arregalando com a invasão súbita. César não deu espaço. Segurou a cabeça dele com as duas mãos e começou a foder a garganta com estocadas brutais, sem dó nenhuma.
— Engole, porra! — rosnou, socando fundo.
Robson vomitou um pouco, saliva, bile e lágrimas escorrendo pelo queixo enquanto o pau de César entrava e saía da garganta dele sem piedade. O maconheiro tossia, engasgava, tentava puxar o ar, mas César segurava firme, destruindo a boca dele, batendo as bolas no queixo do outro a cada estocada violenta.
— Isso… engole essa rola, seu maconheiro safado.
Depois de foder a boca até deixar Robson com o rosto todo lambuzado de baba e vômito, César puxou ele pelos cabelos, virou o corpo grande de Robson de quatro na cama e se posicionou atrás.
Cuspiu na própria mão, besuntou o membro e encostou a cabeça grossa no cu virgem do outro.
Sem aviso, meteu com tudo.
Robson soltou um grito gutural, agudo, de pura dor quando o pau grosso rasgou sua entrada.
— AAAAAAH! CARALHO! PARA! TÁ RASGANDO! — berrou, o corpo inteiro tremendo violentamente.
Ele tentou travar o cu desesperado, apertando o músculo com toda a força para expulsar a dor, mas César era implacável. Segurou firme na cintura larga, fincou os dedos na pele dele e socou mais fundo, forçando as paredes internas a se abrirem à força. Robson chorava alto, lágrimas escorrendo pelo rosto, o corpo suado se contorcendo.
— Por favor… tá doendo demais… tira… — soluçava, tentando se arrastar para frente no lençol.
César puxou ele de volta pelos quadris e continuou metendo sem piedade, estocadas brutais e profundas. Cada vez que entrava até o talo, Robson soltava um grito rouco, o canal queimando como fogo. O anel apertado foi se dilatando, rasgando, virando uma carne vermelha e inchada ao redor da rola de César.
No começo, o sofrimento era total, mas conforme o atrito violento continuava e o membro de César massageava o fundo do seu corpo, uma sensação nova e confusa começou a se misturar ao sofrimento de Robson. O desespero foi virando um torpor pesado; a dor extrema começou a acender um tesão elétrico e subterrâneo que ele nunca tinha experimentado. Quanto mais Robson tentava apertar, mais dolorido e prazeroso ficava. O cu dele piscava desesperado, tentando expelir o intruso, mas só conseguia espremer a carne que o dominava. Lágrimas caíam no lençol, o corpo grande tremendo, as pernas fraquejando.
César metia cada vez mais forte, o som das estocadas no cu recém-aberto enchendo o quarto. Ele sentia o canal de Robson perdendo a resistência aos poucos, ficando cada vez mais frouxo, quente e escorregadio.
Robson foi perdendo as forças para resistir, totalmente entregue àquela humilhação gostosa. Os gritos viraram gemidos fracos, agudos e entrecortados de puro prazer doloroso. O corpo dele amoleceu, os braços não sustentavam mais o peso, e ele caiu de peito no colchão, a bunda ainda empinada sendo comida sem dó.
César segurou ele pelos ombros e continuou socando, agora fodendo um Robson mole, jogado, sem energia nem pra gritar, apenas recebendo os golpes fundos. O cu do maconheiro estava completamente arregaçado: vermelho, inchado, piscando frouxo e babando lubrificante a cada estocada.
— Isso… agora sim — rosnou César, metendo fundo no corpo entregue e destruído de Robson.
César parou de meter de repente, puxando o pau devagar. O cu de Robson ficou bem aberto, vermelho, inchado e piscando devagar, sem conseguir fechar.
— Vira de costas — mandou, a voz rouca.
Robson obedeceu imediatamente, sem forças para negar, deitando de barriga para cima, as pernas abertas e moles. César se ajoelhou entre elas, segurou o membro sensível do outro e enfiou na boca, chupando com força, usando muita pressão.
— Ahhh! Tá sensível demais… para! — gemeu Robson, tentando empurrar a cabeça dele, mas sem força real, o quadril já subindo em direção à boca de César.
César ignorou completamente. Enquanto mamava fundo, enfiou três dedos no cu arregaçado e começou a girar. Logo colocou o quarto dedo, forçando quase a mão toda para dentro daquele canal já aberto.
Robson entrou em desespero com o estiramento interno, o corpo se contorcendo na cama.
— PARA! Por favor! Tá doendo pra caralho! Eu vou mijar… eu vou mijar se você não parar! — gritou, lágrimas escorrendo pelo rosto.
César continuou sem dó, chupando mais forte e enfiando a mão quase até o pulso, massageando o ponto mais fundo e sensível da próstata dele. Robson tremia violentamente, as pernas sacudindo no ar.
— Não… não aguento mais… vou mijar na sua boca… paraaa! — soluçava, completamente dominado.
César estava cada vez mais excitado vendo o desespero e a entrega total do outro. Enfiou a mão mais fundo, chupando a cabeça sensível com uma pressão enorme. De repente, Robson soltou um gemido longo e quebrado, perdendo o controle do próprio corpo. Um jato quente e suave de mijo começou a sair direto na boca de César.
César engoliu tudo avidamente, sem tirar a boca, saboreando o fluido quente enquanto batia punheta rápido no próprio pau. Robson chorava alto, o rosto vermelho de vergonha e de um tesão que ele não conseguia mais esconder.
Enquanto bebia o mijo quente do outro, César chegou ao limite e gozou forte. Os jatos grossos de porra espirraram para cima e para os lados, sujando o lençol da cama, a coxa de Robson e parte da barriga dele.
César gemeu com a boca cheia, o corpo tremendo de prazer, engolindo até a última gota. Só então soltou o pau de Robson e tirou a mão devagar do cu destruído.
Robson ficou deitado, chorando baixinho, o corpo mole e completamente esgotado, deitado de costas, suado e tremendo. O cu dele ainda piscava devagar, bem aberto e vermelho. Ele respirou fundo várias vezes, os olhos molhados de lágrimas. O choque inicial da dor tinha passado, deixando apenas uma sensação de preenchimento e devastação que ele acabou adorando. Ele finalmente falou, a voz rouca, baixa e rendida:
— Porra… foi bom pra caralho. Nunca tinha feito nada assim na minha vida. Nunca tinha sido arrombado desse jeito… nem imaginava que ia gostar tanto de ser usado assim.
César subiu na cama, deitou por cima dele, sentindo o peito suado colar no peito do outro, e segurou o rosto do maconheiro com as duas mãos. Os dois se olharam por um segundo, ainda ofegantes, os corações batendo no mesmo ritmo acelerado. Então César colou a boca na dele num beijo profundo, molhado e demorado. Robson correspondeu na hora, enfiando a língua devagar, sentindo o gosto do próprio mijo na boca do outro, selando o pacto de dominação entre os dois.
O beijo foi longo, quase carinhoso depois de toda a brutalidade. Robson segurou a nuca de César com uma mão grande, puxando ele mais para perto, enquanto o outro braço envolvia a cintura dele, segurando o corpo magro contra o seu.
Quando se separaram, Robson ainda respirava pesado, um sorrisinho cansado e totalmente safado aparecendo no canto da boca.
— Caralho, patrão… você destruiu meu cu… mas eu gostei pra porra.
