Eu já morava ali há dez anos desde quando me casei e aluguei a casa, há dois anos a comprei.
Dona Eva já morava na casa ao lado, estes modelos de casa antiga de muro baixo que as divide e proporciona que as vizinhas fofoquem através dele.
Eu sou pedro 38 anos 1,68 M, mantenho um corpo bem cuidado por academia 3x por semana.
Minha mulher é beatriz 36 anos, 1,65 M branquinha cabelo curtinho, é uma mulher muito bonita, tímida fala baixinho, vai a igreja,
O Jairo é marido da dona Eva, ele tem 52 anos 8 a menos que dona Eva.
sempre ficávamos papeando e tomando cerveja encostado no muro cada um do seu lado.
Até que certo dia o Jairo apontou para a parte de baixo do terreno para me mostrar como estavam carregadas as árvores frutíferas que ele cultiva, instintivamente fomos descendo para observar de perto, elogiei bastante e passei a colher algumas laranjas que ele autorizou e o Jairo foi na casa buscar mais cerveja, me estendeu uma e ficamos ali mesmo bebendo, já estava escuro, minha mulher apareceu no quintal me chamou e disse que já ia se recolher pois precisava levantar cedo, dei ok e disse que logo iria.
O Jairo comentou:
● parece que sua mulher é um doce de pessoa, como é a relação de vocês?
Comentei:
■ É, ela realmente um doce nos damos muito bem.
● Vocês transam muito?
■ ah, normal como qualquer casal.
● qualquer casal uma vírgula, a Eva largou pra lá de vez, raramente damos uma trepadinha, tenho ficado tão na seca que tenho até procurado algumas coisinhas diferentes por aí.
■ ai caralho, você arrumou um rabo de saia?
● não diria bem um rabo de saia, mas um rabo de calça.
volta e meia dou um pulinho naqueles cine pornô para comer uns viados, dá menos trabalho, não tem perigo de ficar no seu pé depois, e cá entre nós, um cuzinho às vezes é bem melhor que buceta.
■ agora você me surpreendeu, mas você dar também?
● Já dei no passado no troca-troca, mas gosto mesmo é de comer.
e você, já teve alguma experiência?
■ já no troca-troca quando era moleque.
O jairo que estava com um shorts largo, florido destes que ficamos a vontade em casa, deu uma pegada no saco e falou:
● caralho só de pensar já fico com a barraca armada.
E chegando mais perto de mim disse:
● dá uma pegada para você ver como está.
Eu meio que hipnotizado, passei a mão, estava como uma estaca, eu fechei a mão e comentei:
■ caralho Jairo, tu está a perigo, acho que está precisando ir ao cinema urgente.
E nem percebi que ele estava pegando na minha bunda, dei uma afastada e fiquei meio sem graça ele então, disse:
● porra pedrão, da uma força ai parceiro, pelo menos bate uma punhetinha enquanto eu pego na sua bunda, eu fecho o olho, so na fantasia.
E nesse momento já havia aberto a cancela que tinha naquele ponto da cerca que dividia os terrenos e estava esfregando a estaca dura na lateral da minha bunda, pegou minha mão e enfiou dentro do seu shorts eu agarrei aquela vara dura cheia de veias, corri a mão até a cabeça que estava toda melada, era um belo cogumelo, desci a mão até o saco que mais parecia dois limões e pendurado lá em baixo.
E perdido nessa loucura, mal percebi que o Jairo tinha arriado meu shorts que estava no meio das coxas e ele com o dedo anelar grosso tentando enfiar no meu cu. E protestei cochichando que estava doendo.
Ele me pegou pelos quadris me encostou na cerca e começou passar a cabeçona da rola melecada no meu rego para cima e para baixo, enfiou ela entre minhas pernas que a cabeça aparecia na frente por baixo do meu saco, eu como estava excitado de pau duro também, pensei,
BOM, JÁ QUE O BICHO ESTÁ NA SECA, O QUE CUSTA DEIXAR ELE DESCARREGAR ESSA PORRA NAS MINHAS COXAS.
Só que quanto mais se esfregava em mim ele foi aumentando o ímpeto e passou a esfregar a cabeça do pau (toda melecada) no meu rego dando umas paradinhas na porta do meu cu que me arrepiava todo, aquela região estava um pantano de lubrificação, em determinado momento ele colocou a mão esquerda perto da minha nuca me fazendo inclinar para a frente com a mão direita abraçou minha barriga e me puxou para trás e nessa confusão, eu mal percebia que a cabeça macia e melecada já tinha aberto meu cu e foi entrando sem pedir licença. O Jairo como um cachorro tarado movimentava os quadris e a cada recuada e retorno entrava mais alguns centímetros, até que senti o saco dele encostar no meu ele gemia baixinho no meu ouvido e eu todo arepiado.
O jairo com o queixo de cavanhaque apoiado no meu ombro passou a beijar o lóbulo da minha orelha passou a falar em cochicho:
● aaaiii que delícia de cu, ahhhhh adoro cu de macho aaaaiii que delícia.
E lá em baixo a madeira cantava no meu cu me fazendo ter espasmos eu passei a falar baixinho:
■ ahhhhh eu vou gozar aaaah
O Jairo mais uma vez me surpreendeu e pegou meu pau e começou a punhetar e acelerou as pauladas no meu cu, provocando um som característico de buraco melecado; flop, flop, flop, e o sacão batendo no meu, ploc, ploc, ploc.
eu inclinei um pouco mais pra frente, me arreganhei todo e comecei a berrar em cochichos e dei uma puta esporrada lá longe seguida de mais outras.
O Jairo me apertou como se fosse me quebrar no meio e eu senti o pau pulsando dentro do meu cu jorrando toda sua porra grossa, depois parou e ficou agarrado em mim todo suado e beijando meu pescoço, seu pau foi amolecendo e sozinho saiu fazendo ploc. Senti um rio de porra descer pelas mimhas pernas, começamos a nos recompor e comentei:
■ caralho, que loucura.
E em tom de brincadeira complementei: ■ nem me pagou um jantar.
Rimos baixinho, ele acendeu um cigarro logo depois me despedi dizendo que ia limpar aquela bagunça.