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Loira tatuada e safada

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Um conto erótico de Tatuador vagabundo
Categoria: Heterossexual
Contém 488 palavras
Data: 07/07/2026 22:18:55

Assim que ela entrou no estúdio, tive certeza de que aquele dia seria diferente. Já tínhamos trocado olhares e provocações antes, mas, daquela vez, havia algo no jeito como ela sorria que parecia um convite silencioso.

A tatuagem começava na lateral da coxa e subia até as costelas. Quando ela acomodou o vestido para que eu pudesse trabalhar, meu profissionalismo foi colocado à prova. A pele clara contrastava com o traço preto do decalque, e o perfume dela ficava mais intenso cada vez que eu precisava me aproximar.

A agulha começou a vibrar. Ela fechava os olhos, prendia a respiração e, vez ou outra, deixava escapar um gemido baixo. Depois abria um sorriso malicioso, encarava meus olhos e perguntava, quase sussurrando:

— Está gostando do seu trabalho?

Balancei a cabeça, tentando manter a concentração, mas ela parecia se divertir ao perceber meu esforço. Em alguns momentos, mordia discretamente o lábio inferior e arqueava o corpo por causa da dor da tatuagem, fazendo meu coração acelerar.

Quase três horas depois, terminei os últimos detalhes da flor. Passei o filme protetor sobre a tatuagem e pedi que ela se levantasse devagar. Ela foi até o espelho, admirou o resultado e virou o rosto para mim com aquele sorriso de quem sabia exatamente o efeito que causava.

Depois de acertar o pagamento, acompanhei-a até a porta. Descíamos a escada em silêncio quando ela parou no meio do lance, apoiou uma das mãos no corrimão e olhou para mim por cima do ombro. Havia um desafio naquele olhar.

Fiquei parado por um instante. Ela deu um pequeno passo em minha direção, tão perto que pude sentir sua respiração. Ninguém dizia uma palavra. Meu autocontrole desapareceu quando nossas mãos se encontraram. Encostei-a suavemente na parede, nossos rostos ficaram a centímetros um do outro, e ela sorriu antes de me beijar demoradamente.

Quando o beijo terminou, ela encostou a testa na minha e sussurrou:

— Acho que ainda não quero ir embora...

Me olhando bem putinha, não deu pra segurar, puxei ela a parede, segue o vestido e comecei a chupar ali mesmo. Ela doida de tesão, falou vamos subir quero te dar. Coloquei ela de 4 no sofá e dale madeirada, metendo naquela buceta rosinha delícia.

Ela pedindo vai mete na da puta, bate na minha bunda vai cachorro safado. Eu dava tapas e ficavam as marcas dos dedos vermelhas e ela gemendo gostoso enquanto soco minha pica nela sem dó. Ela vai entrando no clímax até que grita vou gozar, sinto pulsar e encharcar meu pau. Pernas tremendo ela ajoelha amarra o cabelo e me chupa com vontade, lambendo com gosto a cabeça até eu jorrar porra na boca da safada, que se lambuzou e se deliciou a vagabunda, o diz que na próxima vez vai me chupar enquanto tatuo e quer também que eu coloque meu pau dentro dela enquanto tatuo, para ela ter as duas sensações junas, satisfeita agradece e vai embora.

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