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Um acaso libertador

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Um conto erótico de Vidan
Categoria: Heterossexual
Contém 621 palavras
Data: 09/07/2026 12:57:50
Última revisão: 09/07/2026 13:06:46

O acaso muitas vezes se torna o primeiro passo para a libertação. No relato que agora vou apresentar para vocês, eu e meu marido vivemos algo bastante inusitado nas nossas vidas e que nos fez dar uma guinada na relação sexual até então considerada por muitas pessoas como conservadora e, meio sem graça, poderíamos dizer.

Tudo começou num domingo de muito sol e calor. Vivemos numa cidade litorânea nordestina em que a temperatura às vezes pode chegar a ultrapassar 38º C. Portanto, numa cidade tão calorenta, nada mais agradável e, principalmente mais barata, que um dia na praia tomando banho de mar e algumas cervejinhas geladas. Sei que vocês vão concordar. Então, no aprontamos logo cedo, tipo 8h da manhã já tínhamos tomado o café e nos vestido para o dia de lazer praieiro que muito prometia.

Eu vestia um vestidinho de algodão que marcava as minhas curvas, que modéstia à parte, são bastante generosas e chamativas. Por baixo, um biquíni até bem comportado, pois não gosto de chamar muito a atenção. Andamos até a estação de metrô mais próxima e ao chegarmos percebemos que não havíamos sido os únicos a escolher a praia como opção de passeio para aquele dia. É tanto que a primeira composição de trem estava lotada e não conseguimos entrar pois a própria plataforma da estação já estava cheia de gente. Por isso, esperamos a próxima. Ao chegar, conseguimos nos acomodar mais ou menos no centro do trem, mas em frente às portas. Isso nos fez sofrer um pouquinho por causa da movimentação de entra e sai de pessoas até que nos posicionamos em definitivo, eu à frente do meu marido. Logo eu sinto que ele está tendo uma ereção e olho pra trás com cara de safadeza. Ele sorri e me beija a nuca. Isso me deixa arrepiada e sinto que começo a ficar molhada. Forço a bunda mais para trás e ele pega na minha cintura e aperta. Já estou ficando completamente molhada. Continuamos nessa esfregação até que o trem para na próxima estação. É uma estação que serve às várias linhas de integração, por isso, a quantidade de gente que sobe é bem maior. Apesar de ter saído um pouco da posição que estava, não me preocupo pois tinha certeza que meu marido continuava atrás de mim, apesar de ter deixado de sentir o volume do seu pau. Logo que o trem se põe em movimento, sinto que ele encosta novamente, mas já não senti o mesmo volume. Como estava bastante excitada volto a pressionar para trás a minha bunda. Logo começo a sentir o pau se avolumando. Não resistindo mais, desloco a minha mão para trás e toco seu pau que já estava ereto novamente. Começo a massageá-lo até que ele coloca pra fora e começo a masturbá-lo. A cabeça está muito molhada e sinto a respiração dele ofegante na minha nuca. Não demora e sinto na minha bunda jatos de esperma fortes e em quantidade. Limpo minha mão no vestido e me preparo para descer do trem. As portas se abrem e saímos todos. Ao chegar à plataforma, percebo que meu marido estava bem atrás. Mas, não imaginei o que poderia ter acontecido. Logo ao chegar perto eu falo ao seu ouvido: - Amor, que gozada foi essa, hein? Ele me olha e diz desconfiado: - Que gozada? Depois da estação, eu fiquei bem longe de você. Fiquei constrangida e nervosa. Tomamos a saída para a praia e não falamos mais sobre o ocorrido até voltarmos para casa. Essa conversa começou com um certo constrangimento, mas depois para confissões de desejos secretos. Mas, esses desejos e aventuras, ficam pra um outro conto. Comentem e digam se vocês querem saber mais sobre essas aventuras.

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