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Virando putinha na festa de casamento da amiga

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Um conto erótico de contoseroticos26
Categoria: Grupal
Contém 5347 palavras
Data: 10/07/2026 02:35:38

Meu nome é Larissa, tenho 25 anos, sou casada há três com o Rodrigo e nos damos muito bem, apesar do trabalho dele tomar muito do seu tempo. Moro no interior de São Paulo, sou aquela típica moça de interior, tímida, que sempre foi mais reservada, mas adora uma festa. Tenho cabelos castanhos-claros , sou baixinha, meus seios são médios e naturais, marquinha de biquini, pois tomo sempre sol na piscina, nos rios e lagos da região, com bicos rosadinhos que particularmente são lindos, tenho pernas grossas e um bumbum empinadinho que eu tento disfarçar, mas que sempre chama atenção.

Rodrigo não conseguiu vir pro casamento da minha amiga de infância. “Viagem de trabalho urgente”, ele falou. Quase não vim sozinha, mas não podia deixar de participar desse momento da vida da minha amiga e decidi tbm que precisava de um pouco de ar. Rodrigo também me incentivou a ir. Fazia meses que eu tinha emagrecido e, quando experimentei o vestido leve florido, notei que estava com o corpo lindo no vestido e me sentindo maravilhosa.

Cheguei ao litoral no fim da tarde. O casamento foi lindo: cerimônia ao ar livre, pés na areia, som das ondas ao fundo. Depois que a festa começou de verdade, o clima mudou. Muita gente jovem, bebida rolando solta, música alta. Tomei o primeiro espumante pra relaxar, depois o segundo e fui pra cerveja e alguns drinks. Eu sou muito fogosa e com bebida perco um pouco o controle rs, mas como estava num ambiente comemorando o casamento da minha amiga não vi problema. Minha amiga noiva me puxou pra pista rindo:

— Lari, vai! Você sempre foi a melhor dançando! E aproveita que ta solteira, vai curtir...

Eu entrei na vibe. O álcool foi subindo devagar, aquecendo meu corpo e me fazendo lembrar das festas de quando eu era solteira. Me sentia leve, solta… e, pela primeira vez em muito tempo, sem meu marido. Como havia emagrecido minha aliança estava folgada no dedo, então resolvi coloca-la na bolsa que estava na minha mesa para evitar perder enquanto dançava.

Olhei ao redor e notei vários rapazes bonitos da nossa idade. Alguns realmente chamavam atenção. Um deles, de cabelo encaracolado e camisa aberta, não parava de me olhar, talvez nesse momento, por me ver sem aliança imaginou ser solteira uma presa para aquela noite de festa. Um olhar malicioso, direto, que fez um frio gostoso subir pela minha barriga.

Eu não vi problema nem ameaça, estava controlada. Sou casada. E só estava me divertindo. Mas estava amando aquele clima todo de bebida, dança, festa e ser paquerada

Algo dentro de mim, mesmo sabendo que não podia, me incendiava para curtir aquela noite mas eu só pensava em dançar e me divertir, apesar de estar amando ser paquerada e admirada.

Eu estava me sentindo cada vez mais solta. O álcool já tinha subido o suficiente pra deixar meu corpo quente e minha mente mais leve. Na pista de dança, a música estava perfeita, aquele tipo de batida que faz a gente rebolar sem nem perceber. Minha amiga noiva me incentivava o tempo todo, e eu deixei o corpo seguir o ritmo.

Foi então que ele se aproximou de vez. O rapaz de cabelo encaracolado escuro, camisa branca quase toda aberta mostrando o peito bronzeado e definido. Ele dançava bem, com um jeito confiante e malicioso. Nossos olhares se cruzaram várias vezes, e ele não disfarçava. Me olhava de cima a baixo me desejando, dos meus olhos ele ia demorando nos meus seios e nas minhas pernas grossas, com um sorriso de canto de boca que me deixava arrepiada.

Um amigo dele, mais alto e sorridente, que depois descobri se chamar Paulo —, veio primeiro e me chamou pra dançar. Eu hesitei. Olhei pra minha amiga, que fez sinal positivo, rindo, ela sabia que eu era fogosa e tinha bebido. “Só uma dança, Larissa. Você é casada, não vai acontecer nada”, pensei. Acabei aceitando.

Enquanto dançava com Paulo, sentia o olhar do outro rapaz queimando em mim. Ele não tirava os olhos do meu corpo. Eu rebolava devagar, o vestido leve subindo um pouco nas minhas coxas grossas, e sabia que ele estava gostando. Aquilo me dava um tesão diferente… uma mistura de vergonha e excitação por estar sendo desejada tão abertamente.

Quando a música ficou mais lenta e sensual, me afatei de Paulo e, quase no mesmo instante, o de cabelo encaracolado tomou o lugar dele. Ele se aproximou devagar, colocou a mão grande na minha cintura e puxou meu corpo pro dele. Nossos corpos colaram. Senti o calor dele, o cheiro bom de perfume masculino misturado com suor e bebida.

— Meu nome é Lucas —murmurou bem pertinho do meu ouvido, a voz grave fazendo minha pele arrepiar. — E você além de linda, dança pra caralho…

Eu só sorri, sem responder de imediato. Meu coração estava acelerado. A mão dele descia um pouco mais na minha lombar, firme, possessiva. Nossos corpos se moviam juntos, quase colados, e eu sentia algo duro pressionando meu corpo. Sabia que era ele excitado… e, pra minha surpresa, eu também estava ficando molhada.

Eu ainda tentava me controlar. Pensava no Rodrigo, na nossa vida juntos, na aliança guardada na bolsa. Mas o corpo traía. Eu estava amando aquilo. Amando ser paquerada, ser desejada, sentir aquele fogo que fazia tempo não sentia. Era como reviver a vida de solteira.

A batalha dentro de mim só estava começando. A razão ainda lutava… mas o desejo já estava ganhando terreno.

A música estava mais lenta e sensual agora. Lucas me mantinha colada ao corpo dele, uma mão firme na minha cintura e a outra descendo devagar pelas minhas costas. Eu sentia o calor da pele dele através da camisa aberta, o peito definido roçando nos meus seios médios. Meus bicos já estavam duros, marcando levemente o tecido fino do vestido.

Ele aproximou a boca do meu ouvido, a voz grave e rouca quase um sussurro:

— Você é perigosa, sabia? Dança gostoso pra caralho… me deixou louco de tesão desde que te vi na pista.

Eu sorri, sem conseguir esconder o quanto aquilo me afetava. Meu corpo inteiro estava quente, a bucetinha começando a latejar. Ele continuou falando baixinho, elogiando meu jeito de rebolar, o cheiro do meu cabelo, como minhas pernas grossas e meu bumbum empinadinho mexiam com ele. Cada palavra fazia minha pele arrepiar. Não tinha forças nem coragem de falar que era casada, pois estava amando aquele jogo perigoso, imaginando que quando ele avançasse eu poderia cortar.

Enquanto dançávamos, nossos corpos se encaixavam perfeitamente. Eu sentia o pau dele duro, pressionando contra minha virilha. Em vez de me afastar, eu rebolava devagar contra ele, quase sem perceber. A bebida e o clima da festa estavam me deixando cada vez mais solta.

Depois de algumas músicas, Lucas me puxou um pouco mais para o canto da pista, ainda colado em mim. Encostou os lábios no meu ouvido novamente e falou direto:

— Gostei demais de você, Larissa. Sério. Não temos muito tempo, amanhã vou viajar cedo… Eu e meus amigos temos um quarto aqui no terreno, o local de eventos é do pai de um deles. Fica no final do caminho à direita, a última porta de madeira pintada de azul.

Ele parou de dançar por um segundo, olhou nos meus olhos com um desejo cru e continuou:

— Estarei te esperando lá. Se você quiser vir… Se não quiser, eu vou entender. Mas eu realmente quero te sentir inteira.

Meu coração disparou. Senti um frio na barriga forte. Nunca tinha traído o Rodrigo. Nunca nem havia cogitado. Mas ali, com o corpo dele colado no meu, o cheiro dele me envolvendo e a bucetinha molhada, eu fiquei em silêncio, mordendo o lábio.

Lucas deu um beijo leve no canto da minha boca, com amão segurando meu cabelo pela nuca, quase uma provocação, e se afastou devagar, caminhando pelo caminho iluminado sem olhar para trás.

Fiquei parada na pista, o corpo latejando. Peguei mais uma bebida para tentar acalmar a mente, mas só piorou. A razão gritava para eu ficar ali, dançando com as meninas. Mas o desejo… o desejo sussurrava para eu seguir aquele caminho, sentia um fogo insuportável que começava pela minha bucetinha e passava pelo corpo todo, era insuportável.

Eu ainda estava lutando.

Mas sabia que estava perdendo a batalha.

Fiquei mais uns quinze minutos na pista, bebendo e tentando me convencer de que não iria. “Sou casada. Vou só dançar mais um pouco e pronto”, repetia pra mim mesma. Mas meu corpo não obedecia. A bucetinha latejava, os bicos dos seios estavam duros e a imagem de Lucas me esperando não saía da cabeça.

Quase sem perceber, meus pés começaram a andar pelo caminho de pedras iluminado. O coração batia tão forte que parecia que ia sair pela boca e a bebida me fez perder qualquer senso de razão, só queria viver aquilo. No fundo eu mesmo me enganava “Só vou conversar um pouco e depois saio, falo que sou casada.…”, mentia pra mim mesma.

A porta de madeira azul estava entreaberta. Empurrei devagar e entrei. Lucas estava em pé, camisa aberta. Assim que me viu, não falou nada. Veio direto pra mim com passos firmes, segurou minha cintura com força e me puxou contra o corpo dele. Antes que eu pudesse dizer qualquer coisa, ele colou sua boca na minha. No fundo era o que eu queria.

O beijo foi intenso, urgente, quase bruto de tão cheio de desejo. Não deu tempo de falar que eu só queria conversar, que eu era casada, nada. A língua dele invadiu minha boca e eu simplesmente derreti. Gemi baixinho e correspondi, minhas mãos subindo pelo peito dele. Agora já não queria falar mais nada, fui desarmada e agora queria aproveitar aquele beijo gostoso.

Em poucos segundos eu já estava completamente entregue ao beijo. Lucas me apertava contra ele, as mãos grandes apertando minha bunda por cima do vestido. Eu sentia o pau dele duro roçando na minha virilha.

Ele me empurrou de leve pra trás até eu ficar de joelhos na frente dele. Abriu a calça e e tirou pra fora um pau lindo, grosso, cheio de veias, eu admirei aquela coisa linda por um tempo e sem pensar muito, peguei o pau grosso na mão e coloquei na boca. Comecei a chupar com vontade, lambendo e mamando cada vez mais fundo, babando no pau dele enquanto ele gemia e segurava meus cabelos.

Foi nesse momento que, ao me mexer, minha bolsa caiu no chão e a aliança dourada escapou, rolando pelo piso do quarto com um barulhinho metálico.

Lucas olhou para o anel, depois para mim com um sorriso safado e surpreso, mas não disse nada sobre aquilo naquele instante. Apenas me puxou, me jogou na cama de bruços e subiu em cima de mim, beijando meu pescoço enquanto levantava meu vestido.

A Larissa controlada tinha desaparecido. Eu já era dele.

Lucas me jogou na cama de bruços e subiu por cima de mim, pressionando o corpo quente contra o meu. Senti o pau duro dele roçando na minha bunda enquanto ele beijava meu pescoço e mordia de leve minha orelha.

— Que boquinha gostosa… — murmurou ele, rouco. — Agora quero sentir você inteira.

Ele me virou de costas, tirou meu vestido completamente e ficou admirando meu corpo com olhar tarado: olhava meus seios médios com marquinha, bicos rosadinhos duros, pernas grossas e o bumbum empinadinho e falou – Como vc é gostosa. Pegou a aliança do chão, olhou, com um sorriso malicioso, por um segundo o nome do Rodrigo dentro dela, acho que pra ter certeza que era um anel de casada, mas não falou nada. Apenas jogou ela na mesinha de cabeceira.

— Vem aqui — mandou, sentando na beira da cama.

Eu me ajoelhei entre as pernas dele novamente, peguei aquele pau grosso e voltei a mamar com mais fome. Chupava fundo, lambia as bolas, babava tudo enquanto ele segurava meus cabelos castanhos-claros e gemia. Eu estava me sentindo uma vadia completa, mas não conseguia parar. Quanto mais ele gemia, mais molhada eu ficava.

Depois de alguns minutos, Lucas me puxou pelos cabelos, me deitou de costas e abriu minhas pernas grossas bem abertas. Ela era mais bruto e mais safado depois que viu a aliança.

— Minha vez. Ele falou

Ele desceu o rosto entre minhas coxas e começou a me chupar toda. A língua quente passou devagar pela minha bucetinha melada, sugando o clitóris, enfiando fundo. Depois desceu mais e lambeu meu cuzinho rosado, circulando e pressionando enquanto enfiava dois dedos na minha buceta.

Eu me contorcia na cama, gemendo alto, apertando a cabeça dele contra mim. Nunca tinham me chupado com tanta vontade. Meu corpo inteiro tremia.

— Ai, Lucas… que delícia… caralho… — gemia, rebolando contra a boca dele.

Ele me chupou até eu quase gozar, depois subiu, posicionou o pau na entrada da minha bucetinha encharcada e me olhou nos olhos com desejo cru.

Eu estava completamente entregue. A aliança esquecida na mesinha. A Larissa casada e fiel tinha ficado do lado de fora do quarto.

Lucas subiu em cima de mim, o corpo forte pressionando o meu contra a cama. Senti a cabeça grossa do pau dele roçando na entrada da minha bucetinha encharcada. Eu estava tremendo de tesão, as pernas grossas abertas ao máximo pra ele.Eu estava amando tudo aquilo.

Sem falar nada, ele segurou minha cintura e meteu tudo de uma vez, bem fundo.

— Ahhh… porra… — gemi alto, cravando as unhas nas costas dele.

Ele era grosso e estava muito duro. Começou a meter devagar no começo, saboreando cada estocada, depois foi aumentando o ritmo. Eu rebolava por baixo dele, sentindo cada centímetro entrando e saindo da minha bucetinha. Meus seios médios balançavam a cada investida, os bicos rosadinhos duros como pedra.

Lucas me fodeu de vários jeitos:

Primeiro de frente, com minhas pernas sobre os ombros dele, socando bem fundo enquanto chupava meus seios. Depois me virou de lado, segurando uma das minhas coxas grossas e metendo com força, o barulho molhado da nossa foda enchendo o quarto. Por fim, me colocou de quatro e me pegou com vontade, as mãos apertando forte meu bumbum empinadinho enquanto ele socava sem parar.

— Que buceta gostosa… apertadinha pra caralho — falava ele com voz cheia de tesão, dando tapas na minha bunda e me chamando de puta, safada, vadia.

Eu estava completamente piranha. Gemia alto, falava coisas que nunca tinha falado pro meu marido:

— Me fode mais forte… ai, Lucas… me usa… me fode bem gostoso…

Gozei pela primeira vez cavalgando ele, rebolando desesperada no pau dele enquanto tremia inteira. Não demorou muito e gozei de novo de quatro, com o rosto enterrado no travesseiro e a bunda empinada pra ele.

Lucas não parava. Metia cada vez mais forte, suado, gemendo meu nome até que finalmente gozou dentro de mim, enchendo minha bucetinha de porra quente e grossa.

Eu fiquei caída na cama, ofegante, sentindo o esperma escorrendo pelas minhas coxas. Meu corpo ainda latejava de prazer.

A culpa ainda tentava aparecer no fundo da mente… mas o tesão era muito mais forte e eu ignorava tudo que a culpa queria trazer.

Ainda estava ofegante, deitada de bruços na cama, sentindo a porra do Lucas escorrendo devagar da minha bucetinha inchada. Meu corpo todo tremia de prazer, mas eu ainda não estava satisfeita. Parecia que quanto mais ele me fodia, mais tesão eu sentia.

Lucas tinha ido ao banheiro e quando voltou passou a mão na minha bunda empinada, apertou forte e deu um tapa sonoro, bem forte.

— Agora eu quero esse cuzinho gostoso — murmurou ele, voz rouca de desejo.

Senti um frio na barriga. Virei o rosto no travesseiro, envergonhada.

— Lucas… espera… — sussurrei, voz trêmula. — Meu marido só comeu meu cu duas vezes… eu tenho medo, dói um pouco.

Ele deu outro tapa na minha bunda, mais forte, e abriu minhas pernas.

— Relaxa. Você não é mais esposa dele aqui dentro. Aqui você é minha puta. Casada que trai é vagabunda e seu comedor é quem manda. Para de falar e aproveita o momento.

Era pra ficar com raiva com o que ele falou, mas aquela frase me acertou como um choque. Minha bucetinha contraiu e melou ainda mais. Eu gemi baixinho só de ouvir, o tesão vencendo qualquer vergonha e eu sabia que estava sendo puta mesmo, e naquele momento eu estava amando.

Lucas cuspiu bastante no meu cuzinho rosado e começou a massagear com o dedo, devagar, circulando o anelzinho apertado. Depois enfiou um dedo, depois dois, abrindo meu cu com paciência enquanto eu rebolava contra a mão dele, gemendo cada vez mais alto.

— Isso… empina esse bumbum pra mim, vadia — ordenou ele.

Fiquei de quatro, empinando bem alto, oferecendo meu cuzinho pra ele. Lucas cuspiu mais uma vez, esfregou a cabeça grossa do pau na entradinha e foi empurrando devagar.

— Ai, caralho… tá muito grosso… — gemi, apertando os lençóis.

Ele foi paciente, mas firme. Quando a cabeça entrou, soltei um gemido longo, misturando dor e um prazer sujo que eu nunca tinha sentido. Ele parou um pouco, deu tapas na minha bunda e continuou enfiando até enterrar tudo.

— Porra… que cu apertado e quente — falou ele com voz rouca, começando a meter devagar.

Logo aumentou o ritmo. Eu estava virando uma puta completa: empinava mais, rebolava contra ele, pedindo mais forte. Nunca imaginei viver aquilo e ser comida daquele jeito e estava amando.

— Fode meu cu… ai Lucas… me fode… sou sua puta hoje…

ele deu um tapa na minha cara e falou vc é minha puta, vadia.

eu pirtei com aquilo, nunca imageinie gostar de um homem me dando tapa na cara, o Rodrigo jamais faia isso,,,,mas minha buceta melou e amei, era como se fosse totalmente daquele homem e ele sabia o que fazia pra me dar prazer.

Ele segurou meus cabelos como rédea e meteu com força, enaunto dava tapas na minha bunda que já estava toda vermelha, o saco batendo na minha bucetinha melada. Eu gozei tremendo inteira, o cuzinho apertando o pau dele como nunca. Lucas não aguentou e gozou fundo dentro do meu cu, enchendo tudo de porra quente.

Quando ele saiu devagar, senti o esperma escorrendo pelo meu cuzinho arrombado e pelas coxas grossas. Eu estava destruída… e completamente viciada.

Como gozei gostoso, puta que pariu...

Ainda estava de quatro na cama, corpo todo tremendo de prazer, era como se a vontade de foder não passasse, eu orgasmo louco...o cuzinho estava latejando e escorrendo porra do Lucas, quando ele deu um tapa forte na minha bunda empinada.

Pá!

Soltei um gemido alto e empinei ainda mais, imaginando que ele daria mais rola, o corpo todo arrepiado de tesão. Mesmo depois de ter sido fodida na buceta e no cu, eu continuava com muito fogo. Não queria parar.

Lucas passou a mão na marca vermelha que deixou na minha nádega e falou com voz safada:

— Fica assim, vadia. Empinada bem gostoso. Meu amigo Paulo, aquele que dançou com você primeiro, também tá louco pra te foder. Ele viu como você rebolava na pista e não para de me mandar mensagem. Fica nessa posição que ele tá vindo agora.

Meu coração disparou. Uma mistura louca de vergonha e excitação tomou conta de mim. Eu sabia que estava indo longe demais, mas não conseguia resistir. Fiquei exatamente como ele mandou: de quatro, joelhos bem abertos, bumbum empinado alto, rosto encostado no colchão e a bucetinha e o cuzinho expostos e melados.

Lucas foi até a porta, abriu uma fresta e fez um sinal.

Segundos depois, a porta se abriu.

Paulo entrou e parou por um instante, olhando pra mim com os olhos cheios de desejo. Ele me viu completamente nua, de quatro, buracos arrombados e escorrendo porra, o corpo tremendo de tesão.

— Caralho, Lucas… que puta gostosa — murmurou ele, já tirando a camisa e abrindo o cinto rapidamente. — Olha o estado dessa casadinha…

Lucas riu e deu outro tapa na minha bunda, me fazendo gemer e rebolar.

— Fala pra ele, vadia. Diz que você quer ser fodida por nós dois.

Eu estava com o rosto vermelho, mas o tesão falou mais alto. Com a voz manhosa e rouca, respondi:

— Quero… quero que você me foda também, Paulo…

Paulo não perdeu tempo. Subiu na cama atrás de mim, apertou minhas coxas grossas, abriu bem minha bunda e esfregou o pau duro na minha bucetinha melada. Meteu tudo de uma vez, fundo e forte.

Soltei um gemido longo enquanto ele começava a socar com vontade, como precisava daquilo, pqp. Lucas sentou na minha frente, segurou meus cabelos e enfiou o pau ainda sujo de porra na minha boca.

Eu mamava Lucas com fome enquanto Paulo me fodia por trás, os dois me usando ao mesmo tempo.

Eu tinha virado completamente a puta deles.

Eu estava completamente perdida. Mamava o pau do Lucas com fome, babando e engasgando enquanto Paulo metia forte na minha bucetinha por trás. Os tapas na minha bunda ecoavam no quarto junto com meus gemidos abafados.

Depois de alguns minutos, tirei o pau do Lucas da boca, olhei pra trás com os olhos vidrados de tesão e falei quase implorando:

— Quero os dois… ao mesmo tempo… Me fodem juntos… Quero DP…

Lucas sorriu com surpresa e tesão.

— Olha só a putinha casada pedindo rola nos dois buracos…

Eles não pensaram duas vezes. Lucas deitou na cama e me puxou por cima dele. Segurei o pau dele e desci devagar, enfiando tudo na minha bucetinha melada. Gemi alto, rebolando até sentir ele bem fundo.

Paulo ficou atrás de mim, cuspiu bastante no meu cuzinho já arrombado e foi enfiando devagar. Senti os dois paus me abrindo ao mesmo tempo. Era uma sensação absurda de estar completamente cheia.

— Ai, caralho… tá muito cheio… devagar… — gemi, mas empinava o bumbum mesmo assim.

Quando os dois estavam completamente enterrados dentro de mim, comecei a tremer. Eles começaram a meter no mesmo ritmo, alternando as estocadas. Eu nunca tinha sentido tanto prazer na vida. Meus seios balançavam, os bicos rosadinhos duros, o corpo todo suado.

— Isso… me arrombem seus gostosos… me fodam juntos… sou puta de vocês… — gemia sem parar, completamente fora de controle.

Paulo dava tapas fortes na minha bunda enquanto Lucas chupava e mordia meus seios e me segurava pelo pescoço, eles sabiam o que fazer com uma mulher. Eu gozei violentamente, o corpo inteiro convulsionando, apertando os dois paus ao mesmo tempo. Os dois gemeram alto e gozaram logo depois: Lucas enchendo minha bucetinha e Paulo jorrando fundo no meu cuzinho.

Fiquei caída em cima de Lucas, ofegante, os dois buracos pulsando e escorrendo porra. Meu corpo estava destruído de tanto prazer.

Mas eu ainda queria mais, não sei o que estava acontecendo comigo, mas estava insaciável e eles perceberam.

Ainda estava caída sobre Lucas, ofegante, com os dois paus saindo devagar de mim e porra escorrendo pelos meus dois buracos, quando a porta do quarto se abriu novamente.

Um homem alto, forte, por volta dos 58 anos, com barba grisalha bem aparada, entrou. Era o pai do Paulo — Roberto, o dono do lugar. Ele parou na porta, olhou para a cena e abriu um sorriso lento e safado.

Eu tentei instintivamente me cobrir, mas Lucas me acalmou, me mantendo exposta.

— Olha só… — disse Roberto com voz grave e grossa. — Meu filho me mandou mensagem e eu não acreditei. Uma putinha casada do interior virando vadia no meu quarto…

Meu rosto queimou de vergonha, mas minha bucetinha contraiu de excitação. Roberto tirou a camisa, revelando um corpo ainda musculoso e bronzeado, e abriu a calça devagar.

— Fica de quatro de novo pra mim, menina — ordenou ele.

Obedeci sem falar nada. Fiquei de quatro na cama como uma puta que só obedece, bumbum bem empinado, coxas grossas tremendo, buceta e cu melados e abertos para ele.

Roberto se aproximou, passou as mãos grandes nas minhas nádegas, apertou forte e deu um tapa bem mais forte que os dos meninos.

— Que bunda gostosa que essa putinha tem… — murmurou.

Ele enfiou o pau grosso na minha bucetinha primeiro, metendo fundo com uma estocada só. Gemi alto. Ele era maior que os dois rapazes. Começou a me foder com força, segurando minha cintura, fazendo meu bumbum balançar.

Enquanto ele me comia, mandou com voz autoritária:

— Chupa os meninos, vadia. Quero ver você mamando enquanto eu fodo você.

Que tesão que eu sentia quando ele dava ordens e me usando como puta.

Lucas e Paulo se posicionaram na minha frente. Eu alternava entre os dois paus, chupando um enquanto masturbava o outro, gemendo com o pau do Roberto socando fundo na minha bucetinha.

Roberto metia cada vez mais forte, dando tapas pesados na minha bunda. Eu estava completamente dominada, gemendo como uma puta barata.

Ele dava orden pros meninos – Vai porra da tapa na cara dessa puta, aperta o pescoço dela, vocês precisam entender cmo puta gosta de ser fodida.

E realmente ele sabia, porque os meninos começaram a fazer isso e me deixaram louca de tesão.

Ele me xingava de puta, vadia, piranha e me enchia de tapas.

Depois de me foder na buceta por um bom tempo, ele puxou o pau, cuspiu no meu cuzinho e falou:

— Agora vou comer esse cu arrombado também.

E começou a empurrar o pau grosso no meu cuzinho, abrindo-me ainda mais.

Roberto empurrou devagar, mas com firmeza. O pau dele era bem mais grosso que o dos meninos e meu cuzinho, mesmo já arrombado, resistiu no começo. Soltei um gemido longo e abafado, com o pau do Lucas na boca.

— Ai, caralho… tá muito grosso… — consegui gemer quando ele conseguiu enfiar a cabeça.

— Relaxa, putinha… você aguenta — falou Roberto, segurando minha cintura com força enquanto ia enfiando centímetro por centímetro até enterrar tudo no meu cu.

A sensação era insana. Eu me sentia completamente cheia, invadida, usada como puta. Comecei a tremer inteira.

Enquanto Roberto metia no meu cuzinho com estocadas cada vez mais fortes, eu mamava os paus do Lucas e do Paulo alternadamente, babando, engasgando, com suor escorrendo de tesão pelo rosto, gemia alto enchendo o quarto com meu som misturando com as estocadas e tapas. Meus seios balançavam soltos, bicos rosadinhos durinhos, o corpo todo suado e marcado de tapas.

— Isso… mama gostoso enquanto eu arrombo seu cu, sua vadia casada — grunhia Roberto, dando tapas pesados na minha bunda.

Eu estava totalmente entregue. Não tinha mais nenhuma vergonha. Só queria ser usada pelos três.

— Me fode… me arromba… sou puta de vocês… — gemia entre um pau e outro na boca.

Roberto metia cada vez mais rápido e fundo no meu cuzinho. Lucas e Paulo seguravam meus cabelos, fodendo minha boca. Eu gozei violentamente, o corpo convulsionando, o cuzinho apertando forte o pau grosso do Roberto.

Ele não aguentou. Deu mais algumas estocadas brutas e gozou fundo dentro do meu cu, enchendo tudo de porra quente. Quase ao mesmo tempo, Lucas e Paulo gozaram na minha boca e no meu rosto, jatos grossos escorrendo pelo meu queixo e pingando nos meus seios.

Fiquei caída na cama, destruída, os três buracos latejando, o corpo inteiro coberto de suor, porra e marcas vermelhas. Respirava com dificuldade, mas com um sorriso satisfeito no rosto.

Eu nunca tinha me sentido tão puta… e tão viva.

Depois de quase uma hora no quarto, eu me levantei devagar, as pernas ainda tremendo. Meu corpo estava dolorido de um jeito gostoso — bucetinha e cuzinho inchados, latejando, coxas grossas meladas de porra dos três. Tinha marcas vermelhas de tapas na bunda e alguns chupões discretos nos seios. Eu me sentia completamente usada… e absurdamente realizada.

Antes de sair, fiz questão de me despedir deles à altura. Cheguei perto deles mais uma vez e segurei o pau deles um a um, dando uma última pegada firme e carinhosa, olhando nos olhos deles enquanto mexia. Depois dei um beijo demorado na boca de cada um, sussurrando um “obrigada pela foda deliciosa” bem baixinho.

Eles sorriram satisfeitos. Lucas apertou minha bunda com força, Paulo deu um tapa sonoro e Roberto dedilhou minha buceta melada de porra, falando rouco:

— Porra, você é a puta mais deliciosa que a gente já comeu nessas festas. Volta sempre que quiser, casadinha.

Eu sorri, mordendo o lábio, sentindo a bucetinha latejar de novo só de ouvir aquilo. Sabia que se ficasse mais um minuto, ia querer mais rola. Então, antes que o tesão me fizesse perder completamente o controle, me forcei a me afastar.

Tomei um banho rápido no banheiro do quarto, lavando bem entre as pernas, tentando tirar o máximo possível da porra que ainda escorria. Arrumei meus cabelos, como dava, ajeitei o vestido e me olhei no espelho. Tinha um brilho safado nos olhos e um sorriso que não conseguia apagar do rosto.

Saí do quarto caminhando devagar pelo caminho de pedras, sentindo o vento do mar no rosto. Mesmo depois do banho, ainda sentia um pouco de porra escorrendo pela calcinha enquanto voltava para a festa.

Assim que cheguei perto da pista, minha amiga, a noiva, me viu e veio correndo:

— Lari! Meu Deus, onde você se meteu esse tempo todo, mulher? Sumiu!

Eu sorri, tranquila e com um ar de felicidade genuína:

— Ah, eu fui dar uma volta na praia… — respondi com naturalidade. — O sinal daqui é uma merda, fui tentar ligar pro Rodrigo. Ele mandou um beijo pra você e pediu pra te parabenizar de novo.

Ela me abraçou forte, aliviada. Eu retribuí o abraço, sentindo o corpo ainda sensível.

— E aí? Tá tudo bem com ele?

— Tá tudo ótimo… — falei, o sorriso crescendo. — Sério, amiga. Eu tô muito feliz hoje. Essa festa tá sendo inesquecível.

Peguei mais uma taça de espumante, voltei pra pista e comecei a dançar devagar ao som da música. Meu corpo estava marcado, os buracos ainda latejavam, o gosto dos três ainda na boca… mas eu me sentia leve, viva e estranhamente em paz.

Ninguém nunca saberia.

E eu guardaria aquele segredo com muito prazer.

Voltei para o meu quarto no resort já quase de manhã. O corpo estava exausto, dolorido e completamente marcado pela noite. Tomei outro banho, mas não adiantou muito — ainda sentia o cheiro deles na minha pele, o gosto na boca e a porra escorrendo devagar.

Deitei na cama só de calcinha, apaguei as luzes e fiquei olhando o teto por alguns minutos. Meu coração ainda batia acelerado. Então, sem nem perceber, minha mão desceu devagar pela barriga até entrar dentro da calcinha.

Estava molhada de novo.

Enquanto meus dedos circulavam o clitóris inchado, fechei os olhos e comecei a repassar tudo o que tinha acontecido:

Lucas me comendo com força na buceta… Paulo metendo junto com ele, os dois me arrombando ao mesmo tempo na DP… Roberto, o pai dele, socando meu cuzinho com aquele pau grosso enquanto eu mamava os dois rapazes…

Eu gemia baixinho, os dedos cada vez mais rápidos.

Quando era adolescente, eu lia muitos contos eróticos escondida e assistia vários vídeos de DP, gangbang leve e garotas que se entregavam pra três ou mais caras. Me masturbava muito com essas fantasias, gozando várias vezes imaginando cenas assim. Mas sempre achava que era só fantasia. Coisa que eu nunca faria na vida real. Eu era a Larissa tímida, casada, fiel…

E hoje eu tinha feito. Tinha virado puta pra três homens ao mesmo tempo sem planejar, simplesmente aconteceu. Tinha pedido DP. Tinha deixado meu cuzinho ser arrombado enquanto chupava dois paus. E tinha amado cada segundo.

Essa lembrança me deixou ainda mais louca. Enfiei dois dedos na bucetinha melada, rebolando contra a própria mão, imaginando os tapas na minha bunda, os gemidos deles, a sensação de estar completamente cheia e usada.

Gozei forte, mordendo o travesseiro para não fazer barulho, o corpo tremendo enquanto as imagens não paravam de passar na minha cabeça.

Quando a onda passou, fiquei ali, ofegante, com um sorriso satisfeito no rosto.

“Talvez toda mulher precise viver algo assim uma vez na vida… uma aventura inesperada, sem limites.”

Foi lindo. Foi putaria. Foi intenso. Mas agora acabou.

Guardei a aliança de volta no dedo, abracei o travesseiro e adormeci com o corpo relaxado e a mente cheia de memórias secretas.

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Comentários

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Conto gostoso de ler. Durante todo o tempo de leitura permaneci excitado, imaginando minha esposa me traindo e depois me contando tudo em detalhes e ainda me dizendo algo do tipo "sou safadinha e taradinha, meu te amo".

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