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Jorjão me transformou em fêmea e não consigo parar - Parte 3 - a primeira vez

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Um conto erótico de Cdzinha_fêmea
Categoria: Crossdresser
Contém 1625 palavras
Data: 08/07/2026 00:39:33

Primeiramente quero agradecer, a cada um de vocês, por todas as mensagens de incentivo, aos votos e aos comentários. Inicialmente, a ideia era publicar um único conto. Mas não teve como: a série nasceu ao natural, logo na estreia deste autor.

Aos meus safadinhos e safadinhas tesudos, um beijo bemmmmmm gostoso da Bia, a mais vadia entre as vadias.

Obrigaduuuuuuuuu, aieeee, que delícia meus amores.

Spoiler básico: a partir de agora, as fantasias e desejos de Bernardo, o Be, vao virar realidade. A transformação em Bia vai ocorrer mais rápido do que rastilho de pólvora. E com emoção. Abram a braguilha da calça e apreciem sem moderação.

Mas vamos à safadeza: estava eu, de quatro, na beirada da cama, já sem o shortinho e a calcinha, gozando até quase perder os sentidos apenas com a língua e dois dedos do Jorjão.

Sempre sonhei exatamente como esta cena. Ser deflorada por um negro, de cabelo e barba branca, e com uma jiboia entre as pernas.

Aliás, este é o ponto: aquilo entre as coxas do Jorjão não era um pau, como os existentes por aí. Parecia uma tora dessas utilizadas para construir cabanas. E não estou fantasiando.

Duro como uma rocha, com o diâmetro dessas latas litrão de cerveja, cerca de 28 centímetros, veias salientes e uma cabeça brilhosa, que mais se assemelhava a um cogumelo. Aquele mastro agora estava a pouco centímetros da minha raba. E eu ali, completamente à mercê daquele macho.

Simmm, eu queria muito, mas também tremia ao imaginar o estrago que ele faria na minha cucetinha até eu realmente começar a gostar.

Não sei ao certo quanto tempo fiquei quase desacordada, após aquela explosão de prazer que senti na raba, lembro apenas do meu homem beijando minha nuca e dizendo:

- Prepara esse cu, minha branquinha, porque hoje você vai descobrir o prazer que só um pau de negão é capaz de entregar.

Aquelas palavras, ditas por uma voz que mais parecia um trovão de tão grave, no meu ouvido, venceram os últimos resquícios de eventual resistência.

- Aieeeeee amor, você vai me rasgar. É muito grandeeeeeeeee, falei quase que gemendo. Promete que vai com calma, coloca devagarinho – enquanto já ficava ainda mais empinadinha de na beira daquela cama de molas, com um colchão simples e coberta por uma colcha de retalhos.

- Sei que você vai aguentar. Nunca vi uma bundinha tão linda como essa, tão branquinha e esse buraquinho bem rosinha. Você, vai ser minha mulher, disse, segurando com as mãos no meu quadril e roçando a cabeçorra na portinha.

- Que deliciaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaa

Somente o contato da cabeça com meu anelzinho já me arrepiou toda. Mas sabia também que a famosa dor insuportável da primeira vez estava a postos para dar as boas-vindas aquela rola. Ele então pegou algo cremoso, enquanto eu posicionava um travesseiro debaixo da minha barriga para dar mais sustentação.

Pensei que era gel. Depois fui saber que era margarina e enfiou no fundo do meu cu com o dedo

- Aieeee, preto. Devagar. Sua mocinha ainda é virgem.

Ele deu uma espécie de bufada, senti que a pica dele ficava ainda mais dura quando eu agia como fêmea manhosa.

_ Vagabundaaaaaaaaaaaaaa, você está me deixando louco. Que tesão da porra por essa raba!

Meu corpo todo arrepiou.

Obviamente eu já sabia como proceder, tanto que já saia de casa sempre com a higiene íntima feita. Tenho pavor só de pensar em sujar o pau do macho.

A dica, todas as passivas sabem, é forçar como se estivesse evacuando quando a rola força a entrada.

Eu tentei! Ele então fez o primeiro movimento. Minha testa toda suada, as mãos agarrando a colcha e a boca estava seca, numa mistura de tesão com tensão.

- Arghhhhhhhhhhhhh, é muito grosso, está me rasgando. Não vai entrar, para por favor.

- Bia, não passou ainda nem a cabeça. Depois que entrar a cabeça, eu paro e espero até você se acostumar.

- Taaaaaaaaaaaaaaa, uiiiiiiiiiiiiiii, arghhhhhhhhh, bom!

- Para, por favor, tira, tira, está me rasgando.

Então ele segurou no meu quadril, e sem dizer nada, forçou de vez.

- Puta que pariuuuuuuuuuuuuuuuuuuuuu, ta doendo muito, paraaaaaa.

- Cala a boca piranha, você sempre sonhou com isso, eu sei.

_ Arghhhhhhh. Isso e verdade, preto.

Nas minhas melhores punhetas eu me imaginava toda lisinha, branquinha, de calcinha fio, cinta-liga e scarpin salto agulha dando para um superdotado negro, com cabelo e barba branca. E naquele instante ali estava eu, prestes a realizar minha fantasia sexual

Depois que passou a cabeça, ele parou. Não se moveu por alguns segundos, não saberia dizer quanto. Silencio no quartinho.

- Você confia no seu Jorjão?

_ Simmmm, mas está doendo muito, não vou aguentar, sério, para, por favor. Paraaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaa. Arghhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhh

. Naquele mesmo instante, em que eu implorava para tirar apenas a cabeça, porque já nao aguentava, ele não se rendeu aos meus pedidos

. Segurou forte com as duas maos na minha cintura e puxou meu rabo contra a anaconda dele em um movimento rapído, forte, sem chance para escapar.

- Puta que pariuuuuuuuuuuuuuuuuuuuuuuuuuu, Jor….Jor......

Ao tentar falar novamente, sequer consegui dizer o nome dele.

A dor foi tão intensa que perdi os sentidos novamente por alguns segundos e meio que desabei na cama.

- Minha filha, como isso é apertado, que maravilha, enquanto soltava seus mais de 120 quilos nas minhas costas.

Eu estava deitado de bruços na beirada da cama, enquanto ele encaixou entre minhas pernas, abertas, com os joelhos dobrados e os pézinhos no ar, tocando seus braços. Aquele gigante iria me dominar por completo.

- Amorrrrrrrrrrrrrr, voce vai me rasgar ao meio?

Ao abrir os olhos, minha única visão eram algumas madeiras da parede do casebre. A dor não cedeu.

Ele tinha enfiado só metade da rola e estava paradinho dentro de mim.

Passaram-se, sei lá, mais uns 30 segundos, e pedi mais uma vez, reunindo as últimas forças:

_ Amorrrr, agora que voce já me fez sua fêmea, não sou mais virgem, tira só um pouquinho, depois você mete de novo.

Jorjão alternava momentos de alfa dominante com um carinho e atenção.

_ Ta bom princesa, vou tirar um pouquinho.

A sensação é de que simplesmente eu estava completamente deflorada, sem espaço nem para o ar.

Não sei ao certo se o que senti foi alívio, descompressão ou ainda mais medo do que viria pela frente.

Algumas cdzinhas costumam contar que, logo em seguida, a dor se transforma em tesao com as estocadas.

Eu não tive este privilégio, nos minutos iniciais. Meu medo, naquele instante, é que tivesse sujado o pau dele, ao tocar no lá no fundo. Virei rapidamente e olhei:

_ Paixão, desculpe sujou o seu pau?

Ele deu uma sonora gargalhada.

- Olha aqui branquinha, ta limpinho, você e uma puta perfeita. E agora sente o gosto dessa raba, vem chupar de novo.

Eu imaginei que sentiria nojo, por motivos óbvios. Mas o sabor, ao contrário do que imaginava, era apenas um salgadinho da margarina.

E foi ali, naquele instante que a tal virada de chave aconteceu definitivamente no meu cérebro

Esta, digamos, pequena conquista de dar o rabo sem deixar marcas no pau me deu uma espécie de sensação de vitória.

- Conseguiiii. Agora era questão de tempo até acostumar-se e começar a sentir prazer, mas eu não ia mais deixar aquele macho escapar da minha vida.

Faria o que fosse necessário para deixá-lo louco por mim.

_ Arghhhhhhhhhhh, gluubbbbbbbbbbbb, hummmmmmmmmmmm!!

Gemia sem parar enquanto forçava meu maxilar ao maximo para engolir além da cabeça.

- Ta gostoso meu amor, a língua da sua vadia nesse poste, que agora já e meu? Falei, olhando - bem nos seus olhos, enquanto descia com a boca para suas bolas.

- Sua filha da puta, você nasceu para isso, não é verdade?

- Hummmrummmmmmm, respondi com a boca cheia.

- Para, senão vou gozar de novo e ainda nao comi essa raba do jeito que eu quero.

- Então vem safado, soca, mas com carinho, devagar, até eu acostumar. Mas quero tudo hoje.

- Deita-se na cama, deixa eu tentar cavalgar?

- Como vai ser não me interessa, mas eu vou meter agora até o talo, te prepara vagabunda.

Eu mesma peguei o pote de margarina, que estava ao lado, besuntei bem aquela rola e enfiei dois dedos no meu cu com o máximo possível.

Olhei pra ele, que se ajeitava na cama e disse:

- Me come, Jorjão. Agora eu quero tudo dentro. Vou ser tua mulher de verdade.

Me posicionei sobre ele, ainda demos um beijo de língua bem babado, enquanto com a mão direita eu conduzi para a entrada.

Cerrei os dentes e pensei:

- Não era isso que você sempre sonhou? Agora vai desistir? Se quer ser puta, aprenda a lidar com isso, Bia, disse para mim mesma.

Ele segurou minhas ancas.

A cabeça já entrou rasgando.

- Caralhooooooooooooooooooooooooo Jor, Jor. É muito grosso. E muito grande.

- Cala a boca e sentaaaaaaaaaaaaaaa.

Então ele socou.

Eu enxerguei a via Láctea inteira de tantas estrelas nas telhas daquele barraco.

- Arghhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhh, seu puto.

Jorjão socou e parou. Nenhum movimento. Até que, pela primeira vez, senti um breve calor no lugar da dor.

- Calma amor, acho que vou conseguir. Não se mexe.

- Seu cuzinho e muito apertado, se eu mexer eu gozo.

- Eu quero que você me engravide, mas vamos.

- Você é minha, a partir de agora.

Aquela frase foi a senha para a fêmea que nascia ali.

- Mete safado, me arrebenta, nao para.

- Vagavagabunda, plaft, plaf, plaf. Gostosa

- Nao panao parJorjão, Joraiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiii eu vou gozar amor

- Eu também Piranha.

Então senti aquela tora inchar dentro de mim e jatos explodirem.

Biaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaa, sua vadiaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaa, arhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhh.

- Puta que partiu, caralho amorrrrrrrrrrrrrrrrrrrrrrrr, to gozando também, pela cuceta.

Foi meu primeiro orgasmo, sem me tocar e com meu grelinho mole.

Como está muito longo, vamos parar por aqui, Em breve publicarei a parte 4.

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