Após voltar para casa, contei a novidade da promoção para Igor e, juntos, fomos jantar na casa de Miguel. A todo tempo, eu me sentia culpado por tudo, por estar traindo Igor e me tornando cada vez mais submisso e dependente ao meu mestre, por outro lado, tudo que eu pensava era em formas de agradar Miguel.
Durante o jantar, percebi que Igor parecia um pouco desconfortável. Imaginei que ele tivesse percebido algo, já pensando que meu relacionamento poderia acabar naquela noite. Mas não tive tempo pra pensar quando senti a mão de Miguel apalpando minha coxa debaixo da mesa. Meu namorado estava ali, do meu lado, enquanto meu mestre me usava, na frente dele. O tempo foi passando e, quando confirmei que Igor não havia notado nada. relaxei e deixei que Miguel me usasse como quisesse. Foi então que ele sutilmente começou a apertar minhas bolas por fora da calça. Ele não esmagava a ponto de eu sentir muita dor, só o suficiente para que eu soubesse que pertencia a ele.
Depois do jantar, Miguel disse que precisava que eu ficasse para resolver assuntos de trabalho. Ruan se ofereceu pra levar meu marido para casa. Eu relutei um pouco, pensando que ele poderia querer tentar algo com Igor. Mas a esse ponto, até a ideia de perder meu namorado pro filho do meu mestre me pareceu excitante e, por isso, ainda mais culpado.
Eu fiquei olhando da janela e quanto Ruan e Igor entravam no carro. Enquanto isso, sem que eu pudesse esperar, Miguel chegou por trás de mim, encaixando no meu quadril.
- Uma graça seu namoradinho. - ele disse, sussurrando no meu ouvido.
- Senhor, eu... Não faça nada com ele, por favor.
- Ninguém vai fazer nada com o Igor... ou pelo menos nada que ele não queira.
- O que?
- Tira a roupa. - ordenou.
- Mas aqui? Na frente dos seus empregados?
Miguel sorriu maleficamente.
- Julio... venha até aqui.
O mordomo obedeceu imediatamente.
- Ajoelhe-se.
- Sim, senhor. - disse Julio.
Miguel cruzou as pernas, deixando um dos sapatos à mostra.
- Agora beije meus pés.
O mordomo obedeceu, começando a beijar repetidamente o pé do meu mestre por quase um minuto. Miguel olhava pra mim com um sorriso diabólico e excitado, até que ele interrompeu Julio
- Abra a boca.
Julio abriu, enquanto Miguel levou o copo de vinho a boca e, em seguida, cuspiu toda a mistura na boca de Julio. Excitado, o mordomo agradeceu.
- Agora volte pro seu lugar.
Eu jamais imaginaria que o poder de Miguel chegaria a tanto. Como um submisso idiota, continuava subestimando o poder de um deus.
- Agora tire a roupa.
- Sim, senhor. - eu disse e imediatamente fiquei nu na frente de todos.
Miguel levantou-se. Um empregado trouxe em uma bandela uma espécie de tira dobrável. Só quando meu mestre se aproximou eu entendi que tratava-se de uma coleira. Após coloca-la em meu pescoço, Miguel estava bem diante de mim. Ele parecia sério, até que mostrou novamente aquele sorriso diabólico que fazia meu pintinho se melar.
- Junior... eu vou destruir você.
- O senhor já me destruiu, meu mestre.
- Não... você ainda não faz ideia.
Foi então que, após dispensar os empregados, ele me levou até uma sala de video. Me pôs sentado no sofá e ligou a tv. Percebi quando eele conectou seu telefone à TV e acessou uma galeria. Eu não fazia ideia de como tudo mudaria a partir daquele momento.
- Você quer saber o quão poderoso seu mestre é? Veja.
Então ele abriu o arquivo e se inciou uma espécie de filme curto, onde Miguel compilou toda sua historia como dominador. Na verdade, da familia de dominadores. Eram diversos videos de Miguel, seus irmãos e também seu filho dominando homens e mulheres. Chicotes, humilhações verbais, metidas brutas, estocadas agressivas, orgias, gangbangs, as imagens iam se alternando e mostrando o poder de uma linhagem que se apossava de tudo e todos que quisessem. Havia videos de Miguel dando tapas em submissos, Ruan pisando no rosto de submissas, e gemidos... Muitos gemidos e gritos de prazer e dor, enquanto aquelas pessoas, transformadss em objetos sexuais, imploravam para gozar. Ao fim de tudo, todas as imagens sumiram e restou só uma mensagem na tela:
"Você é o próximo."
Uma lágrima corria do meu olho direito, enquanto meu pau não parava de gozar sem eu sequer tocá-lo. Antes que eu pudesse dizer algo, finalmente começou. Miguel me pegou pelo braço e me levou para o quarto ao lado. Ele me lançou na cama e, saltando sobre mim, começou a beijar todo o meu corpo. Eu mal entendia direito o que estava acontecendo, mas não queria que aquilo parasse. Miguel chupava o bico do meu peito de forma violento, causando dor e tesão na mesma medida. Eu soltei um gemido como de mulher, fazendo ele rir.
- Cachorra! Tâ com tesão, puta?
- Muito.
Ele então me segurou pelo pescoço, me pressionando contra a cama e começou a dar vários tapas na minha cara, enquanto me humilhava e me sentenciava.
- A partir de hoje, você é minha puta. Meu submisso. Eu sou teu dono, entendeu?
- Sim, senhor. Você é meu dono. Você é tudo pra mim.
- E seu marido? Nâo se importa com ele?
- Tudo que me importa é agradar o meu dono. Me usa, senhor. Meu usa pro teu prazer. Faz o que você quiser comigo.
Miguel então me colocou no colo dele e começou a dar tapas na minha bunda, enquanto eu gemia de tesão e agradecia, pedindo mais. Ele não parou. Continuo batendo e batendo até minha bunda ficar vermelha. Ele então me colocou no seu colo.
- Você está pronto?
- Sim.
Enfim aconteceu. Miguel me colocou de bruços, na posição de frango assado. Posicionou aquele pau enorme na entrada do meu cu.
- Pede.
- Enfia. Me fode.
- Pede mais. Implora.
- Por favor, meu macho... Me fode.
Com aquele sorriso maligno ele olhou pra mim, se deliciando ao ver minha expressão de dor e prazer, enquanto eu sentia cada centimetro daquele caralho enorme me rasgando. Ele não teve misericórdia. Assim que percebeu que meu cu aceitou, ele começou a bombar dentro de mim. Ele socava e socava, com fúria, com ódio, como se quisesse me dar prazer e me destruir ao mesmo tempo. Ele já havia avisado que ia me destruir, mas eu não imaginava o quão doloroso e prazeroso poderia ser. Meu cu nunca tinha recebido nada tão grande. Eu sentia minhas entranhas se inflando.
- Seu cu vai virar uma buceta.
Eu olhava pra ele com um tesão incontrolável.
- Fode a minha buceta.
Ao ouvir isso, Miguel começou a estocar ainda mais forte, me fazendo gritar de tesão a cada botada. Depois de alguns minutos, ouvi ele urrar. Ele estava prestes a gozar, e foi quando eu pedi.
- Goza no meu cu, macho. Goza dentro de mim, por favor.
De repente, com um ultimo grunhido, ele despejou todo aquele liquido no fundo do meu rabo. Senti o leite quente, grosso e farto escorrendo da minha "buceta". Eu achava que ele já havia acabado, mas de repente...
- Fica de quatro.
- O que?
- Você achou que era só isso? Achou que tava transando com o viadinho do seu namorado?
Foi quando olhei e vi que o pauzão continuava duro.
- Você... é um deus.
Eu fiqui de quatro, ainda fraco. Ele meteu de novo. Havia um espelho na nossa frente, então eu conseguia ver toda cena. Eu, à meia luz, tendo meu cu estourado pelo mastro do meh chefe, enquanto ele sentia tesão em me fazer sofrer. Ele estocava, estocava, estocava e gozava. Depois mudava de posição e recomeçava. Assim fez por cinco vezes, até ficar totalmente satisfeito.
Ao fim, eu parecia um trapo. Meu pau mole totalmente gozado, meu cu escorrendo porra sem parar e meu corpo tremendo pelo impacto de tudo aquilo. Miguel olhava pra mim como um campeão. Quando viu meu estado, ele se deitou do meu lado.
- Eu te amo, Miguel. - eu disse. Ele, com ternura, se aproximou e beijou a minha boca de forma intensa. Depois ele se levantou e estendeu a mão pra mim.
- Vem tomar banho comigo
Ainda muito fraco, eu com muito esforço me levantei. Ele me ajudou a chegar ao chuveiro. Enquanto a água corria sobre os nossos corpos, ele me beijava, devorando a minha boca, quase engolindo a minha lingua. Como era gostoso ser devorado pelo meu dono.
Terminado o banho, nós voltamos para o quarto. Ele se sentou numa cadeira.
- E então? Você vai me servir pra sempre?
- Pra sempre. - eu disse, apaixonado.
Ele tirou o toalha e para minha supress, alegria e espanto, o pauzão já estava duro de novo.
- Pode começar.
Eu ajoelhei sem pensar duas vezes e comecei a mamar de novo aquele caralho delicioso. Eu chupava enlouquecidamente, como se aquele fosse o último pênis do mundo. Foi quando, para o meu total desespero, a porta do quarto se abriu e, em choque, meu namorado olhava pra mim.
- Junior!?
- Igor!?