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O Trabalho Voluntário Da Religiosa Gostosa Pt10 visitando o presídio

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Um conto erótico de Carvalhinho
Categoria: Heterossexual
Contém 2072 palavras
Data: 08/07/2026 13:53:49

O clima na casa de Tatu estava muito excitante para Eduarda. Clara estava caída, suada, ofegante, depois de gozar forte na rola de 25 centímetros de Tatu, a buceta vermelha e escorrendo porra. Eduarda, com um sorriso vingativo, disse:

— Essa rola é viciante, não é, Clarinha? Agora, Tatu, continua a foder ela… você precisa gozar também.

Tatu se deitou na cama e ordenou que Clara quicasse nele. A pastora loira, ainda tremendo, subiu em cima dele, posicionou o pau grosso e preto na entrada da buceta molhada e desceu devagar, gemendo alto enquanto o pau a esticava completamente, entrando fundo. Começou a quicar, subindo e descendo com força, os seios médios balançando, a bunda média quicando contra as coxas musculosas de Tatu. Ele segurava os quadris finos dela, guiando o ritmo, metendo para cima com estocadas fortes, fazendo o pau bater fundo no colo do útero. Clara gemia descontroladamente, o corpo esguio suado brilhando, a buceta apertada pulsando ao redor do pau grosso enquanto ela rebolava e quicava cada vez mais rápido. Eduarda observava tudo, excitada, vendo o pau preto desaparecer na buceta da rival, os gemidos altos enchendo o quarto. Tatu dava tapas na bunda dela, apertava os seios médios e metia com mais violência, até que Clara gozou novamente, o corpo convulsionando, a buceta contraindo forte ao redor do pau dele. Tatu grunhiu e gozou junto, enchendo a buceta dela de porra quente e grossa.

Agora o cu, ordenou Tatu. Clara disse, nervosa:

— Não… é muito grande…

Mas Tatu a posicionou de quatro, abriu a bunda média dela e pressionou a cabeça grossa do pau preto contra o cuzinho apertado. Empurrou devagar, forçando a entrada, esticando o anel virgem enquanto Clara gemia de dor e prazer misturados. Aos poucos o pau grosso entrou, centímetro por centímetro, abrindo o cu dela, fazendo-a tremer e gemer alto. Tatu começou a meter, primeiro devagar, depois com mais força, o pau venoso entrando fundo no cuzinho apertado, batendo com estocadas brutais. Clara rebolava na rola dele, o corpo esguio suado, a bunda média quicando contra as coxas dele, gemendo descontroladamente enquanto o pau grosso a arrombava, roçando paredes sensíveis que a faziam tremer de prazer. Tatu segurava os quadris finos dela, metendo com violência, dando tapas na bunda, puxando os cabelos curtos loiros, dominando-a completamente. Clara rebolava com mais vontade, o cuzinho apertado pulsando ao redor do pau preto, o prazer tomando conta, gemendo alto enquanto ele a fodia sem piedade, o pau entrando e saindo, esticando o cu vermelho e sensível até o limite. Após minutos intensos, Clara gozou forte no cu, o corpo convulsionando, o cuzinho contraindo violentamente ao redor do pau dele. Tatu grunhiu e gozou junto, enchendo o cu dela de porra quente e grossa, jorrando fundo enquanto ambos tremiam.

Eduarda se masturbava vendo Tatu segurar Clara pela cintura e envolver as pernas da loira em seu quadril, fodendo-a em pé. O pau preto grosso de 25 cm entrava e saía da buceta molhada da pastora com estocadas fortes e profundas, o corpo esguio de Clara tremendo a cada investida, os seios médios balançando enquanto ela gemia alto e rebolava contra a rola, fazendo movimentos desesperados em direção ao pau que a preenchia completamente. Tatu segurava a bunda média dela com as mãos grandes, metendo com brutalidade, o som molhado da carne se chocando ecoando no quarto, o pau venoso brilhando com os sucos dela. Clara gemia descontroladamente, a cabeça jogada para trás, o corpo suado colado ao dele, o prazer tomando conta enquanto o pau grosso batia fundo, roçando todos os pontos sensíveis. Eduarda se masturbava freneticamente, os dedos enfiados na própria buceta molhada, gemendo baixinho e dizendo:

— Agora a Clara sabe o que é um macho de verdade…

Tatu acelerava, metendo com mais violência, levantando Clara um pouco no ar para estocar ainda mais fundo, fazendo-a gritar de prazer, o pau preto entrando e saindo rápido, esticando a buceta apertada da loira até o limite. Clara gozou forte, o corpo convulsionando, a buceta contraindo violentamente ao redor do pau dele, jorrando sucos enquanto Tatu continuava fodendo sem parar.

Tatu gozou em Clara, enchendo a buceta dela de porra quente, e ela caiu exausta no chão, ofegante e suada. Ele e Eduarda ficaram ali abraçados por mais uns minutos, os corpos suados colados. Eduarda, ainda excitada, disse:

— Agora é minha vez. Tatu, fode minha buceta.

E se posicionou de quatro, empinando a bunda arredondada. Clara arregalou os olhos, vendo a cena. Tatu se posicionou atrás dela, segurou os quadris largos da loira e enfiou o pau preto grosso na buceta molhada de Eduarda com uma estocada profunda, fazendo-a gemer alto. Começou a meter com força, o pau venoso entrando e saindo, esticando as paredes internas dela, batendo fundo enquanto os seios grandes balançavam a cada investida. Eduarda gemia descontroladamente, rebolando contra ele, a bunda quicando contra as coxas musculosas de Tatu, sentindo cada centímetro do pau grosso roçando todos os pontos sensíveis. Tatu dava tapas fortes na bunda, puxava os cabelos loiros e metia com ritmo intenso, dominando o corpo curvilíneo dela, o som molhado da carne se chocando enchendo o quarto. Clara observava, chocada e excitada, enquanto Eduarda gemia alto, o prazer tomando conta, o pau de Tatu preenchendo-a completamente, esticando-a de forma deliciosa.

No fim, ele gozou no cu dela, enchendo o interior sensível com porra quente e grossa. Ao retirar o pau, ainda gozou na bunda da loira, jatos brancos escorrendo pela pele vermelha. Ordenou a Clara:

— Me chupa agora.

Clara o chupou com delicadeza e força, a boca deslizando pelo pau ainda latejando, sugando os últimos resquícios até ele soltar um jato com pouca potência dentro da boca dela. Clara e Eduarda ficaram caídas ali, exaustas e suadas. Eduarda disse, com um sorriso:

— Agora você é tão puta como eu, Clarinha.

As duas tomaram banho juntas no banheiro de Tatu, a água quente lavando os corpos suados e marcados. Saíram. Clara estava cansada e exausta, e disse a Eduarda:

— Nunca conte isso a ninguém.

E saiu, ofegante e exausta.

À noite, Eduarda ficou esperando Paulo e seus filhos em casa com janta pronta, casa limpa e arrumada. Ela agora parecia outra pessoa ali — era mãe carinhosa, esposa atenciosa e pastora exemplar, servindo o jantar com sorriso, ajudando as crianças com os deveres, brincando com eles e mantendo a harmonia familiar. Mas com Tatu ela tinha um desejo e tesão inexplicável, uma atração proibida que a consumia por dentro. A culpa vinha forte, trazendo lágrimas silenciosas nos momentos sozinha, mas agora ela achava que isso estava a fazendo se sentir viva como nunca antes — o corpo vibrando, o prazer intenso, a sensação de ser desejada de forma bruta e dominadora. Ela amava o marido e a família com todo o coração, mas não abriria mão de ser a puta de Tatu, mesmo sabendo o risco que corria.

O casal passou a noite com os filhos: foram à pizzaria, riram juntos, contaram histórias e dormiram todos juntos num colchão grande na sala, o ambiente cheio de carinho e inocência familiar.

Na manhã seguinte, ela seguiu a sua rotina e, depois, à tarde se preparou para a igreja e foi ao culto. Clara e Renato estavam lá.

A segunda-feira chegou e seria dia de trabalho voluntário. Clara e Eduarda entregaram as doações na igreja para as pessoas. As duas agora tinham algo em comum: ambas tinham amantes e uma tinha ciência de que se qualquer uma delas fosse descoberta seria o fim das suas reputações. Após as entregas das doações, Tatu então apareceu e disse:

— Eduarda, tenho algo para te dizer.

Ela disfarçou na frente dos fiéis e respondeu:

— Mais tarde.

E após todos se retirarem, ela disse:

— O que você quer?

Ele falou:

— Então, para eu conseguir parar Clara no plano de te expor, eu tive que negociar com o VT. Então você vai transar com os presos essa semana.

Eduarda disse, chocada:

— O quê?

Tatu respondeu:

— Eu sinto muito.

Eduarda ficou em choque.

À noite, Eduarda pensava em como aguentaria dar para vários presos. Ela e Paulo dormiram juntos, com ele tentando transar novamente, mas a ejaculação precoce ainda era um problema. Antes de dormir, Paulo falou:

— A Clara me pediu para você acompanhar ela no presídio amanhã. Tudo bem?

Eduarda respondeu:

— Sim, ok.

Na manhã seguinte, Eduarda se arrumou, colocou um vestido longo, mas que marcava seus atributos físicos. Clara usava um vestido mais curto, mas decente. Ela estava super feliz por encontrar VT naquela prisão. O caminho até lá era longo de carro. As duas foram e, ao chegar lá, foram recebidas por um representante do presídio que disse que o culto seria naquela ala. Elas entraram. Eduarda disse:

— São muitos…

Clara falou:

— Não, só os mais chegados do VT.

E elas entraram. Chegando lá, as duas subiram num palco de madeira e pegaram a Bíblia.

Eduarda olhou para os presos e disse, com um tom de surpresa:

— Tem 100 presos aqui… são poucos para você?

Clara respondeu, com um sorriso malicioso:

— Mas quem vai te comer são poucos.

Eduarda e Clara iniciaram o culto. O ambiente era pesado, com os presos sentados em cadeiras improvisadas ou no chão, muitos com tatuagens visíveis, olhares curiosos e alguns com expressões de cansaço ou esperança. O culto começou com um louvor simples, as vozes das duas pastoras ecoando na ala, acompanhadas por alguns presos que cantavam baixinho. Eduarda leu passagens da Bíblia com voz firme, tentando manter a compostura apesar da tensão e do medo do que poderia acontecer depois. Clara pregou com energia, falando sobre redenção, perdão e uma nova chance, olhando diretamente para alguns rostos conhecidos. O culto seguiu com orações individuais, testemunhos curtos de presos que relatavam mudanças em suas vidas, e um momento de adoração onde muitos se emocionaram. Eduarda orava internamente por força, sentindo o olhar de alguns presos mais próximos do VT sobre ela, o corpo ainda sensível das noites anteriores. O culto terminou com uma bênção final, deixando um ar de esperança no ar, mas Eduarda sabia que o verdadeiro “culto” privado ainda estava por vir.

Eduarda então, ao lado de Clara, foram levadas até uma sala reservada. Clara disse:

— Agora fica nua e espera os presos.

E saiu. Eduarda perguntou, nervosa:

— Aonde você vai?

Ela respondeu:

— Uai, vou me encontrar com meu macho.

E saiu. Eduarda então notou 5 presos de idade aparente de 18 a 27 anos, fortes e excitados, se aproximarem dela. O líder deles disse:

— Essa é a puta que o chefe mandou.

Eles avançaram nela. Um deles a segurou pelos cabelos loiros e enfiou o pau na boca dela, fodendo a garganta enquanto outro levantava o vestido e enfiava o pau grosso na buceta molhada, metendo com força. Eduarda gemia abafada, o corpo sendo usado por todos os lados. Dois presos chupavam seus seios grandes, mordiscando os mamilos duros, enquanto o quinto enfiava o pau na mão dela, fazendo-a masturbar. Eles a viravam, um metia na buceta, outro no cu, revezando, estocando com brutalidade, os paus entrando fundo, esticando-a, enchendo-a de porra quente. Eduarda gemia alto, o corpo suado tremendo, sendo dominada completamente pelos cinco, os paus grossos entrando e saindo, enchendo todos os buracos, jatos de porra escorrendo pela boca, buceta e cu enquanto eles a usavam sem parar.

Os presos continuaram o segundo round com ainda mais fome. Um deles deitou Eduarda na mesa, abriu bem as pernas e enfiou o pau grosso na buceta já cheia de porra, metendo com força enquanto outro enfiava na boca dela, fodendo a garganta. Os outros dois chupavam os seios grandes, mordendo os mamilos duros, e o quinto enfiava o pau no cu apertado, esticando-o enquanto ela gemia abafada. Eles revezavam, virando-a de quatro, de lado, no colo, fodendo todos os buracos sem parar, os paus entrando e saindo molhados de porra e sucos. Eduarda tremia, gozando repetidamente, o corpo suado e marcado por tapas e mordidas. Eles gozavam um após o outro, enchendo a buceta, o cu e a boca dela de porra quente, jatos grossos escorrendo pelo rosto, pelos seios, pela barriga e pelas coxas. No final, Eduarda ficou caída no chão, exausta, com porra em todos os lugares — no rosto, nos cabelos loiros, nos seios grandes, na barriga, na buceta inchada e no cu vermelho, escorrendo pelas pernas.

Clara então retornou toda satisfeita e disse:

— Vamos embora.

As duas saíram do presídio e retornaram para suas vidas de esposas dedicadas e religiosas.

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