Eu sou o Cauê, tenho 21 anos e moro com a minha mãe e a minha irmã mais nova, Larissa. Minha mãe, a Sueli, tem 55 anos, é magra, branca, com aqueles seios caídos e macios que balançam quando ela anda. Ela é mãe solo, quase nunca sai com homem nenhum, mas adora uma cerveja gelada todo dia. Em casa ela é completamente sem filtro: anda de decote bem fundo, sutiã quase não usa, e vive falando putaria alta, rindo, falando besteira como se fosse a coisa mais normal do mundo.
Tudo começou há uns três meses. Uma noite, depois de umas quatro cervejas, ela sentou do meu lado no sofá, de short curto e blusa decotada, os mamilos marcando o tecido fino. Ela começou a falar de incesto como quem conversa de novela.
— Sabe, filho... eu tenho visto um monte de relato na internet de mãe com filho. Mãe chupando o pau do filho, filho comendo a mãe... eu acho isso tão diferente, tão quente. Imagina a intimidade, o segredo...
Eu ri nervoso, mas meu pau já tinha endurecido só de ouvir..
— E você, teria coragem de fazer uma coisa dessas?
— ela perguntou direto, olhando nos meus olhos, a mão descansando na minha coxa.
Eu engoli em seco e respondi:
— Se fosse com você... eu teria, sim..
Ela sorriu de lado, aquele sorriso safado que eu já conhecia.
Depois disso, as coisas mudaram. Ela começou a me procurar mais. Me abraçava por trás enquanto eu lavava louça, os seios caídos encostando nas minhas costas. Me dava beijos mais demorados na bochecha, perto da boca. Me mandava mensagens no meio da tarde: “Hoje a mamãe está com tesão... você ia gostar de ver”.
Até que veio a noite que mudou tudo.
Ela tinha bebido mais que o normal. Larissa já tinha ido dormir. Mamãe me chamou pro quarto dela com a voz rouca:
— Vem cá, filho... mamãe quer te mostrar uma coisa.
Quando entrei, ela estava só de calcinha e blusa aberta. Os seios pesados e caídos balançando. Ela sentou na cama, me puxou pela mão e passou a palma bem devagar por cima da minha bermuda, sentindo meu pau duro.
— Nossa... olha só como você está. Já tá assim por causa da mamãe?
Eu gemi baixo. Minhas mãos foram direto pros seios dela. Eles eram macios, quentes, os mamilos escuros e grandes. Ela arqueou as costas.
— Quer mamar no peito da mamãe como quando era pequeno? — ela sussurrou, bêbada e excitada. — Pode... vem, filho. Mama.
Eu me inclinei, abri a boca e chupei um mamilo. Ela gemeu alto, segurando minha cabeça contra o peito.
— Isso... mama gostoso... igual quando era neném... ahh, que delícia...
Eu chupei os dois seios, lambi, mordi de leve. Ela gemia cada vez mais safada, a mão apertando meu pau por cima da roupa.
— Isso... mama enquanto a mamãe te toca...
Naquela mesma noite ela não me deixou gozar. Disse que queria ir devagar.
Primeira semana:
Todo dia, depois que Larissa dormia, ela me chamava. Uma noite me deu a primeira punheta. Eu sentado na cama dela, bermuda no chão. Ela ajoelhada entre minhas pernas, a mão magra subindo e descendo no meu pau grosso.
— Olha só esse pau... tão grande... mamãe vai cuidar dele. Imagina se a Larissa visse isso agora... ela ia ficar com inveja da mamãe.
Ela falava putaria o tempo todo, gemendo baixo, acelerando a mão quando eu ia gozar.
— Goza pra mamãe... goza na mão da sua mãe safada...
Eu gozei forte, jatos quentes caindo na barriga dela. Ela passou o dedo e lambeu, olhando pra mim com olhos brilhando.
Depois... o boquete:
Duas semanas depois, ela evoluiu. Uma noite me deitou na cama, tirou minha roupa e desceu a boca. Primeiro lambeu a cabeça, depois engoliu tudo. Era um boquete guloso, barulhento, ela engasgava de propósito, baba escorrendo pelo meu pau.
— Mamãe adora chupar o pau do filho... adora sentir ele latejando na garganta... — ela falava entre uma chupada e outra. — Queria que a Larissa estivesse aqui pra aprender... queria ver vocês dois juntos... mãe e filhos transando.
Eu gozava na boca dela quase todo dia. Ela engolia tudo e ainda pedia mais.
O dia que ela me deixou penetrar:
Foi numa sexta à noite. Larissa tinha saído com as amigas. Mamãe bebeu bastante. Estava só de calcinha quando me chamou pro quarto. Me jogou na cama, tirou minha roupa e subiu em cima de mim, esfregando a buceta molhada no meu pau.
— Hoje eu quero sentir você dentro de mim, filho. Quero que você me foda como um homem de verdade.
Ela segurou meu pau, posicionou na entrada da buceta quente e molhada e desceu devagar. Eu senti ela me engolindo inteiro. Apertada, quente, molhada pra caralho.
— Aaaah... filho... que pau gostoso... — ela gemeu alto, começando a rebolar. — Fode a mamãe... fode forte... me faz sua puta...
Eu segurei a cintura dela magra e comecei a subir forte. Os seios caídos balançando na minha cara. Eu chupava enquanto metia. Ela gemia sem parar:
— Isso... mama enquanto fode... igual quando era pequeno... mas agora mamãe é sua puta... sua puta de incesto...
Ela gozou primeiro, apertando meu pau com a buceta, tremendo toda. Eu não aguentei e gozei dentro dela, jatos quentes enchendo a buceta da minha própria mãe.
Depois disso, viramos viciados um no outro. Quase toda noite a gente transava. Ela adorava que eu chamasse ela de “mamãe safada” enquanto metia. Adorava que eu chupasse os seios dela enquanto ela rebolava.
E ela nunca parava de falar da Larissa.
Uma noite, enquanto eu comia ela de quatro, ela virou o rosto pra mim, suada, cabelo bagunçado, e gemeu:
— Queria tanto que a Larissa estivesse aqui agora... queria ver você metendo nessa bucetinha novinha dela... queria chupar os dois ao mesmo tempo... mamãe chupando o pau do filho enquanto a filha senta na cara dela...
Ela gozava só de falar isso. Ficava obcecada. Falava que queria gemer com a gente junto, que queria ser a mãe puta que fode os dois filhos ao mesmo tempo. Que queria ver Larissa mamando nela enquanto eu comia a irmã por trás.
Eu só metia mais forte, gozando dentro dela enquanto ela descrevia as fantasias mais safadas possíveis.
Hoje em dia, mamãe e eu transamos quase todo dia. Ela continua bebendo cerveja, andando decotada, falando putaria alta... mas agora quando Larissa não está em casa, ela me chama pro quarto e a gente vive o nosso segredo.
E toda vez que ela goza, ela geme o mesmo nome:
— Larissa... vem... vem mamãe te ensinar... vem pro incesto com a gente...
O desejo dela só cresce. E eu? Eu só fico mais duro pensando na possibilidade de um dia os três estarmos juntos... mãe e filhos, sem limite nenhum.
(Se gostam de incesto me chamem no telegran @pefaria)