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Meu amigo - Parte 1

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Um conto erótico de Gui JJ
Categoria: Homossexual
Contém 3945 palavras
Data: 09/07/2026 18:01:09
Assuntos: Gay, Homossexual

A história que vou contar foi real, aconteceu durante minha adolescência junto com um amigo. Para preservar a identidade dele e a minha usarei nomes falsos.

Tínhamos 14 anos de idade e estávamos jogando vídeo game na minha casa, sozinhos. Esse meu amigo, que vou chamar aqui de Ítalo, morava na rua da minha casa, não muito longe, e costumeiramente vinha até a minha casa e eu ia na dele, passávamos o dia brincando, jogando bola, vídeo game, etc, e às vezes dávamos uma volta na rua. Ele tinha pele negra clara (morena), era magro, tinha os cabelos pretos com corte degradê e olhos escuros, o nariz dele era adunco e os lábios eram um pouco grossos. Eu tinha pele morena também, mas só que bem mais clara que a dele, eu também era magro e tinha cabelos negros e olhos castanhos escuro, meu nariz era bem pequeno em relação ao dele. Nos conhecíamos desde a infância. Quando chegamos na adolescência viviamos tendo aquelas conversas de adolescente, tendo aquelas falas de "mente poluída", tirando sarro...

Havíamos passado boa parte da tarde jogando e em um momento paramos pra beber água.

--- Tô com sede --- disse o meu amigo, Ítalo.

--- Eu também --- falei. --- Bora tomar uma água, depois a gente termina de jogar.

A gente levantou da cama, onde estávamos sentados, usando apenas shorts (ele usava um verde e eu um azul claro), e fomos até a cozinha. Eu abri a geladeira e tirei a garrafa de água. Ele trouxe um copo e esperou que eu colocasse a água pra ele.

--- Pra quê copo? Bora tomar na garrafa mesmo --- disse a ele.

Ele deixou o copo no armário enquanto eu bebia diretamente da boca da garrafa, quando terminei, dei a ele a garrafa e ele bebeu diretamente da boca também. Esperei terminar para que eu pudesse guardar a garrafa na geladeira e quando a fechei ele falou:

--- A água já passou direto --- e deu um risinho.

--- Quer mijar? --- perguntei. --- Pior que eu tô segurando desde cedo também, por causa do jogo.

--- Bora mijar no quintal, que tá mais perto --- respondeu o Ítalo.

Desde novos não tínhamos vergonha de fazer certas coisas íntimas na frente um do outro. Quando tínhamos por volta dos oito anos de idade o Ítalo soltou um pum alto achando que não ia fazer barulho, rimos da situação e perdemos a vergonha daquilo, desde então ele peidava na minha frente e eu na frente dele sem problemas, começamos a tratar as necessidades como algo natural mesmo, urinávamos sem problema na frente um do outro desde então também, falávamos de pinto, bunda e cocô, sem tabu algum.

Já aos 14 anos, costumávamos quase sempre urinar juntos e nesse dia não foi diferente. Fomos descalços até a porta dos fundos que dava para o quintal. Andamos até atrás de umas plantas e árvores, onde era mais isolado, baixamos a parte da frente dos shorts e das cuecas e colocamos nossos pintos para fora, o dele e o meu tinham o mesmo tamanho moles, tamanho habitual para adolescentes de 14/15 anos de idade, não tínhamos pelos, era tudo lisinho, apesar do Ítalo ser mais escuro que eu o meu pau tinha a mesma tonalidade morena que o dele.

Ele começou a mijar primeiro, eu logo em seguida, soltamos jatos bem amarelos e intensos, estávamos muito apertados. Eu terminei na frente dele e ele ainda demorou um pouquinho mais.

--- Caramba --- eu disse rindo, sacudindo e guardando o meu pinto ---, mais um pouco e tu se mijava na cueca, né?

Ele riu e peidou grave e baixo.

--- Eu tava aguentando desde que eu cheguei.

Terminou, sacudiu e guardou o pênis também enquanto eu esperava.

Voltamos para o quarto e no caminho ele soltou outro peido baixinho. Terminamos de jogar vídeo game e fomos para a cozinha beber refrigerante. Fizemos um campeonato de arrotos, de quem arrotava mais alto.

Logo depois ele foi embora pra casa.

Passei um tempo assistindo televisão e fui tomar banho. Enquanto eu lavava as partes íntimas senti vontade de brincar um pouquinho. Na época eu estava naquele período em que a qualquer momento eu sentia vontade de bater uma.

Em pé ali no chuveiro, com o corpo todo molhado, eu comecei a brincadeira. Enquanto com a mão direita esfregava o pau, com a a mão esquerda esfregava o meio da bunda, algumas vezes eu sentia vontade de pegar na bunda enquanto me masturbava, geralmente quando eu fazia no chuveiro, o tesão parecia maior. Não enfiava o dedo no cu, só esfregava pra cima e pra baixo o meio da bunda e a entrada do cu.

Quando terminei, mijei no chão. A urina amarelada se misturou com a água do chuveiro que escorria para o ralo. Lavei as partes íntimas outra vez, as mãos e terminei o banho.

À noite, antes de dormir, bati mais uma. Quando eu fazia na cama eu precisava virar de lado, para a parede, na hora de gozar, pra que não sujasse nada. Confesso que eu detestava gozar na época, pois aquilo atrapalhava que eu pudesse me masturbar deitado na cama, que eu achava o melhor lugar. Eu ainda preferia como antes, quando ainda não tinha ejaculação e eu podia fazer até de roupa, lá pros meus 11 anos (comecei a ejacular com 13 anos). Não gostava muito de fazer em pé, deitado eu ficava mais a vontade e tinha o costume (na verdade ainda tenho até hoje) de esticar as pernas e os pés enquanto me masturbo, e em pé era meio ruim.

Cerca de um mês depois, meu amigo Ítalo e eu estávamos novamente em casa jogando vídeo game numa tarde. Depois que terminamos, fomos dar uma volta pelo quintal, conversar e olhar o ambiente. Em um momento, senti vontade de peidar, e como não tínhamos vergonha de soltar na frente um do outro, eu soltei, mas eu não esperava que ele também fosse peidar ao mesmo tempo. Fez um barulhão. Um agudo e o outro grave. Nós nos entreolhamos e rimos.

--- Caraca! --- disse o Ítalo, rindo.

Não demorou a subir o cheiro muito forte. Eu não fazia ideia se era do meu ou do dele, mas eu tinha certeza que devia ser dele, pois eu tinha soltado vários puns ao longo do dia e em nenhum momento eu soltei algum com cheiro.

--- Chega tá podre! --- falou o Ítalo ainda rindo e abanando o ar com as mãos.

--- Comeu coisa estragada foi? --- provoquei ele.

--- Sabe se fui eu? --- refutou ele.

--- Eu não tô podre assim não --- respondi. --- É tu que vive se peidando desse jeito, estragado.

O Ítalo, na maioria das vezes, peidava com cheiro bem forte, daqueles que o cheiro demora a sair.

--- Vê se tu não se cagou --- eu ri da cara dele.

Ele, também rindo, apalpou a bunda, através do short vermelho que usava, e tentou olhar, virando a cabeça para trás, checando se realmente não tinha acontecido nada.

--- Tá tudo certo aqui --- afirmou o Ítalo ainda risonho. --- Lembrei de uma vez que eu fui peidar e caguei sem querer.

--- E tu não sabia o que tava sentindo? --- perguntei, risonho, enquanto dávamos uma volta entre grandes árvores.

--- Eu não sabia --- defendeu-se Ítalo. --- Eu tava com diarreia, pensei que era só um punzinho. Ainda bem que eu segurei a tempo de não encher toda a cueca.

Dei risada.

--- Acontece --- eu falei, risonho. --- Já aconteceu comigo algumas vezes. Ano passado aconteceu na hora que eu tava tomando banho. Ainda bem que eu tava no chuveiro.

--- Acho que já aconteceu com todo mundo. Igual mijar na cama. Todo mundo já mijou dormindo quando era pequeno --- disse Ítalo. --- Pior que eu quase mijei na calça na escola uma vez, e eu nem era mais pequeno, foi no ano passado.

--- Por que?

--- Eu tava segurando um tempão, e eu tive que esperar todo mundo ir embora, porqueele abaixou a voz, como se estivesse um pouco sem jeitoo meu negócio tava duro.

--- Ah --- assenti, copreendendo. --- Era por que tu tava segurando muito tempo, né? Acontece comigo também.

--- Era --- respondeu o Ítalo. --- Dá uma raiva. Só por que eu queria mijar. Ainda bem que ninguém viu.

--- É engraçado --- comentei, enquanto passávamos entre os arbustos onde tínhamos urinado na outra vez. --- Pra que que ele fica duro quando a gente tá com muita vontade de mijar? Tipo, era pra ficar só quando a gente sente vontadebaixei a voz, meio acanhadode pegar lá... e vê algumas coisas.

Nos entreolhamos e rimos baixinho.

--- Tu já solta aquele negócio branco? --- perguntou Ítalo num sussurro. --- Depois deEle fez um movimento com a mão, simulando masturbação.

Hesitei no começo, um pouco inseguro e com vergonha, mas então respondi, sussurrando:

--- Já. E tu?

Ele afirmou com a cabeça.

--- Já mostrou pra alguém? --- quis saber o Ítalo.

--- O quê? --- perguntei, em dúvida se ele estava falando do meu pau ou da ejaculação. O pau, praticamente ele sempre via quado íamos mijar.

--- Teu pinto --- respondeu o Ítalo. --- Tipo, além de mim, outra pessoa já viu?

--- Não. Só pra ti mesmo.

--- Nunca brincou, tipo, de fazer sexo? --- indagou Ítalo, ainda em voz baixa, como se estivesse com receio de que alguém ouvisse. Mas não tinha ninguém por perto, nem em casa. Meus pais estavam trabalhando e meu avô estava olhando o movimento da rua, lá fora da casa, na calçada. Estávamos bem longe no quintal.

--- Não. Mas tenho vontade --- sorri sem jeito.

--- Também nunca brinquei de sexo. Tenho vontade também --- Ítalo sorriu.

Paramos em outra parte do quintal, numa área onde as plantas cobriam quase tudo, só havia uma lacuna de tamanho médio cercada por arbustos e árvores.

--- Bora tentar? --- propôs Ítalo.

--- Mas e se alguém chegar?

--- Não vai não, a gente faz rapidinho, só pra experimentar. A gente já se conhece e não tem vergonha de ver as partes dos outros...

Sorrimos e concordamos.

Senti uma leve arrepiada e meu pau acordou bem pouquinho. Eu imaginava como deveria ser a sensação.

--- Quer fazer de que jeito? --- perguntei.

--- Sei lá... deixa eu... Tu deixa eu te chupar?

Hesitei, rindo envergonhado. Parecia ser estranho sentir a boca de alguém no pênis. Até aquele momento só sentira a própria mão, ou algum objeto que usava algumas vezes.

--- Acho que vai fazer cóssegas --- eu ri.

--- Mas é rapidinho... deixa eu te chupar. Quero saber como é.

--- Tá bom --- assenti.

Nos acomodamos num canto da lacuna e então baixei até os pés o short preto que eu estava usando. Ítalo pediu para que eu ainda não baixasse a cueca branca que eu usava. Ele apalpou a mão no meu pênis mole através da cueca. No início foi estranho sentir outra mão que não fosse a minha pegar ali. Meu órgão começou a crescer devagarinho. Ítalo baixou a frente da minha cueca e pegou meu pau com as mãos.

Acariciou-o e apalpou meus ovos. Olhou para minha cara e riu. Eu ri de volta, sem saber ao certo como reagir, mas a sensação era muito boa.

Meu pau cresceu mais. Acho que meu amigo nunca o tinha visto duro antes. Ítalo colocou-o na boca. Senti os lábios dele deslizando suavemente pra cima e para baixo. Senti a língua macia deslizando pela parte de baixo. Nunca tinha parado para pensar o quanto a boca de alguém também é gostosa. O quão excitante são os lábios e a língua de alguém.

Fiquei um tempo sentindo aquela boca me chupando, mas ao mesmo tempo sentia cóssegas, e não aguentei por muito tempo. Puxei o pênis da boca dele e ri.

--- Não consigo, faz muita cóssega.

Ele riu e levantou.

--- Quer experimentar o meu? --- perguntou ele.

Hesitei, eu não tinha coragem de logo de primeira enfiar a boca no pênis do meu amigo. Até o momento nunca tinha tocado no órgão dele, só o via mijando.

--- Acho que ainda não --- respondi. --- Mas eu posso tocar?

--- Pode.

Ele baixou o short vermelho até os pés. Fiz como ele fez comigo. Apalpei o pau dele através da cueca azul claro que usava. O pênis dele estava meio duro. Abaixei a frente da cueca e acariciei.

Também era meio esquisito pegar em um pinto que não era o seu, mas passados uns minutinhos, o prazer ganhou.

Massageei o pau dele, aos poucos endureceu totalmente, como foi com o meu (o meu, inclusive, ainda estava para fora da cueca e o sentia pingar). Expus a glande dele e fiquei observando cobiçoso aquele buraquinho por onde vi várias vezes a urina sair. Agora estava úmida por uma babinha que brotava devagarzinho. Apalpei os ovos dele e passei a mão pela sua barriga.

--- Deixa eu ver atrás? --- ele me pediu.

Eu concordei, apesar de um pouco envergonhado. Ele nunca havia visto minha bunda antes, mesmo ouvindo e sentindo os puns que soltava às vezes, mas ver a minha bunda era a primeira vez. Nesse momento, fiquei curioso para ver a dele. Ver o lugar de onde sempre ouvia ele soltar aqueles flatos por tanto tempo. Fiquei mais excitado.

Virei de costas e baixei a parte de trás da cueca branca. Não demorou muito e senti a mão do Ítalo acariciando minhas nádegas, depois, ele pediu para que eu inclinasse um pouco para a frente. Inclinei e senti ele abrindo minhas nádegas. O meu ânus estava exposto para ele. Foi um misto de um pouco de vergonha e de sensação de liberdade. Ítalo ficou esfregando o dedo ao redor do meu cu. A vergonha foi embora e senti apenas prazer. Mas eu queria logo ver o dele.

--- Deixa eu ver a tua bunda agora --- pedi.

Virei de frente para ele. Agora eu estava com tudo de fora. Meu short e a cueca estavam nos pés.

Ítalo virou de costas, inclinousse um pouco para a frente e eu apreciei aquela bunda através do short vermelho, virada para mim. Eu nunca tinha parado para apreciar e ver o quão bonita era, mesmo meu amigo estando de short.

Apalpei a bunda dele através do short, era mágico sentir outra bunda que não fosse a minha. Massageei cada parte da nádega, senti as curvas e o meio, mais fundo do que ao redor. Abaixei o short dele e a cueca. Vi, encantado, aquela bunda morena, lisinha e redondinha. Passei a mão e abri as nádegas dele. Lá estava, o seu ânus, sem nenhum pelo, fechadinho, os ovos pendurados embaixo.

Acariciei e admirei aquele buraco, de onde eu sempre ouvia ele peidar. Parecia mágico. Era como se confirmasse: "Ele é como eu também! Ele também faz as suas necessidades como eu, tem uma bunda como a minha, com a mesma função".

Desejei que ele peidasse. Pode parecer estranho, mas era como ver algo tão íntimo que causava tesão, era uma das maiores intimidades do ser humano, ainda mais vindo de alguém que você já tem certa intimidade.

Afundei o nariz no ânus dele e cheirei. Senti o cheiro do cu, imaginei abrindo e defecando. Queria poder ver.

Passei o polegar sobre as dobrinhas do seu cu, acariciei devagarinho, sentindo a textura, desci o dedo pela costura do saco até a cabeça do pênis dele, massageei as suas bolas. Então ele se ergueu de repente, fechando as nádegas nos meus dedos.

--- Acho que tá vindo alguém --- disse o Ítalo.

Levantamos depressa as cuecas e os shorts e nos encaramos rindo. Voltamos a caminhar pelo quintal e descobrimos que o som de alguém vindo era do cachorro.

--- A gente pode tentar fazer isso de novo outro dia --- ele sugeriu sorrindo. Eu retribuí o sorriso.

--- Viu meu pinto duro? --- perguntei a ele, enquanto andávamos entre algumas samambaias.

--- Aham --- riu ele, olhando para o meu short, na região do meu pênis, que já estava mole assim como o dele. --- O meu ficou também. --- Ele apalpou o próprio short na região genital.

Continuamos a caminhar uns minutos.

--- E o meu cu? --- Ítalo perguntou, rindo. --- Gostou do cheiro?

--- Cheiro de cocô --- eu ri. Ele riu também. E continuei: --- Tu faz que horas?

--- O quê? --- perguntou o Ítalo, ainda rindo.

--- Que horas tu caga? Eu faço de tarde.

--- Ah. Eu faço de noite --- respondeu ele, como uma conversa super comum e sem vergonha alguma de confessar. --- Mas hoje eu fiz de manhã.

--- Hoje não me deu vontade ainda --- comentei. --- Tem dias que eu nem faço.

--- Eu também, mas tem vezes que cago mais de uma vez. Acho que é quando eu como muito. Será que a gente consegue brincar disso que a gente brincar de novo outro dia?

--- Consegue sim. Foi legal, não é? Mas agora eu preciso tomar banho, já tá ficando tarde.

--- E eu preciso ir pra casa. Então qualquer dia desses a gente se vê.

--- Falou.

Demos um aperto de mão e nos despedimos. Eu estava ansioso para podermos "brincar" de novo.

Levou bastante tempo para conseguirmos um tempo disponível para ficarmos sós. Nas várias vezes que nos encontramos para jogar videogame ou jogar bola, tinha gente em casa. Somente uns dois meses depois é que enfim conseguimos um dia em que todos de casa haviam saído.

Era de tarde, ficamos conversando e assistindo TV inicialmente, mas depois tocamos no assunto e resolvemos começar a brincadeira.

Ítalo e eu fomos para o quarto e trancamos a porta. Eu usava um short de cetim azul marinho, tipo calção de futebol e estava sem camisa. Ele, também sem camisa, usava um short verde de cordões. Sentamos lado a lado na cama e discutimos como começaríamos.

--- Quer primeiro fazer o quê? --- perguntei a ele.

--- Hum --- pensou, e sorriu olhando para o meu short. --- Deixa eu te chupar de novo?

O encarei. Fiquei um pouco hesitante, por causa das cóssegas que ser chupado causava, mas então decidi aceitar.

--- Tá bom, mas tenta não fazer tanta cosquinha --- falei.

Ele apalpou meu pau através do short, massageando. Meu órgão começou a crescer devagarinho. Ítalo olhou do meu short para meus olhos. Comecei a apalpar o short dele e senti o pau dele também começar a crescer de leve. Ítalo baixou meu short e a minha cueca preta, e ficou amaciando a cabeça do meu pinto.

Ele abaixou a cabeça e enfiou a boca no meu pau. Senti os lábios macios e úmidos chupando, a língua molhada esfregando a cabeça, o buraco da uretra e descendo até a metade do genital. Tentei conter as cóssegas que eu sentia, meu corpo arrepiava, meu coração acelerava. Eu suspirei de excitação. Estiquei as pernas ao ponto em que ficaram erguidas no ar enquanto eu apertava as mãos na cama em que eu continuava sentado.

--- Ai, tá bom, tá bom --- eu disse, já não conseguindo suportar mais as cóssegas. --- Não tô aguentando, faz muita cosquinha --- e ri.

Ítalo tirou a boca e levantou a cabeça, me encarando e rindo.

--- Pô, cara, interrompe no melhor. --- falou ele, rindo indignado.

O encarei mais uma vez, desejava sentir mais do corpo dele, pedi para nos abraçarmos e sentirmos o corpo um do outro.

Levantei a cueca e o short, ficamos de pé, frente a frente, nos aproximamos e demos um abraço apertado. Encaixei o meu pescoço pelo lado do dele e apertamos peito com peito, barriga com barriga, pinto com pinto.

Começamos a roçar o short um com o outro, senti o meu pau pressionado contra o dele, senti as nossas bolas se tocando. Meu pênis enrijeceu, quase ao mesmo tempo que o dele. Apertamos e esfregamos ainda mais. Esfregamos as solas de nossos pés uma nas outras também, sentindo a textura macia das solas e os dedos. Nunca tinha parado para perceber o quão gostoso esfregar os pés nos deles era, e o quão excitante era sentir a textura dos pés dele. Desci as mãos por suas costas, do mesmo modo que ele fazia em mim. Passei a mão sobre suas nádegas através do short, senti a textura macia e carnuda, desejando cheirá-la outra vez. Apertei o dedo no meio da bunda dele, sentindo através do short o ânus fechadinho dele.

--- Eu posso sentir a tua boca? --- perguntou o Ítalo, baixinho, no meu ouvido.

Aceitei, nos encaramos, nossos narizes estavam a centímetros um do outro. Ele deu uma fungada no meu nariz e me beijou.

Os lábios úmidos dele chuparam os meus, retribuí, fazendo o mesmo. Enfiei a ponta da minha língua na boca dele e ele chupou-a, como fez com meu pau. Começamos a dar um grande beijo de língua ao mesmo tempo em que roçavamos nossos paus duros através dos shorts um contra o outro e apalpávamos as nossas bundas.

Quando terminamos de nos beijar, nos afastamos um pouco, tiramos toda a roupa e subimos na cama, onde deitamos lado a lado. Pus minha perna esquerda por cima do corpo dele, encaixando meu pau com o dele. Demos mais um beijo de língua e de repente ele parou.

--- Quero mijar --- disse o Ítalo, sorrindo.

--- Eu também.

Nos levantamos e, dali da cama, fomos até a janela que dava para um corredor cheio de lama e mato, que levava ao quintal.

De joelhos na cama, apontamos nossos pênis para fora da janela e mijamos. Esguichei um jato amarelo e longo enquanto o Ítalo soltava um jato claro, quase sem cor. Fizemos movimentos de masturbação um no pau do outro durante a mijada, e no fim, demos um selinho.

--- Deixa eu chupar só mais um pouquinho --- pediu Ítalo, cobiçoso.

--- Mas tá só mijo --- respondi.

--- Não tem problema. Deixa, por favor...

Deixei, e ali na beira da janela mesmo, onde tínhamos acabado de mijar, ele baixou a cabeça e enfiou a boca no meu pau.

Senti novamente aquela língua deliciosa esfregando meu pinto, forçando a ponta na saída da minha uretra suja de urina. Eu não sabia porque, mas quando a ponta da língua dele tentava entrar no buraquinho, senti vontade de forçar urina e mijar com vontade na boca dele. Fiz um pouquinho de força, mesmo sabendo que eu não tinha mais nem uma gota de mijo, aquilo me deu tesão. Acabei soltando um pum curto e agudo. Senti ele rir com a boca no meu pau.

Quando ele acabou de me chupar, já estava ficando um pouco tarde. Não tivemos mais tempo de fazer mais quase nada. Nem consegui bater punheta e eu estava na expectativa de ver ele bater também, ainda não tive a chance de ver. Mas antes de finalmente acabarmos, pedi para dar pelo menos uma cheirada na bunda dele.

Ele se debruçou na janela, fiquei atrás dele e contemplei aquela bunda morena e macia. Passei a mão em suas nádegas e a abri. Admirei aquele ânus apertado e afundei meu nariz nele.

Cheirei com toda a vontade, o cheiro de cocô estava mais perceptível desta vez. Funguei cada forma e curva daquele cu. Dei um beijo numa das nádegas e fui para o lado dele, na janela, rindo. Tinha me dado muita vontade de urinar outra vez. E para a minha surpresa, ele também estava com vontade. Talvez fosse pelo calor do momento.

Mijamos junto mais uma vez. Ele soltou um jato tranparente, e eu também, igualmente transparente. Nossos paus continuavam duros.

Finalizamos, descemos da cama e vestimos as roupas. Esperamos nossos pintos relaxarem e voltarem ao normal, então nos despedimos.

--- Tchau, Nathan --- despediu-se ele.

--- Tchau, Ítalo --- falei. --- Até qualquer dia desses.

--- Outro dia a gente faz de novo --- riu ele, indo embora.

CONTINUA...

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