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Galpão Vazio, Cu Cheio.

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Um conto erótico de Kaue
Categoria: Gay
Contém 1412 palavras
Data: 08/07/2026 09:28:22
Assuntos: Anal, Gay, Oral, Sexo, Trabalho

Fala aí rapaziada.

Pra quem não sabe eu trabalho com supervisão de logística e, de vez em quando, preciso ir até o galpão central da empresa na zona industrial para checar o estoque e a liberação de carga noturna. E ontem, já passava das dez da noite, e o lugar estava praticamente deserto, só com a luz forte da mesa de conferência acesa.

A cada dez dias eu fico de serão nessa porra. E, no sério, um saco. A única parte boa sempre foi a remuneração... ou pelo menos era.

Quem sempre tá lá é o Carlos, um cara de uns 42 anos, baixinho devia ter no máximo 1,70m, com aquela barriguinha clássica de quem toma cerveja todo fim de semana e o cabelo já ficando ralo nas entradas. O Carlos é um cara comum, trabalhador, daqueles que você nunca diria que curte caras. Mas o jeito que ele me olha quando acha que eu não estou prestando atenção entrega tudo. E, claro, usando uma calça jeans mais justa de trabalho, o volume do meu pau de 22cm desenhava perfeitamente na frente mesmo mole, chamando atenção de longe.

Eu estava curvado sobre a mesa, checando umas notas fiscais, quando senti a presença dele bem atrás de mim. O Carlos se aproximou para me entregar uma planilha, mas em vez de só deixar o papel, ele parou do meu lado. A respiração dele estava pesada.

— Kaue, você terminou de conferir a carga do último caminhão?

Quando me virei para responder, percebi que o olhar dele estava fixo na minha braguilha. Ele estava literalmente hipnotizado. Como a empresa estava vazia e eu já estava instigado com aquela secada há meses, resolvi quebrar o protocolo. Dei um passo para frente, encurralando o Carlos contra a mesa de metal.

— Falta só aquela ali, Carlos. Mas parece que você tá interessado em outra contagem aqui — falei, com a voz bem baixa, deixando a minha barriga roçar na dele.

O cara engoliu em seco, ficou vermelho na hora, mas não recuou. Ele olhou para cima, encarando a minha altura, e confessou com a voz rouca:

— Cara... faz tempo que eu fico olhando para você. Você é muito grande, bicho. Essa calça sua me deixa maluco aqui todo dia.

Eu dei um sorriso de canto, peguei a mão dele e guiei direto para o meio das minhas pernas. Quando a palma da mão dele apertou meu volume que já estava acordando, o Carlos soltou um suspiro pesado, fechando os olhos.

— Quer ver o tamanho do problema real? — perguntei.

Ele nem pensou duas vezes. O Carlos se ajoelhou ali mesmo, no chão do galpão, entre as minhas pernas. As mãos dele, calejadas do trabalho, abriram o botão da minha calça com uma pressa absurda e puxaram o zíper. Quando eu joguei os meus quase 22cm para fora, completamente rígidos e latejando no ar frio do galpão, o Carlos soltou um palavrão, abismado com a grossura e o comprimento da parada.

A boca dele, sem nenhuma frescura, envolveu a cabeça do meu pau de uma vez, começando uma boquete com vontade, babando e descendo até onde conseguia, enquanto os olhos dele me encaravam de baixo com uma cara de pura tara.

O Carlos continuou ali por mais uns minutos, engolindo o meu pau até onde a garganta dele aguentava. O som da saliva e da boca dele subindo e descendo ecoava no meio do galpão. Dava para ver que ele estava fascinado, segurando a base com força com as mãos calejadas para tentar dar conta da grossura. A tara dele era tão legítima que me deixou completamente duro.

Puxei o Carlos para cima pelos braços. Ele levantou meio zonzo, com a boca toda babada.

— Deita nessa mesa aí, Carlos. De costas — ordenei, apontando para a mesa de ferro onde estavam as planilhas.

Ele nem hesitou. O cara limpou a boca com as costas da mão, virou de costas, abaixou as calças e a cueca de uma vez e deitou o peito na mesa de ferro fria, deixando a bunda gordinha bem empinada na minha direção. O cu dele estava bem visível, escuro e já piscando só de antecipação. Não tinha frescura ali, era puramente tesão acumulado de meses me olhando trabalhar.

Enquanto ele se ajeitava na mesa, eu peguei a carteira no bolso de trás da calça e tirei uma camisinha de lá. Abri o pacotinho e encapei meu pau sem cerimônia, sentindo o látex apertar firme na base. O Carlos olhou por cima do ombro, vendo aquilo, e soltou um risinho abafado.

— Sempre prevenido, né, Kauê?

— Nunca se sabe quando a gente vai precisar fuder um colega de trabalho — respondi, puxando a camisinha até o talo e dando uma ajeitada no saco.

Eu não tinha lubrificante, mas o Carlos resolveu rápido: cuspiu um monte na própria mão e esfregou no cu dele, abrindo o caminho. Depois, peguei mais da saliva dele e passei ao longo de todo o meu pau, deixando ele bem escorregadio.

Fiquei em pé atrás dele, grudando a minha barriga na bunda dele. Com a minha altura, eu dominava o corpo dele inteiro ali na mesa. Segurei firme na cintura do Carlos, posicionei a cabeça do meu pau na entrada do cu dele e empurrei com força de uma vez.

— Caralho! — o Carlos soltou um grito abafado, cravando as mãos nas bordas da mesa de metal.

O cu dele era apertado e prendeu a cabeça do meu pau com uma pressão absurda. Dei alguns segundos para ele respirar, vendo as costas dele subindo e descendo com a respiração arfante, e então enterrei o resto. Enfiei até o talo, sentindo o meu saco bater com tudo contra as nádegas dele. O Carlos soltou um gemido longo, daqueles de dor misturada com muito prazer, e a cabeça dele pendeu para a frente.

— Aguenta aí, Carlos — joguei o peso do meu corpo e comecei a socar.

O ritmo foi bruto. A mesa de ferro do galpão chegava a arrastar no chão a cada estocada violenta que eu dava. O cara gemia alto, sem se importar se alguém ia ouvir na segurança do prédio. Eu metia com vontade, sentindo o cu dele massagear o meu pau inteiro.

Puxei o corpo dele um pouco mais para a beirada da mesa, fazendo ele arquear bem as costas. A cada entrada, o meu pau ia até o fundo do estômago dele, e o Carlos começou a rebolar para trás, tentando engolir ainda mais. O pau dele, que também estava bem duro, ficava roçando na mesa, completamente ensopado de tesão.

A pressão ali dentro estava tão forte que eu senti que ia descarregar. Comecei a socar ainda mais rápido, sem dó, enquanto o Carlos choramingava de prazer, completamente arrombado.

— Vai, Kaue! Puta que pariu, me fode... vai! — ele implorou, gemendo.

Foi o suficiente. Dei mais cinco estocadas profundas, segurando ele pela cintura com tanta força que os meus dedos afundavam na pele dele. No último empurrão, enterrei tudo o que tinha e travei o meu corpo. Meu pau começou a pulsar forte dentro do cu do Carlos e eu disparei jatos e mais jatos de porra quente dentro da camisinha, sentindo o látex encher enquanto eu ainda metia fundo, aproveitando cada espasmo. O Carlos gemeu alto, apertando o cu em volta de mim, como se quisesse sugar até a última gota mesmo com a borracha no caminho.

O Carlos deu um grito alto, o corpo dele estremeceu inteiro e, logo em seguida, ele gozou também, sujando a mesa de metal todinha com o sêmen dele.

Ficamos os dois ali parados por um tempo, o galpão em silêncio de novo, só com o som da nossa respiração pesada. Fui puxando o meu pau para fora devagar, e deu para ver o estrago: o cu dele ficou aberto por uns segundos. O Carlos se levantou devagar, puxando as calças com a mão trêmula, com um sorriso de satisfação bizarro na cara.

— Rapaz... eu sabia que você era muita areia pro meu caminhão, mas você é ignorante demais — ele disse, rindo fraco, limpando o suor da testa.

Tirei a camisinha cheia com cuidado, dei um nó rápido na ponta e enfiei no bolso da calça, depois eu jogava fora longe dali. Ajeitei a calça, fechei o zíper e dei um tapinha nas costas dele.

— O estoque tá conferido, Carlos.

Peguei as minhas coisas e fui embora para o estacionamento, deixando o galpão para trás com a certeza de que os próximos plantões vão ser bem mais interessantes.

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Foto de perfil genéricaKaue2.0.1Contos: 3Seguidores: 5Seguindo: 0Mensagem Fala, galera! Aqui é o Kaue, 28 anos, 1,84m, peso uns 80kg — corpo normal, nada de trincado, mas no estilo “macho de verdade”, sabe? Meio cheio de vida, meio sarado, mas sem frescura. Meu pau? Tá no esquema: 21,75cm de puro pau duro, pesado e que não desaponta. Vou ser real com vocês: não tem post todo dia porque, mano, a vida adulta não deixa fuder todo dia, quem dera! Tem trabalho, estudo, pepino pra resolver… por isso só vou escrever aqui quando rolar alguma putaria de verdade, quando eu fuder com alguém. Aí sim eu venho contar tudo, sem filtro, na maior sinceridade. Se tu quiser virar mais um da minha foda, me fala. Então fica ligado que aqui o papo é reto. Quer ver relatos quentes, reais e intensos? Tá no lugar certo.

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