Capítulo 2: A Primeira Vez
Naquela noite, com o cu ainda latejando da foda selvagem com João, deitada ao lado do Marcos que dormia profundamente depois de me comer com tanta vontade, eu voltei no tempo. Aos 18 anos. A primeira vez que entendi de verdade o que meu corpo realmente queria.
Era um dia comum de aula no terceiro ano do ensino médio. O sol entrava pelas janelas altas da sala de matemática, o professor falava sobre equações que eu mal registrava. Meu namorado Thiago, quatro anos mais velho, estava sentado duas carteiras atrás de mim. Ele não era aluno dali, tinha largado os estudos cedo e trabalhava numa oficina mecânica perto do colégio, mas sempre dava um jeito de entrar para me ver. A gente trocava olhares cúmplices o tempo todo. Eu sentia minha calcinha molhando só de imaginar o que ele faria comigo.
Quando o sinal do intervalo bateu, Thiago se aproximou por trás, fingindo pegar um livro, e sussurrou no meu ouvido:
— Banheiro do fundo. Agora.
Meu coração disparou. Eu sabia o que ele queria. E eu queria mais ainda. Saímos da sala separados, misturando-nos com a multidão de alunos que corriam pros corredores. O banheiro do fundo do colégio era o mais isolado, quase nunca usado porque ficava perto da área de manutenção. A porta rangeu quando entramos. Thiago trancou rápido, o clique da fechadura ecoando como um tiro no silêncio repentino.
Ele me prensou contra a pia suja de marcas de caneta. O espelho rachado refletia meu rosto corado, os uniformes escolares amassados. Seus lábios atacaram os meus com fome. Beijo molhado, língua invadindo minha boca, mãos grandes apertando minha cintura fina. Eu tinha 18 anos, corpo sarado de quem fazia educação física todo dia, peitos firmes e bunda empinada que já chamava atenção de metade do colégio.
— Quero te foder agora, Helena — ele rosnou contra minha boca, já abrindo o botão da minha camisa do uniforme.
— Não na buceta — respondi, voz trêmula de tesão e medo. — Tenho medo de engravidar. A gente não trouxe camisinha.
Thiago riu baixo, aquele riso safado que me deixava louca. Ele mordeu meu pescoço, chupando forte o suficiente pra deixar marca.
— Então no cu. Você sabe que eu quero esse rabo virgem faz tempo.
Eu hesitei por um segundo. O risco me excitava pra caralho. Alguém podia bater na porta a qualquer momento. Professores, alunos, o bedel. Mas isso só fazia minha buceta latejar mais forte. Eu assenti, mordendo o lábio.
— Tá… mas devagar.
Ele não perdeu tempo. Virou-me de costas contra a pia, levantou minha saia plissada até a cintura e baixou minha calcinha branca até os joelhos. Minhas pernas tremiam. Senti o ar frio batendo na minha buceta depilada e no cuzinho apertado. Thiago se ajoelhou atrás de mim, abriu minhas nádegas com as mãos calejadas de mecânico e cuspiu direto no meu anelzinho rosado. A saliva quente escorreu. Ele passou o dedo médio, circulando, pressionando devagar.
— Caralho, que cu apertado… — murmurou, enfiando a ponta do dedo. Eu gemi, segurando na borda da pia. Doía um pouco, mas era um dor gostosa, proibida.
Alguém bateu na porta do banheiro.
— Ei! Tem gente aí? — A voz de um aluno ecoou.
Nós congelamos. Thiago não tirou o dedo. Pelo contrário, enfiou mais fundo, girando. Eu mordi o braço pra abafar o gemido.
— Vai embora! — Thiago gritou, voz rouca. — Tá ocupado!
O garoto riu do outro lado e se afastou. Meu coração batia tão forte que parecia que ia sair pela boca. Thiago tirou o dedo e lambeu meu rabo, caralho, quase gozei, ele lambia babava e enfiava a língua no meu cuzinho, então levantou-se e abriu o zíper da calça jeans. O pau dele pulou pra fora — grosso, venoso, uns 18cm, cabeça vermelha brilhando de pré-gozo. Ele cuspiu na palma da mão, espalhou na rola inteira e encostou a glande quente no meu cuzinho.
— Relaxa, amor — sussurrou, uma mão segurando meu quadril, a outra tapando minha boca com firmeza.
Ele empurrou.
A dor foi lancinante. Senti meu cu sendo forçado, queimando, abrindo de um jeito que eu nunca imaginei. Gritei contra a palma dele, lágrimas escorrendo. Thiago parou com a cabeça dentro, respirando pesado.
— Shhh… relaxa o corpo. Vai passar, prometo. Esse cu vai me engolir todinho.
Eu respirei fundo, tentando obedecer. Aos poucos a dor aguda virou um ardor quente, latejante. Thiago empurrou mais. Centímetro por centímetro, lento, implacável. Eu sentia cada veia do pau dele abrindo meu interior. Quando ele estava todo dentro — bolas encostando na minha buceta molhada —, eu tremia inteira, suada, gemendo baixinho contra a mão dele.
— Porra… que cu gostoso. Tá apertando meu pau pra caralho — ele grunhiu.
Começou a se mover. Devagar no início, saindo quase tudo e voltando fundo. O barulho molhado da carne, o cheiro de sexo misturado com o desinfetante barato do banheiro. Alguém bateu na porta de novo, mais forte.
— Abre logo, caralho! Eu preciso mijar!
Thiago não parou. Pelo contrário, acelerou. Segurou meus quadris com as duas mãos e meteu mais fundo, mais forte. O pau entrava e saía do meu cu virgem com estocadas ritmadas, minhas nádegas batendo contra a barriga dele. Cada vez que ele socava até o fundo, eu sentia uma onda de prazer subir pela espinha, misturando com a dor que ia embora.
— Mete… mais forte — pedi, voz abafada. Minha buceta escorria tanto que pingava no chão. O clitóris latejava sem nem ser tocado, estava quase gozando.
Ele agarrou meus cabelos, puxando minha cabeça pra trás enquanto socava. O som da carne molhada ecoava alto no banheiro pequeno. Eu gemia sem controle agora.
— Isso, toma no cu, sua putinha. Tá gostando de dar o rabo no colégio?
— Tô… adoro… me fode… me arromba…
Ele metia como um animal. Rápido, profundo, selvagem. Meu cu já estava acostumando, aceitando ele inteiro a cada estocada. O prazer era absurdo — uma sensação cheia, proibida, que fazia minhas pernas tremerem. Eu sentia o pau dele inchando dentro de mim, pulsando.
Alguém chutou a porta.
— Porra, abre essa merda!
Thiago grunhiu, acelerando ainda mais. Três, quatro, cinco estocadas brutais. Senti ele inchar mais.
— Vou gozar… dentro desse cu virgem…
Ele explodiu. Jatos quentes, grossos, abundantes enchendo meu intestino. O calor me fez gozar junto — um orgasmo profundo, diferente de tudo que eu já tinha sentido na buceta. Minhas pernas cederam. Thiago me segurou, ainda metendo devagar enquanto esvaziava tudo. Quando saiu, senti o cu aberto, piscando, e o sêmen escorrendo pelas minhas coxas, pingando no chão sujo.
Ficamos ali, ofegantes. Ele me virou, me beijou com carinho agora. Limpou minhas pernas com papel higiênico, me ajudou a vestir a calcinha. Quando saímos, o corredor estava quase vazio, mas dois meninos do segundo ano estavam na porta, minha cara queimou de vergonha.
— Caralho, o maluco tava fodendo essa vagabunda aí no banheiro — ouvi um deles falando, o intervalo quase acabando. Eu caminhei com o cu latejando, dolorido, cheio de porra dele escorrendo devagar. Cada passo era uma lembrança molhada do que tínhamos feito.
Naquele momento, soube com certeza: *Isso é o que eu quero. Para sempre.* Não era só sexo. Era o risco. Era dar algo que ninguém mais teria. Era me sentir suja, usada e viva.
Anos depois, casada com o Marcos, eu mantive a regra. Buceta só pra ele. O cu… o cu era meu playground particular. E toda vez que um macho novo me arrombava, eu voltava naquela sensação da primeira vez no banheiro do colégio: coração na boca, cu ardendo de prazer e risco.
