Sou um leitor frequente do site há muitos anos, mas somente recentemente passei a interagir com meus autores prediletos (Lael, Mark/Nanda, Alberto Roberto, Lukinha e mais recentemente Theodor & Aline e Allan Grey são alguns deles) e, após comentar suas publicações, resolvi me dar a oportunidade de escrever uma história.
A intenção é escrever sobre as desventuras de um cara normal e como ele se virou com suas inseguranças, relacionamentos, traições, enfim, tudo que acontece na minha vida até chegar aos dias de hoje, ainda que algumas adaptações sejam necessárias. Para desenvolver esse tipo de escrita, já que há anos enrolo para escrever um livro da minha aérea, conto com as críticas e sugestões de todos que se interessarem em ler.
Antes, tenho que fazer uma pausa para me apresentar, afinal, fui extremamente deselegante ao iniciar a narrativa sem fazê-lo. Meu nome é Marcelo. Hoje casado, com duas filhas lindas e uma esposa maravilhosa. Moro em uma cidade cartão postal, mas nem sempre foi assim, como verá ao longo da narrativa. Sou sócio de um grande escritório, com grandes clientes, mas comecei de baixo, então, dou valor ao que tenho e, principalmente, em ajudar quem precisa e quem merece. Tenho um excelente faro para analisar pessoas, embora essa “habilidade” tenha falhado em momentos cruciais com algumas delas.
Dez meses após iniciar meu “ano sabático” para descansar por ordens médicas após meu corpo gritar por uma pausa após 27 anos de trabalho sem férias decentes, alimentação desregrada, álcool, lesões não curadas corretamente da época de atleta e, depois, como um ex-atleta de final de semana (o que causa ainda mais lesões), acordo após uma noite de sono agitada em que me lembrei quando a caixa de pandora foi aberta pela primeira vez: Era dezembro de 2012, estava em meu escritório me preparando para o evento mais aguardado que era a “festa da firma”, como meus colaboradores gostavam de dizer.
Naquela tarde de dezembro passei a mão no telefone e vi no aplicativo a troca de mensagens com uma de minhas colaboradoras. Ela era linda, um corpo voluptuoso com seios grandes e firmes, uma cintura fina, uma bunda tamanho G e pernas firmes e grossas. Não era malhada de academia, mas seu corpo era todo definido, dava para perceber que era toda firme, mas o que me tirava do sério eram seus olhares e o seu perfume. Que cheiro era aquele! Aquela mulher quando vinha à minha sala para que eu analisasse algum processo em que estava com dúvida ou falar qualquer outra coisa me tirava do sério e tinha que me controlar para não ter uma ereção.
As mensagens começaram protocolares, respeitosas, entre chefe e subordinada, até que ela começou a se insinuar cada vez mais. O duplo sentido do que era dito foi se acentuando, elogios direcionados a mim que, passaram a ser respondidos, pois como não elogiar aquela mulher vestida elegantemente de maneira sensual e sempre com um decote colocando aqueles seios maravilhosos em exposição. Dei todas as desculpas para não prosseguir, tentei argumentar que era casado, que era chefe e ela dizia que não se importava, que queria experimentar nem que fosse apenas uma vez, que jamais atentaria contra a minha família, que me respeitava e tudo mais, só que ela se sentia atraída de uma maneira que não conseguia colocar em palavras.
Ela era casada com um homem mais velho, rico e pelas histórias que ouvia dela comentando com as outras meninas, pareciam viver um relacionamento liberal, já que falava abertamente em jantares e viagens com namorados, mas eu preferia, até aquela data, resistir às investidas e insinuações. Pensava na minha família, na merda que poderia estar fazendo, como as crianças viveriam sem o pai presente em caso de separação, do ódio que a minha esposa teria de mim se descobrisse, a vergonha que sentiria no julgamento dos meus pais, filhas e etc e esse conflito me atormentava, mas a tentação de provar tudo aquilo estava me conduzindo e já não era suficiente me masturbar pensando em como seria.
Fui para a festa naquela noite com a certeza que não tinha como escapar. Queria, mas tinha medo. Aliás, essa insegurança me perseguia desde adolescente. Nunca fui nenhum galã. Sempre tive um corpo atlético, com 1,82 de altura, na época uns 80 kg bem distribuídos, mas sempre me contive com as meninas. Era tímido, embora conseguisse dominar qualquer roda de conversa na base da inteligência e brincadeiras, mas no 1 x1 com uma menina, gaguejava, perdia a coragem e refugava. Por ser atleta sempre dividi vestiário com vários caras da minha idade e mais velho e achava meu pau pequeno em condições normais de temperatura e pressão (e uns 15cm quando ereto). Não era uma coisa de ficar reparando, mas todo mundo tomava banho junto e era impossível não notar que, ali, eu era um dos mais desfavorecidos e pensei que se a média fosse aquela, eu estaria ferrado para arrumar mulher se tamanho do pau contasse com critério eliminatório (já que na adolescência quando as meninas falavam que o namorado tinha pau pequeno, os coitados viravam vítimas de zoação).
Contudo, ainda que tivesse vencido um pouco dessa insegurança com alguns relacionamentos longos, não era nenhum “putão”, embora soubesse disfarçar bem, e liguei o foda-se.
Na festa, era clara a intenção dela ao passar por mim e falar que o “chefinho” estava lindo e cheiroso, que ela adorava meu perfume e imaginava a minha barba roçando no pescoço dela enquanto gemia o meu nome. Pronto. Tive que me sentar e disfarçar a ereção, já que a calça social estava marcando.
Final da festa e todos querendo saber do after, meu telefone cheio de mensagens dela perguntando para onde ela seria levada e todos queriam saber se eu bancaria o pós-festa. Disse que não, que teria que ir para casa, que no dia seguinte ainda era dia útil. Ofereci carona e 3 pessoas aceitaram, obviamente a morena era uma delas. Mentalizei a rota em que deixaria todos em casa e ela por último, sem que criasse suspeitas em ninguém (era normal eu oferecer caronas para as pessoas após happy hours ou expediente de trabalho). Quando deixei a última pessoa em casa, ela já pulou no meu pescoço me beijando e pegando no meu pau sobre a calça, pedindo para eu colocar para fora porque ela queria provar antes de chegar no motel. Quando aquela boca tocou meu pau, que estava duro como ferro, minha alma quase saiu do corpo. Em todos os meus namoros eu nunca tive uma namorada que fosse excelente em sexo oral, confesso que eram boas em outras coisas (hahaha), mas chupar um pau não era muito com elas e, com isso, eu passei a não dar muita importância em receber, mas apenas em fazer nas minhas companheiras, no que me tornei muito bom.
Quase queimei a largada antes de chegar ao motel e quando entramos no quarto, o cheiro dela tomou todo o lugar, a joguei de costas na cama e disse que era a minha vez de retribuir a gentileza do carro. Ao puxar a micro calcinha que ela usava, a chamei de vagabunda e pude notar o fio de seu líquido esticando. Aquela boceta estava ensopada há horas, como me confessou depois. Ela pediu para eu pular e enfiar logo o pau e eu disse que se aquela seria a primeira e única vez (até aquele momento eu queria cumprir a minha tola promessa de transar com ela uma única vez para “matar as vontades de ambos”) que eu faria direito.
Iniciei um oral com a língua encontrando seu clitóris, alternando para toda a extensão de sua xoxota lisinha. Aquela mulher usava um perfume que me enlouquecia, mas foi no cheiro de seu sexo que me perdi e meu pau latejava. Não me lembro nenhuma mulher com que transei até hoje que apenas o cheiro da boceta me excite como a dela! Parecia mágica! Ela gozou a primeira vez e pediu para eu continuar porque estava bom demais e queria um segundo orgasmo na minha boca, aproveitei para introduzir um dedo e enquanto ela falava coisas desconexas e gritava meu nome, apertava minha cabeça contra seu sexo. Dizia que jamais imaginaria que eu com aquela cara de sério no trabalho sabia chupar como estava chupando-a, que se as estagiárias, adm e advogadas soubessem disso mudariam de opinião sobre o chefe certinho, já que todas reclamavam que alguns namorados e maridos tinham nojo de chupá-las (como pode isso??).
Após descansar um pouco ela atacou meu pau e o deixou tinindo para mergulhar naquela gruta molhada. Na hora, da forma que ela olhava, lambia e chupava meu pau, todos os meus receios e inseguranças foram embora. Devo lembrar que antes dela se apresentar a ele fiz a ressalva que ela se decepcionaria e acharia pequeno, que ela não deveria criar expectativas e etc, mas ela dizia que não era nada pequeno, que era perfeito, que pau grande para ela só servia para machucar. Retruquei que aquilo era só para me fazer me sentir bem, mas ao longo do nosso tempo juntos percebi ela estava sendo sincera. Sua buceta era tão apertada que só a lembrança me desperta sensações indizíveis. Parecia que eu estava perdendo a virgindade outra vez, mas agora com segurança, com uma mulher madura, experiente e sem frescuras. Ela me disse que ela era apertada, o que pude confirmar, e pediu para eu começar em um papai e mamãe para ela se acostumar e podermos namorar. Trocamos beijos lascivos, chupei aqueles seios enormes com muita vontade e após alguns minutos assim coloquei suas pernas sobre meus ombros para ir mais fundo. Após alguns minutos socando com vontade ela teve o primeiro orgasmo com penetração. Suada, descabelada ela me chamava de gostoso e que eu tinha que estar preparado porque ela queria muito mais.
Ela ficou de quatro e tive a visão daquela bunda dura lisinha, maravilhosa, toda natural, e com uma marquinha de biquini pequena, o que me fez imaginar aquela vagabunda na praia com aquela raba virada para cima pegando sol. Comecei a meter com vontade e ela pedindo com mais força, que eu a arregaçasse, que ela não iria trabalhar no dia seguinte e falaria que estava descadeirada porque o chefe meteu com muita força. Nessa hora, imaginando-a falando isso para as amigas, me ocorreu um pensamento que me fez parar. “E o marido dela? Vai chegar em casa depois de fuder, já passava da meia-noite”. Ela perguntou por que parei com o pau dentro dela e disse o motivo. A resposta foi “meu amor, pode voltar a socar! Meu marido e eu temos um acordo. Ele tem os casinhos dele e eu os meus. Relaxe! Vamos viver! Ele, a essa hora, deve estar transando com a secretária dele em algum lugar!”.
Depois daquela parada, escolhi aceitar a explicação, embora um pouco reticente, mas o tesão falou mais alto novamente. Voltei a bombar com força, puxando cabelo, dando tapas na bunda e ela pedindo mais, dizendo que estava uma delícia, que ia acabar viciada no pau do chefe. Não resisti e gozei a primeira vez, me jogando ao lado dela e buscando recuperar o fôlego. Foi aí que ela veio toda carinhosa e manhosa perguntando: “chefe, quero mais! Quero leitinho na boca agora”.
Ela começou um boquete e, hoje, com a experiência adquirida depois dessa data com diversas garotas de programa, digo com a mais absoluta certeza de que ela está no nível das melhores profissionais do sexo que conheci. Que boca maravilhosa! Meu pequeno amigo rapidamente se fez vivo e ela iniciou uma quicada de tirar o fôlego! Meu pau endurecia cada vez mais ao ver aqueles peitos balançando e a expressão de prazer no rosto dela! A cara de devassa que ela fazia me deixava ainda mais louco. Passei a elevar meu quadril indo de encontro a ela, fazendo com que o barulho do impacto inundasse o quarto e ela gritando loucamente que estava gozando. Se eu achava que a visão dela de quatro era insuperável, me enganei. Ela, virou em uma montada invertida, me empinou a bunda e começou a rebolar no meu pau. Alternava reboladas com quicadas e pedia para eu bater em sua bunda. Um, dois, três tapas estalados e ela gritava para bater mais forte, que ela seria minha puta e que não trepava assim há muito tempo. Meu ego foi nas alturas!
Falei que estava difícil de segurar e que estava próximo de gozar, momento em que ela me fez levantar e ela se ajoelhou para pedir para eu gozar em sua boca e nos seus peitos. Dois jatos foram diretamente em sua boca, um pegou no rosto e o outro caiu sobre os peitos. Não sei como, ao ver aquela cena, meu pau não esmoreceu! Pedi o cu e ela disse que eu tinha que fazer por merecer e que não seria naquele dia, mas não poderia reclamar, após colocá-la de quatro passei a estocar e brincar com meu dedo na portinha de seu ânus, me inclinei e fui dizer em seu ouvido: “esse cu vai ser meu! E essa buceta, agora, é minha!”. Como já tinha gozado duas vezes fiquei metendo nela de quatro (ela não queria mudar de posição) e perdi a noção do tempo, apenas que estava maravilhoso penetrar aquela bucetinha molhada. Sei que ela gozou várias vezes, em todas elas tremendo, com espasmos e gritando meu nome. Até aquele dia a trepada que tivemos tinha sido uma das três melhores da minha vida. Gozei três vezes naquele dia e achei melhor encerrar a noite, pois ainda tinha receio por conta do horário de chegar em casa.
Nunca me preocupei muito em gozar várias vezes, mas em fazer a mulher gozar muito, especialmente quando era a primeira vez com a parceira e tenho a exata noção de que com ela eu gabaritei. Sei que a promessa de ser uma única vez foi quebrada, voltamos a nos encontrar várias vezes, algumas aventuras loucas e ela me ajudou a superar todas as inseguranças que eu ainda tinha e a enxergar que se pode separar amor de sexo (embora em alguns momentos o sentimento entre a gente começou a surgir), me deu diversos conselhos com relação à minha família e sou eternamente grato por hoje, mesmo depois de tudo ter acabado, sermos grandes amigos.
Bom, espero que esse seja o primeiro de muitos.