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Carol, Ferro o dia Todo - Copa do mundo de sexo anal

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Um conto erótico de Tiozão Maldoso
Categoria: Grupal
Contém 3203 palavras
Data: 08/07/2026 11:54:36

Carol conversava com as amigas no café da faculdade. As meninas da elite carioca conversavam em tom baixo e mexiam em seus celulares disfarçando. Mari, dezenove aninhos, uma loirinha baixinha de olhos claros e cabelos loiros, baixinha e magrinha, com coxas grossas e uma xoxotinha apertadinha e sempre molhadinha, falava sobre seu peguete, um playboy chamado Caio veterano das meninas no curso de comunicação.

Aí, amigas então, o Caio tá treinando direto agora, ele tá com um shapezinho até legal sabe? Mas não tá rolando muito porque ele nunca vai em casa, vive sempre na academia ou no futevôlei, só de sábado vai em casa,mas aí meus pais estão em casa e fica difícil né?

Flavinha, uma Paty de 18 anos, influencer e dona de uma marca de biquínis dada de presente pela mãe para ela empreender mascava um chiclete e olhava no celular.

Aí amiga, por isso eu não me apego em boy, sabe… Ficar jurando amor eterno pra um rolinho que vai durar um ano? Eu não! Quando eu estou afim eu já tenho meu PA.

As outras meninas riram. O PA de Flavinha era seu professor de Muay Thay. Um homem casado de 36 anos, dois filhos pequenos que metia a rola na gostosinha já a quase dois anos. Duda, Letícia e Yas, também pensavam que Mari era uma trouxa de ficar chorando pelo Caio. A própria Duda já tinha dado para o namorado da amiga várias vezes ao longo dos meses de namoro entre ela e o boy. Dava para ele e para quase todos os playboys da ESPM. Letícia já pensava que não fazia sentido transar com Caio só por transar. Ela costumava dar a bucetinha para o professor Raul para conseguir as notas de semiótica, ou dar seu cuzinho apertado para Geraldo chefe de redação e responsável por assinar e pagar seu estágio, que ela raramente comparecia, ou mamar os seguranças e promoters do Vitrinni bar para acessar os camarotes e listas vips. Já Yas, que era cafetinada pelo seu namorado metido a DJ e produtor e vivia com a xoxotinha e bumbum doloridos de tanto dar nas festas e bastidores que o seu boy promovia e se apresentava, não entendia como a amiga podia reclamar de ter um pouco de sossego dos homens. Já Carol não prestava nenhuma atenção no que a amiga dizia e só conseguia pensar e imaginar as rolas pretas do porteiro e outros favelados que ela vinha regularmente fazendo gozar com sua boquinha de neném e seus buraquinhos apertados. Carolzinha chegava a quicar e rebolar de leve na cadeira chupando o canudinho de seu Frappe já praticamente vazio, sem as amigas perceberem e fantasiando com os dois policiais do outro lado da rua.

Pouco mais de uma hora depois, Carol estava em seu quarto de Paty sentando em um consolo vibratório de 26,5 cm quando recebeu a mensagem do porteiro Alisson:

“Minha loirinha vamo assistir o jogo juntinho minha gostosa? Se tu quiser te levo num churrasco na casa do parceiro em Cachambi”

Ela leu a mensagem no celular com a mãozinha sobre a xoxotinha depilada e 22 cm de consolo preto e grosso enfiado em sua deliciosa bunda adolescente. Antes de responder ela sentou e rebolou mais algumas vezes, até gozar estremecendo o corpinho todo com a xoxotinha pulsando e o cuzinho piscando em espasmos ao redor da rola enorme de borracha. Ainda sem tirar o consolo do cu, ela empina o bumbum colocando os joelhos e os cotovelos no chão, iPhone na mão, unhas longas e delicadas nas mãozinhas pequenas. Ela digita ainda um pouco ofegante, excitada sentindo sua grande bunda para cima com o pau de borracha enfiado até o talo no seu cu e a xoxotinha inchada e melada do recente orgasmo gostoso. Ela ajeita os cabelos claros e bem cuidados atrás da orelhinha e, ainda com uma expressão de prazer, lábios inchados respirando profundamente, as sobrancelhas levemente franzidas. O bumbum estremece e a rola escorrega um pouco para fora de seu delicioso cu. Carol geme e escreve:

“Oie!

Cachambi kk

Tá né

Vou me arrumar, já aviso vc e desço tá 😘”

A menina tira cuidadosamente o enorme consolo de seu bumbum e toma um longo banho de princesa. O lookinho pro churrasco em Cachambi para assistir o jogo com o tarado porteiro Alisson foi uma calça jeans clara Wide Leg cintura baixa, botões abertos para aparecer a calcinha do biquíni verde e amarelo por baixo, os laços para fora da calça. Camisa azul do Brasil amarrada para a cinturinha ficar a mostra e o cabelo preso em um penteado calculadamente desleixado. Óculos escuros, uma bolsinha pequena e acessórios para fechar o estilo patricinha piranha copa do mundo. Um metro e cinquenta e quatro de puro tesão teen.

“Tô pronta”,ela digita de pé, toda empinadinha e ansiosa pelo seu rolé de subúrbio. Alguns segundos depois o porteiro manda no WhatsApp em resposta:

“Desce princesa”

Ela desce e passa pelo portão. Olha para os lados e não vê o Corsa velho de Alisson. Ouve uma buzina e então percebe o porteiro sobre uma moto CG velha. Ele olha para ela sorrindo com sua cara idiota, o bigode e os lábios grossos, os dentes levemente separados e a pele escura com os cabelos crespos e ralos. A barriga grande em uma camisa desbotada e amarela de uma marca de refrigerante bermudas jeans até os joelhos e chinelos. Carolina caminha exitante até o homem olhando ao redor. Ela pensa

“Cada situação que eu me sujeito pra sentir a pegada desse preto safado…”

Em frente ao porteiro sobre a moto ela vê ele comendo ela com os olhos com o sorriso idiota no rosto, enquanto entrega um capacete descascado para a ninfetinha. Então ela lembra o porquê tudo aqui vale a pena. Aquele olhar, aquela pegada, aquele cheiro… aquela rola enorme e sempre dura para ela. Ela pega o capacete olhando de canto de olho para ele com aquela cara de tarado olhando para seu corpinho inteiro. Ela sorri e balança a cabecinha em negação antes de colocar o capacete e subir na moto empinando bem o bumbum com o mini biquíni enfiado aparecendo para alegria dos motoristas e pedestres.

A moto roda do Leblon sentido zona norte. Contorna a Lagoa e entra no túnel Rebouças. Carol sente os olhares em seu corpinho delicioso, o bumbum para trás na moto, os cabelos longos para fora do capacete esvoaçantes. De vez em quando, uma buzina ou um assobio. Na praça da Bandeira e em São Cristóvão, os olhares e buzinadas ficam mais frequentes e assintosos. A Pequena e saborosa bucetinha de Carol já está molhadinha. Lá pelos lados do Engenho Novo e Méier o cenário já é de subúrbio decadente e Carolina não consegue deixar de se excitar com aquele ambiente pobre. Quase em Del Castilho, Alisson para a moto e Carolina desce em frente a uma casa térrea de classe média baixa. É bem melhor que o barracão do samba de Bonsucesso e do que a praça das Formigas onde Alisson mora, mas ainda é humilde o suficiente para despertar a putinha louca por atenção em Carol. Na garagem da casa havia um pagode tocando alto e uns 5 ou 6 homens conversando e fazendo churrasco. Alguns sem camisa, outros com a camisa da seleção. Eles observam Carolina e quando Alisson tira o capacete um deles se aproxima

“Ohh, Aquidabã, meu parceiro de fé!”

Eles se abraçam e olham para Carolina. Ela tira o capacete e olha para os homens sem tirar os óculos escuros e a carinha de menina metida no rosto.

Eles se cumprimentam e Carol já sente a mão safada do homem na sua cintura. Entram na casa e o cheiro já inebria Carolina. Cerveja barata, cigarro vagabundo, suor. Cinco homens mais Alisson na garagem. O anfitrião pega ela pela mão e a chama para apresentar os outros convidados. Dentro da casa, uma televisão com a transmissão do pré jogo. Mais três homens sentados no sofá conversando. Todos elogiam Carol.

“Meu Deus, que princesa!”

“Nossa senhora será que eu morri e fui pro céu?”

“Oh coisinha mais linda! O Aquidabã falou que você era um espetáculo, mas é muito melhor do que eu imaginei!”

As mãos safadas na cintura dela, puxando ela pela mãozinha. Os beijos cada vez mais ousados no pescocinho dela… Na cozinha, mais dois homens e finalmente uma menina em um clima de safadeza pesado. Quando Carol entra com o anfitrião, esses dois homens quase agarram ela, a menina mede Carolina de cima abaixo. Ela é uma menina morena de aparelho nos dentes e uma série de tatuagens. Os cabelos são pretos e lisos, um pouco abaixo dos ombros. O corpo magro e pequeno, a bundinha arrebitada quase de fora em um shortinho jeans. Um top amarelo do Brasil. Um tipo vulgar e suburbano. Carol imagina que aquilo ali vai virar um furdunço logo logo. Eles servem uma cerveja fria para Carolina e logo a maioria dos homens está dentro de casa. O som alto e as conversas sobrepostas geram uma cacofonia caótica. 11 homens, Carol e a outra menina. A maioria deles parecem um pouco alcoolizados ja. Alisson abraça Carol por trás e ela sente a rola dele em seu bumbum. Ele encaixa ela e beija seu pescoço agarrando ela que tenta se desvencilhar dele sem sucesso. Ela olha para o lado e vê a outra menina em um sanduíche com os dois homens. Um a agarra por trás e morde seu pescoço enquanto o outro beija sua boca e enfia a mão por dentro do seu top. Carol olha ao redor e vê os homens olhando para ela, se aproximando com caras de tarados. Quase todos na casa dos 30, 40 anos. Ela e a outra menina mal saíram da adolescência. Alisson passa a mão pelo se corpo e ela sente a rola dele ficando dura colada em seu bumbum. A mão do porteiro desliza pela barriguinha e sobe por dentro da camisa do Brasil. Ela tira o corpo tentando sair do abraço de urso de Alisson, mas ele puxa ela que agora está se frente para ele. A calcinha do biquíni enfiada em seu bumbum molhada, os homens secando sua bunda e a mão de Alisson descem pelas costas até seu rabo redondo. Ela sente os homens cada vez mais perto. Ela olha para os lados, um pouco ansiosa, um pouco assustada. Ela sente uma mão puxar um dos lacinhos de seu biquíni. Alisson segura ela firmemente. Elq sente mais nos seus cabelos e o cheiro dos homens arde seu narizinho.

“Oh minha loirinha, a rapaziada tá querendo fazer uma copa do mundo aqui hoje, princesa”

Outro homem fala

“Isso neném, hoje vamos fazer a copa do mundo de sexo anal”

Todos são risadas, Carol sorri sem graça e olha a outra menina. O shortinho jeans e a calcinha enrolados nos pés, o top do Brasil jogado sobre a mesa. Um homem dedilhando sua xoxotinha e outro metendo um dedo no seu cu. Os dois com seus pau para fora e ela massageando as rolas com carinha de sapeca. Carol sem ideia fala com a voz tremendo

“O jogo não começou será?...”

Os homens riem e ela sente sua calça ser puxada para baixo e sua calcinha puxada com os lacinhos de desfazendo. As mãos de Alisson apertam seus seios sem sutiã por dentro da camisa do Brasil e logo dois homens puxam as calças de Carolzinha e sua bucetinha ensopada denuncia o tesão da ninfeta.

“O Aquidabã falou que tu da o rabo melhor as meninas da Vila da Penha, neném”

Eles riem e a camisa do Brasil logo é arrancada e Carol está nuazinha no meio de uma roda de oito homens.

O jogo começa e logo Carol está mamando uma rola preta e levando pau em seu bumbum delicioso. Ela vê a outra menina com quatro homens, e presume que a fila para meter em seu cu tem entre sete e oito homens. Seu instinto de putinha juvenil está a flor da pele e ela empina o bumbum rebolando e olhando para trás. Um homem alto e velho, de uns 40 e tantos anos, cabelos crespos e grisalhos, barba por fazer, uma cara de bebum com os dentes mal cuidados, olha para ela com a cara de quem não acredita. Ele sorri, mas seu sorriso se desmancha em uma expressão de prazer extremo olhando a menina linda e deliciosa rebolando com seu pau no cu, olhando para ele com o rostinho de princesinha e brasa, cheia de tesão. Carol está de joelhos sobre uma cadeira da cozinha, ela apoia os cotovelos cotovelos na mesa e, rebola gemendo com a rola inteira daquele preto no cu. Ela olha para os lados e vê três homens de cada lado esperando a vez de meter na sua bunda adolescente. Ela olha para o outro lado da mesa e e a outra menina está gemendo alto e parece ter dificuldade em manejar a pica de Alison em seu cuzinho. Carol da risada para mostrar para a putinha como se dá o cuzinho. Os homens passam as mãos em seu corpinho delicioso, ela geme dengosa em um murmurar sensual e põe a linguinha para fora na direção de um dos homens pedindo uma rola para mamar. Os homens se revezam em seu cu e sua boquinha na tv sai o gol da Noruega. Os homens olham para o replay sem parar de meter e em seguida comemoram o impedimento e três si,sem parar de fuder os bumbuns das meninas e dar mamadeira para elas. Logo as esporradas começam e Carol também tem seu primeiro orgasmo. Pausa para hidratação. Um homem traz um copo d'água para Carol e ela bebe enquanto ele chupa seu pescocinho e enfia dois dedos no seu rabo. Um dia homens pega ela no colo e eles vão para a sala entre risadas e tapas no seu bumbum. Em seguida a outra menina também é levada até a sala, com ela apenas dois homens. Mais algumas gozadas, as primeiras em que dão o leitinho para Carolzinha beber. Os homens seguem bebendo e parecem cada vez mais descontrolados e tarados. A xoxotinha de Carol está sendo fodida e elogiada por um preto baixinho de barriga grande quando outro favelado senta ao lado de onde Carol está de joelhos empinando o bumbum para a fila de homens atrás dela

Senta aqui na rola do tio, princesa, tem muito homem querendo meter em tu, vamos fazer uma DP.

Carol exita mas olha a outra menina quase chorando com uma rola na boca e a pica do homem que metia no seu bumbum há pouco tempo. Ela monta no preto e empina o bumbum oferecendo seu cuzinho e olhando para trás, para o outro que comia sua xoxotinha. Ela sorri e o homem encaixa a pica em seu bumbum. É difícil de entrar, mas Carol rebola e relaxa seu cuzinho, piscando na ponta da pica até ela escorregar para dentro. Ela chega a ter uma vertigem e ver estrelas, mas disfarça a reação fechando os olhinhos e mordendo o encosto do sofá para não gritar. Passada a dor inicial ela respira pela boquinha e, se acostumando com as duas picas grossas nas sua xoxotinha e cuzinho ao mesmo tempo, começa a quicar e rebolar. Poucos minutos depois ela se esforça para manter a pose de putinha insaciável e sorri e se empina rebolando e quicando safada, mesmo toda vermelhinha e suadinha pelo esforço em controlar e aguentar as duas picas ao mesmo tempo. É intervalo do jogo e Carol mama uma rola enquanto senta e rebola em outras duas. Ela está completamente cercada por uma pequena multidão de homens. Eles puxam suas mãozinhas para ela bater punheta para eles enquanto esperam a vez de meter na putinha deliciosa. Ela tenta contar quantos homens estão ali ao redor dela e conta 7. No meio daquela foda frenética ela tira a pica da boca e fala entre gemidos e a respiração ofegante

Cadê a outra menina?

Os homens na frente de Carol fazem um sinal com as cabeças para baixo, atrás de Carol. Bem ao lado de seu bumbum está a menina de joelhos, a maquiagem toda borrada pelas lágrimas. O homem metendo no bumbum de Carol tira a rola de seu cu e enfia na boquinha da menina, esvaziando o saco na gargantinha dela, enquanto outro já dá um tapa na bunda de Carol e pega a vez em seu cuzinho gostoso. A outra menina está eliminada. Vai ser só o depósito de esperma dos homens comendo Carol. Chegando no fim do jogo, eles na nem se importam mais e gozam dentro do cuzinho e da bucetinha de Carol. A menina está deitada no outro sofá e de vez em quando um dos homens sobe em cima dela e mete na sua xoxota até gozar ou chega para gozar no seu rosto. A Noruega faz o primeiro gol em um momento que Carol cavalga com a rola de um preto forte enfiada em seu bumbum. Haaland bota no cu da seleção e Carol bota aquela pica imensa no seu cu rebolando até ele gozar. No segundo gol da Noruega, Carol está de quatro no tapete, o rostinho enfiado na xoxotinha da outra menina, bebendo a porra dos homens, enquanto Alisson fode seu cu já todo cheio de porra. Quando Neymar converte o pênalti para o Brasil, Carol está de joelhos no tapete, sobre uma poça de esperma, no meio de três homens que se masturbam e daí suas rolas para ela mamar, até gozarem em seu rostinho lindo de neném. O jogo acaba eles comentam sobre como o Brasil jogou mal, como Haaland é matador, e como Carolzinha é deliciosa, linda e puta. Alguém põe um samba, Carol faz mais um homem gozar em seu rostinho coberto de esperma e Alisson e o dono da casa se aproximam com uma toalha na mão

Loirinha, toma um banho lá, meu amor…

Ela pega a toalha tirando um excesso de porra sobre seu olhinho esquerdo e vai para o banheiro. Enquanto ela caminha para o banheiro, e três tapas na bunda e elogios chulos, ela vê um dos homens enrolando o tapete e dizendo que ia precisar lavar na mangueira, e outro passando um pano no sofá. Ela entra no banheiro e um dos homens manda ela não fechar a porta, só tinha aquele e se algum homem quisesse mijar ia precisar usar ali mesmo. O chuveiro não tem box e Carol liga o chuveiro secando a água cair em seu corpinho enquanto ela faz um coque para não molhar os cabelos. Ela passa a mãozinha com sabonete no seu corpo delicioso e repara em dois homens no batente da porta olhando para ela tomando banho com suas caras de tarados e seus copos de cerveja. Ela sorri agora eles, virando de costas, com seu rabão delicioso que os fez gozar algumas vezes agora pouco, quando ouve palmas na porta da casa. Logo ouve vozes e alguém falando

Salve rapaziada, chegamos aí pra baguncinha com a loirinha da zona sul!

Carol lava cuidadosamente seu cuzinho e xoxotinha, ainda vai ter muita foda essa tarde!

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Comentários

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Tava com saudade da Carolzinha levando na bunda de todo mundo na quebrada

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