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Claudia, a sogra 12

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Um conto erótico de Sr Boi
Categoria: Heterossexual
Contém 1002 palavras
Data: 11/07/2026 08:46:20
Assuntos: Heterossexual

Capítulo 12: O Preço Final

O flagra na beira da piscina foi o estopim que destruiu a família em poucas horas.

Rubens ficou paralisado por alguns segundos, assimilando a cena: Cláudia deitada na espreguiçadeira, pernas escancaradas, buceta inchada e escorrendo porra grossa dos dois rapazes; Lídia de joelhos, boca suja, lambendo tudo como uma cadela faminta; Luiz e André nus, paus ainda semi-duros pingando. O grito veio como um trovão:

— Sua vadia desgraçada! Você destruiu tudo!

O caos se instalou. Luiz e André pegaram as roupas às pressas e correram para os carros. Lídia tentou se cobrir, mas Rubens já estava gritando ao telefone, chamando Cláudia de “puta” e “monstro”. Naquela mesma noite, a casa virou um campo de batalha. Rubens saiu batendo a porta, jurando que ia acabar com ela.

No dia seguinte, o divórcio foi protocolado. Gabriel descobriu tudo sobre Lídia através de mensagens que Rubens enviou e terminou o casamento na hora, cortando contato total com a mãe. Fernanda, ao saber da traição de Luiz, chorou por dias e mudou de cidade para fugir da vergonha. Antonela não teve piedade: expulsou André de casa, ficou com quase tudo no processo rápido e ainda contou para a família dele, que o demitiu da empresa.

Cláudia ficou sozinha. Os filhos não atendiam mais as ligações. Vizinhos fofocavam, amigos sumiram. Ela vendeu as joias que restaram e se mudou para um apartamento pequeno e simples no centro de Ribeirão Preto. A vida de luxo havia acabado.

Para tentar salvar o pouco que restava, contratou o Dr. Marcelo Costa, 45 anos, advogado especializado em direito de família, conhecido por ser implacável nos tribunais. Alto, cabelo grisalho nas têmporas, corpo forte e voz grave. Na primeira consulta, ele foi direto:

— Você tem pouquíssimas chances, Cláudia. Rubens tem provas de adultério, fotos, mensagens… Ele vai levar quase tudo. Mas eu consigo minimizar o estrago. O preço, porém, vai ser alto.

Na segunda consulta, depois do horário comercial, Cláudia apareceu vestida para pagar. Saia preta curta, blusa decotada sem sutiã, sem calcinha. Trancou a porta do escritório e sentou na mesa dele, abrindo as pernas devagar.

— Eu pago com o que tenho de melhor, doutor.

Marcelo sorriu frio, levantou-se e agarrou os cabelos dela com força, puxando a cabeça para trás.

— Então ajoelha, sua puta de luxo. Vamos ver se você vale o meu esforço.

Cláudia ajoelhou ansiosa atrás da mesa. Abriu a calça dele e engoliu o pau grosso e veioso até a garganta. Marcelo segurou a cabeça dela com as duas mãos e fodeu sua boca com brutalidade, batendo fundo, fazendo ela engasgar e babar.

— Isso… engole tudo, vadia. Olha pra mim enquanto chupa. Você destruiu sua família por causa de pau, agora vai pagar com essa boca de puta.

Ele puxava os cabelos com força, cuspia na cara dela e dava tapas firmes nos seios por cima da blusa. Cláudia gemia, olhos lacrimejando, mas a buceta escorrendo de tesão. Marcelo a levantou pela garganta, apertando o pescoço com uma mão enquanto a virava de costas sobre a mesa.

— Empina essa bunda, sua safada. Quero ver o cu e a buceta que destruíram seu casamento.

Cláudia obedeceu, empinando alto. Marcelo deu dois tapas fortes na bunda, deixando a marca vermelha, depois cuspiu na buceta dela e meteu de uma vez só, fundo e bruto. Começou a socar com violência, o som de carne batendo ecoando no escritório.

— Olha pra você… uma mulher casada, mãe de família, agora reduzida a isso. Uma puta barata que abre as pernas pro advogado pra não ficar na rua — rosnava ele, puxando os cabelos dela para trás enquanto metia cada vez mais forte. — Rubens tinha razão. Você é só uma vadia sem vergonha.

Cláudia gemia alto, empinando mais:

— Sim… sou uma vadia… me fode mais forte, doutor… me humilha…

Marcelo apertou o pescoço dela por trás, quase enforcando, enquanto a outra mão dava tapas ritmados na bunda. Ele alternava: metia na buceta molhada, saía, cuspia no cu e enfiava no outro buraco com força. Cláudia gritava de prazer e dor, o corpo tremendo.

— Isso, arromba meu cu! Me usa como quiser!

Ele a virou de frente, colocou as pernas dela sobre os ombros e meteu novamente na buceta, olhando nos olhos dela enquanto cuspia na sua cara.

— Abre a boca, puta. — Cláudia obedeceu. Ele cuspiu dentro e deu um tapa no rosto, não muito forte, mas o suficiente para humilhar. — Goza pra mim, sua desgraçada. Goza enquanto eu te fodo como você merece.

Cláudia explodiu em um orgasmo violento, apertando o pau dele, squirt molhando a mesa. Marcelo não parou. Continuou socando até que, com um grunhido animal, gozou fundo dentro da buceta dela, enchendo com jatos grossos e quentes.

Ele saiu de dentro, ainda duro, e mandou:

— De joelhos. Limpa.

Cláudia, ofegante e suada, ajoelhou e chupou o pau sujo, lambendo a mistura de porra e seus próprios sucos. Marcelo segurava a cabeça dela, dando leves tapas no rosto enquanto ela limpava tudo.

— Boa menina. Você vai me pagar assim toda consulta até o fim do processo.

Depois da foda, ele ajeitou a roupa e explicou friamente os termos:

— Vou conseguir te deixar com este apartamento e uma pensão mínima. O resto… a casa, os investimentos, o carro… Rubens leva. As provas contra você são pesadas demais.

O processo durou seis longos meses. Áudios, fotos, testemunhas. No tribunal, Cláudia baixava a cabeça enquanto o juiz lia as evidências de adultério. Rubens a olhava com nojo. Gabriel e Fernanda não foram nem ao fórum.

No final, o divórcio foi litigioso e desfavorável. Rubens ficou com a casa principal, a maior parte dos bens, contas e investimentos. Cláudia saiu com o pequeno apartamento alugado, algumas joias restantes e uma pensão irrisória que mal cobria as contas básicas.

Sozinha no apartamento escuro, Cláudia sentou no sofá velho, abriu o celular e olhou as fotos e vídeos da sua “coleção”. O rosto melado de porra, as cenas na chácara, o vídeo do escritório com Marcelo. Tocou-se devagar, gozando em silêncio enquanto assistia.

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