Maldita internet. Só traz informação que deixa a gente ansiosa. Tranquei a porta do quarto com o coração acelerado. Com as mãos ainda tremendo levemente, abaixei a calça do pijama e a calcinha até os tornozelos. Fiquei de cócoras bem abertas no chão frio do quarto. Coloquei um espelhinho redondo no chão, posicionei-o entre minhas pernas e me inclinei para frente, olhando com uma curiosidade doentia.Meu cú estava bem visível. Inchado, rosado, ainda um pouco avermelhado. Eu abri mais as nádegas com as duas mãos, o coração martelando no peito.
Será que alargou? Será que perdeu as pregas? Essa história que falam é verdade? O Marcelo vai perceber?
A ansiedade me consumia. Já faziam três dias. Três dias que eu tentava agir normalmente. As vezes me dava um puta tesão de lembrar o que tinha feito, mas na maior parte do tempo achava que eu tinha feito uma grande merda. Tudo por causa da filhadaputa da Ana Paula. Eu molhei o indicador na boca. Desci a mão e encostei a ponta do dedo. Estava sensível. Quente. Ainda um pouco dolorido.
Empurrei devagar. O dedo entrou com uma facilidade assustadora, quase sem resistência.. Meu Deus… estava mais frouxo. Não muito, mas o suficiente para eu notar. O interior ainda estava sensível. Consegui girar o dedo com facilidade, sentindo as paredes internas ainda um pouco inchadas, ainda reagindo ao toque. Eu fiquei ali, de cócoras, olhando no espelho enquanto mexia o dedo bem devagar .
E se o Marcelo perceber? E se ele sentir que meu cu está diferente? Vai dar ruim, certeza...
Meu nome é Raquel, tenho 21 anos e curso o quarto período de Odontologia. Eu namorava o Marcelo há cinco anos — desde o colegial. Éramos o casal “perfeito”: ele, o menino responsável, bom de matemática, que todo mundo aprovava; eu, a menina certinha, nota alta, que sonhava em ser dentista. Nossos pais adoravam o namoro. Todo mundo dizia que íamos casar.
Mas naquela noite, o perfeito começou a rachar.
Eu, Ana Paula, Flavia e Renata tínhamos combinado de ir fantasiadas iguais. Foi ideia da Ana Paula. Ela disse que seria “muito mais divertido” e que íamos chamar atenção pra caralho. Como eu tinha feito intercâmbio no segundo ano e estava viajando bastante naquele semestre, acabei deixando a Ana Paula responsável por comprar as quatro fantasias. Eu só mandei o dinheiro. Não vi foto, não provei, não escolhi nada. Confiei nela.Eu estava errada.
No dia da festa, fui provar de manhã na república. Quando abri a caixa, meu queixo caiu. Eram quatro conjuntos idênticos de Moulin Rouge: corpete vermelho e preto justo, com decote profundo que mal conseguia conter os seios, saia curta de tule e rendas que mal cobria metade das coxas, meia-calça 7/8 com liga, luvas longas, chapéu de plumas e uma calcinha vermelha cavadíssima, quase um fio-dental que sumia entre a bunda.
A pior parte? Eu fui a última a escolher. As outras três já tinham pegado as fantasias maiores (M e G). Sobrou só a PP para mim. O corpete ficava apertadíssimo, espremendo meus seios grandes e fazendo eles quase transbordarem, os mamilos roçando dolorosamente contra o tecido áspero. O decote era indecente — qualquer movimento e um mamilo rosado ameaçava escapar. A saia era curtíssima, mal cobrindo metade das coxas. E a calcinha… ai, a calcinha. Era tão cavada e pequena que, só de eu experimentar, o tecido fino e úmido entrava fundo entre os lábios inchados da minha buceta, pressionando direto no clitóris sensível e fazendo ele latejar.
Quando Marcelo chegou para me buscar, ele ficou paralisado na porta do quarto.
— Raquel… você vai sair assim? — perguntou, com os olhos arregalados e a voz cheia de raiva.
Eu tentei explicar, nervosa:
— A Ana Paula comprou… eu estava viajando, não vi, não provei… as outras pegaram as maiores, sobrou só a PP pra mim… não tinha como trocar agora. As meninas também vão igual. É só uma fantasia…
— Fantasia? Você parece uma puta! Olha isso! — ele apontou para o decote quase obsceno e para a saia curta. — Tá quase pelada! Eu não vou sair com você vestida assim.
A briga foi feia. Ele disse que eu estava mudando, que eu não era mais a mesma, que eu estava querendo chamar atenção. Eu respondi que ele era controlador, que eu só queria me divertir. As palavras subiram de tom. Ele saiu do quarto batendo a porta. Eu fiquei lá, tremendo de raiva e vergonha, olhando para o espelho. A fantasia realmente era indecente. Meus seios quase pulavam para fora do corpete. A calcinha cavada já marcava minha buceta. Mas as meninas estavam me esperando. Não tinha outra opção.
Eu respirei fundo, coloquei o chapéu de plumas, peguei a bolsa e saí.
Chegamos à festa numa casa enorme nos arredores da cidade. O tema era “Fantasias Proibidas”. A música estava alta, as luzes coloridas piscando, o ar cheirava a álcool, perfume e suor. Eu me sentia exposta. Cada passo fazia a saia curta subir, mostrando um pedaço da minha bunda. E a calcinha… ai, a calcinha. Conforme eu andava, o tecido fino cavado entrava entre os lábios da minha buceta, roçando meu clitóris e me deixando molhada. Eu tentava disfarçar, puxando o tecido, mas ele voltava no lugar. Era uma tortura deliciosa.
Marcelo encontrou uns amigos da engenharia e começou a conversar, ainda bravo. Eu me afastei, ainda chateada com a briga. Fui até o bar pegar uma bebida. Foi quando eu vi Ana Paula.Ela estava linda e safada na mesma fantasia que eu. O corpete apertava seus seios, a saia curta mal cobria sua bunda. Júlia e Beatriz também estavam iguais. Nós quatro juntas chamávamos muita atenção.
— Raquel! Olha só nós! — Ana Paula gritou, rindo. — Tá gostosa pra caralho, amiga!
Nós quatro dançamos juntas no começo. Mas logo Marcelo se afastou com os amigos. Ana Paula percebeu meu mau humor e me puxou para um canto.
— Brigou com o Marcelo de novo? — perguntou. Eu contei tudo. Ela riu.
— Ele é um chato mesmo. Sempre implicando. Mas olha pra você… tá linda. Essa fantasia ficou indecente pra caralho, mas é perfeita. A calcinha cavada tá marcando sua buceta toda, amiga. Eu corei. A calcinha realmente entrava entre os lábios da minha buceta enquanto eu dançava, roçando meu clitóris a cada movimento. Eu estava encharcada.
Ana Paula me puxou para dançar. Enquanto rebolávamos, ela colou o corpo no meu, falando no meu ouvido:
— Sabe o que eu acho? Você tá cansada de ser a boa moça do Marcelo. Olha pra você… tá linda, gostosa, com esses peitos quase de fora. E ele te trata como se você fosse uma santa. Vai deixar ele estragar sua noite?Eu ri, mas as palavras dela entraram fundo.
— Ele é ciumento demais — respondi.
— Ciumento ou controlador? — ela rebateu. — Olha ao redor. Tem um monte de cara gostoso te olhando. Você merece se divertir. Só hoje. Só uma vez. Ninguém precisa saber.
Eu neguei com a cabeça, mas meu corpo já estava reagindo. Ana Paula era boa nisso. Ela sabia exatamente onde apertar. Enquanto dançávamos, ela me provocava:
Ana Paula colou ainda mais o corpo no meu, a coxa pressionando entre minhas pernas enquanto rebolávamos devagar no ritmo da música. Seu hálito roçava minha orelha
— Imagina só… você deixando um cara diferente te comer hoje.
Ela deslizou a mão discretamente pela minha cintura até apertar de leve minha bunda por cima da saia curta, os dedos roçando bem perto da calcinha cavada.
— A Flavia me contou tudo, sabia? — sussurrou, com um tom satisfeito. — Quando vocês estavam bêbadas no último carnaval… você confessou pra ela que morre de tesão de dar o cu, que fica fantasiando. Mas vive enrolando o Marcelo, regulando, com medo dele te achar que não é mulher para casar.
Eu corei violentamente, o rosto queimando de vergonha. Filha da puta da Flavia… Eu tinha contado aquilo num momento de fraqueza, entre risadas e doses de tequila, e ela havia jurado guardar segredo.
— Tá vendo? Só de falar você já fica molhada. Para de ser boazinha, Raquel. Hoje é noite de putaria.Quanto mais ela falava, mais eu me sentia tentada. A briga com Marcelo ainda queimava no meu peito. Eu estava com raiva dele. Queria me rebelar, fazer algo errado. Ana Paula me puxou para um canto mais escuro da casa. Pegou outra bebida para mim e continuou:
— Olha aquele ali — disse, apontando para um rapaz fantasiado de Lobo Mau. É o Lucas. É amigo meu desde o primeiro ano. A gente é da mesma cidade. Ele já me comeu várias vezes. O pau dele é enorme, bem grosso mesmo. Se quiser tá facinho de eu te arrumar para ele, ele não vai acreditar você cair no colo de mão beijada. Pode confiar amiga, isso vai morrer entre nós três. Eu ri, nervosa.
— Para, Ana Paula… eu tenho namorado
— Hoje não. Lembra que vocês estão brigados — ela respondeu, rindo. — Só uma vez. Você merece.Vou ser sua diabinha e vou fazer você dar com grande estilo hoje kkkk...Só de pirraça mesmo, só pra foder com o Marcelo. Ele implicou comigo a vida inteira. Hoje minha vingança vem a cavalo kkkk.
Eu neguei com a cabeça, mas meus olhos não conseguiam desgrudar. Ele realmente estava me olhando. E Ana Paula não parava de atiçar:
— Vai, Raquel.Você morre de tesao e fica fazendo cú doce. Hoje você vai ter o cuzinho descabaçado por outro e ninguém vai ficar sabendo. Deixa eu te fazer aprontar. O álcool, a briga, a excitação… tudo conspirava contra mim.
Ana Paula chamou Lucas. Eles se abraçaram como velhos amigos, com um abraço demorado e íntimo, daqueles que mostravam que tinham história. Ela riu, sussurrou algo longo no ouvido dele, apontando para mim várias vezes, gesticulando com as mãos. Lucas olhou para mim com um sorriso safado, os olhos percorrendo meu corpo de cima a baixo, parando nos meus seios quase saindo do corpete e na saia curta. Ele balançou a cabeça concordando com o que Ana Paula dizia, deu um beijo no rosto dela e veio na minha direção com passos confiantes.
Ele parou na minha frente.
— Então você é a Raquel… a amiga mais puta da Ana Paula — disse ele, direto, sem rodeios. Eu corei violentamente. Ana Paula tinha inventado historia para ele. Ela tinha dito que eu era a “mais puta” do grupo. Que eu gostava de ser tratada assim. Lucas não esperou resposta. Segurou minha cintura com firmeza e me puxou para dançar. Seu corpo colou no meu, o pau já duro pressionando minha barriga. Ele rebolava devagar, roçando contra mim, enquanto falava no meu ouvido:
— Ela me contou que você só goza quando metem atrás, é isso? Eu tentei negar, mas minha voz saiu fraca:
— Não… eu tenho namorado e não sou assim.
Ele riu baixo e estava na sua cara que ele não tinha acreditado. A versão que Ana Paulo contou era a verdade na cabeça dele. Foi apertando minha bunda por baixo da saia curta.Ele me girou, colou minhas costas no peito dele e continuou rebolando, a rola grossa roçando entre minhas nádegas. Suas mãos subiam, apertavam meus seios por cima do corpete, beliscavam meus mamilos. Eu gemia baixinho, o tesão vencendo a vergonha.
— Vamos subir — ele sussurrou. Eu cedi.
Ele me levou para o segundo andar. Assim que a porta fechou, ele me prensou contra a parede e me beijou com fome. Suas mãos subiram pela minha saia curta, apertando minha bunda. Eu gemia na boca dele.
Ele me virou de costas, levantou a saia e abaixou minha calcinha. Eu estava encharcada. Ele enfiou dois dedos na minha buceta e começou a mover. Eu gemia alto.
Depois ele me colocou de quatro na cama, com os joelhos afundados no colchão macio e as mãos apoiadas no lençol frio. Eu sentia o corpo inteiro tremendo de antecipação e medo. Ele segurou minhas nádegas com as duas mãos grandes, abriu-as devagar, expondo completamente meu cuzinho rosado e apertado. O ar do quarto tocou minha pele sensível ali atrás, fazendo eu soltar um suspiro trêmulo.
Ele se inclinou e passou a língua quente e molhada bem no meu cuzinho.
Eu tremi inteira. Um arrepio violento percorreu minha espinha, das costas até a nuca. Ninguém nunca tinha feito aquilo. Nunca. Nem o Marcelo, nem ninguém. A sensação era indescritível — suja, proibida, íntima demais. A língua dele circulava devagar, pressionando o buraquinho apertado, lambendo com vontade, como se estivesse saboreando algo deliciosamente proibido. Eu sentia o calor úmido, a textura macia e ao mesmo tempo firme da língua dele explorando um lugar que eu sempre considerei tão íntimo, tão escondido.
Meu rosto queimava de vergonha. “Meu Deus, o que eu estou deixando ele fazer?”, pensei, enquanto um gemido baixo escapava da minha garganta. Ao mesmo tempo, uma onda de prazer sujo e profundo subia pelo meu corpo. Meu cu se contraiu involuntariamente contra a língua dele, mas ele não parou. Continuou lambendo, enfiando a ponta da língua um pouco mais, molhando tudo. A sensação era ao mesmo tempo humilhante e excitante — eu me sentia usada, exposta, completamente entregue. Minha buceta pulsava, pingando de tesão, e eu empinava a bunda para trás sem querer, pedindo mais.
— Você gosta disso, né? — ele murmurou, a voz rouca contra minha pele.
Eu não respondi. Só gemi, mordendo o travesseiro, o corpo tremendo. A língua dele continuava trabalhando, lambendo, circulando, pressionando. Cada movimento me fazia sentir mais suja, mais vadia… e mais excitada. Era como se ele estivesse quebrando uma barreira que eu nunca tinha deixado ninguém tocar. A sensação de ser lambida ali, de forma tão aberta e sem vergonha, me deixava tonta de prazer.
Ele continuou por um tempo que pareceu eterno, molhando meu cuzinho, preparando-o. Quando finalmente parou, eu estava ofegante, o corpo inteiro em chamas.
— Você gosta de dar o cu, né? — perguntou ele, com a voz rouca. Eu neguei com a cabeça, mas meu corpo dizia outra coisa. Ele cuspiu, colocou a cabeça do pau (bem grosso) no meu ânus e começou a forçar. Doeu. Muito. Eu mordi o travesseiro, choramingando. Mas ele foi devagar, cuspindo mais, abrindo meu cu centímetro por centímetro. Quando finalmente enterrou tudo, eu soltei um grito abafado.
Ele começou a meter. Primeiro devagar, depois mais forte. A dor virou prazer. Eu gozei com o pau dele no meu cu, tremendo inteira. Ele meteu mais algumas vezes e gozou fundo, enchendo meu intestino de porra quente.
Quando ele saiu, eu fiquei ali, de quatro, com o cu aberto e pingando porra. Me senti suja. Me senti viva. Me senti uma vadia. Depois que ele tirou o pau do meu cu, ainda latejando e brilhando com a mistura de saliva, porra e sabe se la o que mais, ele segurou a base da rola grossa e apontou para minha boca.
— Chupa. Limpa tudo — ordenou, com a voz rouca e autoritária.
Eu, ainda de quatro, com o cu aberto e pingando porra, obedeci. Abri a boca e engoli a cabeça grossa, sentindo o gosto forte e salgado da porra misturada com o sabor do meu próprio cu. Era sujo, humilhante e excitante ao mesmo tempo. Chupei devagar, passando a língua em volta da cabeçona, limpando cada gota, sentindo o pau dele pulsar na minha boca. Ele segurava meus cabelos com uma mão, guiando o movimento, enfiando um pouco mais fundo, fazendo eu engasgar levemente.
— Isso… chupa gostoso, sua putinha. Limpa o pau que acabou de arrombar seu cu — ele murmurava, olhando para baixo com um sorriso satisfeito.
Enquanto eu chupava, ele pegou uma camisinha do bolso da calça jogada no chão. Abriu a embalagem com os dentes e me entregou.
— Coloca. Vou comer sua buceta agora. E não quero engravidar uma puta.
As palavras dele me atingiram como um tapa. “Puta.” Ele me via exatamente como eu me sentia naquele momento. Eu peguei a camisinha com as mãos tremendo, ainda com o pau dele na boca. Desenrolei o látex pela rola grossa, sentindo o cheiro forte da camisinha nova. Ele me virou de costas novamente, abriu minhas pernas e enfiou o pau coberto na minha buceta encharcada.
A sensação era diferente — o látex deslizava fácil com o tanto de lubrificação natural que eu tinha. Ele meteu fundo, forte, segurando meus quadris. Eu gemia alto, empinando a bunda, sentindo ele me preencher por completo.
— Isso… toma na buceta agora, sua vadia — ele grunhia, socando cada vez mais forte.Eu gozei de novo, tremendo inteira, apertando o pau dele dentro de mim. Ele continuou metendo até gozar dentro da camisinha, o corpo inteiro tenso contra o meu.
Saí do quarto com as pernas bambas, o cu latejando, a porra do cu escorrendo pela coxa. No caminho de volta para o salão principal, encontrei a Ana Paula no corredor. Ela me olhou de cima a baixo e soltou uma gargalhada alta.
— Olha só! Muito bem! Meus parabéns, tenho orgulho de você! Deve estar toda assada, amiga! Andando de pernas abertas… tá fedendo a cu arrombado e porra! — ela riu, apontando para minhas coxas. — O Lucas te destruiu, né? Olha esse jeito de andar… parece que levou rola grossa no cu a noite inteira. Até eu estou com vontade...
Eu corei violentamente, tentando puxar a saia para baixo. A porra ainda escorria quente pelas minhas pernas.Ana Paula não parou. Chamou a Flavia e a Renata que estavam por perto. Enfim temos a última do grupo que conheceu o “Lucas” As três riram juntas, tirando sarro de mim. Eu queria morrer de vergonha!
Voltei para a festa com as pernas bambas, o cu latejando Encontrei Marcelo. Abracei ele e disse que estava cansada e queria voltar para cas, se ele me dava uma carona carona, como amigos. .Acabamos nos reconciliando e dormindo juntos.
Naquela noite, deitada ao lado dele, eu me lembrava dos detalhes. Gozei pensando no pau do Lucas. Depois, exausta, dormi abraçada ao Marcelo, sentindo o cheiro dele misturado com o cheiro de sexo que ainda saía do meu corpo.No outro dia, acordei com o corpo dolorido. Meu cu ainda latejava, lembrando da noite anterior. Marcelo acordou logo depois, me puxou para perto e tentou se aproximar. Ele me beijou, passou as mãos pelo meu corpo, sussurrou que me amava, que não queria brigar. Eu correspondi, tentando esquecer o que tinha feito.
Ele desceu beijando meu pescoço, meus seios, minha barriga, até chegar na minha buceta. Quando ele abriu minhas pernas e encostou a língua, senti ele hesitar. Ele inalou profundamente, depois lambeu. Parou de novo.
— Raquel… que cheiro diferente é esse? — perguntou, com a voz séria. Eu congelei.
— O quê?
— Tem cheiro de látex… de camisinha. Na sua buceta. E um gosto estranho.
Meu coração disparou. Eu tentei disfarçar, com a voz trêmula:
— É imaginação sua. Eu só dancei. Bebi um pouco. Nada aconteceu. Ele se afastou, sentou na cama e me olhou com decepção e raiva.
— Não minta pra mim. Eu sinto o cheiro. Você fodeu com alguém ontem, né? Eu neguei tudo, chorando, dizendo que era paranoia dele, que ele estava imaginando coisas. A discussão começou de novo. Ele disse que sentia o cheiro de outro homem em mim, que eu estava diferente. Eu neguei tudo, chorando, dizendo que era imaginação dele. A briga foi feia novamente. Ele saiu do quarto batendo a porta. Eu fiquei na cama, sozinha, com o cu ainda dolorido...
(Esse texto é um misto das minhas fantasias com fatos reais. Adoro mulheres safadas, dominadoras, intensas. Para que, quiser entrar em contato, adoro interagir com leitoras. Deixo o meu telegram @enzodallara)