Olá a todos. Me considero um cara inteligente, bonito e sem papas na língua. Falo sobre quase tudo.**
Sou aventureiro, assumido, com vários fetiches. Já experimentei muito do que me dá tesão. Tudo que vou contar aqui é real, vivido na pele. Pode ser que você goste, ou não.
Vou começar te contando quando saí da Amazônia, aos l4 anos, e fui morar na casa da minha prima pra estudar. Ela, o marido e as três filhas viviam numa cidadezinha do interior. Vou mudar os nomes, claro.
Minha prima, filha da minha tia, tinha 26 anos e três filhas com o marido. Morena cabocla, cabelo liso grudado no rosto, vaidosa até o último fio. Ela foi a segunda esposa dele. Antes, ele já tinha tido outra mulher e cinco filhos com ela. O típico garanhão da região.
Pra você me imaginar melhor: eu sou moreno pardo, 1,70m, bigode, cabelo liso, curto. Gosto de moto, aventura. Ele? Parece o The Rock, se ele tivesse 1,75m. Grandão, cara fechada, corpo marcado pelo trabalho braçal, 33 anos. Liderava a segurança privada no centro à noite e sumia por dias. Todo mundo sabia que ele metia chifre na minha prima direto.
Como a família toda é do interior, o costume era passar o fim de semana na casa dos pais. Eu quase nunca ia. Estudava num turno, trabalhava numa movelaria no outro e ainda ajudava em casa.
Num fim de semana, minha prima pegou a estrada de terra, 80km, pra visitar a família. Saiu na sexta ao meio-dia e só voltava segunda, lá pelas dez. O marido, com aquele olhar safado de sempre, disse que não podia ir. Tinha trabalho.
O irmão dela foi junto com a esposa e levou minha prima e as meninas. Sobrou só eu e ele em casa.
Passei o dia fora. Voltei à noite, fiz comida e joguei no sofá pra ver TV. Na época ainda existia DVD. Umas 20h30, ele chega de moto, entrando apressado:
- Chamei duas putas que eu conheço pra gente. Vão colar aqui.
Naquela idade, novo, qualquer coisa era combustível pro tesão. A gente ficou pilhado. Colocamos um DVD pirata de sexo hétero. Era novidade, e a curiosidade só aumentava o clima. Começamos a assistir e, sem nem perceber, já estávamos cada um tocando uma punha. Eu, com 16cm. Ele, devia ter uns 18.
A punheta foi longe, mas as mulheres nunca atenderam o telefone. O tesão só subia, a gente babando, o quarto abafado. E eu não tirava da cabeça como seria pegar aquele pai de família, machão, comedor. Nunca imaginei que fosse rolar.
No ápice, sem ninguém pra chegar e com o pornô gemendo na TV, ele solta:
- Pô, mano… bora fazer alguma coisa. Tô no tesao aqui.
- Eu também, Zé — fictício — mas fazer o quê?
- Libera pra mim, tô no tesão.
- Cara, não curto assim… mas todo mundo sabe que tu pega geral. Eu que não peguei quase ninguém. E tu come todo mundo. Só tem nós dois aqui. Eu vou em você. Se não curtir, a gente para.
Ele ficou puto na hora. Mas o tesão no ar era mais forte que o orgulho.
- Tu é louco? Eu não sou viado!
- Não tô dizendo que é. Nem eu, Só deita, relaxa… cuspo e entro. Gozo fora.
Ele fez cara feia, emburrado. Depois respirou fundo:
- Tá bom. Dessa vez vai tu. Na próxima, sou eu, boca fechada, se não já sabe.
Nessa hora, ninguém lembrava que a gente foi criado na igreja. Só existia vontade de foder.
Saímos da sala. Já passava das 3 da manhã quando entramos no quarto dele. Ele deitou de barriga pra baixo, cueca marcada de suor no meio do rego no meio da coxa. O cheiro de homem no cio tomou o quarto. Eu não sabia direito o que fazer. Deitei por cima, sem chupar cu, sem preliminares. A gente descobriu isso depois.
Ele cuspiu na minha mão, eu cuspi também. Passei no meu pau e deslizei o dedo na entrada dele. Quente, apertada, convidativa. Encostei e senti só o melado de saliva. Ele abriu, empinou, me puxou pra dentro de uma vez. O corpo dele era puro calor e pressão. Cada estocada arrancava um gemido abafado de macho. Eu, moleque de estasido na bunda dele, dentro do comedor da cidade. Não tinha como segurar.
O rabo dele suado, o quarto abafado, o tesão no talo. Ele gozou antes, tremendo. Quando senti meus dedos dos pés se enroscarem, soube que vinha. Gozei fundo, sem tirar. Quando saí, o corpo ainda pulsava. Saiu uns farelo de merda no pau, junto com gala, mas só dava mais tesão. Amanheceu.
Sentamos lá fora, em dois bancos, o sol nascendo. Ele olhou pro chão:
- Caralho, meu toba tá formigando. Isso não é de Deus. É pecado. Ninguém pode saber. E não vai acontecer de novo.
Concordamos. Bateu o arrependimento. Mas toda vez que eu pegava a cueca dele no banheiro, ainda suada, a lembrança voltava. E eu batia uma, calado, pensando.
Essa foi a primeira vez. Escrevi pelo celular, então releva os erros.
Uma semana depois, aconteceu de novo. Na estrada de terra. E aí desencadeou. Virou quase todo dia. Durou um tempo. Muita coisa rolou. Eu mudei. Comi fora de lá também.
Isso foi em 2010. Todo ano volto pra visitar a família. Nunca ninguém descobriu. Nunca contei.
A última vez que fudemos, foi há dois anos, caçando. Esse ano fui, mas tava com amigos, não deu tempo.
Hoje moro no centro de São Paulo. Esse conto é real. Tenho vários fetiches, do que contei e muito mais. Quem sabe não escrevo a segunda parte… na estrada de terra, e tudo que rolou enquanto morei lá.