Oi oi amores, tudo bem com vocês?
Estou de volta pra continuar contando pra vcs a minha história com meu tio.
Pra quem já tá acostumado com meu jeito de contar, sabe que antes de começar tem uma conversinha, né? Kkk
Se não faz ideia do que eu tô falando, da uma olhada nos meus outros contos antes de continuar esse, tá? Você vai entender melhor como tudo começou e como chegamos até o ponto que vou narrar hoje.
Obrigada a todos que tem me dado feedback, fico lisonjeada com os elogios, sério *-*
Se quiser saber como eu sou, saber um pouco mais da minha personalidade, das minhas características físicas, da minha "rotina" e saber quando eu postar novos contos, me segue no insta, procura por @kayhonaree que vc vai me achar.
Enfim, bora começar o conto, né?
O fim das minhas férias já tava chegando, era minha última semana trabalhando na venda do meu tio, depois, a rotina dos estudos iria voltar. Meu tio e eu continuavamos nos pegando, nada muito diferente do que já contei aqui, de vez em quando um boquete, muitas chupadas nos peitos, ele ama meu peitos, gente KKK ele é tarado neles, mas nada além disso. Eu sempre dava uma desculpa quando ele queria me comer, seja inventando que alguém tava chamando na venda, seja dizendo que tava naqueles dias mesmo sem estar, enfim, até hoje não sei exatamente o motivo, mas eu não queria dar pra ele, não naquele momento. Não era falta de tesão ou vontade, simplesmente não queria, sabe? Difícil entender a mente de uma jovem pervertida, eu sei kkkk
Era meu último dia, uma sexta. Eu não iria trabalhar lá no sábado pq ia viajar com meus pais pra passar o fim de semana com familiares no interior antes de voltarem as aulas na segunda. Já não era mais um "tabu" a nossa relação, não pra gente. Já tinha virado rotina, eu ficava na venda a maior parte do tempo, mas vez ou outra, tava no corredor ou na cozinha dando uns beijos, levando chupada nos peitos, ou só falando putaria mesmo. Mas, mesmo não sendo tabu, ainda acelerava o coração toda vez. O proibido é algo viciante. Numa das vezes que eu tava n a cozinha com ele, a gente ficou planejando como seria depois, já que não iríamos nos ver direto na venda.
— Não vai ter jeito, Kay, vamos ter que ir num motel ou algum outro canto
— Eu sei, relaxa, tio. Vai dar certo, a gente vê isso depois.
A verdade era que eu achava que não ia ter uma continuidade, eu acreditava, naquele momento, que com a volta das aulas, da rotina. As saídas com amigos, convivência com gente da minha idade, tudo isso fariam meu lance com meu tio acabar e por isso, meio que empurrava com a barriga.
Pouco depois das 4 da tarde, eu fui na cozinha mais uma vez, era só pra beber água, mas quando tava na geladeira, desatenta, ele me pegou por trás, apertou meus peitos com força, por cima da blusa mesmo, encostou a boca no meu ouvido e encaixou o pau, já foram da calça, entre as bandas da minha bunda. Eu usava um short de tecido, aqueles finos, básicos, normais de ficar em casa, sabe?
— Vamos, gatinha, deixa eu te comer. — Ele disse isso de um jeito tão gostoso... Esfregando o maxilar no meu pescoço, orelha...
— Tio ... Não dá, a venda tá aberta... Alguém vai atrapalhar. — Eu respondi toda molinha... Empinando a bunda, esfregando no pau dele.
— Eu fechei... Não tem desculpa hoje.
— Tio... Não faz isso...
Eu realmente não tinha desculpa, ou eu dizia que não queria dar, falava que tava de boa chupar, beijar, fazer um monte de coisas, mas dar não, ou dava logo e, pra piorar, o jeito que ele chegou, falou no meu ouvido, esfregou o pau em mim... Tudo aquilo meio que me fez sentir vontade de atender o pedido dele.
É importante dizer que: Sim, eu ficava muito excitada sempre, obviamente que eu, durante os amassos, sentia vontade de ir além, mas algo dentro de mim não queria, me dava força pra conseguir evitar.
Nesse ponto, quem tá lendo deve estar pensando "Que confuso, hora ela diz que quer, hora diz que não quer, fala que ama o perigo e a situação proibida, mas diz que tem algo que impede de ir mais além..." Sim meus amores, sejam bem vindos a mente confusa de uma garota. Vocês precisam levar em conta uma coisinha: Eu não tinha experiência com aquilo, não tinha vivência o suficiente. Minhas experiências sexuais não eram tão grandes assim. Sexo mesmo só tinha feito uma vez. Era a típica garota que falava mais do que fazia. Se hoje eu ainda sou uma garota jovem e confusa, imagina na época? Então, tentem não julgar minha bipolaridade sexual, tá? Kkkkk
Bom, ele continuou apertando meus peitos, eu rebolando a bunda no pau dele, enquanto ele falava umas putarias no meu ouvido. Durou pouco, eu mesma segurei meu shorts e baixei, tirei tudo, ficando só de calcinha. Eu não confirmei verbalmente, não disse "Vai tio, me come. Come sua sobrinha safada" como vejo em contos por aqui, aliás, ele não falou que me ama, não teve romantismo, sabe? O que teve foi só tesão acumulado, o tesão do momento é uma pica dura roçando na minha bunda enquanto uma voz gostosa pra caralho gemia no meu ouvido.
Ele colocou minha calcinha pro lado, pegou uma camisinha sei lá de onde, colocou no pau e deu umas pinceladas na minha boceta. Não muitas, só o suficiente pra fazer minha xota encharcar ainda mais do que já estava. Ele pôs a cabecinha e eu agradeci não ser um pau gigante, agradeci por ser uma pica normal pq quando começou a entrar, deslizando com o auxílio da minha lubrificação abundante, doeu um pouco. Não tanto, mas doeu.
Ele começou a bombar dentro de mim devagar, segurando minha cintura. A geladeira já estava fechada nesse momento, juro que não lembro quando foi que fechei ou se fui eu mesma que fiz isso ou se foi ele, nessas horas, muitas coisas acontecem sem querer a gente se de conta, só sei que eu estava com os braços apoiados na porta da geladeira, o rosto encostado, sabe, meio de lado. Eu tava empinada, uma das pernas levemente levantadas pra facilitar.
Na minha mente, iria sangrar horrores, iria ser horrível, ia dormir mais que qualquer coisa, como se eu realmente ainda fosse virgem, mesmo não sendo, mas não... Passada a dor inicial, o que rolou foi só prazer.
As metidas começaram a ficar mais fortes e rápidas. Tinha barulho do corpo dele batendo no meu, minha bunda esquentou um pouco com esse atrito.
Ele as vezes parecia não saber onde por as mãos, segurava minha cintura, ia prós meus peitos, inclusive, ele levantou minha blusa, sutiã e tals, meus peitos ficaram pra fora e, quando não tava na mão dele, tava pressionado contra a porta da geladeira. Ele também segurava minha nuca, puxava meus cabelos. Não disse nada, nenhuma frase de efeito. Nada. Eu também não. Só tinha gemidos e sussurros o compreensíveis.
Ele meteu mais forte e mais rápido e eu forçava a bunda pra trás, como se quisesse sentir o pau dele mais no fundo. A uns poucos minutos eu nem queria ser comida e agora queria era ser devorada. As metidas não eram ritmadas sabe, não era algo certo, hora tava forte e rápida, ele dava umas paradas e metia mais devagar as vezes, acho que queria retardar o orgasmo, não sei como funciona pros homens, mas pra mim? Eu queria era mais forte e rápido sem parar.
Depois de algum tempo entre metidas fortes e outras nem tanto, ele enfim voltou a demorar nas fortes. Meteu com vontade mesmo. Fazendo meu corpo quase perder o equilíbrio. Meteu uma, duas, três, quatro, cinco... Até que senti ele quase desabar pra frente encima do meu corpo. Um homem pesado, me forçando contra a porta da geladeira. Por sorte essa geladeira tava encostada na parede. Ele deu um gemido mais alto, parecia que tava liberando todo o ar preso nos pulmões. Deu mais duas metidas antes de parar de vez e morder meu ombro.
Quando ele tirou o pau de dentro de mim e ele olhei pra trás, vi ele retirar a camisinha cheia, foi aí que entendi que ele tinha gozado. Foi uma olhada rápida, de relance, mas constatei que não tinha sangue e fiquei mais aliviada. Eu realmente tava com isso na cabeça. Não sei se sangra mesmo nas vezes seguintes após perder a virgindade, mas comigo não sangrou, então, fiquei bem mais tranquila.
Depois disso eu me ajeitei, não tinha gozado, mas tinha ficado bem satisfeita no final. Principalmente por ter notado que a maioria das coisas na minha cabeça eram só medo besta de quem não sabia nada, de quem dava uma de putona conhecedora das coisas, mas que não fazia ideia de nada, ou quase nada, da prática.
Na semana seguinte, minha vida realmente voltou ao normal, fiquei alguns dias sem nem ver meu tio, mas mesmo assim, não foi o final da nossa história, pelo contrário, até hoje a gente tem um caso e, mesmo hoje, depois de tanto tempo, o tesão de fazer o que não deve é o que mantém a chama acesa.
Amores, foi assim que a história toda aconteceu, claro que tem coisas que não são exatamente como rolou, muitas coisas não ficam gravadas assim na nossa cabeça, né? Alguns detalhes se perdem, mas, o que importa está narrado aí, do jeitinho que me lembro.
Não sei se vou continuar escrevendo, tudo vai depender do feedback de vcs, essa semana eu pretendo fazer umas enquetes no insta, conversar sobre tudo isso com vcs pra saber se vale a pena ou não continuar.
Beijo no coração de cada um que leu, a gente se vê em breve. 💖
