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Kelly e Thi - Continuação 06: A Lição da Lara

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Da série Kelly e Thi
Um conto erótico de John Pensador
Categoria: Grupal
Contém 1223 palavras
Data: 10/07/2026 22:16:35
🤖 Texto produzido com auxílio de inteligência artificial

Olá pessoal, Thiago novamente. Depois daquela noite louca no apartamento do Rafa e da Beatriz, onde realizei a fantasia dela de ver o noivo sendo comido por mim enquanto ele comia o cu da Kelly, as coisas continuaram bem intensas entre a gente. O namoro com a Kelly estava cada vez mais maduro e safado, com muita cumplicidade e sexo sem tabus e limites.

Foi numa quinta-feira à tarde que a Kelly recebeu uma ligação da irmã mais nova dela, a Lara. Lara tinha acabado de completar 18 anos há poucas semanas. Ela era bem diferente da Kelly no jeito: mais tímida com estranhos, mas super curiosa e determinada. Sempre foi a caçula protegida da família. Os pais (Tio Wil e Tia Elaine) ainda a tratavam como criança, mas Lara já estava querendo viver a vida dela. Estava no último ano do ensino médio e começando a sair com um garoto da escola, mas se sentia insegura com algumas coisas íntimas.

A Kelly atendeu no viva-voz enquanto eu preparava um café no apartamento dela.

— Kel, preciso da sua ajuda… é um assunto bem particular — disse a Lara, voz baixa e envergonhada. — Eu… não sei fazer um boquete direito. O menino com quem tô saindo parece que gosta, mas eu sinto que tô fazendo errado e fico travada. Você e o Thiago… vocês têm bastante experiência. Será que vocês podiam me ensinar? Sem graça nenhuma, só pra eu aprender de verdade.

Kelly olhou pra mim com uma mistura de surpresa e diversão. Eu levantei a sobrancelha e dei de ombros, sorrindo. A gente já tinha conversado sobre ser abertos com a família próxima, e a Lara sempre foi como uma irmãzinha pra mim também, mas agora era uma mulher de 18 anos.

— Lara, relaxa. A gente te ajuda sim — respondeu Kelly carinhosamente. — Vem pra cá no sábado à tarde. Só nós três, sem pressão. Vai ser tranquilo e você vai aprender bastante.

No sábado, Lara chegou por volta das 15h. Estava linda e nervosa: short jeans justo, blusinha cropped que mostrava a barriguinha lisinha, cabelo loiro escuro solto e um cheiro bom de perfume doce. Ela abraçou a gente forte e já foi logo falando:

— Obrigada por toparem… tô morrendo de vergonha, mas quero aprender direito. Não quero ser a garota que não sabe satisfazer o parceiro.

A gente sentou na sala, colocou um som baixo e serviu suco e petiscos. Primeiro foi conversa mesmo: explicamos que não tinha nada de errado em pedir ajuda, que sexo bom é sobre comunicação e prática. Kelly foi super didática, explicando o básico: entusiasmo, usar as mãos, língua, olhar nos olhos, respiração, ritmo variado, etc. Eu complementava com o ponto de vista masculino — o que mais gostava, o que me deixava louco.

Depois de uns 40 minutos de papo, Kelly olhou pra Lara:

— Quer começar vendo na prática? Eu faço no Thiago e você observa de perto. Depois você tenta.

Lara ficou vermelha, mas concordou. Fomos pro quarto. Tirei a roupa e deitei na cama. Kelly se ajoelhou entre minhas pernas e começou um boquete lento e perfeito, daqueles que ela sabia que eu adorava. Mostrava cada movimento: lambendo a cabeça, descendo a língua pela extensão, engolindo fundo, usando a mão no ritmo, gemendo pra vibrar. Lara assistia atenta, olhos arregalados, mordendo o lábio.

— Viu como eu uso a saliva? Como alterno velocidade? — Kelly explicava entre uma lambida e outra. — Agora tenta você.

Lara se aproximou tímida. Segurou meu pau com a mão pequena e quente e deu uma lambida experimental. Depois colocou a cabeça na boca. Estava insegura no começo, dentes roçando um pouco, ritmo irregular. Kelly corrigia com carinho:

— Relaxa a mandíbula… usa mais a língua… olha pra ele enquanto chupa, isso deixa o homem louco.

Eu dava feedback positivo, elogiando quando ela acertava. Aos poucos Lara foi pegando confiança. O boquete dela foi melhorando: mais molhado, mais ritmado, mão trabalhando na base. Kelly se juntou, as duas me chupando juntas por um tempo, ensinando troca de posições — ela deitada de lado, eu de pé, etc.

Passamos mais de uma hora nessa aula prática. Lara aprendeu a deepthroat básico, a usar as bolas, a provocar com beijinhos e a acelerar no final. Ela gozou só de se tocar enquanto chupava, de tão excitada. Kelly também estava molhada e acabou sentando na minha cara enquanto Lara continuava praticando.

No final da tarde, Lara já estava bem mais solta. A gente transou os três juntos de forma leve e educativa. Eu comi a Kelly enquanto Lara chupava meus bolas e depois trocamos. Lara não quis penetração ainda (disse que queria guardar pro namoradinho), mas adorou ser chupada pela irmã e por mim. Foi uma tarde de muita risada, gemidos e aprendizado.

Combinamos de ela voltar mais vezes pra “reforço”.

Duas semanas depois, num domingo de manhã, eu estava dormindo profundamente no apartamento da Kelly. Tínhamos dormido tarde depois de uma noite gostosa. Acordei sentindo algo quente e molhado no meu pau. Abri os olhos devagar e quase gozei na hora com a visão. Era a Lara. Ela tinha chegado cedo pra visitar a irmã e, com a permissão da Kelly (que assistia sentada na poltrona ao lado da cama, tocando-se devagar), decidiu me acordar do jeito que aprendeu.

A boquete estava perfeito. Lara tinha evoluído absurdamente. Segurava a base com uma mão firme, a outra massageando minhas bolas com leveza. A boca descia ritmada, engolindo fundo sem engasgar, língua girando na cabeça a cada subida, saliva escorrendo gostoso. Ela olhava pra cima, olhos castanhos fixos nos meus, gemendo baixinho pra criar vibração. Alternava velocidade: lento e provocante, depois acelerava, chupando com fome.

— Bom dia, Thi… — murmurou com o pau na boca, voz rouca e safada. — Quis testar se aprendi direito.

Kelly sorriu do canto:

— Ela treinou bastante esses dias… olha como tá boa.

Eu gemi alto, segurando o cabelo dela com carinho. Lara não parava. Usava todas as técnicas que ensinamos: sugava a cabeça, lambia a veia por baixo, engolia até sentir a garganta apertar, depois subia devagar. O boquete estava molhado, ruidoso e extremamente prazeroso. Eu sentia as bolas apertando.

— Lara… caralho… tá perfeito… não para…

Ela acelerou, olhos brilhando de satisfação ao ver meu prazer. Kelly se aproximou, beijou meu peito e depois beijou a irmã enquanto ela continuava chupando. A cena era insana: as duas irmãs se beijando acima do meu pau, Lara sem tirar a boca de mim.

Não aguentei mais. Avisei que ia gozar. Lara não tirou, ao contrário — chupou mais fundo e engoliu tudo quando explodi na boca dela, gemendo de prazer. Algumas gotas escorreram no queixo, mas ela lambeu tudo, limpando meu pau com a língua depois.

— E aí? Aprendi? — perguntou com um sorriso orgulhoso, limpando o canto da boca.

— Perfeito… foi um dos melhores boquetes da minha vida — respondi ainda ofegante.

Kelly riu e puxou a irmã pra um beijo, dividindo o gosto comigo. Passamos o resto da manhã os três na cama, repetindo a lição de forma ainda mais prática e intensa. Lara estava radiante, confiante e feliz por ter aprendido com quem confiava.

A partir daí, Lara virou parte das nossas aventuras mais íntimas de vez em quando. Sempre com respeito, consentimento e muita safadeza. O namoradinho dela ficou bem mais satisfeito (e nunca soube dos “treinos”), e a gente fortaleceu ainda mais os laços da família.

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