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O Carcereiro ep:1 - Dominação fria prende a submissa na janela aberta

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Um conto erótico de feminive
Categoria: Heterossexual
Contém 1334 palavras
Data: 01/07/2026 17:26:44

Nada me cabia bem quando me olhei no espelho. O reflexo devolvia uma imagem que não parecia mais inteiramente minha — ombros um pouco caídos, cintura que insistia em não se definir, quadris que teimavam em lembrar que eu não era feita para roupas justas. Era fácil decidir o que usaria por baixo: uma calcinha de renda branca, pequena, Isso er o perfume da minha pele seria o suficiente quando ele tirasse minha roupa, era isso que sobraria. Só o necessário.

Nada mais.

A roupa de cima, então, não importava tanto. Escolhi um vestido claro, simples, daqueles que rodavam leves com o movimento. Deslizei-o pelo corpo, senti o tecido fresco roçar na pele ainda quente do banho. No espelho, o que vi foi o sorriso de uma adolescente feliz e boba, daqueles sorrisos que não combinam com o peso que eu carregava no peito. “Olha só pra você… parecendo uma menininha indo encontrar o namorado pela primeira vez. Se ele soubesse o que realmente te excita agora…”, pensei, e o sorriso vacilou por um segundo, traindo o frio que subia pela barriga.

Encontrei-o parado na porta da casa, exatamente como havíamos combinado. O carro de aplicativo parou junto ao meio-fio e, por um segundo, eu hesitei antes de abrir a porta. Ele estava lá, imóvel, olhando para mim sem nenhum sorriso, sem nenhum sinal de reconhecimento caloroso. Meu estômago deu um nó imediato.

Senti as pernas tremerem antes mesmo de tocar o chão. Um arrepio gelado desceu pela espinha inteira, arrepiando cada centímetro da pele por baixo do vestido leve. Paguei o motorista com os dedos desajeitados, quase deixando o celular cair, e saí. Ele nem se moveu. Continuou parado, como se eu fosse uma desconhecida qualquer. Aquela indiferença calculada era pior que qualquer ordem.

Ele caminhou calmamente até o portão da rua, abriu-o sem pressa e, com a voz seca, quase impessoal, disse apenas:

— Entre.

Sem “boa noite”. Sem olhar nos meus olhos. Sem um gesto de acolhimento. Apenas a ordem curta, cortante. Engoli em seco e obedeci, sentindo o ar da noite arrepiar minha pele exposta pelas alças finas do vestido. Meu coração batia tão forte que eu tinha certeza de que ele conseguia ouvir. “Meu Deus… por que isso me deixa molhada? Eu deveria estar com medo, não excitada. Mas ele sabe exatamente como deixar tudo elétrico, como deixar o ar pesado antes mesmo de tocar em mim.”

Ele entrou logo atrás.Eu podia sentir sua presença como uma sombra quente nas minhas costas, o perfume amadeirado dele me envolvendo sem que ele precisasse se aproximar. Cada passo meu era consciente demais — o tecido do vestido roçando nas coxas, a renda da calcinha já úmida roçando onde eu não queria admitir. Eu estava ansiosa, nervosa, como quem espera o tapa que não vem. E ele sabia. Ele sempre sabia.

Paramos diante da porta do quarto. Ele fez um curto movimento de cabeça, indicando que eu entrasse primeiro. Apenas aquele gesto seco novamente, autoritário. Mesmo conhecendo o ambiente, senti um leve desconforto subir pela garganta. O quarto parecia maior, mais escuro, mais perigoso do que da última vez. Mas, junto com o desconforto, veio algo pior: um tesão novo, quente, quase vergonhoso, que se espalhava devagar entre minhas pernas.

Assim que cruzei a soleira, ouvi o som da porta sendo trancada atrás de mim. Um clique baixo metálico de chaves e ferrolho. O tipo de som que transforma um quarto em cela. Eu era a prisioneira, e o carcereiro estava do lado de dentro, respirando no mesmo ar que eu.

Um riso nervoso subiu pela minha garganta antes que eu conseguisse segurá-lo. Talvez ele quebre esse personagem frio e ria junto, me abrace, me beije como um namorado normal.” Mas ele não riu. Não moveu um músculo do rosto. Era bom ator demais. Mantinha-se fiel ao papel como se aquilo fosse a coisa mais natural do mundo.

Ele deu um passo lento na minha direção. Seus dedos habilidosos puxaram a alça da minha bolsa do ombro, jogando-a com descuido sobre uma cadeira próxima. Depois me olhou despudoradamente de cima a baixo. Um olhar sujo, faminto, que me media como quem avalia a carne antes de devorar. Senti o calor subir pelo pescoço, as bochechas queimando. “Meu Deus… ele me olha como se eu já fosse dele. Como se soubesse exatamente o gosto que eu tenho.”

Sem dizer uma palavra, ele segurou meus ombros com firmeza e me virou de costas para si. Meu corpo obedeceu antes mesmo da mente. Senti seus dedos descerem pela minha coluna, ágeis, precisos. O zíper do vestido desceu com um som suave, quase obsceno no silêncio do quarto. O tecido leve parou por um instante nos meus quadris, como se hesitasse, depois deslizou todo até o chão, formando uma poça clara aos meus pés.

Fiquei quase nua. Apenas a calcinha minúscula de renda branca e o cheiro do meu perfume na pele. Nada mais. O ar frio do quarto roçou meus seios expostos, endurecendo os mamilos num instante. Meus braços quiseram subir instintivamente para me cobrir, mas eu os mantive baixos.

Ele estava atrás de mim. Senti o calor do seu corpo antes mesmo do toque. Sem aviso, suas mãos grandes fecharam-se em torno dos meus pulsos, apertando com força suficiente para eu sentir o pulso acelerado contra sua pele. Num movimento brusco, ele me empurrou para frente.

Meu corpo colidiu contra as grades frias da janela. O metal gelado queimou minha pele quente, um choque violento de temperatura que me arrancou um gemido baixo e surpreso. O ar da noite entrava pela fresta, frio e cortante, contrastando cruelmente com o calor que ainda pairava dentro do quarto. Meus seios se espremeram contra as barras, os mamilos endurecendo dolorosamente com o contato gelado.

Ele ergueu meus braços sem cerimônia e prendeu meus pulsos nas grades altas da janela. Fiquei esticada, de joelhos sobre a poltrona baixa que havia ali embaixo, o corpo exposto e vulnerável. A posição forçava meus seios para cima, a coluna arqueada, a bunda empinada para trás. Meu coração martelava tão forte que eu sentia cada batida na garganta.

“Meu Deus… olha o que ele fez comigo. Presa como um animal, de joelhos, pelada contra a janela. Qualquer um que passar no vizinho pode me ver assim… e eu estou molhada. Porra, mulher você está encharcada.”

O frio da grade contra minha pele ardia. O ar gelado lambia minha barriga, meus seios, descia pelas coxas abertas. Mas por dentro eu queimava. Um calor úmido, vergonhoso, se acumulava entre as pernas, latejando no ritmo do meu coração. O cheiro do meu próprio tesão já começava a subir, misturado ao perfume suave que eu havia borrifado mais cedo — um contraste doce e safado que me deixava ainda mais envergonhada.

Ele se afastou um passo. Senti suas mãos descerem até a borda da minha calcinha. Com um puxão bruto, rasgou o tecido fino de renda branca de uma vez. O som do rasgo ecoou no quarto. A calcinha caiu destruída entre minhas coxas, deixando-me completamente nua. O ar frio bateu direto na minha buceta molhada, fazendo-me contrair por instinto.

Então veio sua mão. Forte e bruta. Ele afastou minhas pernas um pouco mais e correu a palma aberta pelo meu rego, de cima para baixo, sem delicadeza nenhuma. Os dedos grossos passaram pelo meu cu, pressionando, depois desceram até minha buceta, abrindo-me de forma rude, castigadora. Senti cada centímetro sendo apalpado. A aspereza do toque me fez gemer, um som misturado de dor e prazer que eu não consegui segurar.

Meu corpo reagiu imediatamente: um jorro quente de excitação escorreu pelos meus lábios, molhando os dedos dele. Minhas coxas tremiam, os joelhos doíam contra a poltrona, mas minha buceta pulsava, inchada, entregando-se ao castigo como se tivesse fome dele. O cheiro de tesão ficou mais forte no ar, quase doce, quase obsceno.

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