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Um amigo me chamou para fazer DP com uma gostosa

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Um conto erótico de Júnior Paulista
Categoria: Heterossexual
Contém 1152 palavras
Data: 08/07/2026 20:48:32

Olá, pessoal. Hoje vou relatar uma história inspirada em um colega, que vivia me contando suas aventuras sexuais. Espero que gostem. Abraço!

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Eu residia em Canoas, e trabalhava em Porto Alegre no aeroporto. Um colega de trabalho sempre vivia contando as supostas aventuras sexuais dele. Algumas eu até desconfiava, mas outras tinham tantos detalhes que não tinha como negar que tinha acontecido.

Uma vez ele me falou que um amigo dele o convidou para comer uma mulher juntos, a famosa DP. Foram tantos detalhes que eu fiquei com vontade, e acabei expressando isso de maneira indireta.

— Tu gostou, né cara. Nunca fez não? É muito bom!

— Não... - respondi.

O tempo passou. Às vezes a gente ia almoçar na casa dele. Ele gostava de fazer strogonoff e batata frita, e iam 3 ou 4 amigos do trabalho lá. A gente passava a tarde comendo e jogando videogame. Um dia ele me chamou pra almoçar:

— Ei cara, sexta vou fazer um almoço pra nós. Vai poder ir?

— Vou, não tenho nada pra fazer.

Na sexta-feira eu saí do trabalho e fomos juntos para a casa dele. Estranhei que ninguém dos outros colegas pôde ir, mas tudo bem, cada um com seus compromissos. Chegamos no apartamento dele e vi que as janelas estavam abertas.

— Bruno, tem gente na sua casa?

— Uma amiga minha, ela que fez o almoço de hoje. Ela é muito boa no que faz - disse, sorrindo maliciosamente.

Entramos e uma mulher de uns 30 anos, loira, cabelos curtos até os ombros, peitos naturais avantajados, corpo definido no top e short de lycra estava na cozinha.

— Oi Bruno, esse é o Júnior? - disse, me dando um beijo no rosto.

— Ele mesmo - respondeu, rindo.

— Prazer, Amanda - e estendeu a mão, que apertei.

Olhei para ele e para ela sem entender.

— O almoço está pronto - disse ela.

Sentamos e nos servimos. Realmente a mulher era boa na cozinha.

— Acho que vou pedir para Amanda vir aqui mais vezes, porque o seu strogonoff é muito ruim, Bruno. Eu só venho pela amizades.

Nós três rimos. O clima era descontraído. Ao término do almoço Bruno recolheu e lavou a louça, enquanto eu conversava com a loira.

— Eu te achei um gato - disse ela.

— É mesmo? Você também é, ainda mais nesse short e top, mostrando esse corpo sarado - respondi.

— Anos de academia. Vamos pro sofá?

Fomos. Bruno ficou na cozinha. Assim que sentamos ela me beijou intensamente. Aproveitei e peguei naqueles peitos, por cima do top. Macios e firmes. Ela enfiou a mão dentro da minha bermuda e sentiu o mastro duro.

— Caralho, tá duro igual a uma pedra. Imagina isso no meu cu! Qual o tamanho?

— Assim, do nada? Direto? 14 cm tá bom pra você?

Amanda não respondeu, abaixou o short, revelando a nudez de sua buceta carnuda. A safada estava sem calcinha.

— Vamos pro quarto do Bruno.

Corri atrás dela, ela tirou o top no meio do caminho e jogou em cima da mesinha da sala. Eu joguei minha roupa no chão. Deitamos na cama, ela puxou um lubrificante, besuntou meu pau e o cu dela, empinou o rabo:

— Fode meu cu! O Bruno falou que tu é bom de cama!

Enterrei o meu pau direto no cu dela. Ela deveria ser acostumada, não reclamou. Mandei bala, socava sem dó, a buceta dela pingava de tesão. A puta gemia como uma doida:

— Fode, fode meu cu! Ele tá comendo meu cu, Bruno!!!

Olhei para trás e o Bruno estava pelado, batendo uma na porta do quarto. Quase perdi o tesão.

— Continua, cara, não para, arromba essa puta!

Continuei a comer aquela gostosa. Ele se aproximou e deu o pau dele pra ela chupar. Era pouca coisa maior que o meu, mesma grossura aparente. Ela chupava com voracidade. Aquela mulher era uma máquina de sexo!!

— Tira teu pau do meu cu, quero o dele agora - pediu Amanda.

Eu tirei, Bruno veio por trás dela e meteu forte. Ela pediu:

— Ai, devagar seu puto!

— Reclama não, puta, você adora isso!

E continuou a socar dentro do cu dela. Eu aproximei, ela pegou meu pau com força e chupava gostoso. Eu estava ficando com vontade de gozar. De repente Bruno parou de socar, tirou o pau de dentro.

— Junior, deita na cama. Vamos fazer uma DP com essa puta - falou. E, virando-se para ela: — Deita em cima dele, sua vagabunda.

Eu me deitei, ela se deitou por cima de mim, encaixando a buceta no meu pau, iniciando um rebolado. Ele segurou a bunda dela e meteu o pau no cu dela, arrancando suspiros.

Amanda mexia o quadril, fazendo com que meu pau entrasse e saísse da buceta dela, enquanto Bruno socava no cu dela com vontade. Eu segurei a bunda dela, depois soltei e dei dois tapas fortes.

— Goza, vagabunda, goza no nosso pau! - gritei.

Amanda gemeu forte, tremeu e gozou, molhando a cama.

— Gozei, CARALHOO! Fode mais! ME FODEEEE!!

Bruno parou. Saiu de dentro dela e propôs trocar:

— Cara, goza dentro do cu dessa puta.

Ele se deitou, ela encaixou a buceta nele, e eu meti meu pau até o talo de uma vez no cu vermelho dela, esfolado da foda intensa.

Metíamos com intensidade, ela gemia, ora gritava. Em um ou dois minutos eu não aguentei mais.

— Caralho! VOU GOZAR!!! - meu pau jorrou porra dentro do cu de Amanda.

Amanda gritou:

— GOZEI COM DOIS PAUS DENTRO!!! PUTA QUE PARIU!!! - e tremeu, sem controle, por uns 30 segundos.

— Gozei dento dessa puta também! - gritou Bruno.

Tiramos os paus de dentro da loira. Saiu muita porra, do cu e da buceta de Amanda. Ela nos chupou, um por um, limpando a porra restante. Levamos ela pro banheiro. Tomamos um banho, esfregando ela por trás e pela frente. Nossos paus estavam moles, quanto muito meia bomba, então não rolou mais nada.

Saímos do banho, deitamos na cama, ar condicionado no máximo. Ficamos conversando:

— Caralho, que mulher gostosa você é, hein Amanda?

— Gostou, amor? Pode me foder mais vezes. Só combinar. Pega meu número.

Anotei o número dela no celular e mandei um "oi". Eu me vesti, peguei minhas coisas e fui pra casa pensando naquela aventura sexual.

Na outra semana Bruno chegou e disse:

— E aí, cara, gostou da surpresa?

— Caralho, bom demais! Agora não preciso ficar imaginando suas aventuras sexuais.

— O bom é foder ela no pelo. Ela se cuida, sai com pouca gente, dá pra arriscar.

— Na hora nem pensei nisso, eu sempre me arrisco. Qualquer hora vai dar merda isso.

— Vou te convidar pra outra aventura qualquer hora, essa foi só a primeira.

Trabalhei o resto da semana pensando em Amanda. Algumas vezes eu saí com ela sozinho, e gozamos muito.

FIMNão se esqueça de avaliar o conto, para eu entender melhor do que vocês mais gostam! Abraço!

Um amigo me chamou, recusei. Um dia ele me convidou para almoçar na casa dele após o trabalho e a mulher estava lá. Fiz a DP

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Foto de perfil genéricaJúnior Paulista Contos: 33Seguidores: 8Seguindo: 0Mensagem Um autor que escreve contos que representam desejos reprimidos, ou que questionam tabus, predefinições sexuais, psíquicas, etc. O objetivo do autor é levar o leitor a se deliciar mas também se questionar.

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