Numa locadora de filmes no interior uma galera de amigos, sempre assistíamos filmes pornô depois das 22h, todos gostavam de ver um homem com várias mulheres, eu tinha preferência pelo oposto, ver vários homens com uma mulher.
Gostava de ver vários paus, tamanhos, cores diferentes, depois fui também gostando de ver sexo anal, daí um dia paguei para ver um filme sozinho, já estava com calafrios, queria ver sexo gay, aquilo me consumindo, meu pau doía de tezão.
Não gostava de ver homens se beijando, nunca tive vontade de beijar homem, gosto de mulher, mas hoje entendo que sou liberal, tarado, pervertido, gosto de sexo, sem pudores, desde que seja bom para ambos.
O filme já começou com dois homens de beijando, ambos brancos, fortes, arrancando as roupas, paus duros, pulando, pulsando, de repente um ficou de joelhos mamando, e num zaz nada estava forçando entrada...
Tomei um susto ao perceber que o dono da locadora abriu a porta e sorrindo falou.
- Você gosta disso?
Engasguei, tentei negar dizendo
- Era só curiosidade.
Fui desligando a TV, minhas bochechas ardiam de vergonha,
Ele saiu, fechou a porta, quando tentei sair foi impedido, João o dono da locadora me bloqueou, meu coração quase saindo pela boca, aos pulos, ardendo o rosto de vergonha, ele baixou a porta, ficando apenas ele e eu.
João - Vamos realizar seu desejo
Eu - Não era só curiosidade, não quero
João - Relaxa vou com cuidado, vou te foder bem devagar, no seu tempo
Eu - Eu, eu, eu não sou gay, só queria ver...
João - Você vai gostar
Me empurrou para os fundos, meu coração descompassado, trêmulo, minhas pernas não tinham vontade própria, apenas obedecendo, tremendo...
João tinha uns 45 anos, branco, forte, mas não musculoso, em torno de 1,8m de altura, eu 1,6m magro, nunca tinha transado de nenhuma forma, apenas obedeci.
Me empurrou para o chão, tirou minhas roupas muito rápido, abaixou as calças com dificuldade, junto com a cueca, arrancou as do corpo totalmente, saltando uma piroca de uns 20cm, branca, com veias saltadas, pulsando, forçou contra minha boca.
Quando encarei de frente, deu medo, um buraquinho no centro, escorrendo uma gota viscosa, transparente, meu pau permanecia flácido, pequeno, encolhido, forçou contra minha boca, abri e fui sentindo avançar.
Quente, um pouco salgado, amargo, entrando um terço aproximadamente, abaixou puxando minhas mãos para massagear, fui punhetando instintivamente, parecia brasa, as veias saltadas, segurou minha nuca forçando para dentro e para fora.
Engasguei, tossindo, babando cada vez mais ... massageava as bolas grandes, pentelhudo, mandou chupar da base para cabeça, senti saltando dentro da boca, senti meu pau doer, só aí percebi que estava de pau duro.
- Levanta. Ordenou
Levantei, me virou de costas nu, colocou o pau entre minhas coxas e foi fedendo, entre as coxas, parecendo brasa, indo e vindo, sacou rápido, mandou lubrificar com minha saliva, glock, glock, glock.
Me colocou debruçado sobre a mesa de atendimento, apoiado as mãos, ficando semi-flexionado o tronco, pernas abertas, pau doendo em riste, senti algo como um taco de basebol forçando meu cuzinho virgem.
Cada estocada eu travava ainda mais.
- Relaxa senão vai doer
Relaxei e senti ser partido ao meio, rasgando cada prega anal, ardendo, mas um caminho sem volta, até a cabeça passar, com muita força foi adentrando, senti escorrendo, cada centímetro, tinha certeza que já tinha entrado tudo, mas ele disse.
- Já foi a cabecinha, agora é mais fácil
Como assim a cabeça, tinha certeza que não aguentaria mais, ele tirou passou saliva, e foi metendo, entrava a cabeça e saía, casa vez com mais força, tentei escapar, ele me segurou com força, rasgando, invadindo, me virando ao avesso cada saída.
Até que senti seu corpo se chocando ao meu, ploc, ploc, ploc, coloquei a mão por baixo, tinha entrado metade, indo e vindo, ele, me falou.
- Pronto agora já é homem, minha putinha, apertadinha.
Continuava indo e vindo, ploc, ploc, ploc, senti minhas pernas bambearem, moles, ele me segurou com força, tocando meu pau duro, sorrindo... gemi e tive meu primeiro orgasmo, senti ânsia de vômito, pernas moles, sensação de desmaio.
- Minha putinha tá gostando?
Gemeu forte, parecia querer colocar até as bolas para dentro, hummmmm, colou bem no fundo, senti pulsando, ficamos colados, corpos quentes, até desfalecer saiu fácil, senti um vazio, contrai o ânus, sentindo escorrer algo nas pernas.
Nos vestimos.
- Nunca tinha comido um cuzinho, o seu foi o primeiro, minha mulher sempre me negou.