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Escrava do Professor - Tortura anal

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Um conto erótico de Vanessa
Categoria: Sadomasoquismo
Contém 934 palavras
Data: 08/07/2026 07:39:52
Assuntos: Sadomasoquismo

Ola novamente

O meu Professor gosta de combinar com os amigos, para irem ver futebol lá em casa e agora que estamos no mundial, isso não poderia faltar.

Para quem não me conhece, chamo-me Vanessa, tenho 19 anos e o meu Professor, que na realidade é meu professor de faculdade, é tambem o meu Dono.

Num desses jogos que iria dar, ele me disse para ir ter a casa dele e claro que obedeci sem questionar e cheguei na hora marcada.

Ele levou-me até ao quarto e sem que ele dissesse nada eu me despi e entreguei a minha roupa a ele, já que essa era uma das regras que eu tenho.

Dessa forma eu guarda a minha roupa e eu só estou autorizada a sair quando ele me devolve e tambem para ele ver que não tinha mais nada por baixo, tambem uma regra que eu obedecia.

Entao ele explicou-me que tinha convidado uns amigos para ver o jogo que iria dar e que eu iria ser o ornamento da sala durante o jogo, mas como eles eram outros professores da faculdade, eu iria usar algo na cabeça para não ser reconhecida.

Levou-me para a sala e vi, uma pequena mesa e com uma maquina por tras.

Ele colocou-me uma venda nos olhos, uma bola de borracha na boca e depois uma mascara completa na cabeça, deixando apenas o nariz descoberto para respirar.

Depois deitou-me na mesa, senti uma almoçada por baixo de mim, fiquei de 4, com a mesa por baixo de mim. Por fim amarrou-me as mãos e as pernas aos pés da mesa.

Senti depois as mãos dele a afastar as minhas nadegas e ele passou algo fresco no meu cu, que percebi ser lubrificante e por fim, penetrou-me com o consolo de borracha que estava preso na maquina.

Quando terminou, explicou-me que aquela maquina iria funcionar assim que o jogo começasse e que iriam aumentar a velocidade a cada golo, alem disso que nas minha costas iriam colocar as carnes que estariam a assar, para eles comerem durante o jogo.

Fiquei alii um bom bocado com o consolo enfiado no meu cu, completamente parado, aque que comecei a ouvir vozes, eles estavam a chegar.

A primeira coisa que senti, foi algo quente nas minhas costas, queimava, mas eu não conseguia gritar por causa da bola que tinha na boca.

A dada altura ligaram a maquina e o consolo, lentamente ia me penetrando, entrava e saia do meu cu.

Ele iam comendo a carne que ia pondo nas minhas costas, até que um deles perguntou:

- Vais fazer alguma coisa com a cona?

- Podes passar la a carne se quizeres (reconheci a voz o meu Professor)

E sim ele passou lá a carne e ainda estava quente.

Eu ouvia o jogo, mas não sabia quem estava a jogar, nem o que se passava, afinal estava vendada, até que ouvi um golo e logo de seguida a maquina aumentou um pouco a velocidade.

Ainda se seguiram mais 4 ou 5 golos e a maquina sempre a aumentar.

Eu perdi a conta mas acho que foram uns 7 ou 8 golos no total e nessa altura a maquina já estava a uma velocidade bem alta.

Eu já estava bem desconfortavel e ardia-me o cu por dentro.

Tentei descontrair-me e relaxar afinal eu não iria sair dali, sem o meu Dono me soltar, por isso tentei relaxar ao máximo enquanto era fodida com velocidade pela maquina.

Quando finalmente o jogo terminou ele parou a maquina, mas só me soltou quando eles foram todos embora.

Depois de me soltar, tirou-me a mascara e a venda e mandou-me para o quarto tomar um banho.

Eu fui a andar como podia, doia-me muito e mal conseguia andar.

Já na casa de banho deitei-me no chaão com polibam que é grande e fiquei ali deitada a relaxar com a agua a cai em cima de mim.

Passei os meus dedos pelo meu cu que me ardia muito e percebi que estava bem aberto. Deixei-me ficar um pouco, mas não sei porque senti vontade de me tocar e com os meus dedos, comecei a esfregar o meu clitoris, aquilo me relaxava e no fundo aliviava a dor. Fechei os olhos e fiquei ali sentir a agua no meu corpo e principalmente na minha xaninha enquanto eu me tocava.

Quando abri os olhos o meu Dono estava de pé junto ao polibam a me observar, eu parei imediatamente, afinal que não me tinha dado autorização para eu ter prazer.

Mas em vez de ele me repreender, ele sorriu e disse:

- Fode essa cona com os teus dedos.

Obedeci, afastei um pouco mais as pernas e penetrei-me com 2 dedos, mas ele queria mais e ordenou-me que metesse 4 dedos.

Entretanto ele saiu, mas mandou-me sair tambem, entao terminei o meu duche e fui deitar-me em cima da cama de barriga para baixo.

Quando ele chegou ao quarto, eu já estava quase a dormir, e senti ele a afastar-me as nadegas.

- Este cu parece um tunel, esta todo aberto.

Entretanto ardia-me muito, mas eu não disse nada, mas ele disse que iria cuidar do meu cu, mas estar pronto para outra utilização.

Senti entao um creme fresco que me relaxou e ele colocou mais:

- Como te sentes agora ? (Perguntou ele)

- Melhor, é refrescante.

Entao ele colocou mais. E reparei que ele estava completamente nu e já com o pau duro.

Colocou-me em cima de mim e senti o pau dele a entrar no meu cu, devagar bem até ao fundo.

- Isto é para espalhar melhor o creme (disse ele).

- Obrigada, Professor.

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