Fala aí rapaziada.
Pra quem não sabe eu trabalho com supervisão de logística e, de vez em quando, preciso ir até o galpão central da empresa na zona industrial para checar o estoque e a liberação de carga noturna. E ontem, já passava das dez da noite, e o lugar estava praticamente deserto, só com a luz forte da mesa de conferência acesa.
A cada dez dias eu fico de serão nessa porra. E, no sério, um saco. A única parte boa sempre foi a remuneração... ou pelo menos era.
Quem sempre tá lá é o Carlos, um cara de uns 42 anos, baixinho devia ter no máximo 1,70m, com aquela barriguinha clássica de quem toma cerveja todo fim de semana e o cabelo já ficando ralo nas entradas. O Carlos é um cara comum, trabalhador, daqueles que você nunca diria que curte caras. Mas o jeito que ele me olha quando acha que eu não estou prestando atenção entrega tudo. E, claro, usando uma calça jeans mais justa de trabalho, o volume do meu pau de 22cm desenhava perfeitamente na frente mesmo mole, chamando atenção de longe.
Eu estava curvado sobre a mesa, checando umas notas fiscais, quando senti a presença dele bem atrás de mim. O Carlos se aproximou para me entregar uma planilha, mas em vez de só deixar o papel, ele parou do meu lado. A respiração dele estava pesada.
— Kaue, você terminou de conferir a carga do último caminhão?
Quando me virei para responder, percebi que o olhar dele estava fixo na minha braguilha. Ele estava literalmente hipnotizado. Como a empresa estava vazia e eu já estava instigado com aquela secada há meses, resolvi quebrar o protocolo. Dei um passo para frente, encurralando o Carlos contra a mesa de metal.
— Falta só aquela ali, Carlos. Mas parece que você tá interessado em outra contagem aqui — falei, com a voz bem baixa, deixando a minha barriga roçar na dele.
O cara engoliu em seco, ficou vermelho na hora, mas não recuou. Ele olhou para cima, encarando a minha altura, e confessou com a voz rouca:
— Cara... faz tempo que eu fico olhando para você. Você é muito grande, bicho. Essa calça sua me deixa maluco aqui todo dia.
Eu dei um sorriso de canto, peguei a mão dele e guiei direto para o meio das minhas pernas. Quando a palma da mão dele apertou meu volume que já estava acordando, o Carlos soltou um suspiro pesado, fechando os olhos.
— Quer ver o tamanho do problema real? — perguntei.
Ele nem pensou duas vezes. O Carlos se ajoelhou ali mesmo, no chão do galpão, entre as minhas pernas. As mãos dele, calejadas do trabalho, abriram o botão da minha calça com uma pressa absurda e puxaram o zíper. Quando eu joguei os meus quase 22cm para fora, completamente rígidos e latejando no ar frio do galpão, o Carlos soltou um palavrão, abismado com a grossura e o comprimento da parada.
A boca dele, sem nenhuma frescura, envolveu a cabeça do meu pau de uma vez, começando uma boquete com vontade, babando e descendo até onde conseguia, enquanto os olhos dele me encaravam de baixo com uma cara de pura tara.
O Carlos continuou ali por mais uns minutos, engolindo o meu pau até onde a garganta dele aguentava. O som da saliva e da boca dele subindo e descendo ecoava no meio do galpão. Dava para ver que ele estava fascinado, segurando a base com força com as mãos calejadas para tentar dar conta da grossura. A tara dele era tão legítima que me deixou completamente duro.
Puxei o Carlos para cima pelos braços. Ele levantou meio zonzo, com a boca toda babada.
— Deita nessa mesa aí, Carlos. De costas — ordenei, apontando para a mesa de ferro onde estavam as planilhas.
Ele nem hesitou. O cara limpou a boca com as costas da mão, virou de costas, abaixou as calças e a cueca de uma vez e deitou o peito na mesa de ferro fria, deixando a bunda gordinha bem empinada na minha direção. O cu dele estava bem visível, escuro e já piscando só de antecipação. Não tinha frescura ali, era puramente tesão acumulado de meses me olhando trabalhar.
Enquanto ele se ajeitava na mesa, eu peguei a carteira no bolso de trás da calça e tirei uma camisinha de lá. Abri o pacotinho e encapei meu pau sem cerimônia, sentindo o látex apertar firme na base. O Carlos olhou por cima do ombro, vendo aquilo, e soltou um risinho abafado.
— Sempre prevenido, né, Kauê?
— Nunca se sabe quando a gente vai precisar fuder um colega de trabalho — respondi, puxando a camisinha até o talo e dando uma ajeitada no saco.
Eu não tinha lubrificante, mas o Carlos resolveu rápido: cuspiu um monte na própria mão e esfregou no cu dele, abrindo o caminho. Depois, peguei mais da saliva dele e passei ao longo de todo o meu pau, deixando ele bem escorregadio.
Fiquei em pé atrás dele, grudando a minha barriga na bunda dele. Com a minha altura, eu dominava o corpo dele inteiro ali na mesa. Segurei firme na cintura do Carlos, posicionei a cabeça do meu pau na entrada do cu dele e empurrei com força de uma vez.
— Caralho! — o Carlos soltou um grito abafado, cravando as mãos nas bordas da mesa de metal.
O cu dele era apertado e prendeu a cabeça do meu pau com uma pressão absurda. Dei alguns segundos para ele respirar, vendo as costas dele subindo e descendo com a respiração arfante, e então enterrei o resto. Enfiei até o talo, sentindo o meu saco bater com tudo contra as nádegas dele. O Carlos soltou um gemido longo, daqueles de dor misturada com muito prazer, e a cabeça dele pendeu para a frente.
— Aguenta aí, Carlos — joguei o peso do meu corpo e comecei a socar.
O ritmo foi bruto. A mesa de ferro do galpão chegava a arrastar no chão a cada estocada violenta que eu dava. O cara gemia alto, sem se importar se alguém ia ouvir na segurança do prédio. Eu metia com vontade, sentindo o cu dele massagear o meu pau inteiro.
Puxei o corpo dele um pouco mais para a beirada da mesa, fazendo ele arquear bem as costas. A cada entrada, o meu pau ia até o fundo do estômago dele, e o Carlos começou a rebolar para trás, tentando engolir ainda mais. O pau dele, que também estava bem duro, ficava roçando na mesa, completamente ensopado de tesão.
A pressão ali dentro estava tão forte que eu senti que ia descarregar. Comecei a socar ainda mais rápido, sem dó, enquanto o Carlos choramingava de prazer, completamente arrombado.
— Vai, Kaue! Puta que pariu, me fode... vai! — ele implorou, gemendo.
Foi o suficiente. Dei mais cinco estocadas profundas, segurando ele pela cintura com tanta força que os meus dedos afundavam na pele dele. No último empurrão, enterrei tudo o que tinha e travei o meu corpo. Meu pau começou a pulsar forte dentro do cu do Carlos e eu disparei jatos e mais jatos de porra quente dentro da camisinha, sentindo o látex encher enquanto eu ainda metia fundo, aproveitando cada espasmo. O Carlos gemeu alto, apertando o cu em volta de mim, como se quisesse sugar até a última gota mesmo com a borracha no caminho.
O Carlos deu um grito alto, o corpo dele estremeceu inteiro e, logo em seguida, ele gozou também, sujando a mesa de metal todinha com o sêmen dele.
Ficamos os dois ali parados por um tempo, o galpão em silêncio de novo, só com o som da nossa respiração pesada. Fui puxando o meu pau para fora devagar, e deu para ver o estrago: o cu dele ficou aberto por uns segundos. O Carlos se levantou devagar, puxando as calças com a mão trêmula, com um sorriso de satisfação bizarro na cara.
— Rapaz... eu sabia que você era muita areia pro meu caminhão, mas você é ignorante demais — ele disse, rindo fraco, limpando o suor da testa.
Tirei a camisinha cheia com cuidado, dei um nó rápido na ponta e enfiei no bolso da calça, depois eu jogava fora longe dali. Ajeitei a calça, fechei o zíper e dei um tapinha nas costas dele.
— O estoque tá conferido, Carlos.
Peguei as minhas coisas e fui embora para o estacionamento, deixando o galpão para trás com a certeza de que os próximos plantões vão ser bem mais interessantes.