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Meu filho foi mais homem que o pai e realizou meu fetiche – 07 – Hora de fazer amor

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Um conto erótico de Sonhadora
Categoria: Heterossexual
Contém 3711 palavras
Data: 08/07/2026 07:08:10

No sábado à tarde meu marido chegou e foi recebido por mim e pelo filho. Decidimos ir jantar fora para facilitar e lá no restaurante nos contou empolgado do progresso da montagem da fábrica em São Paulo que terminaria em 2 semanas e veio com uma novidade.

– Após o início do funcionamento, acho que terei que ficar mais um tempo para que tudo funcione como deve.

Afinal descobri o porquê ele estava tão gentil e falante, diferente de seu jeito de ser mais sério. Satisfeita sexualmente como jamais estive e incapaz de decidir como lidaria com a situação de mantermos o relacionamento sexual, ainda assim sentiria falta do marido que amava e mostrei meu descontentamento.

– Mais uma vez vai me deixar sozinha? Você tem ótimos funcionários de confiança. Porque não deixa que um deles cuide disso?

– Ninguém cuida como o dono por melhor que seja.

– Então porque abriu outra fábrica se não consegue confiar.

– Quando o Leo se formar e já tiver feito estagio comigo é ele quem vai cuidar de uma e eu da outra.

– Você perguntou se ele quer, indaguei ainda mais irritada sabendo a resposta.

– Claro que ele quer. Quem não iria querer, falou olhando para Leo esperando a confirmação de nosso filho, que como sempre foi diplomático.

– Sou muito novo ainda pai. Não vou falar que quero ou que não quero, pois preciso estudar mais, conhecer melhor o trabalho e só então saberei. E se aceitar, com certeza precisarei da ajuda de minha mãe. Nesse caso, se eu ficar na fábrica aqui ou em São Paulo ela ficaria comigo e longe de você.

– Ela pode ir com você. Temos voos diretos para Campinas e podemos nos encontrar todos os finais de semana.

Um calor de raiva subiu dentro de mim pôr o ver dar menos valor por estarmos juntos do que eu dava, mas percebendo o jogo de Leo, não demonstrei o que eu sentia.

Por fim finalizamos o jantar e voltamos para casa. Ao chegarmos Leo deu boa noite e foi para seu quarto não parecendo feliz que eu dormiria com seu pai. Fui para o quarto e me troquei no banheiro depois de meu marido colocando meu pijama. Ao sair já tinha a desculpa preparada para não fazer amor com ele naquela noite após Leo ter me arrombado na tarde anterior, mas não precisei usa-la.

O quarto já estava na penumbra porque ele tinha apagado as luzes e já dormia roncando em seu lugar.

Fiquei aliviada, mas muito, muito triste por seu desinteresse. Se meu marido voltasse a ter aquele fogo que tinha antes eu daria um jeito de mantermos nosso casamento e nossos momentos de sexo gostoso deixando para realizar meu fetiche com Leo apenas uma vez por mês ou em datas especiais. Sentiria falta, mas era o sacrifício a ser feito para podermos continuar. Poderia inventar que com o tempo passando a mulher perde a elasticidade na vagina e fica menos apertada o que não é bem verdade, mas serviria para convence-lo.

Dormi chateada porque amava aquele homem a meu lado, mas como se não bastasse, na noite seguinte ele exagerou um pouco no vinho em nosso jantar em casa e também dormiu sem querer fazer amor, ligando o sinal de alerta sobre ele ter uma amante.

Justificativas me tornariam uma hipócrita se ele tivesse uma amante, pois de uma forma ou outra eu era amante de meu filho. Nenhuma das situações seria perdoável, mas elas seriam diferentes pois só me entreguei a realização de um fetiche que sempre desejei, porque pedi a ele para realiza-lo e ele não foi homem suficiente para fazer isso. Em seu caso seria somente por ter conhecido uma mulher mais jovem que o atraiu. Tudo ainda era suposição, mas seria difícil estar fora deste contexto.

O importante era saber quem traiu primeiro e pelo que Leo insinuou em nossa primeira vez, seu pai poderia ter uma amante há mais de um ano, desde que começou a construir a fábrica em São Paulo.

Perspicaz, Leo percebeu algo no ar e ficou em seu canto observando com sempre foi seu modo de agir. Observador, talvez já tivesse tirado as conclusões reais, mas só descobriria após seu pai pegar o avião naquela segunda-feira pela manhã.

Desta vez ele nem se despediu dele e eu me despedi mal humorada estragando meu dia, mas quando Leo chegou da faculdade e após terminar o almoço, tinha uma novidade que estragou muito mais do que meu dia.

Me vendo trabalhar emburrada, se sentou na ponta da mesa a meu lado.

– Mãe, sei que você já não está legal, mas preciso te contar algo. Ontem meu pai saiu para ir ao clube encontrar os amigos e deixou o computador ligado e como corri lá, consegui evitar que fechasse a tela. Tive acesso ao aplicativo de mensagens dele e as notícias não são nada boas.

Larguei o que fazia e olhei para ele com o coração acelerado.

– Me conta tudo Leo. Tudo.

– Vou contar, mas também tirei fotos das conversas dele com uma mulher em São Paulo. Ele está te traindo mãe e quando vai a São Paulo, fica no apartamento dela. Isso há quase um ano. Ela é arquiteta e trabalha no escritório de arquitetura que fez os projetos da fábrica. Tem muita conversinha deles lá mãe, mas é melhor você não ver.

– Quero ver tudo Leo. Me deixa ver as fotos das conversas agora, falei bufando de raiva.

Eram conversas de um casal apaixonado, mandando “eu te amo” e combinado jantares e eventos juntos. Mais do que a confirmação da traição o que mais doeu foi ver meu marido falando com ela todo carinhoso como falava comigo anos atrás. Ao menos não tinha uma linha falando sobre mim, nem mal e nem bem, mas tudo o que estava ali era motivo para um divórcio com provas de tudo.

Não conseguiria mais trabalhar e queria ficar sozinha, então Leo me levou para a cama e me deixou lá, dizendo que eu poderia o chamar por qualquer coisa. Deitada em minha cama a raiva era enorme, mas a tristeza pelo fracasso também. Me julguei também responsável por ter me decepcionado quando ele recusou realizar meu fetiche, o que com o passar doas anos me levou a uma apatia em nossos momentos de amor.

De qualquer forma, ele poderia ter sido homem e novamente não foi não conversando comigo sobre seus sentimentos e então pedir o divórcio, mas foi pelo caminho mais fácil de querer esconder sua traição.

Éramos os dois adúlteros, fossem quase fossem as razões e o divórcio não seria simples, pois éramos sócios na empresa. Por fim pensei em Leo e me lembrei de quando ele falou que se meu pai estivesse me traindo, não ficaria mais preso somente aqueles momentos de realização de meu fetiche. Entregar-me a ele complicaria ainda mais minha vida mesmo sendo o que eu também queria que acontecesse. Era a hora de contar a ele o que eu tinha decidido e o chamei de meu quarto.

– Leo. Você pode vir aqui?

Em segundos ele entrou pela porta e apontei o colchão ao meu lado para que ele se sentasse. Rapidamente estava sentado com as costas na cabeceira como eu, mas com o tronco torcido de frente para mim me olhando apreensivo.

– Não tem como resolver a situação a não ser o divórcio. Pela conversa deles, já estão morando juntos e falam até em filhos.

Ao contrário do que se possa imaginar, Leo não estava feliz.

– Que pena mãe. Você o ama tanto.

– Eu o amo sim, muito, mas estou com tanta raiva dele. Sei que eu o traio também agora, mas não é por não o amar mais como no caso dele, mas por ele não querer realizar meus desejos diferentes.

Leo me olhou chateado por minha confissão e percebi que o magoei porque o tratei como descartável, caso seu pai fosse o homem que ele não era. Precisava consertar minha besteira imediatamente, então me movi, girei o corpo e o montei ficando em seu colo.

Foi uma das poucas vezes que senti, ou melhor, não senti seu pau já duro para mim mostrando que ele realmente tinha se magoado. Levando a mãos a suas duas bochechas o fiz olhar um pouco para cima direto para meus olhos.

– Eu amo seu pai, sempre o amei, mas amo você muito mais do que o amo e se tiver que escolher sempre escolherei você. Também adorava fazer amor com ele e tive orgasmos imensos e gostosos, mas ele nunca foi homem para realizar meu fetiche e me dar os orgasmos múltiplos imensamente mais poderosos e longos que você me proporciona, falei o puxando para mim e o beijando amorosamente.

Seus braços longos e fortes envolveram meu corpo quase nos fundindo em um só. Como me pegou trabalhando quando contou sobre seu pai estar com outra mulher, eu vestia a legging, uma camiseta larga, calcinha e sutiãs confortáveis.

Durante o beijo, o filho tarado por mim voltou pois senti muito bem seu pau se endurecendo até a rigidez máxima impressionante que eu conhecia tão bem. O tecido fino da legging e calcinha e ele estar só de boxer facilitava sentirmos um ao outro e logo minha buceta estava melada.

Estávamos totalmente fora do contexto de meu fetiche sendo amarrada que justificava o sexo entre nós o que não impediu que ele largasse o abraço a meu corpo e com as mãos fosse até a barra de minha camiseta e começasse a levanta-la para a tirar. Querendo mais do que tudo que ele fosse avante, um novo capitulo de nossa relação se iniciava.

Levantei os braços para que ele a tirasse por minha cabeça e assim que a tirou, foi para o fecho de meu sutiã em minhas costas, o abriu e o tirou com os olhos vidrados em meus seios a sua frente.

Ao colocar o sutiã ao nosso lado, suas mãos grandes envolveram meus seios rijos os acariciando babando por eles, mas antes mostrou o quanto era mais homem que seu pai.

– Agora você é minha mãe, minha mulher, não submissa como você não gosta, mas como casal de iguais. Vou fazer amor com você que te faz falta e continuarei a realizar seu fetiche te deixando satisfeita e te dando os orgasmos que comentou. Você perdeu um marido, mas ganhou um jovem namorado que também te ama muito mais do que ele já te amou, pois saí de você.

Meu corpo se arrepiou todo com sua declaração e seu carinho delicioso nos seios que ele tanto gostava, os seios que ele mamou guloso quando era meu bebê. Eu ia adorar o ter como meu namorado, fazer amor com ele, dormir com ele, fazer programas juntos e ser amarrada e usada para o satisfazer realizando meus desejos obscenos. Não deveria como sua mãe por querer sua felicidade, mas a felicidade dele era ser o homem de sua mamãe.

Leo se inclinou e começou a dar beijinhos e lambidas nas sardas que tanto amava de meus seios. Excitada comecei a me esfregar em seu pau por cima das roupas sentindo aquele monstro delicioso ainda contido. Por seu controle me dei conta que sua intenção era aproveitar muito de nossa primeira vez fazendo amor, sua primeira vez fazendo amor.

Suas mãos acariciavam meus seios ao mesmo tempo que sua boca começou a lamber e sugar meus pequenos mamilos, alternando entre eles. Era uma excitação diferente da gigantesca excitação de me sentir usada, porém tão forte quanto, mas diferente.

Acelerei o vai e vem percebendo que poderia gozar o que fez Leo ficar mais ativo com seus lábios mamando como um bebê. Me sentir naquela situação como uma namoradinha que ele disse que eu seria e seus lábios me sugando me levou a um orgasmo como tinha quando namorava no carro com seu pai nos esfregando com nossas roupas.

– Aaaaaaaahhhhhhhhhhhh filhooooo. Estou gozaaaaandoooooo tão gostosoooooooo.

Leo me ajudou no vai e vem soltando meus seios e levou as mãos as minhas ancas me empurrando e me puxando. Minha mão direita segurava sua nuca mamando meu seio direito e sentia minha buceta quase espirrando meus fluidos de tanto que vazava e certamente já tinha atravessado a calcinha, a legging e sua boxer.

Enquanto saboreava meu orgasmo adolescente, suas mãos voltaram as minhas costas me segurando firme e com seus músculos e força se ajoelhou, depois girou e me deitou de costas na cama ficando entre minhas pernas em um papai e mamãe.

Queria que naquela posição ele voltasse a se esfregar em mim para prolongar meu prazer, mas se ajoelhou entre minhas pernas e ficou olhando cheio de amores para sua mamãe namorada gozando.

Querendo mais, levou as mãos ao cós de minha legging enfiando os dedos por dentro, também da calcinha e começou a puxa-las para baixo me desnudando. Tudo bem devagar mostrando que não tinha nenhuma pressa e queria curtir cada segundo e cada toque.

Precisei levantar as pernas juntas ao alto na frente de seu rosto para que ele as tirasse por meus pés e quando me libertou voltei a posição papai e mamãe com as pernas totalmente arreganhadas para seu deleite.

Por tudo que fazíamos nas realizações de meu fetiche, não tinha mais um pingo de pudor com ele, fora que ainda tinha tocado cada milímetro de meu corpo com sua língua e lábios. Na verdade, fora do momento que o realizava meu fetiche onde eu gostava de me sentir como um objeto vivo de prazer totalmente despudorada, descobri naquele momento que também estava adorando me abrir toda para ele.

Leo babava por meu corpo branquinho levemente rosado, cheio de sardas e totalmente nua. Sentia meus lábios vaginais com pelinhos em crescimento bem abertos mostrando o quanto estava melada e tarada por ele.

Olhando para meus olhos apaixonadamente, Leo foi se inclinando empunhando seu pau enorme. Quando sua glande tocou minha fenda escorregadia, ele estava inclinado como uma gangorra se mantendo somente sobre um braço esticado. Logo começou a colocar pressão no buraquinho que mesmo doendo adorava se abrir para ele. Após empurrar o suficiente para que não escapasse soltou a mão e se apoiou também sobre ela.

– Essa vai ser a primeira vez que faço sexo com minha namorada e a primeira vez na vida que faço amor.

– Te amo tanto que quero tornar todas suas primeiras vezes especiais. Faz amor comigo, faz.

Não que Leo sempre tenha sido rude com as penetrações durante os momentos de fetiche, pois sempre foi cuidadoso, mas naquele instante ele enfiava aquele monstro dentro de mim com uma suavidade jamais sentida. Pela primeira vez não sentia dor, apenas desconforto por me sentir estar sendo aberta.

Também nunca tinha sentido naquela intensidade as pulsações daquele membro poderoso que parecia um coração contra as paredes de minha buceta. Não bastasse, Leo enchia de beijinhos meus lábios, meu nariz, minha testa, minhas bochechas e voltando a se apoiar novamente sobre só um braço acariciava meus cabelos com seus dedos grandes.

– Você é tão linda mãe. Tão perfeita. Seus olhos verdes, seu cabelo ruivo longo e suas sardas são maravilhosos. Você é mais linda do que qualquer garota de minha idade. Ahhhhhhhmmmm, e sua bucetinha.....

– Obrigado amor. Ela é sua e agora todo o resto é seu como um casal como você falou. Ohhhhmmmmmmmm.

Era um dos momentos mais maravilhosos de minha vida. A tristeza pelo fim do casamento com seu pai, era substituído pela alegria de seu amor por mim, não só naquele momento, mas tendo sido sempre um filho maravilhoso.

Milímetro por milímetro aquele pau se encaixava em minha buceta com uma perfeição divina, feitos um para o outro depois que Leo a moldou para ele. Quando devia estar com a metade enterrada, meu corpo começou a ter sensações do início de um orgasmo, o que me levou a uma revelação surpreendente.

Os orgasmos que incrivelmente vinham fáceis com Leo, antes imaginei serem a soma da realização meu fetiche, do incesto e de seu pau imenso. Pelo que sentia naquele momento os orgasmos fáceis também vinham com o amor substituindo o fetiche e fiquei emocionada por nosso amor ter o mesmo poder.

Meu corpo começou a tremer e percebi que Leo sabia o que estava acontecendo.

– Ahhhhhhuuuummmmmm filho, estou gozando tão gostoso. Tão forte.

Minha buceta o apertou ainda mais forte durante o orgasmo o que o fez gemer mais forte.

– Ahhhhhh, que delicia mãeeeee.

Leo em nada mudou o ritmo, mas se inclinou e me beijou amorosamente enquanto eu gozava. Um beijo gostoso com o sabor delicioso de seus lábios.

Quando quis sair, passei meus braços pelo pescoço e o segurei ali, com nossos lábios a 3 centímetros separados.

– Já que é a primeira vez que você faz amor e é com a namorada que você ama, me beije bastante.

Leo sorriu feliz e voltou ao beijo. Com o fim de meu orgasmo, enquanto ele ainda me penetrava suavemente sem me fazer sentir dores, fiz algo que não me lembrava de ter feito em nossos momentos fetiche por seu pau ser muito grande.

Levantei minhas pernas e as fechei atrás de seu quadril cruzando meus tornozelos. Só com esse movimento a dor que não senti deu uma pontada, mas se foi com a calma de Leo.

Desta vez eu não estava amarrada, mas estava tão agarrada a ele por vontade própria que me sentia sem condições de fazer nada mais, a não ser aceitar o que acontecia, então tive outro orgasmoooooo.

Leo já sabia pelos tremores de meu corpo, mas quis dizer o que sentia e interrompi o beijo e olhei em seus olhos.

– Ohhhhhh filho. Estou gozaaaaando de novo tão gostoso. Fazendo amor, nunca gozei duas vezes sem ainda estar penetrada totalmente, terminei voltando a beija-lo.

Só tinha acontecido durante meu fetiche, mas fora dela nunca uma penetração de meu marido demorou tanto dando tempo para eu ter dois orgasmos antes que ele terminasse e é claro, ele jamais me preencheu da mesma forma que estava sendo naquele momento.

Quando terminou senti sua glande empurrando meu colo de útero e que assim que começasse o vai e vem, eu gozaria de novo e talvez mais uma quando ejaculasse, mas Leo não se moveu e encerrou o beijo para poder me encarar, mesmo que eu estivesse agarrada a seu pescoço o mantendo perto.

Nunca tinha me sentido tão unida a meu filho como naquele momento. Não me sentia ligada por ele ter aquele pau imenso enterrado nas entranhas de meu corpo, como me senti algumas vezes quando ele me usava. Naquele momento sentia que éramos um só que podia até sentir os batimentos de seu coração através de nossa união mais do que perfeita.

Leo me tirou daquele modo de deslumbramento etéreo não parecendo pertencer ao mundo real.

– Você sabe o que fiz nos últimos 5 minutos?

Com certeza não imaginava o que ele queria dizer, então perguntei.

– Não. O que você fez além de me penetrar deliciosamente e me fazer gozar?

– Pensei em esportes, futebol e outra coisas só para não gozar.

– Você poderia ter gozado, comigo. Sei que ainda iria querer mais.

Seu quadril preso por minhas pernas o segurando engatado, forçou para cima e depois voltou começando o vai e vem. Aqueles seus movimentos suaves de pôr e tirar só comprovavam que jamais tinha feito amor tão maravilhosamente como aquela e olha que tinha tido muitas vezes deliciosas com meu marido.

– Não, eu não quero ter uma ejaculação antes da hora na primeira vez que faço amor com minha namorada.

Sua preocupação era real e eu sorri amorosamente. Mesmo tirando ser sua mãe, seria com certeza impossível encontrar outro homem tão perfeito para mim como Leo.

– Desculpe não ter te esperado para gozarmos juntos nessa primeira vez, mas você é delicioso demais. Ahhhhhmmmmmmmmm.

– Adorei te fazer gozar duas vezes só te penetrando. Quero que essa nossa primeira vez fazendo amor seja inesquecível para você.

– Já é filho e nem senti seu esperma ainda. Uhhhmmmm. Quando você gozar, continue e goze de novo para compensar meus orgasmos. Só que não garanto que não vou gozar de novo, sorri.

– Com certeza eu vou mãe. Só uma vez com essa namorada maravilhosa e que tem a bucetinha gostosa como a sua, não vai me satisfazer. Isso nessa posição, pois depois quero fazer amor com você em meu colo e depois de 4. Uuuhhhhhhhh.

Leo não acelerou seus movimentos, mas cada vez tirava mais o enterrando de volta parecendo em câmera lenta, impressionantemente excitante.

– Ahhhhhnnnn filho. Nunca fiz amor assim tão lento e tão gostoso. Quando você gozar vou gozar junto em um dos maiores orgasmos que já tive. Vou adorar as próximas, mas de 4 não é fazer amor, o provoquei.

Vai e vem. Vai e vem. Vai e vem, parecendo o suave tic-tac de um relógio. Minha buceta cheia de meus próprios fluidos o fazia escorregar deliciosamente.

– Com você vai ser fazer amor, pois vou venerar seu corpo naquela posição, mas tenho uma ideia para deixar diferente da metade em diante, falou me deixando curiosa.

– Tratando sua namorada assim, ela vai querer morar com você e dormir na mesma cama para poder fazer amor sempre que um dos dois quiserem.

Seu olhar parecia feliz, animado e excitado.

– Vamos dormir como casal de agora em diante mãe?

Nesse momento ele quase tirou seu pau todo para fora, para poder o enterrar todo sentindo minhas paredes aveludadas e quentes que o desejavam dentro.

– Ohhhuuuuuu. Por ser você, vou estar constantemente tarada então vou querer fazer amor sempre. Se me satisfizer e continuar a realizar meu fetiche, devemos dormir juntos.

– Eu vou mãe. Você nunca mais ficará insatisfeita, nem sem fazer amor e muito menos não terá seu fetiche realizado com frequência. Vou gozar mãe. Ohhh. Goza comigo.

– Aaahhhhhhhhhhhhh. Goza filho. Estou gozaaaaaaandooooooooooo.

– Uhhhhhhhhhhhhhhhhhhhh. Te amo minha namorada deliciosa.

Nem mesmo gozando Leo acelerou o ritmo o que me proporcionou um dos orgasmos mais incríveis de minha vida tendo a sensibilidade de tudo o que acontecia entre nossos sexos e a sensação de seu esperma se espalhando como jamais senti.

– Ohhhh deus. Ohhhh deus.

Assim que gemi o puxei para um beijo e colocando forças em minha perna, ele percebeu o que eu queria e parou enterrado dentro de mim deixando que só nossos orgasmos fossem sentidos.

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