O galo nem bem tinha terminado de cantar e o som das botas do meu tio já pesava no corredor. Eu não tinha dormido direito. A garganta ainda arranhava da noite anterior, mas eu me recusava a pensar naquilo. Quanto mais tentava afastar a lembrança, mais ela voltava.
Ontem à noite, ele havia enfiado o pau na minha boca, socado tudo até encher minha barriga de porra.
— Levanta, Daniel! — a voz dele trovejou, seguida de duas batidas secas na porta. — O peixe não espera.
Na cozinha, minha tia já colocava café nas canecas. O cheiro de pão na chapa enchia o ambiente, como se fosse uma manhã qualquer. Ela ergueu os olhos quando entrei.
— Dormiu mal? Você está com uma cara péssima.
— Acho que foi o calor — respondi, sem conseguir sustentá-la no olhar.
Meu tio permaneceu em silêncio, tomando café. Quando nossos olhos se cruzaram, ele sorriu de um jeito quase imperceptível. Meu estômago se fechou.
— Come direito, menino — disse minha tia, empurrando a cesta de pães para perto de mim. — Vocês vão demorar?
— Um pouco — respondeu ele. — Quero mostrar uns poços novos lá no riacho.
Ela apenas assentiu. Parecia confiar nele sem reservas. Aquilo doía mais do que eu conseguia explicar.
O caminho foi quase todo silencioso. O canto dos pássaros contrastava com o peso dentro de mim. Cada passo aumentava a vontade de voltar, de inventar uma desculpa qualquer. Mas eu continuei andando.
Quando chegamos ao salgueiro, a água corria tranquila sobre as pedras. Mal apoiei a vara de pesca na margem quando senti a mão pesada dele pousar no meu ombro. Sem aviso, ele me empurrou para baixo com força bruta. Meus joelhos afundaram na terra úmida da margem.
— Tio... — comecei, mas ele já estava abrindo o zíper.
O pau dele saltou para fora, pesado e inteiramente rígido, a pele com veias marcadas ao redor da cabeça grande e rosada. Mesmo a contragosto, a rola dele era uma delícia de se olhar: longa, grossa, com um peso que fazia a boca encher d’água instantaneamente. Ele agarrou meu cabelo com força e puxou minha cabeça para trás, expondo minha garganta.
— Abre essa boca. Hoje eu vou usar você direito.
Não deu tempo de responder. Ele avançou o quadril e meteu o pau com tudo, batendo direto no fundo da minha goela. O impacto seco me fez engasgar, as lágrimas saltando dos olhos enquanto meu reflexo de vômito travava. Segurei firme nas coxas grossas dele para não cair de costas, enquanto ele começava a foder minha boca com estocadas pesadas, rápidas e sem trégua.
O movimento era violento; ele enfiava a rola grossa até o talo, fazendo meus lábios se esticarem ao máximo na base, e depois puxava quase toda, deixando apenas a cabeça úmida e quente antes de empurrar novamente com força total. O saco grosso e peludo batia com força no meu queixo a cada descida, lambuzado pela saliva que eu não conseguia engolir e que escorria pelo meu pescoço. Ele segurava minha cabeça com as duas mãos, enterrando os dedos nos meus cabelos para ditar um ritmo frenético, me obrigando a engobir cada centímetro daquela carne latejante.
— Isso... Chupa essa rola, porra — rosnava ele, a voz rouca de tesão. — Abre mais essa boca, sua puta. Tô sentindo os dentes.
Senti um tapa forte estalar na minha cara. O golpe deixou meu rosto queimando, a pele vermelha, mas o choque da dor só fez meu pau pulsar ainda mais duro dentro da calça. Ele deu mais três estocadas fundas, fazendo meu nariz afundar nos pentelhos grossos dele, antes de puxar o pau para fora, inteiramente babado e brilhando sob o sol da manhã.
Com um empurrão bruto, ele me virou de costas na margem. Arrancou minha calça e minha cueca de uma vez, prendendo o tecido nos meus joelhos. Em vez de me deixar de bruços, ele me puxou pelas canelas, deitando minhas costas na terra e erguendo minhas pernas lá no alto, dobrando meus joelhos contra o meu próprio peito. Naquela posição de frango assado, com o quadril totalmente elevado e exposto, eu não tinha como fechar as pernas ou recuar; meu cu ficou completamente escancarado e vulnerável para ele.
Ele cuspiu duas vezes na palma da mão, esfregou rápido no pau e encostou a cabeça grossa na minha entrada.
— Agora aguenta.
Meu tio jogou o peso do corpo para a frente, empurrando com força total. A rola dele me abriu de uma vez, esticando a pele até o limite. Gritei alto em direção ao céu, minhas mãos cravando na grama úmida das laterais enquanto aquela grossura me preenchia por inteiro, rasgando o meu interior de um jeito tão intenso que fazia meu próprio pau se erguer sozinho, apontando para o meu peito.
Senti meu cu completamente arrombado, as pregas estraçalhadas, mordia a boca para não berrar enquanto era fodido.
Naquela posição, cada golpe entrava direto, sem nenhuma barreira. Ele segurou firme na parte de trás das minhas coxas, puxando minhas pernas ainda mais para trás para abrir o ângulo, e meteu fundo. Eram estocadas violentas que faziam meu quadril flutuar da terra a cada impacto. O barulho úmido de carne batendo contra carne ecoava alto junto ao som da água. O pau dele era grosso demais, uma coluna de carne quente que latejava contra meu cu, acertando meu ponto mais sensível a cada estocada selvagem. Seu saco batia na minha bunda, pesado e cheio de porra.
— Caralho... que cu apertado — grunhia ele, o rosto suado e vermelho acima do meu, acelerando o ritmo. — Tá tomando gostoso, né, moleque?
Eu só conseguia gemer desarticulado, com as pernas presas contra o peito, recebendo aquela força bruta. Apesar da violência da posição, que me deixava totalmente entregue, o prazer era insano. A investida do meu tio era profunda, fazendo minhas pernas tremerem no ar. Ele segurou minha cintura com as mãos calejadas, cravando os dedos na minha pele, e desferiu os últimos golpes, metendo a rola inteira dentro de mim, parecendo ainda mais inchada do que antes.
Com um grunhido gutural longo, ele afundou o quadril o máximo que pôde e gozou. Jatos quentes, espessos e volumosos explodiram direto no fundo do meu intestino, pulsando forte. Ele se manteve prensado contra mim por alguns segundos, esvaziando tudo, enquanto meu cu contraía em espasmos involuntários ao redor da rola dele.
Quando finalmente saiu, o rastro do sêmen misturado ao suor começou a escorrer pelas minhas coxas. Meu tio me soltou e deu um tapa forte na minha bunda exposta, deixando a marca vermelha de seus dedos na minha pele.
— Bom garoto. Agora levanta e se arruma. À noite tem rodeio.
Eu me arrumei e finalmente pescamos algo para não voltarmos de mãos vazias, meu cu dolorido mas realizado por ter sido usado dessa maneira.
Estava ansioso pra ir à festa à noite.
As horas demoraram pra passar, o que me deu tempo de sobra e me preparei bem pra ver Jeremias, o peão que ajudava meu tio no sítio, bonito pra caramba, aquele homem já me rendeu boas punheta imaginando sua rola.
Eu me banhei, lavando tudo com calma, já imaginando que meu cu não sairia ileso da noite.
Apesar de estar dolorido pelo pau de meu tio, eu estava sedento por mais rola, dar o cu vicia.
Enfim deu o horário, fomos eu e meus tios, minha tia foi direto para a área do bingo e meu tio e eu fomos ver o rodeio.
A arena estava lotada. Luzes fortes, poeira, música alta e o cheiro de terra remexida. Caminhei ao lado do tio, o cu ainda ardendo e latejando a cada passo.
Paramos perto da cerca dos bretes. E então eu o vi.
Jeremias ajustava as esporas, calça de montaria justa marcando as coxas poderosas e o volume insano no meio de suas pernas, camisa semiaberta colada no peito suado. Quando ele se virou, nossos olhares se encontraram. Aquele olhar intenso me atravessou. Meu pau endureceu na hora.
O tio, ao meu lado, percebeu e deu um risinho baixo, apertando minha nuca.
— Olha ele aí... bonito pra caralho, né? Depois a gente vê o que dá pra fazer.
Jeremias subiu no brete. O touro batia forte contra as madeiras. Meu coração acelerou quando o portão abriu e ele saiu montado, o corpo se movendo com força e habilidade, dominando o animal.
Eu mal conseguia respirar de tanto tesão.
Depois da montaria, Jeremias desceu do touro sob aplausos. Tirou o chapéu, passou a mão pelos cabelos úmidos de suor e poeira, e recebeu os parabéns dos outros peões. Só depois caminhou em nossa direção.
— Ô, Jeremias! — meu tio gritou. — Fez bonito.
— Hoje o bicho resolveu colaborar — respondeu ele, rindo.
Meu tio me empurrou de leve para a frente.
— Esse aqui é meu sobrinho, Daniel. Veio da cidade. Ficou de olho na montaria do começo ao fim.
Jeremias estendeu a mão calejada e suja de terra.
— Prazer.
Apertei. O aperto foi firme, quase esmagando meus dedos.
— Primeira vez num rodeio? — perguntou.
— Primeira.
— E aí? Achou que a gente é tudo maluco?
Soltei uma risada.
— Um pouco.
— Tá vendo? — ele olhou para meu tio. — Pelo menos ele é sincero.
Meu tio riu alto.
— Bom demais. Vou ali na barraca buscar uma garrafa de cachaça pra gente comemorar a noite. Não deixa o menino fugir, Jeremias. Daniel tá interessado em montar também — ele riu, safado, deu uma piscada pra Jeremias e saiu, nos deixando ali.
Assim que ele sumiu no meio da multidão, o silêncio caiu entre nós. Jeremias ajeitou o cinturão de fivela grande e me olhou de cima a baixo por alguns segundos, sem pressa, me medindo inteiro. Ele deu um risinho de canto, aquele mesmo meio-sorriso cúmplice que tinha me dado na roça, e fez um gesto com a cabeça.
— Vamos sair desse vento aqui. Povo não para de esbarrar — disse ele, já dando as costas.
Segui ele de perto. Caminhamos pelo corredor de terra batida atrás dos bretes, contornando a estrutura de madeira até entrarmos na penumbra mais afastada das baias dos cavalos, onde o barulho do locutor e da música chegava abafado. Quanto mais avançávamos, mais o cheiro do lugar mudava: capim seco, estrume e o couro das selas.
Jeremias diminuiu o passo, caminhando lado a lado comigo. Ele limpou as mãos sujas de terra no jeans da calça de montaria, deixando duas marcas escuras no tecido justo sobre as coxas grossas.
— Seu tio falou que você é da cidade grande — ele puxou o assunto, sem me olhar, focado no caminho. — Deve achar esse fim de mundo aqui uma pasmaceira danada.
— No começo achei. Mas dá para acostumar — respondi, tentando manter a voz firme, embora meu coração estivesse batendo direto na garganta.
Jeremias parou de andar perto de um box vazio. Ele se virou devagar, escorando o corpo robusto contra as tábuas de madeira, cruzando os braços fortes. O peito dele subia e descia pesado, ainda recuperando o fôlego da montaria.
— Dá para acostumar, é? — ele repetiu, os olhos escuros cravados nos meus, brilhando sob a luz fraca de uma lâmpãda pendurada no teto. — Achei que você já tinha cansado de fazenda. Ontem passei o meio-dia inteiro debaixo daquele sol quente limpando o cercado, e tinha um fulano na sombra da varanda que não desviava o olho de mim por nada.
Meu sangue subiu direto para a cabeça. Senti minhas bochechas queimarem exatamente como no dia anterior. Tentei disfarçar, olhando para os cavalos na baia vizinha.
— Eu estava só aproveitando o tempo... olhando a paisagem.
Jeremias soltou uma risada rústica, rouca, achando graça da minha tentativa de fuga. Ele deu um passo à frente, quebrando a distância entre nós.
— Paisagem o caralho, Daniel. Eu conheço bicho de longe pelo jeito que olha. Você parecia que ia me engolir com os olhos cada vez que eu descia a enxada. Ficou secando minha bermuda até eu te dar tchau. Vai falar que não foi?
Fiquei mudo. A masculinidade dele ali perto, o tamanho daquele peito largo quase encostando no meu, me deixou paralisado. O cheiro dele era forte demais: o suor da montaria, o bafo morno, a poeira da arena misturada com cheiro de couro e homem puro. O volume na calça dele já estava desenhado, pesado e marcado contra o jeans.
— Não precisa ficar vermelho não, menino — ele disse mais baixo, a voz bem grossa, dando o último passo que faltava. — O peão aqui também gostou do que viu.
Antes que eu pudesse processar, Jeremias jogou o chapéu em cima de um fardo de capim e me prensou com força contra a madeira da baia. Segurou meu rosto com as duas mãos grandes e sujas de terra e me deu um beijo bruto, colando a boca com vontade e enfiando a língua fundo, me dominando por completo.
Eu me derreti na hora com aquela boca colada na minha, sua língua explorando minha boca, seu gosto.
Depois do beijo, Jeremias empurrou meus ombros para baixo com firmeza. Entendi o recado. Me ajoelhei ali mesmo, na terra batida e poeira do estábulo, bem na frente dele, sentindo os joelhos arderem no chão rústico.
Ele abriu o cinto e a braguilha devagar, com a calma de quem sabe que manda no terreiro. Quando puxou a rola para fora, ela saltou pesada. Já estava meio dura, um mastro de carne escura, grossa para caralho e exalando um cheiro absurdamente forte: era o azedo do suor da montaria, o couro do arreio, o cheiro de testosterona e a poeira da arena impregnada na pele bronzeada da virilha dele. O pau dele era nitidamente maior que o do meu tio; tinha veias saltadas que pareciam cabos grossos sob a pele quente, e a cabeça era enorme, um cogumelo, de um roxo escuro que brilhava com uma gota espessa de baba na ponta.
Segurei a base daquele monstro com as duas mãos. Mesmo juntando os dedos, mal conseguia dar a volta completa na carne. Levei à boca com o coração na garganta. O gosto inicial foi intenso: o salgado do suor misturado ao rústico da terra e ao sabor almiscarado e quente do fluido que já escapava dele. Comecei chupando só a cabeça, usando a língua para contornar a coroa inchada. Jeremias soltou um grunhido baixo, um som que vibrou no peito dele, e colocou a mão pesada na minha cabeça, os dedos cravados no meu cabelo, e começou a foder minha boca com movimentos ritmados e profundos. Ele não era gentil. Empurrava até o talo, fazendo meu nariz encostar na virilha peluda e suada, segurando-me ali por alguns segundos enquanto minha garganta apertava ao redor da grossura dele. Eu engasgava, os olhos lacrimejando, mas não queria que ele parasse. O pau dele pulsava quente e violento contra o céu da minha boca, latejando a cada investida.
— Isso, garoto... engole tudo — rosnou rouco, a voz grave cheia de tesão, sem tirar os olhos de mim.
Ele manteve o controle, fodendo minha boca com estocadas cada vez mais fundas e ritmadas, usando minha garganta como queria. Eu estava completamente entregue, babando sem parar, o queixo e o peito molhados, o pau dele entrando e saindo com aquele som obsceno e molhado que ecoava na baia escura.
Depois de um tempo, a pegada dele no meu cabelo ficou ainda mais firme. Ele me puxou para cima de uma vez, me levantando sem esforço. Virou-me de costas com força bruta e baixou minha calça e cueca até os joelhos com um puxão seco. Me empurrou contra o fardo de capim seco, prendendo meus braços ali com uma mão enquanto a outra abria bem minhas pernas. Minha bunda ficou empinada, completamente exposta, tremendo de expectativa e tesão.
Jeremias se ajoelhou atrás de mim. Senti o calor do corpo grande dele antes mesmo do toque. Sua boca quente atacou meu cu sem aviso. Não houve delicadeza. A barba rala e espetada raspava forte na pele sensível das minhas nádegas enquanto a língua grossa e molhada lambia e chupava com fome animal. Ele enfiava a ponta da língua fundo, fodendo meu buraco com ela, babando tudo sem vergonha. As duas mãos grandes e calejadas abriram minhas nádegas ao máximo, esticando a pele, e ele cuspia grosso no meio antes de voltar a lamber e chupar com força, grunhindo baixo contra minha carne.
Eu tremia inteiro. Meu pau duro latejava esmagado contra o fardo áspero de capim, pingando pré-gozo e sujando a palha. Cada passada daquela língua quente me fazia gemer alto, o contraste com o ar frio da noite deixando minha pele arrepiada.
Só quando me sentiu bem molhado, babado e piscando de tesão, Jeremias se levantou. Ouvi o som dele cuspindo na palma da mão, esfregando rápido na rola enorme e posicionando a cabeça roxa e inchada direto na minha entrada.
— Relaxa, garoto — rosnou rouco, o hálito quente de cachaça e cigarro batendo na minha nuca. — Vai caber tudo.
Ele empurrou devagar, mas firme. Só a cabeça já era tão larga que pareceu rasgar meu músculo. Senti um estiramento absurdo, uma dor quente e aguda que me fez soltar um gemido sufocado, as unhas cravando fundo no capim seco. Jeremias parou na hora, segurando minha cintura com as mãos pesadas, o pau latejando na entrada enquanto esperava meu corpo se acostumar.
Quando soltei o ar trêmulo e meu cu cedeu um pouco, ele avançou mais, centímetro por centímetro, abrindo caminho com aquela grossura brutal. Senti cada veia, cada saliência, até ele enterrar tudo até o talo. O impacto foi tão profundo que pareceu bater no fundo da minha barriga. O saco pesado e quente dele encostou firme nas minhas bolas.
Fiquei sem ar, o cu totalmente esticado ao redor dele, pulsando desesperado. Jeremias começou a foder com estocadas lentas e profundas, controlando a força para não me quebrar. Aos poucos, a dor crua foi virando um prazer violento, insano. Meu interior se moldava àquela rola grossa, latejante, e quanto mais ele metia, mais eu queria.
Logo o barulho úmido e pesado de carne contra carne enchia o estábulo. Uma mão dele subiu para minha nuca, cravando os dedos com força para me prender no lugar, enquanto a outra apertava meu quadril, me puxando contra cada estocada.
— Porra... tá apertado pra caralho — ele grunhiu entre os dentes, a voz falhando de tesão.
Ele se inclinou totalmente sobre mim. O peito largo, suado e sujo de poeira grudou nas minhas costas, esmagando meu corpo contra o fardo. Num golpe mais fundo, ele mordeu forte meu ombro enquanto o quadril socava sem piedade. As estocadas ficaram brutais, selvagens. A rola inteira entrava e saía, deixando meu cu em carne viva de tanto prazer. Eu chorava, gemia alto a cada bofetada, empurrando a bunda para trás com força, completamente entregue, pedindo mais com o corpo.
Jeremias soltou um ronco gutural, apertou os dedos na minha cintura e deu as últimas três socadas violentas, enterrando até o limite da virilha. Ele travou o corpo, tremendo, e gozou soltando um gemido rouco e longo. Jatos grossos, quentes e abundantes explodiram fundo dentro de mim, enchendo meu intestino. Dava pra sentir a rola dele pulsando forte, dando espasmos enquanto esvaziava tudo, e meu cu contraía desesperado ao redor dele, ordenhando cada gota daquele leite fervendo.
Ele ficou parado ali por longos segundos, o peito subindo e descendo pesado contra minha nuca, nossos corpos suados colados. Depois, puxou a rola devagar. O som foi um estalo úmido e obsceno, seguido pelo rastro branco e grosso da porra que começou a escorrer pelas minhas coxas.
Ele deu um tapa forte, estalado, na minha bunda avermelhada e guardou o pau, ainda meio duro e brilhando, dentro da calça jeans suja de terra. Pegou o lenço do bolso, jogou em cima das minhas costas e calçou o chapéu.
Jeremias se abaixou, me dando mais um beijo intenso, quase me comendo vivo. Quando se afastou, estava sorrindo.
— Amanhã na fazenda a gente se tromba — disse com a voz rouca, virando as costas e saindo pelo corredor escuro sem olhar para trás.
Fiquei ali caído no capim, pernas tremendo feito vara verde, o cu latejando, aberto e vazando a porra dele sem parar. Completamente destruído, marcado e preenchido por aquela força bruta de peão. Um prazer que eu nunca tinha sentido antes.
