Desde que eu fiquei rico muita coisa mudou. Eu vejo as pessoas me olhando diferente, principalmente quando eu saio de carrão. Realmente é um carro incrível e gigante combina comigo e com meu coração Agora sabe como são as coisas né?!
Minha ex me pintava de vilão e de malvado. Aquela velha história do negão e da loirinha. Ela pagava pau pra mim quando éramos jovens, depois que eu tive que enfrentar as dificuldades da vida ela me via como um fudido. Mas o tempo é o melhor remédio, todo fudido precisa criar mil planos e eu só precisei que 3 dessem certo. Agora eu tô rico e a mulher faz tudo pra chamar atenção.
Eu tinha literalmente tinha parado de olhar na cara dela a alguns anos, cansado dessa narcisista que ama se fazer de vítima. Essa técnica se chama "pedra cinza", eu estudei como me proteger de uma narcisista. Mas agora quando ela me encontra quando vou buscar meu filho, ela sempre vai super arrumada, com short curtinho e decote, toda perfumada e solicita, torcendo que eu olhe pra ela.
Ela é a famosa loirinha rabuda com cara de novinha. Nas duas últimas vezes ela arrumou uma desculpa pra se agachar ajeitando a sandália e empinando a bunda na direção do carro. Meu filho mais distraído nem viu mas eu reparei pelo retrovisor. É engraçado como são as coisas. Semana passada eu fui lá buscar ele e ela tinha que inventar mais uma, vou compartilhar aqui.
Eu fui deixar meu filho na casa da mãe dele como de costume, dessa vez ela não estava no portão. Esperei um pouco, estacionei o carro e meu filho foi interfonar pro apartamento pra confirmar que ela estava lá. Ela falou que era aniversário da Manoela amiga dele no play e que ela estava esperando ele chegar mas pediu pra perguntar se teria como ajudar ela a consertar o armário dela que ela tinha medo que poderia cair.
Eu achei muito estranho pois já tinha sido proibido de subir lá por ela mesma. Ficou puta comigo quando mandei na cara dela que ela estava sendo burra em uma situação. Meu mal é ser sincero demais.
Falei com meu filho que não tinha tempo que ela poderia pedir pro namorado dela ver isso. Meu filho falou que acha que eles não estão bem que viu o cara chorando, eles brigando na semana passada, pediu pra eu olhar rapidinho só pq ela estava mal. Eu sabendo da narcisista que ela era já sabia que tinha algo por trás daquilo. Subi para o apartamento pensativo com vontade de voltar porque sabia que seria envolvido em algum drama desnecessário. Estava pronto para tocar a campainha e abrir a porta ela com cara de choro fazendo algum drama sobre término. Ou sobre como era difícil se virar sozinha.
Quando eu abri a porta pra minha surpresa ela estava sorridente, me abraçou de forma calorosa agradecendo que eu subi. A desgraçada com um baby doll curtinho todo enfiado na bunda com um pano molinho e aquela rabeta cada vez maior balançando. Ela pede pra eu entrar e aponta pro quarto, pergunta se eu posso ver o que tem de errado no armário. Chegando lá me deparo com a gaveta de calcinhas toda aberta e várias calcinhas fininhas coloridas, a filha da puta sabe que eu adoro quando ela se vestia de lingerie pra mim. Eu ignoro e pergunto onde é o problema, ela entra fecha a porta e diz: obrigado mas não tem problema nenhum, você estava certo, estava certo esse tempo todo, eu nunca quis te ouvir mas hoje eu vou obedecer.
Ela mostra nas mãos uma coleira, prende no próprio pescoço, tira a blusa e o short fica só de calcinha ainda mais fina que as outras. Dava pra ver aquela buceta carnuda lutando pra não pular pra fora daquele pano fino que tampava a frente. Pensa em uma buceta inchada, lábios carnudos, parecendo um hambúrguer. Eu olhava pra aquilo sem acreditar mas mantive minha pose, ela pega um chicote da gaveta, entrega a ponta da coleira na minha mãe, sobe de quatro na cama com a bunda virada pra mim e fala: só hoje eu queria que você me perdoasse e eu preciso que você me bata, eu quero apanhar na bunda.
- Eu sou uma puta ingrata e mereço apanhar por tudo que eu te fiz passar.
Eu olhei aquilo e não consegui não rir, expressei um tom de deboche tipo que ridículo. Não acreditava que ela chegaria tão baixo, eu fui me dirigir pra porta pra sair dali antes de cair na tentação do jogo. Alguns caras podem estar pensando eu estava errado, mas eu sei o que já passei com essa mulher. Eu mal virei pra sair e ela passou correndo como um vulto e parou na frente da porta com os braços abertos.
- Não, calma por favor. Desculpa.
Segurou na minha blusa com as duas mãos puxando pra perto. Disse:
- Calma, só um pouco. Eu quero sentir você de novo. Como você me comia com vontade com essa piroca enorme me deixando assada. Por favor, só mais uma vez. Eu faço o que você quiser. Você manda em mim. Me fode.
Ela virou de costas colocou as mãos na porta e empinou a bunda. Eu olhei pra aquela cena e meu pau já endureceu na hora. A desgraçada estava gostosa, tinha engordado um pouco mas aumentou o volume nos lugares certos e ela sabia disso. Ela baixou a calcinha e abriu a bunda mostrando aquela buceta carnuda e aquele cuzinho rosa piscando.
Até aí eu tinha alguma razão mas automaticamente meu instinto primitivo me traiu. Uma energia subiu pelo meu corpo esquentando meu rosto, sentia meu sangue pulsar forte de adrenalina por aquela puta estar se oferecendo assim. Antes que eu pudesse pensar direito eu levantei a mão e desferir um tapa muito forte na bunda dela com a mão direita.
#Plaaahhh!
Ela se assustou na hora e gemeu de dor, dava pra ver a bunda branca dela ficando vermelha e com a marca dos meus dedos. Ela deu uma tremida nas pernas e se recompôs. Eu imaginei que ela iria começar a chorar e olhei rápido pro rosto dela. Ela tirou o cabelo do rosto e pude notar um sorriso de satisfação e um olhar de apaixonada que a muito tempo não via. Eu mesmo nessa hora franzi a testa sem entender aquilo e ela prontamente me fala:
-Que delícia...bate mais por favor, por favor.
Enquanto empina novamente a bunda como quem pede do outro lado. Eu com a mesma mão ainda quente e formigando devolvo na outra nádega dela um tapão ainda mais forte.
#Plaaahhh, ela solta um grito:
-Ahhh!
Ela arria um pouco e treme as pernas, leva uma das mãos na buceta e percebo que ela foi conferir que tinha começado a escorrer, puxa com dois dedos um creme branco da buceta dela, começa a utilizar como lubrificante pra esfregar o clitóris. Sempre foi molhada demais. Me olha de novo com cara de puta e fala:
-Obrigado, me bate por favor, mais.
Enquanto esfrega a buceta com uma mão e aperta o peito com a outra empinando a bunda. A safada se tornou uma masoquista e estava gozando só de sentir o peso da minha mão. Ela abre a bunda com as duas mãos e pede:
- Me fode me batendo. Eu quero ser sua vagabunda hoje.
Eu tiro meu pau pra fora, modéstia a parte, negão pirocudo, meu pau tava duro igual pedra, nem penso em colocar camisinha, só penso em sentir o calor daquela buceta molhada. Com o mesmo ímpeto que eu desferi os tapas, eu agarro ela pela cintura percebendo o quanto ela era pequena perto de mim e meto de uma só vez sem dó empurrando até o fundo. Segura a puta pelo cabelo e colo a cara dela na porta do quarto. A vagabunda se empina toda e fecha os olhinhos como quem curte o momento já se tremendo. Eu deixo um tempo lá no fundo quase tirando ela do chão, dava pra sentir que os pézinhos estavam na ponta. Ela se apoia com as mãos quase caindo. Eu aproveito a cara dela de lado e cuspo sem dó. Ela olha pra minha cara sem resistir apenas entregue, dá um sorriso de canto de boca e lambe a própria buchecha gemendo:
- Aaaain, gostoso... Fode! Fode porra!
Eu começo a fuder aquela filha da puta igual um animal, parece que toda a raiva que ela me fez passar estaca ali em casa movimento, fazia questão de colocar todos meu peso pra frente pra bater contra o rabo dela com ódio. Eu ia atravessar ela no meio se pudesse, a vagabunda não sabia onde se segurar pra impedir de bater com o rosto na porta, percebeu que não tinha mais controle e fazia força nos braços pra se manter empinada. Eu pensei ela na porta fudendo aquela buceta molhada até o fundo e cada vez que o pau saia de dentro, o preto da minha rola contratava com o branco daquele creme branco que saia em quantidades daquela buceta apertada.
#Plof plaf plaf
E o gemido intenso da puta que já não sabia se gemia, gritava, tremia ou pedia:
- Isso, isso, bate, fode!
Eu fudi ela e deixei ela gozar umas 3 vezes naquela posição, quando as pernas começaram a ficar bambas e puxei ela pela cintura e joguei ela na beira da cama. Ela deitou com a barriga e as pernas pra fora, eu não pensei duas vezes. Montei ela por cima enquanto ela escorregando os pés no chão se ajeitava. Eu falei:
-Agora eu vou comer o teu cú sua puta.
Ela tentou se levantar e falou:
- Calma.
Eu larguei um soco na costela dela o suficiente pra ela sentir a pressão, ela empinou de novo automaticamente se contorcendo. Eu puxei o cabelo dela e larguei um tapão na cara. Ela arregalou os olhos me encarando e eu cuspi de novo.
#Plaaff, tchuupp
Segurei ela pelas bochechas com força fazendo ela fazer um bico forçado e olhei no olhos dela puto:
-Quem manda nessa porra aqui?!
Ela mordeu os lábios e franziu as sobrancelhas com cara de tesão. Eu ajeitei a cabeça na entrada do cú dela e meti tudo de uma vez.
- Toma sua puta!
Ela envergou a coluna e gritou:
- Uuuurgh! Ahhhhh...
Eu tapei a boca dela na frente e com a mesma vontade que eu fudi a buceta dela eu meti sem dó. Se era isso que ela queria, era isso que ela ia ter, ela despertou meu dominador.
A cama rangendo, ela gemendo alto e pedindo pra eu foder. Eu só pensando, hoje eu vou deixar os vizinhos todos sabendo que eu arrebentei essa puta. Os gemidos foram aumentando, aumentando, até que silêncio. A vagabunda enfiou a cara na cama mordendo a fronha quieta, o corpo parecia vibrar devagar, eu metia e ela ficava só ali vibrando, segui no mesmo ritmo sabia que ela estava prestes a gozar forte. Quando ela bateu um tapão no coxão e falou:
-Óóórrrrhhh!
Eu enfiei tudo no fundo daquele cú e falei:
- Pisca filha da puta!
Aquele cuzinho mastigando meu pau, piscava enquanto ela tremia e a voz parecia sumir só senti o líquido caindo no meu pé, a vagabunda se mijou toda enquanto gozava pelo cú. Deixou uma poça no chão, eu voltei a bombar naquele cú e os jatos continuavam saindo enquanto ela variava entre morder a fronha e fazer uns gemidos que nem consigo imitar. Era a hora, gozei tudo no fundo daquele cú, meu pau pulsava a cada jatada.
Depois da última eu voltei a minha consciência todo suado. Ela parecia desfalecida na cama, com a respiração ofegante e o corpo dando espasmos. Eu tirei o pau de dentro e sai de cima dela bem rápido como quem se arrepende do que fez.
Não consigo pensar muito bem, só limpo o pau no baby doll que estava no chão e saio rápido. Bato a porta do apartamento e desço a escada rápido.
Os andares passaram voando e já estava na porta do carro. Meu pensamento voltava na cena de sexo selvagem e voltava pro quanto eu precisava andar rápido antes daquela vagabunda se recuperar e aparecer.
Saí rápido com o carro e deu pra ver no retrovisor ela saindo da portaria do prédio tentando me alcançar só com uma blusa grande e toda descabelada.
Eu ajeitei o retrovisor e falei comigo mesmo:
- Maluca do caralho.
Enquanto recuperava minha respiração daquela adrenalina. Ainda tinha que voltar pra casa e pra minha esposa sabendo que acabei caindo no jogo da outra. É foda...