Sou a Ju, tenho 46 anos, sou casada há mais de 15 e me cuido bastante: tenho um corpo legal e peitos turbinados com silicone. Meu marido tem um físico ótimo e é supercalmo, mas confesso que ele deixa a desejar no quesito aventura.
Embarcamos e, logo na chegada, o clima estava uma delícia. O hotel que reservamos ficava em uma excelente localização e estávamos empolgadíssimos. Apesar de ser um resort familiar — bem diferente dos hotéis only adults, onde a putaria rola solta o tempo todo —, o clima quente de Cancún logo me contagiou. Nosso quarto ficava bem de frente para a piscina. Dava para passar o dia observando aqueles corpos seminu desfilando, o que começou a me deixar louca de tesão.
Às 11:00 da manhã eu já estava bem alegre, embalada pelos drinks. Na piscina, tentei dar uma bolinada no meu esposo, mas ele logo desviava, tímido. Ah, mas teve uma vez, já no final da tarde, que entramos na água para refrescar. Não havia mais ninguém por perto e nós já tínhamos virado alguns shots de tequila. Estávamos bem altos. Em uma das minhas investidas, ele, tentando me fazer parar, colocou o dedo no meu 👌🏽. Só que o tiro saiu pela culatra: no calor do momento, eu relaxei e me entreguei ao toque. Ele continuou ali, me provocando, até que um dos funcionários do hotel se aproximou para perguntar se queríamos toalhas. Que toalhas o quê... eu queria era pau! Mas o clima esfriou com a interrupção. Subimos para o quarto, tomamos banho e nos arrumamos para jantar. Porém, a tequila pesou e acabei dormindo na cama enquanto esperava meu marido sair do banho.
No terceiro dia, acordamos com uma ressaca daquelas. Nos levantamos e fomos ao café da manhã, que na verdade era parte de uma apresentação do clube de férias do hotel. Fomos recebidos pela equipe, nos apresentamos e seguimos para a entrevista. De lá, fomos direto para o stand de vendas. Começaram a servir vinho branco, o papo fluía muito bem e nós estávamos bastante interessados na proposta. Foi quando o gerente de vendas chegou para falar conosco. Era um brasileiro chamado Alfonso. O cara era super boa-pinta; na mesma hora, meus mamilos ficaram duros como pedra sob a roupa.
Seguimos negociando e combinamos de voltar no dia seguinte para fechar o contrato. Alfonso, prestativo e charmoso, prontificou-se a passar o seu WhatsApp para mim caso surgisse qualquer dúvida. Nos despedimos e voltamos para o apartamento. Eu não podia perder aquele momento de excitação. Corri para o banho. Meu marido foi logo em seguida e, enquanto ele se lavava, eu já me encontrava em pleno êxtase, pelada na cama de pernas abertas. Era o recado claro. Ele saiu do banheiro e, sem perder o rumo, caiu de boca na minha buceta. Que delícia de preliminar! Eu gemia feito uma louca, tanto que os vizinhos devem ter escutado, mas eu não estava nem aí. Fechei os olhos e imaginei que era o Alfonso ali entre as minhas pernas. Gozei gostoso. Meu esposo estava cheio de disposição e emendamos uma transa deliciosa. Depois, tomamos mais um banho e saímos para jantar. Eu me sentia nas nuvens, mas minha mente insistia em voltar para o Alfonso, aquele moreno alto.
No dia seguinte, precisávamos dar a resposta sobre a proposta do clube de férias. Voltamos ao stand e continuamos a negociação, com as taças de vinho branco sendo reabastecidas sem parar. Meu marido, no entanto, não gostou de uma das cláusulas e decidimos não fechar o negócio. Como última cartada para nos ganhar, Alfonso nos ofereceu uma noite cortesia na famosa boate Coco Bongo, mencionando que um grupo de quatro mulheres que tinham acabado de fechar o clube também iria.
Aceitamos o agrado. Voltamos para o hotel, nos trocamos e descemos para o lobby no horário marcado. Ao chegarmos, apenas as quatro mulheres apareceram. Esperamos mais alguns minutos e fui perguntar se mais alguém iria. Uma delas, a Carol, virou-se e disse que os maridos as tinham liberado porque preferiram ficar no hotel assistindo ao jogo da Copa. Olhei para o meu esposo, desanimada, e já estava me virando para voltar para o quarto quando ele me surpreendeu: "Ju, aproveita! Vai você com elas". Fiz um charminho, mas aceitei na hora. Ele foi para o bar do hotel e eu embarquei na van com as meninas.
Logo no início do trajeto, a Carol tirou uma garrafa de tequila e nos serviu um shot. Eu não sou de beber tanto, mas entrei no clima. O trajeto durava uns 20 minutos. Elas estavam superanimadas e eu, por ainda não conhecê-las direito, estava mais contida. Veio o segundo shot e, ufa, o calor subiu e me animei também. Quando chegamos na porta da Coco Bongo, o Alfonso estava lá fazendo a nossa liberação. Ele me deu um sorriso aberto e nós entramos.
O clima daquele lugar é uma loucura! Muita gente, som nas alturas, mulheres quase sem roupa. Minhas colegas de hotel não perderam tempo: começaram a dançar e a azarar os dançarinos locais. Eu fiquei mais na minha, curtindo a música e tentando entender o ambiente. Pedi mais uma bebida e fiquei observando aqueles caras fortes puxando as meninas, passando a mão, beijando... e eu ali, bebendo e pensando no Alfonso.
Por volta das 2:00 da manhã, o cansaço bateu. Fui falar com as meninas, mas algumas já estavam engatadas com caras e outras completamente bêbadas; ninguém me ouviu. Tentei chamar um Uber, mas o aplicativo mostrava que ia demorar muito. Num impulso de audácia, mandei uma mensagem para o Alfonso pelo WhatsApp, perguntando se ele ainda estava na festa e se poderia me dar uma carona. Minha vontade real era ir embora, mas no fundo havia segundas intenções. Ele respondeu prontamente, dizendo que sim e que me esperaria na porta.
Nos encontramos na saída e fomos em direção ao carro dele. Eu ia dando risada e pedindo desculpas por atrapalhar a noite dele, enquanto ele, todo fofo, dizia que já estava na sua hora de ir embora também. Quando chegamos ao veículo, ele abriu a porta para mim, me elogiou e a fechou. Senti um frio na barriga instantâneo. Coloquei o cinto e seguimos em direção ao hotel.
No caminho, conversamos sobre tudo: família, trabalho e, claro, sobre as meninas do hotel que tinham deixado os maridos para trás para se jogarem na putaria. Alfonso, mostrando-se muito centrado, comentou que não curtia muito esse tipo de situação. Aquilo foi um balde de água fria em mim, e comecei a ficar mais contida. Foi quando percebi que ele mudou a rota do hotel. Ele comentou que, em noites de lua cheia, havia um mirante com um observatório que ficava perfeito e que muitas pessoas costumavam passear por lá à noite. Perguntou se eu topava ir. Aceitei de imediato.
Não demorou cinco minutos e chegamos a um farol lindo, de frente para a praia, com pouquíssimas pessoas ao redor. Ele comentou que morava bem ali ao lado. Ficamos admirando a lua, que estava deslumbrante. Quando fomos olhar pelo telescópio, nossos rostos se encostaram. Demos risada e nos afastamos. Pedi para ele olhar junto comigo; obviamente não dava, mas ele entrou na brincadeira e se aproximou. Num movimento rápido, nossos lábios se encontraram em um selinho roubado. Demos mais risadas e começamos a caminhar de volta. No caminho, ele foi me contando a história do farol. De repente, ele parou e disse: "Eu moro bem aqui. Quer entrar para tomar uma água?".
Eu já entendi perfeitamente o significado daquela "água", mas fiquei curiosa para ver até onde ia o papo do homem que, horas antes, estava julgando o comportamento alheio. Aceitei. Subimos para o apartamento dele: um lugar lindo, de frente para o mar. Pegamos os copos de água e fui direto para a sacada admirar a vista, de onde dava para ver alguns bares acesos e três prédios próximos.
Ele veio por trás de mim. Passou as mãos suavemente pelos meus ombros, foi descendo até a minha cintura e me virou de frente para ele. Nos beijamos. Foi um beijo quente, gostoso, de tirar o fôlego. Nossas mãos começaram a explorar os corpos de forma urgente. Minha blusinha logo foi parar na altura da cintura. Dava para ouvir o burburinho vindo dos bares lá embaixo, ecoando na sacada. Eu não queria perder tempo. Mesmo com a sacada iluminada, me ajoelhei na frente dele, desabotoei sua calça e a deixei cair. O seu pau, grosso e comprido, saltou para fora da cueca. Dei um beijo na cabeça da pica e a tirei inteira para fora, chupando com vontade. Senti que ele ia gozar rápido; então, tirei da boca e voltei a beijá-lo em pé.
A mão dele já explorava a minha bucetinha, que estava completamente encharcada. Virei de costas, apoiando as mãos no parapeito de vidro da sacada. Ele se posicionou atrás de mim e começou a se encaixar bem devagar. Meu corpo pegava fogo. Olhar o mar e, logo abaixo, o calçadão com pessoas passando trazia um perigo que nos matava de tesão. Senti ele empurrando cada centímetro dentro de mim. Meu gemido foi amplificado pelo ar da noite. O ritmo aumentou, as estocadas ficaram mais firmes e rápidas. Sentindo que ele estava prestes a virar o zóio, mudei de posição rapidamente: ajoelhei-me de novo e comecei a chupá-lo com força. Ele segurou minha cabeça e perguntou o que eu estava fazendo. Expliquei que achei que ele ia gozar e que não queria que ele despejasse tudo na minha buceta.
Supertranquilo, ele me levantou novamente. Pegou um tubo de lubrificante KY e passou na minha frente e atrás. Olhou bem nos meus olhos e disse que jamais deixaria de comer um cuzinho gostoso como o meu. Fiquei em êxtase; quem me conhece sabe o quanto eu amo dar a bunda. Ele trouxe um banco alto da sala, me colocou sentada nele com a bunda bem empinada de frente para o mar e começou a foder o meu cuzinho com paciência e total controle. Meus gemidos aumentaram e eu sentia que a plateia lá embaixo só crescia. Aquela posição fazia o pau dele entrar incrivelmente fundo; eu sentia meu rabo sendo completamente arrombado e estava amando cada segundo. As estocadas foram acelerando. Ele pediu para eu descer do banco para finalizar, mas eu fui contra, me empinei ainda mais e gritei: "Goza no meu cu!".
Ele não aguentou ouvir aquilo e derreteu, gozando gostoso lá dentro. Fiquei forçando meu rabo contra o pau dele para sugar tudo, mas já não aguentávamos mais o cansaço. Olhamos para o lado e vimos uns caras em um prédio vizinho filmando a cena. Corremos para dentro do apartamento. Tomamos um banho rápido e, finalmente, ele me levou em direção ao hotel.
Já passava das 4:00 da manhã. Meu rabo ainda pulsava pelo esforço. No caminho, trocamos poucas palavras, mas o fogo entre nós continuava aceso. Deitei a cabeça no colo dele enquanto ele dirigia, olhando para o seu rosto. Senti algo empurrando minha cabeça para cima. Dei risada e ele também. Virei de frente para ver o que era e notei que o bicho estava acordando de novo. Perguntei quanto tempo faltava para chegar ao hotel e ele respondeu: "O tempo que você quiser". Demos risada. Ele emendou: "Cinco minutos".
Eu aceitei o desafio dos cinco minutos. Libertei aquela rola que parecia implorar por ar e a enfiei na boca. O pau foi crescendo à medida que eu chupava e brincava com as bolas dele. O Alfonso foi ficando duro como pedra e eu continuei me deliciando, babando e engolindo tudo. Sentindo o meu rabo empinado para cima no banco do passageiro, ele enfiou a mão por trás e começou a dedilhar meu cuzinho, que ainda estava meio abertinho por causa da transa anterior. Ele brincava ali atrás enquanto eu acelerava o boquete. O cuzinho estava dolorido, mas eu adorava o jogo. Aumentei o ritmo e ganhei uma gozada monumental direto na garganta. Que delícia! ChupeI até a última gota e dei um beijo de porra na boca dele, que só sabia rir de satisfação.
Chegamos ao hotel. Já era tarde e eu precisava inventar uma desculpa. Me despedi e subi para o lobby. Para o meu azar, duas das quatro mulheres da excursão estavam lá. Elas me olharam com aquela cara de julgamento. Eu apenas disse "Oi". Elas se aproximaram para se despedir e uma delas apontou discretamente para a minha roupa: havia uma mancha gosmenta e esbranquiçada bem visível, típica de porra. Elas sorriram de canto e disseram: "Cuidado, Cancún é assim mesmo". Me despedi sabendo que agora carregava dois segredos comigo.
Abri a porta do quarto com o maior cuidado do mundo. Para a minha surpresa, meu esposo estava acordado na sacada, tomando vinho.
— Oi... preciso de um banho urgente — disse eu, caminhando direto para o banheiro.
Ele veio logo atrás. Antes que eu pudesse falar qualquer coisa, ele comentou:
— Comprei um vinho fantástico, você deveria tomar uma taça depois.
Ufa, que alívio! Entrei no chuveiro e relaxei sob a água quente. Mas, ao olhar pelo reflexo do espelho, vi meu marido com a minha calcinha usada nas mãos, beijando e cheirando o tecido intensamente. Terminei o banho e me troquei. Ele voltou para a sacada e soltou no ar:
— A noite foi boa, não foi?
Desconversei imediatamente e pedi a minha taça de vinho. Sentei-me ao lado dele e comecei a elogiar a bebida, desviando completamente de qualquer assunto sobre a minha noite.
Passamos o restante dos dias de forma maravilhosa em Cancún. Mas, para a minha tristeza, nunca mais cruzei com o Alfonso pelo hotel...