Identifico-me como um individuo culto e comunicativo, com 38 anos. Com família e dois empregos para sustentar. Já recebi por sexo (mulheres e um par de gays pagaram para oral). Bem constituído fisicamente, com mais de 1,90 metros e um pénis bem grosso 24 cm.
Fazia 2 noites num bar, e tínhamos os chamados clientes frequentes onde com o tempo tornaram-se próximos, não digo amigos, mas companheiros de bons momentos.
No desporto gostava de futebol e entre conversas no bar, eu e um colega entrei num grupo que jogava às sextas-feiras. Jantavam e iam para o bar.
Nesse grupo estava, alguém que vou tratar aqui por Guilherme.
Quando o conheci pensei que era Gay. Rapaz mais novo, sempre bem vestido, cerca 1,70 mts, sobrancelhas depiladas e um ar um pouco afeminado. Com o tempo soube que estava casado e pai de uma criança. Sua mulher só a vi uma vez no Bar, juntamente com as mulheres desse grupo e era da estatura do marido e uma tremenda gata.
Nos primeiros jogos todos brincavam com a história do sabonete. Inveja porque eu via todos olhavam.
Com o tempo e entre as idas ao bar, falhávamos de família, filhos, trabalho e o Guilherme já era conhecedor de minhas dificuldades. Ela acabou por saber que já tinha saído com algumas mulheres e até um gay, e por vezes recebia prendas monetárias. Pegaram por ter saído com um gay e apenas disse que uma boca de veludo sabe sempre fazer um bom serviço.
Certa noite todos iam saindo já perto das 2H (hora do fecho) e ele ficou para beber mais um copo.
Arrumava o bar e começou a falar da sua vida sexual com a mulher e que estava a ficar desinteressante. Incentivei a animar e a ter novas experiências. Fazer algumas loucuras guardadas.
Em segredo ele disse que já a tentou convencer ir a um Clube de Swing, mas ela, apesar de curiosa, tinha vergonha caso aparecesse alguém conhecido.
Não tive meias medidas e disse-lhe para arranjar alguém conhecido, de confiança e fazerem um trio.
- É um caso a pensar. Mas dois homens ou duas mulheres – disse ele.
- O que vos der mais vontade. Que seja louco e os dois tenham prazer – falei.
Três semanas depois fomos jogar e no vestiário todos falavam que o resto da noite era para se portarem bem. Iam jantar com as mulheres e namoradas e depois dançar e beber um copo.
Apareceram já passava das 24 horas e começaram a rodar as bebidas e a diversão.
Guilherme foi ao balcão pedir bebidas e apresentou-me a mulher, que vou chamar de Clara.
- Dá-lhe o que era quiser. A noite é dela – falou ele.
Entrei na onda de barman simpático e sedutor. Perguntei a bebida e ela pediu para a surpreender.
- Gostas de bebidas suaves ou fortes – perguntei.
- Hoje estou por tudo. Talvez algo forte. Surpreende-me.
Servi uma caipirinha com dose extra de cachaça e falei que era oferta para uma mulher bonita.
A noite rodou e já ela que vinha sozinha buscar a bebida. Quando pediu a terceira avisei da consequência, principalmente de quem já vinha de um jantar.
- Hoje estou a precisar de descontrair. E o perigo também faz falta, não é verdade – disse ela com um sorriso malandro.
- É disso que eu gosto. Mulheres sem medo de arriscar – falei.
Aquela garota estava provocando e eu nunca recuo. Quando servi a bebida, inclinei-me junto a ela e falei.
- Se quiseres algo mais perigoso é só dizeres pedires.
Passou a mão na minha e piscou o olho.
Aproximava-se as 2.00H, a música baixou volume e os clientes começaram a sair. Guilherme aproximou-se. Notava-se que estava bebido.
- Sabes daquela nossa conversa particular. Partilhei localização da minha morada para o teu telemóvel. Quando saíres aparece lá para beber um copo.
- Tens a certeza – perguntei – só consigo sair perto das 3 horas.
Ele apenas virou as costas. Clara o abraçou e atirou-me um beijo.
Só na saída, e sem grande movimento, a apreciei bem.
Era garota jeitosa e com salto alto parecia ter 1.80 mt. Top branco segurando um bom par de mamas. Suas calças eram tipo indiana, cinza claro, largas na perna, mas justas e enfiadas no reguinho do traseiro. E que traseiro.
Não estava preparado. Deixei meus colegas fechar e fui casa de banho bater uma para descarregar.
Cheguei na zona já perto das 3H15. Era uma entrada toda mudara e um grande portão verde. Não se via nada e tive que mandar a mensagem perguntando. O portão logo se abriu e entrei com o carro. Era uma moradia individual, toda recuperada com um enorme terreno. Uma pequena quinta para rico.
Quando entrei, Clara fez questão de mostrar a parte debaixo da toda a casa. Era gente de dinheiro. De fomos para o exterior. Uma pequena piscina fazia parte, toda iluminada, e com privacidade. Já estavam 3 copos de vinho branco sobre a mesa, e sentamo-nos a conversar. Guilherme estava um pouco alterado com a bebida, Clara muito faladora e desinibida. Eu estava completamente sóbrio. Não sou de beber muito e também, no bar, é nos vedado os excessos.
- A noite está quente e a água da piscina está boa. Vamos dar um mergulho – falou Clara.
- Só se entrar nu – comentei – só tenho esta roupa.
Guilherme foi o primeiro a dizer que a noite era para a loucura e também ia nu. Começou logo a tirar toda a roupa.
Estava para tudo e fiz o mesmo, sem tirar os olhos da Clara. Tirou a calça e ficou com em fio dental. Arrancou o top e as maminhas ficaram desnudas.
Ela nos olhou e os olhos ficaram vidadas no meu pau.
- Jesus Amor. Tinhas mesmo razão. Ele é bem abonado. Nunca vi um desse tamanho.
Meia envergonhada com as palavras pulou na piscina.
- Andas-te a divulgar com tua mulher – brinquei com Guilherme.
- Teve que ser. Ela tinha de saber para o que ia.
Eu parei e o olhei. Falei que não queria chatices nem criar problemas.
- Na boa mano. É algo que queremos experimentar. Se der muito bem senão não passa desta.
Receoso acrescentou.
- Hoje vale tudo. Com os copos, e com o momento, se quiser partilhar algo mais, novas experiências, não leves a mal. Se for para não avançar ou parar avisa. No fim fico agradecido e recompenso-te.
Entrei na água já preparado para tudo, mas principalmente para comer o corpinho pequeno e bem formado Clara. Tinha um traseiro perfeito para o foder. Parecia uma gelatina saliente e bem firme. Podia não acomodar meu pau, mas ia tentar e a deixar de rastos.
Clara entrelaçava o corpo no marido, beijava-o, e falavam baixo entre eles. Depois de algumas braçadas aproximei-me.
- Amor, hoje tenho que repartir as atenções com nosso convidado – falou a safada.
Guilherme sorriu e a largou, saído e enrolando uma toalha no corpo.
- Deixa a visita confortável que vou buscar mais um copo – falou ele.
Ela aproximou-se sem qualquer receio. Entrelaçou as pernas no meu quadril e beijou-me profundamente e várias vezes. Apesar da água já estava ficando cheio de tesão. Ela sentiu e falou.
- Desde que o Gui me falou que tinha um colega com um cacete enorme que te quis conhecer. Quanto tem esse monstro durinho?
Ela já o segurava debaixo da água e sentia o volume aumentando.
- Talvez uns 24 cm – falei.
- Jesus homem. Até tenho medo de não suportar com tudo. O Gui tens uns 15 cm e com isso posso bem. Temos de ver melhor.
Saímos e secamos com toalha. Guilherme já aguardava com mais 3 copos de vinho. Eles bebiam e mal tocava no meu.
Estava na cadeira no meio dos dois, completamente nu, tal como o marido e Clarinha, que tinha tirado a parte de baixo, enquanto se secava.
- Minha mulher esta com receio, mas a conhecendo, desesperada por segurar teu pau. Vai amor pega nele como gostas.
Clara pegou e começou a bater uma punheta o mastro a endurecer e a crescer. A cabeçona, grossa já estava saliente e as veias a pulsar.
- Fodasse que essa merda é mesmo grande. Parece aqueles dildos artificiais – falou Guilherme.
- Isto é tudo natural, e se tens duvidas podes tocar – falei.
Algo nele me dizia que também estava interessado em algo mais. Não sabia se era a primeira vez mas, tal como a mulher, não tirava os olhos do meu cacete.
- Queres tocar amor. Toca. Não tem mal. Hoje é uma experiência nova. Vale tudo – falou a mulher.
Ele segurou e punhetou juntamente com a mulher. Clara estava com um olhar surpreso e também excitado. Olhava para ele e para mim. Piscou-me o olho e falou.
- Melhor irmos para cima amor. Não queres ir preparar tudo enquanto o deixo mais à vontade e falo com ele mas não criar nenhum problema.
Ele saiu.
- Olha que não pensei que ele ia segurar teu pau. Levas-te a mal – perguntou ela.
Ela falava e continuava a punhetar e o cacete a responder.
- Não levei a mal mas vamos esclarecer como queres – falei.
Ela parou a mão e olhou-me.
- Teu homem quer te partilhar num trio, mas suspeito que também quer algo mais com meu pau.
- ACHAS? – disse ela surpresa.
- Se ele o quiser chupar contigo não me importo. Mas só isso. Não sei se aceitas isso bem.
- Nunca pensei nisso. Mas tens razão também é o meu limite. Se me sentir desconfortável mando parar – disse Clara.
- Agora chupa esse pau e diz-me se queres uma relação meiga, submissa, ou sacanagem dura.
Ela deu uma cuspidela na cabeça e a enfiou na boca. Entre chupadas disse para ir devagar para não a magoar, mas queria ser usada e bem fodida.
- Vamos para cima. Hoje meu corninho vai ver a mulher a ser bem fudida.
Beijou-me, e dando a mão subimos.
Entrei no quarto de visitas e o marido não estava. Começamos os dois a festa, fazendo um 69. Ela gemia de prazer. Entretanto chaga o marido e falou.
- Quem vai lamber essa rata sou eu. Tu vais foder que quero ver se ela aguenta. Queria um pau maior, fiz a vontade.
Clara me deitou e subiu para cima. Segurando meu pau apontou e foi descendo lentamente.
- Aiiiii amor. É grosso e duro. Tem de ser devagarinho para ajeitar – clara gemia e soltava perquenos gritos sempre que deslizava.
- Tira que não deves estar molhada. Deixa lamber teu grelinho – disse o corninho.
Ela levanta-se e deita o marido de forma a fazerem um 69, e ela de quatro junto pedia.
- Mete por detrás, mas vai com calma. Pode ser assim amor?
- Pode. Assim é bom para todos.
Ela chupava o cachete dele e eu com minha tora procurava espaço entre a boca de le e a boceta já bem lambida. Ele lambia de olhos fechados e arrisquei. Aproximei o caralho entre a abertura melada e a boca, e aconteceu o esperado.
Guilherme sentido perto começou a lamber. Lambia boceta e lambia cacete. Clara percebendo olhou, sempre o punhetando, e olhando-me nos olhos sorria.
- Deixa-o provar o que a mulher vai levar entre as pernas. Hoje vale tudo – disse Clara.
Ele devia ter ouvido que sem sair da posição segurou meu piço e meteu na boca. Deu umas valentes chupadelas e depois apontou à rata da mulher.
- Enfia nessa vagabunda que ela gosta – disse ela.
Ainda bem que tinha batido uma bem longa antes de sair do trabalho, senão estourava na boca do corno.
Foi enfiando e apesar, mas seus gritos eram um misto de dor e prazer.
Não parei e continuei forcando. As pernas de clara tremiam e gemia alto.
- Estas a rasgar toda. Puta que pariu para esse caralho enorme que não chega ao fim.
Quando finalmente todo cravado, parei, e dei o controle a ela.
Ela parou por segundos e começou a remexer os quadris. Guilherme já tinha saído e perguntava que estava a gostar.
- É bom amor. Tem um piço enorme, mas gostoso. Adoro.
Sentindo-se mais à vontade já saia até metade e bombava todo dentro. Foram dois minutos saboroso.
- Eu vou me vir outra vez. É bom demais. Não quero acabar.
A respiração dela aumentava. Sabia o que fazer. Segurei aquele cu e tomei as rédeas.
Deixava o piço sair até próximo da entrada e enfiava de uma estocada. Ela gemia de gozo e veio-se com dois ou três gritos que ecoaram pela casa.
Tirei e ela caiu para o lado junto do marido.
Os dois riam-se. Ela confessava que não tinha tido nada parecido em toda a vida.
Olhava-me e perguntou:
- Não sei como ainda aguentas esse mastro duro? Não gostaste?
- Adorei tudo. Também queria prolongar ao máximo. Mais 2 minutos e enchia-te.
- Até aqui o meu amor gostou do teu pau. Não gostaste Gui?
- Foi a primeira vez. No calor do momento até gostei– falou ele.
- Agora tenho que o fazer vir amor? Deixas mamar naquele caralho?
- Avança. Vou ao quarto tomar um duche e depois desço – falou o marido.
Clara pegou com ambas as mãos. Percorria todo a cacete e lambia as bolas.
Olhava-me com olhos safados.
- Hoje estou vadia e vou engolir teu leite todo.
Ela punhetava e mamava. Eu gemia e ela sentindo apertou a boca no cabeção. Eram golfadas de porra saindo. Clara não consegui aguentar tudo e soltava pelo cacete. No final lambeu todo o leite e comentando que era doce.
- Vamos tomar um café – disse Clara no final.
Apanhei minha roupa do terraço e vesti-me.
Clara ainda pediu para passar a noite lá, mas tinha que sair para casa. Pediu-me o contato e falou que gostava de repetir. Guilherme disse logo que se podia marcar para semana.
Dei um beijo à Clara e Guilherme acompanhou-me à porta, e foi falando.
- Tudo que aqui se passou fica entre nós. Espero isso de ti. Clara pode-te depois ligar para marcarmos ou ver outra situação.
Pega uma oferta pela tua discrição
Quando cheguei ao carro, vi que eram 200 euros enrolados num guardanapo.
Tinha dado uma das melhores fodas e ainda ganhei 200 €.
Minha família, sem saber, agradece.
(Vai ter continuação)