Oi leitores, me chamo Isabela, tenho 29 anos, pele branca, cabelos pretos lisos até a metade das costas, 1,70 de altura e por volta de 68 kg, seios e bumbum grandes. Sou casada com Leonardo há dois anos, ele tem 1,90 de altura, 34 anos, pele branca, físico forte e cabelo curto.
Somos um casal liberal, meu marido gosta de me ver tendo relações sexuais com outros homens e também curtimos podolatria.
Este conto é um relato real vivido por mim, os nomes e características das pessoas citadas aqui podem ou não ter sido alterados para proteção da identidade dos envolvidos.
Em contos passados relatei como conheci e me interessei por podolatria através do meu colega de faculdade, o Jonathan. Hoje vou contar como era a nossa dinâmica e o que fazíamos para saciar as nossas vontades.
Como dito anteriormente, Jonathan havia me revelado que sentia atração por pés, ele me revelou também que se masturbava pensando em mim e nos meus pés. Após alguma pesquisa na internet eu também fiquei interessada nisso, então acabei deixando ele gozar em uma sapatilha minha para que eu a usasse com o seu gozo ainda fresco.
Após esse episódio ele e eu passamos a nos encontrar toda semana, nós íamos até uma sala vazia, lá eu o deixava lamber e se deliciar com meus pés até ele chegar ao ápice do prazer, então ele ia ao banheiro com meus sapatos na mochila e os usava para se "aliviar", e então me entregava novamente e eu ia pra casa usando-os assim.
Acontece que eu sentia bastante tesão com isso e, numa noite, assim como em várias outras, estávamos numa sala e, como de costume, me sentei na cadeira, ele se sentou no chão, estiquei meu pé a ele e então ele tirou a minha rasteirinha, começou beijando os meus pés e logo pude sentir sua língua percorrendo as minhas solinhas, do calcanhar até os dedos, depois pela parte de cima dos meus pés até os tornozelos, então ele voltava aos dedos e começava a chupá-los.
Eu ia sentindo prazer com aquilo, com o toque da sua boca em meus pés, da sua língua e de vê-lo de pau duro só de tocar meus pés. Eu tocava a minha vagina, mesmo que sobre a roupa e, quando ele ia ao banheiro gozar, eu na sala colocava os dedos nela para me satisfazer também.
Mas naquela noite eu fiz diferente, quando ele ia pegando as minhas rasteirinhas pra ir gozar no banheiro e pedi para que ele ficasse:
Eu: Tira pra fora.
J: O meu...
Eu: Isso.
Ele tirou, olhei bem pra ele, tinha um bom tamanho, era grande. Então o toquei com meu pé e comecei a esfregá-lo em seu pênis, encaixei-o entre os meus dedos e comecei a acariciá-lo dessa forma. Fui sentindo meu pé ficando melado, com o outro pé fui acariciando suas bolas e então fui alternando entre usar os dois pés para masturba-lo e acariciá-lo com ele encaixado entre os dedos de um dos pés.
Nem preciso dizer que ele ficou maluco, e eu também fiquei. Em determinado momento eu estiquei o meu pé esquerdo até seu rosto, ele o segurou com as duas mãos e começou a lambê-lo todinho, o meu pé direito o masturbava e eu não me aguentei e coloquei a minha mão por dentro da minha calça e comecei a tocar a minha vagina com os dedos.
De repente, Jonathan parou de lamber meu pé esquerdo, então senti meu pé direito sendo tomado por um líquido bem quente, rapidamente posicionei o meu outro pé junto para também ser lambuzado pelos jatos de porra quente do meu colega.
Quando ele terminou de gozar eu olhei para os meus pés e vi que estavam completamente lavados e cobertos por um líquido branco que ia escorrendo e pingando no chão. Calcei minha rasteirinha com os pés cheios de porra mesmo, olhei para o rapaz, saciado e com cara de quem tinha realizado o sonho da vida dele.
Me levantei e caminhei pela sala com os pés lambuzados para exibir meus pézinhos para ele, então me sentei novamente à sua frente.
Olhei para os meus pés cobertos de sêmen e percebi que tinha espirrado na minha calça também.
Peguei um pouco de lenço umedecido que sempre carrego na bolsa, limpei a calça e tirei o excesso dos pés, mas só da parte de cima, as solinhas deixei gozadas do jeito que estavam e então fomos embora.
Jonathan foi me acompanhando até o ponto, a caminhada teve que ser mais devagar pois a rasteirinha estava bem escorregadia quase saindo dos meus pés. Peguei o ônibus e no caminho fui lembrando do que tinha acabado de fazer, estava com muito tesão e louca pra chegar em casa.
Quando desci do ônibus boa parte do gozo já estava secando, agora a rasteirinha estava grudando no meu pé.
Cheguei em casa, fui direto para o quarto, peguei meu vibrador e, sem tirar a roupa e com as rasteirinhas nos pés eu me masturbei até gozar.
Dali em diante aquele passou a ser o padrão dos nossos encontros, toda semana eu batia uma punheta para ele usando os meus pés até ele gozar e quando eu chegava em casa eu me masturbava.
Passamos o semestre fazendo isso, depois de um tempo ele passou a me dar presentes, invariavelmente eram calçados: sapatilhas, rasteirinhas, scarpins ou sandálias de salto.
Quando o semestre terminou deixamos de ter aulas juntos, o que não significa que deixamos de nos ver. Começamos a ir nas casas um do outro pelo menos uma vez por semana para ter a nossa sessão de podolatria.
Saíamos de relacionamentos, entrávamos em outros, namoramos outras pessoas mas nunca fomos descobertos, pelo menos até certo ponto. Mas isso eu contarei em outro relato.