🚫 Propagandas te atrapalhando? Assine o plano premium por menos de R$3/mês. Saiba mais →

As Mulheres de Miguel - Capítulo 07: A Mãe

Cansado destas propagandas? Assine por R$36/ano e navegue sem anúncios →
Um conto erótico de Allan Grey
Categoria: Heterossexual
Contém 1776 palavras
Data: 10/07/2026 07:11:12

O ar dentro da suíte daquele motel de "luxo" — que na verdade só tinha luzes de neon indiretas e um espelho no teto para convencer idiotas de que estavam em um filme noir — era frio o suficiente para conservar um cadáver. O zunido discreto do sistema de ventilação parecia o som de um aparelho de suporte à vida prestes a falhar.

O perfume dela, uma mistura delicada de peônia, chá branco e algodão, lutava bravamente contra o cheiro de desinfetante hospitalar dos lençóis. O aroma oficial da culpa doméstica.

​Eu esperava de pé, perto da cama de casal, segurando um copo de vidro vazio. Se eu estivesse em uma peça de teatro inteligente, esse seria o momento em que eu faria um monólogo profundo sobre as ruínas da moralidade. Mas a verdade é que eu só estava pensando em quanto aquela brincadeira ia me custar na terapia daqui a dez anos.

​O mais absurdo de tudo era saber que aquela era a primeiríssima vez que ela pisava em um motel em toda a sua vida. Meu pai, em décadas de um casamento morno e protocolar, nunca havia tido a decência ou a criatividade de trazê-la a um lugar como esse — embora, com certeza absoluta, usasse o orçamento familiar para afogar as suas amantes em banheiras de hidromassagem com cheiro de cloro. Após a descoberta da traição dele, ela havia se retraído por completo, encolhendo-se em uma tumba de autopiedade e invisibilidade doméstica. Mas minha mãe vinha experimentando o que os psicólogos chamariam de "reconstrução de identidade". Ver a vaidade dela ressurgir aos poucos, sob o meu comando, era um vício do qual eu não tinha a menor intenção de me curar.

​​A porta do banheiro se abriu devagar.

​​Ela deu um passo hesitante para fora. A luz interna do banheiro projetava sua silhueta contra a parede do quarto. Minha mãe vestia um conjunto de lingerie verde-esmeralda que parecia ter sido projetado por um carrasco medieval com fetiche em cetim. O espartilho apertava sua cintura, espremendo seus seios para cima como se tentasse oferecê-los em um altar. A calcinha de renda fina abraçava o quadril largo, cheia de tiras elásticas de cinta-liga que pareciam um quebra-cabeça de engenharia alemã subindo pelas coxas claras e maduras.

​O cabelo castanho-escuro, curto repicado em camadas com aquele volume sofisticado que ela provavelmente aprendeu a fazer assistindo a tutoriais no YouTube, estava ligeiramente desalinhado. A postura dela era defensiva. Encolhida. Uma bibliotecária de meia-idade fantasiada de presente de Natal.

​Ela me encarou com os olhos castanhos marejados, torcendo as próprias mãos na altura do abdômen com um nervosismo quase infantil.

​— Eu fiquei patética com esse conjunto, Miguel — ela disse, com aquela voz longa, calma e pausada que normalmente usava para me mandar arrumar o quarto. — Não tenho mais idade para essas bobagens.

Minha mente cínica não pôde deixar de notar o clássico clichê da insegurança de quem passou anos se escondendo do próprio corpo, mas fisicamente o efeito em mim foi devastador. Ela não estava patética; estava espetacular. A maturidade de seu corpo, aquela pele clara que parecia brilhar sob a luz indireta, me deu um soco direto no estômago. Dei três passos rápidos na direção dela. Segurei o pulso delicado de minha mãe com firmeza, sentindo a veia dela pulsar no ritmo de uma escola de samba em dia de desfile. Puxei-a sem pressa, arrastando-a em direção ao espelho de corpo inteiro na parede. Ela tentou recuar por um segundo, mas seu caminhar hesitante cedeu facilmente à minha força.

​Colei meu peito às costas dela, bem em cima do cetim verde-esmeralda. Nossos reflexos se chocaram no vidro. Duas pessoas com o mesmo DNA encenando a maior bizarrice que aquela suíte já tinha presenciado.

​— Olhe para você, mãe — eu sussurrei perto do ouvido dela, forçando o tom de predador que eu sabia que ela queria ouvir. — Olhe para esse espelho.

​Deslizei minhas mãos pelas laterais do corpo dela, acariciando a pele macia dos braços e descendo até a curva acentuada do quadril. Ela soltou um suspiro trêmulo, a cabeça caindo para trás, encostando-se no meu ombro. Os olhos dela, fixos no espelho, brilhavam com uma carência tão profunda que era quase doloroso assistir.

​— Você está linda — continuei. — Mas apesar de você ter ficado perfeita assim... acho que prefiro você sem.

​Ela soltou uma risada contida, o canto dos lábios desenhando um sorriso tímido.

​— Seu cafajeste — ela murmurou, a voz afetuosa e fraca, o roteiro padrão de quem quer ser enganada.

​Comecei a despi-la com a paciência de quem desarmava uma bomba. Abri os colchetes do espartilho um a um. O cetim cedeu, revelando a pele clara e as curvas maduras de seu busto. Os seios médios, libertos da pressão, caíram pesados e firmes; as aréolas eram largas e os mamilos já estavam completamente rígidos, contraídos pelo ar frio e pelo absurdo da situação. Deslizei a calcinha de renda pelas coxas grossas dela, deixando apenas as meias e a cinta-liga presas ao quadril largo.

​Pronto. Quase inteiramente nua diante do espelho. Se Freud estivesse vivo, estaria cobrando royalties por essa cena.

​Mantive-a de costas para mim, colada bem em frente ao espelho. Inclinei seu tronco ligeiramente para a frente, forçando-a a apoiar as duas mãos espalmadas contra a moldura de madeira. O quadril e as nádegas fartas e carnudas dela se empinaram na minha direção, oferecendo-me a visão explícita de sua vulva rosada e úmida sob a luz fraca das arandelas.

​Eu a penetrei de um só golpe.

​O impacto físico fez o espelho vibrar na parede, o que me fez pensar temporariamente se a moldura ia despencar na nossa cabeça. Ela soltou um grito abafado contra o vidro, cravando as unhas na madeira com força desesperada. Aquele canal maduro era incrivelmente quente, apertado de um jeito que desafiava as leis da biologia. Comecei a me mover em estocadas ritmadas, profundas e vigorosas, sentindo a viscosidade dela facilitar o atrito.

​— Olhe para nós no espelho, mãe — ordenei em um sussurro ríspido, mantendo meus olhos fixos no reflexo de nossos corpos colidindo.

​Ela abriu os olhos marejados, focando no vidro à nossa frente. Havia um vislumbre nítido de horror em suas pupilas dilatadas pela quebra brutal daquela barreira invisível; o pavor de perceber que o garoto que ela amamentou agora a estava possuindo por trás em um motel de beira de estrada. Mas o pavor, de forma previsível e doentia, logo foi engolido pelo fardo do próprio prazer acumulado. A visão era de uma crueza anatômica devastadora: o movimento do meu quadril batendo contra a bunda pesada dela, o balanço da cinta-liga verde-esmeralda marcando a brancura de suas coxas maduras e o contraste inevitável da nossa união física.

​Para completar o espetáculo, deslizei minhas mãos livres pela frente do corpo dela. Espalmei minhas palmas na cintura proporcional de minha mãe, apertando a pele macia antes de subir meus dedos até seus seios médios e fartos. Segurei aquela carne quente com força, massageando-a de forma agressiva enquanto puxava seus mamilos rígidos. Ela arqueou as costas ainda mais, entregando-se ao meu controle de forma patética e maravilhosa.

​— Miguel... meu filho... — ela implorou, a voz ofegante, fragmentada e trêmula, fazendo questão de verbalizar o parentesco para que nenhum de nós esquecesse o tamanho do erro. — Isso... é tão errado... mas eu me sinto tão viva.

​"Eu me sinto tão viva." Claro. A frase clássica de toda mulher de quarenta e poucos anos em crise de identidade que acaba de cruzar a linha de chegada da sanidade mental. Quase revirei os olhos, mas a pressão interna da vagina dela me impediu de pensar em qualquer coisa que não fosse gozar.

​Acelerei o ritmo das estocadas, mantendo as mãos firmes nos seios dela, sentindo o peito dela arfar de forma desordenada a cada impacto profundo que eu dava contra suas nádegas. O suor colava nossos corpos, o perfume de peônia e o calor do sexo se tornavam tão densos que eu quase conseguia mastigar o ar.

​Os espasmos internos dela começaram a se intensificar. A musculatura da vulva se contraía de forma espasmódica e violenta ao redor de mim, ordenhando meu pau com uma pressão implacável. Ela manteve os olhos fixos no espelho, assistindo ao próprio prazer proibido, vendo o próprio filho possuí-la inteira até o último segundo.

​O ápice nos alcançou de forma avassaladora. Gozei profundamente dentro de minha mãe, sentindo o sêmen quente inundar o canal apertado de sua fenda enquanto ela soltava um gemido longo e trêmulo, o corpo inteiro tremendo no espelho antes de desabar de leve contra a moldura de madeira.

​Ficamos estáticos ali, ouvindo apenas o som das nossas respirações desordenadas contra o vidro embaçado. Um retrato perfeito do surrealismo moderno.

​Virei-a de frente para mim com cuidado. Ela não tentou se cobrir imediatamente; permaneceu de pé na minha frente, as meias e a cinta-liga ainda presas ao quadril úmido. Ela me olhou com uma ternura mansa e um sorriso contido. Os dedos suaves dela limparam uma gota de suor da minha testa antes de me abraçar de forma apertada, deitando o rosto sobre o meu peito e buscando a proteção que aquela intimidade proibida lhe entregava.

​— Obrigada, meu amor — ela sussurrou, a voz longa e calma de volta ao seu tom afetuoso de mãe de família. — Por me fazer sentir mulher de verdade outra vez.

​Deitamo-nos na cama box logo em seguida, o lençol fresco cobrindo nossos corpos cansados. Eu sabia que aquela suíte de motel era apenas o início de uma nova fase de nossa cumplicidade doentia.

♡♡♡♡♡♡♡♡♡♡♡♡♡♡♡♡♡♡♡♡♡♡♡

👀 Gostou do que leu?

​O objetivo desta série é entregar contos rápidos e antológicos para apresentar o universo de "O Mundo é Meu!" e os personagens que fazem parte dele, sem enrolação.

​Mas a história completa vai muito mais fundo.

​A verdadeira origem desse vício familiar, o relato cru e sem censura de como o Miguel perdeu a virgindade com a própria madrasta, e o envolvimento com as outras mulheres da família estão publicados com exclusividade no meu Privacy.

​Ao assinar o meu perfil, você garante acesso imediato a todo o conteúdo explícito:

• ​Saga Principal

• ​O Mundo é Meu! – Amor em Família: Prólogo

• ​O Mundo é Meu! – Amor em Família: Vol. I – A Madrasta

• ​Série Derivada

• ​A Madrasta – Volume I: Quem Planta Colhe

• ​A Madrasta – Volume II: Paixão Desenfreada

• ​A Madrasta – Volume III: Desejo Por Um Fio

• ​A Madrasta – Volume IV: Em Nome do Pai

​Descubra nos primeiros volumes como o Miguel perdeu a virgindade com a própria madrasta e conheça as outras mulheres da família que moldaram o apetite desse guri. O conteúdo é totalmente explícito e sem censura.

​🔥 [EXPLORE O INÍCIO DE TUDO AGORA]

​👉 Acesse agora: privacy.com.br/profile/allan_grey_escritor

Curta uma leitura sem interrupções.
Conheça o plano sem propagandas (R$36/ano — menos de R$3/mês) →
Siga a Casa dos Contos no Instagram!

Este conto recebeu 0 estrelas.
Incentive Allan Grey a escrever mais dando estrelas.
Cadastre-se gratuitamente ou faça login para prestigiar e incentivar o autor dando estrelas.

Comentários

Cansado destas propagandas? Assine por R$36/ano e navegue sem anúncios →