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As Mulheres de Miguel - Capítulo 05: A Prima Materna

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Um conto erótico de Allan Grey
Categoria: Heterossexual
Contém 1588 palavras
Data: 08/07/2026 06:09:28

O quarto de minha prima Marcela cheirava a morango silvestre e algodão-doce. Era um aroma doce ao extremo, que contrastava violentamente com a atmosfera corrompida que preenchia o espaço. Marcela estava de pé ao lado da cama box. Ela vestia apenas um conjunto de calcinha e sutiã verde-menta de renda fina. O tecido delicado desenhava a silhueta de seu corpo esbelto e curvilíneo. Ela brincava nervosamente com a franja do seu corte chanel liso, mantendo os olhos castanhos fixos no chão.

​Perto da porta, minha tia Márcia observava a cena.

​Ela vestia uma camisola curta de cetim preto que revelava seus seios grandes e o quadril largo. Ao contrário do cinismo habitual, o olhar de minha tia Márcia transbordava um carinho protetor, quase sufocante. Ela se aproximou devagar, exalando seu aroma característico de canela, e acariciou o rosto de Marcela com as pontas dos dedos. Ela queria que tudo fosse perfeito para a filha. Seu controle vinha de um excesso de zelo, de uma necessidade doentia de guiar cada passo da menina para poupá-la de qualquer frustração.

​— Mãe... — pediu Marcela, a voz hesitante, curta e recatada. — Dessa vez não. Só assiste. Por favor. Fica na poltrona.

​Minha tia Márcia parou, olhando para a filha com uma ternura preocupada. Ela suspirou, ajeitando a franja de Marcela com cuidado antes de recuar.

​— Tudo bem, meu amor — assentiu minha tia Márcia, o tom doce e protetor. — A mamãe vai ficar aqui do lado olhando você. Miguel, por favor, tire o sutiã dela com cuidado. Não machuque a minha menina.

​Aproximei-me de minha prima. Marcela tremeu ao meu toque quando meus dedos alcançaram o fecho do sutiã verde-menta. Ela permaneceu passiva enquanto a renda se abria, revelando seus seios médios, firmes e empinados. As aréolas rosadas e os mamilos delicados contraíram-se imediatamente sob a luz fraca do abajur. A pele clara de Marcela tinha uma textura extremamente macia, quase intocada.

​Ela buscou o olhar da mãe na poltrona. Procurava aprovação. Minha tia Márcia sorriu de volta, com um olhar encorajador e cheio de afeto.

​— Isso, meu anjo, relaxe os ombros — instruiu minha tia Márcia da poltrona, o tom transbordando um zelo meticuloso. — Miguel, use as mãos com delicadeza. Tire a calcinha dela devagar. E depois faça o seu trabalho. Chupa a sua prima. Faça bastante carinho nela com a língua primeiro. Ela é muito sensível, precisa estar bem preparada.

​Aqueceu-me o sangue o contraste daquela doçura familiar com a crueza do que estávamos prestes a fazer. Deslizei meus dedos por baixo da lateral da calcinha verde-menta de Marcela. Ela soltou um suspiro ofegante, as mãos delicadas agarrando os meus ombros enquanto eu puxava a renda para baixo, revelando sua nudez completa sobre os lençóis.

​A fenda de minha prima era delicada, de grandes lábios finos e rosados, quase sem pelos. Deitei-a de costas na cama. Afastei suas pernas grossas e claras, posicionando-me entre as coxas dela.

​Aproximei minha boca de sua vulva.

​Minha língua deslizou firme pela fenda rosada, recolhendo a umidade que começava a brotar. Marcela soltou um gemido agudo, o corpo inteiro dando um sobressalto no colchão. Envolvi o clitóris pequeno dela com os lábios, sugando-o com uma pressão constante, enquanto usava os dedos para abrir caminho no canal apertado. O aroma de morango silvestre se misturava ao cheiro característico de sua excitação, que se tornava cada vez mais abundante e viscosa sob o meu estímulo.

​— Devagar, Miguel... com carinho na minha menina — pedia minha tia Márcia da poltrona, a voz sussurrada, as mãos apertando os próprios joelhos pelo nervosismo de assistir à cena. — Marcela, respira fundo, meu amor. Deixa ele te dar carinho.

​Marcela agarrou os lençóis com as unhas, arqueando o quadril em direção à minha boca. Ela estava completamente entregue, tremendo de forma espasmódica. A umidade natural agora escorria abundante pelas suas coxas claras. Ela não conseguia mais conter os arquejos.

​— Por favor, Miguel... chega — ela implorou, a voz ofegante, desesperada e fragmentada. — Enfia... agora. Eu não aguento mais.

​Ela me puxou pelos ombros, tentando me trazer para cima de seu corpo esbelto. Subi no colo dela, posicionando meu pau rígido e latejante contra a fenda rosada e úmida. Segurei o quadril largo dela e, com uma pressão firme, empurrei meu quadril para a frente.

​Eu a penetrei.

​A fenda de Marcela era incrivelmente estreita. No momento em que meu membro forçou a entrada, ela soltou um gemido sibilante de dor, o rosto contraindo-se e as lágrimas surgindo nos cantos de seus olhos castanhos. Ela enrijeceu o corpo sob o meu peso.

​Ao ver a reação da filha, o excesso de zelo de minha tia Márcia transformou-se em uma fúria protetora instantânea. Ela se levantou da poltrona com um salto, esbravejando comigo.

​— Para, Miguel! — gritou minha tia Márcia, dando um passo em direção à cama, o rosto vermelho de irritação. — Você está machucando ela! Vai devagar, seu bruto! Olha o que você está fazendo com a minha filha! Sai de cima dela agora!

​O quarto ficou tenso, mas o movimento de recuo que tentei esboçar foi interrompido pela própria Marcela.

​Com uma força surpreendente, Marcela cravou as unhas nas minhas costas, prendendo-me contra si. Ela virou o rosto na direção de minha tia Márcia, com os olhos brilhando de uma determinação feroz e inédita.

​— Calma, mãe! — Marcela ordenou, a voz trêmula de luxúria e dor, mas firme como nunca. — Fica quieta! Dói...mas eu estou gostando! Deixa ele!

​Minha tia Márcia emudeceu no mesmo instante. O choque de ser silenciada pela própria filha a paralisou na beira da cama. Ela deu um passo para trás, levando a mão à boca, enquanto a indignação dava lugar a uma excitação voyeurística avassaladora ao perceber que a filha estava fazendo sua própria escolha.

​Marcela assumiu o controle absoluto. Ela empurrou meus ombros de leve, fazendo-me deitar de costas no colchão. Ela mesma subiu no meu colo de forma ágil, com o quadril largo pairando sobre mim. Sem desviar os olhos dos meus, ela guiou meu pau rígido para dentro de sua fenda e desceu o corpo com força, engolindo-me por completo.

​Ela soltou um gemido que misturava dor e prazer, mas não parou. Marcela começou a se mover de cima para baixo com movimentos rápidos, pesados e ruidosos. O peso da bunda dela batia contra o meu púbis com força, gerando um som úmido que preenchia o quarto. Ela ditava o ritmo, voraz e possessiva, mostrando à mãe que não precisava mais ser protegida.

​— Sou eu... Miguel — ela sussurrou, a respiração totalmente desordenada. — Eu sou sua.

​Minha tia Márcia afundou de volta na poltrona de couro, respirando de forma ruidosa, assistindo à filha se transformar em uma mulher diante de seus olhos. O voyeurismo técnico e o zelo materno haviam se dissolvido na submissão silenciosa da matriarca.

​O ritmo de Marcela tornou-se frenético. Ela cavalgava com uma força absurda, usando o aperto esmagador de sua vulva para extrair até a última gota de meu controle. Os espasmos internos dela começaram, contraindo-se ao redor do meu membro em ondas de pura pressão física.

​— Miguel... agora — ela clamou, a voz ofegante e quebrada.

​Segurei o quadril largo de minha prima com força, puxando-a para baixo enquanto eu empurrava meu quadril para cima. O ápice veio como uma explosão simultânea. Gozei profundamente dentro de Marcela, sentindo o sêmen quente inundar as paredes apertadas de sua vulva rosada. Ela desabou sobre o meu peito com um suspiro longo, o corpo trêmulo e suado colado ao meu sob o cheiro denso de morango silvestre e sexo.

​Ficamos em silêncio por alguns minutos, ouvindo apenas o som das nossas respirações desordenadas.

​Minha tia Márcia levantou-se da poltrona de couro de forma lenta. Ela não tinha mais o tom de comando ou a irritação protetora de antes; havia um respeito novo e silencioso no olhar dela. Ela caminhou até a beira da cama e estendeu a mão, acariciando os cabelos suados de Marcela com uma ternura mansa.

​— Você foi muito bem, meu amor — sussurrou minha tia Márcia, a voz dócil e orgulhosa. — Agora limpem-se.

​Ela se virou e saiu do quarto com seu caminhar rebolado, o aroma de canela desaparecendo pelo corredor.

​Marcela permaneceu deitada no meu peito, sorrindo para mim de forma doce e vitoriosa. Ela havia rompido o cordão que a amarrava ao controle da mãe. E eu sabia que, a partir daquela noite, as regras daquele quarto haviam mudado para sempre.

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