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Transando na rua em São Paulo na frente do marido

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Um conto erótico de Isabela
Categoria: Heterossexual
Contém 1490 palavras
Data: 09/07/2026 14:48:22

Olá à todos, me chamo Isabela, tenho 29 anos, pele branca, cabelos pretos lisos até a metade das costas, 1,70 de altura e por volta de 68 kg, seios e bumbum grandes. Sou casada com Leonardo há dois anos, ele tem 1,90 de altura, 34 anos, pele branca, físico forte e cabelo curto.

Somos um casal liberal, meu marido gosta de me ver tendo relações sexuais com outros homens e também curtimos podolatria.

Este conto é um relato real vivido por mim, os nomes e características das pessoas citadas aqui podem ou não ter sido alterados para proteção da identidade dos envolvidos.

Há alguns meses atrás, meu marido e eu fomos à um encontro de carros antigos na cidade de São Paulo. Na ocasião, fui vestida com uma blusinha baby look preta, um casaquinho cinza de abotoar, calça preta justinha e um scarpin preto envernizado com um saltinho grosso de uns 5 cm.

Passeamos bastante pelo evento, pudemos ver várias máquinas por lá, eu mesma adoro carros antigos, mas esse relato não é exatamente sobre carros.

Durante o evento conhecemos um homem, de uns 35 anos mais ou menos, mais alto que eu, careca e bem forte, ele tinha um Gol quadrado GL, cinza com motor AP 1.8 que ele mesmo turbinou. Vamos chamá-lo de Luiz.

Do primeiro momento que o vi no evento percebi que ele me olhava bastante, mesmo quando eu passava com meu marido por mais que ele tentasse disfarçar eu pude perceber seus olhares direcionados a mim, e Leonardo também percebeu.

Num canto conversando com meu esposo comentamos sobre esse homem e falei que tinha me interessado e que queria ver se rolaria algo.

Fui até aquele homem, porém fui sozinha, o Leo ficou acompanhando tudo de longe. Puxei assunto com o dono do tal Gol quadrado, começamos falando de carros e aí fomos jogando a conversa para algo mais pessoal.

L: Você entende mesmo de carros né?

Eu: Sempre gostei de carros, desde pequena, meu pai me ensinou a dirigir num Gol igual a esse.

L: Vem sempre nesses eventos?

Eu: Venho sempre que dá. Sabia que eu reparei em você me olhando toda vez que eu passava?

L: Reparou?

Eu: Uhum. Meu marido também reparou.

L: Você é uma mulher bem gostosa, chama atenção... Seu marido devia saber disso quando casou com você.

Eu: Ele sabe, por isso que ele me libera pra transar com quem eu quiser.

L: E ele não liga??

Eu: Não. Mas ele gosta de assistir.

L: Sei. Acho que a gente podia estender essa conversa em outro lugar né?

Eu: Também acho.

L: Então vamos sair daqui, entra aí.

Chamei meu marido, entramos no carro do Luiz e saímos para um barzinho lá perto, lá a conversa esquentou e resolvemos ir pra algum lugar mais reservado.

Fomos nós três para o carro e eu falei para o Luiz, "Por que a gente não vai no banco de trás enquanto meu marido dirige?".

Não precisei falar duas vezes, Luiz entregou as chaves para Leo e entramos nós dois no banco de trás.

Luiz e eu começamos a nos beijar logo que entramos no carro, ele enfiava sua língua na minha boca enquanto pegava nos meus seios com a sua mão. Eu passava a mão pelo seu peitoral e Leonardo ia dirigindo pelas ruas da capital paulista.

Meus seios já estavam expostos, o homem então começou a chupá-los, eu fui colocando a mão dentro de sua calça e peguei seu pau que já estava bem duro. Fui acariciando a cabeça de seu pau enquanto ele colocava a mão por dentro da minha calcinha chegando até a minha bucetinha. - "Já tá bem molhada né safada? Tá querendo dar pra mim né, puta?".

Continuamos nos beijando, ele colocava os dedos na minha vagina enquanto eu tirava seu pau pra fora que, a essa altura já deixava minha mão toda melada.

Leonardo parou o carro, olhamos para fora, era uma rua onde haviam vários galpões, oficinas e coisas do tipo, uma rua mal iluminada às margens da marginal Tietê. Não passava ninguém ali e no máximo haviam alguns caminhões e carretas abandonadas pelo local.

Meu marido falou para que eu tirasse a roupa e a gente transasse lá fora. Topamos.

Tirei toda a roupa, fiquei apenas com o casaquinho e o sapato no pé. O silêncio na rua era fora do comum para uma cidade como São Paulo, ao longe era possível ouvir o movimento da marginal, mas este som era facilmente sobreposto pelo barulho dos meus saltos na calçada.

Leonardo e Luiz pararam por um segundo para me olhar, nua, só de salto e um casaquinho aberto exibindo os meus seios.

Luiz não perdeu tempo, me mandou ajoelhar encostada no muro, tirou seu pau pra fora e foi enfiando ele na minha boca. Seu pau tinha um tamanho um pouco acima da média, não sei ao certo quantos cm, mas era grande e também grosso.

Ele segurava a minha cabeça forçando-a contra sua virilha enquanto ele empurrava seu pau contra a minha boca. Eu me segurava em seu corpo enquanto meu joelhos se apoiavam no concreto puro.

Ele então tira seu pau da minha boca e o segura com uma das mãos batendo-o contra meu rosto e contra a minha boca. Eu então começo a lamber seu saco, passo a língua em cada uma das suas duas bolas, então vou subindo pelo seu pau até chegar em sua cabeça, volto a chupá-lo, ele então segura a minha cabeça com suas duas mãos, novamente empurrando seu pau contra a minha boca até quase a minha garganta, ele me chama de puta, cadela e vadia enquanto sinto que está saindo um líquido de seu pênis, ele urra, "vou gozar cadela, vou gozar na sua boca". Então ele jorra vários jatos de porra quente na minha boca e eu engulo cada gota e então passo a língua em seu pau para deixar ele bem limpo.

Ele me puxa pelo braço, eu me levanto enquanto ele me guia pela calçada até a frente do carro, me coloca sentada no capô pelo lado da calçada, abre as minhas pernas e começa a me chupar maravilhosamente, uau o que era aquilo, aquela língua me penetrando, sua boca sugando meu clitóris... Que loucura, que oral delicioso o daquele homem, a minha vagina a essa altura está completamente encharcada e ele está se deliciando com o meu mel. "Aiiii caralho" - deixo escapar enquanto gozo em sua boca com aquele oral dos deuses.

Ele se levanta e beija a minha boca com a sua boca melada, sinto o gosto do mel da minha bucetinha enquanto ele introduz seu pênis nela. Sinto o seu pau dentro de mim bem duro, igual a uma pedra. Enquanto ele me penetra mais e mais, ele vai beijando a minha boca, vai lambendo o meu pescoço e sugando os meus seios. Suas estocadas na minha bucetinha me levam a loucura, eu olho para o meu marido que está bem do meu lado - "Aiiii amoooooor" - só consigo gemer com o pau daquele homem dentro de mim. Passou um carro na rua na hora, buzinaram e gritaram alguma coisa mas nem consegui raciocinar. Eu gozei mais uma vez, agora no pau do Luiz, mas ele não para, ele ainda está com muito tesão, o pau dele bem duro metendo gostoso em mim.

Luiz solta outro urro - "gozei na tua buceta sua puta".

Com seu pau ainda pulsando dentro de mim eu beijo a sua boca. Ele tira o pau da minha bucetinha, eu desço do capô e tiro a sua camisinha, ela está bem cheia. Então o puxo pela mão e me sento no capô, agora pela frente do carro, entrego a camisinha cheia pra ele e falo "despeja em mim".

Ele para na minha frente e vai despejando o conteúdo, primeiro no meu rosto e na minha boca, depois no meu pescoço e então nos meus seios, vai escorrendo pela barriga até chegar em volta da minha vagina.

Entramos no carro, meu marido continuou dirigindo e eu continuei no banco de trás com o Luiz, fui chupando o homem que ainda estava de pau duro.

O boquete foi mais demorado e bem caprichado, bem babado e com bastante língua, lambi bem seu pau e suas bolas, ele ia acariciando meus cabelos, passando a mão pelo meu corpo e colocando os dedos na minha vagina enquanto elogiava o meu boquete.

O trânsito estava intenso mas eu não ligava, continuei chupando até que eventualmente ele acabou gozando de novo na minha boca e, novamente, engoli cada gota.

Me limpei e me vesti, nos despedimos do Luiz e pegamos o nosso carro. Já estava tarde e meu marido estava com muito tesão então fomos para um motel passar a noite. Chegando lá tomei um banho, saí do banheiro usando apenas o salto, Leonardo me jogou na cama e me comeu a noite toda de todas as formas possíveis.

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