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Como me iniciei na podolatria, parte 2

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Um conto erótico de Isabela
Categoria: Heterossexual
Contém 1444 palavras
Data: 07/07/2026 21:19:59

Uma breve apresentação: me chamo Isabela, tenho 29 anos, pele branca, cabelos pretos lisos até a metade das costas, 1,70 de altura e por volta de 68 kg, seios e bumbum grandes. Sou casada com Leonardo há dois anos, ele tem 1,90 de altura, 34 anos, pele branca, físico forte e cabelo curto.

Somos um casal liberal, meu marido gosta de me ver tendo relações sexuais com outros homens e também curtimos podolatria.

Este conto é um relato real vivido por mim, os nomes e características das pessoas citadas aqui podem ou não ter sido alterados para proteção da identidade dos envolvidos.

Hoje irei contar o que houve quando reencontrei Jonathan após ter descoberto o seu fetiche. Para entender este relato leia a primeira parte.

Passei a semana toda pesquisando sobre podolatria, parecia que um mundo totalmente novo tinha se aberto para mim, a minha curiosidade só aumentava.

Naquela noite fui para a faculdade usando calça social preta, blusinha branca e nos pés uma sapatilha de veludo na cor vinho com um lacinho na ponta e um pequeno saltinho. Fui vestida dessa forma pois apresentaria um trabalho de outra matéria no primeiro horário. No segundo horário encontrei Jonathan, o cumprimentei normalmente como sempre fazia, assistimos à aula e logo que acabou chamei ele para conversarmos.

Fomos até o último andar onde havia um corredor de salas vazias, lá teríamos privacidade. Entramos na sala, fechamos a porta, pegamos cadeiras e nos sentamos de frente um para o outro.

J: Sobre o que quer conversar, Isa?

Eu: Sobre aquilo da semana passada.

J: Imaginei...

Eu: É que... fiquei bastante curiosa, eu pesquisei sobre e vi muitas coisas na internet, li várias coisas, vi fotos, vídeos...

J: Certo...

Eu: Quais foram as experiências que você já teve?

J: Olha... honestamente o máximo que já consegui foi pegar sapatos de primas na adolescência, às vezes de alguma namorada mas sempre escondido.

Eu: Quando você fala pegar...

J: Eu usei os sapatos para me masturbar e gozei neles, mas sempre limpei antes de devolver.

Eu: E... que tipo de coisas você tem vontade de fazer?

J: Gostaria muito de beijar os pés, lambê-los, gozar neles, de receber um footjob, de gozar nos sapatos dela e ver ela os usando sem que eu os tenha limpado e por aí vai.

Eu: Footjob é...

J: É masturbar com os pés.

Eu: Certo... Você já se imaginou fazendo isso comigo?

J: Sim, várias vezes.

Eu: Você quer fazer isso comigo? Tipo... agora?

J: Seria um sonho.

Eu cruzei as pernas do jeito que sempre fazia habitualmente, ele me olhou e me perguntou "Posso?". Fiz que sim com a cabeça e falei "Pode".

Ele se ajoelhou na minha frente e começou a beijar meu pé, então ele tirou a minha sapatilha revelando todo o meu pézinho e minha solinhas. As minhas unhas tinham sido feitas naquele dia e estavam pintadas de branco.

Com meu pé descalço ele começou a beijar as minhas solinhas, os beijos viraram lambidas e aquilo estava me deixando excitada.

A cada vez que ele passava a língua no meu pé eu sentia algo na minha vagina, sentia ela ficando molhada.

Jonathan foi se empolgando, a essa altura meu pé já estava completamente lavado com a sua saliva, ele começou a chupar os dedos do meu pé, a minha vagina ia ficando mais e mais molhada, a cada lambida, a cada sugada nos meus dedos eu soltava um suspiro, era uma sensação da qual eu ainda não havia sentido. Que loucura, que delicia, que tesão era aquilo.

Ele então parou e me perguntou "Posso fazer no outro pé também?". Balancei a cabeça e falei "Pode".

Ele colocou meu pé no chão e então pegou o meu outro pé, tirou a minha sapatilha e começou a lamber da mesma forma, eu olhava e via ele se deliciando, via ele sugando meus dedos, aiii que sensação deliciosa era aquela, como isso era excitante, ter um homem assim se deliciando só de beijar e lamber meus pés.

Não pude deixar de notar o volume nas calças dele, era bem grande, ele estava muito excitado, e foi ali que ele parou e falou:

J: Isa, se eu não parar agora eu vou gozar.

Eu: Sério??

J: Sim.

Então eu olhei para ele e falei:

Eu: Pega a minha sapatilha e vai no banheiro.

J: Sério??? - Diz ele me olhando num misto de espanto e sem acreditar no que estava ouvindo.

Eu: Sério... Vou esperar aqui.

Ele pegou a minha sapatilha, enfiou na mochila e saiu quase correndo, enquanto ele estava fora eu passei as minhas mãos e senti meus pés molhados de saliva, eu estava muito excitada e muitas coisas me vinham à cabeça, então aproveitei o momento sozinho e coloquei a mão por dentro da minha calça e fui passando o dedo na minha bucetinha, ela estava muito molhada e eu me masturbei um pouquinho só pra matar a vontade, mas não continuei por muito tempo pois imaginei que o Jonathan voltaria logo.

Para minha surpresa ele estava demorando bastante, pensei que havia fugido com as minhas sapatilhas, eu já estava preocupada com o horário e comecei a pensar que teria que ir pegar o ônibus descalça.

A porta então se abre, ele entra quase em transe e me mostra o meu calçado, quando olho eu vejo uma poça enorme de um líquido branco dentro da minha sapatilha, dentro de cada uma delas, a quantidade de gozo era bem grande e escorria de um lado a outro do meu sapato.

Eu peço para que ele as coloque no chão, na minha frente, eu me levanto e, com o coração acelerado, coloco o meu pé em uma delas. Os meus dedos tocam aquele líquido pegajoso e ainda quente, eu deslizo o meu pé para dentro, o sêmen do meu colega agora invade os vãos dos meus dedos. Eu termino de calçar a sapatilha, a poça de esperma agora se espalha pelo meu pé todinho, do meu calcanhar até os meus dedos. E por falar em dedos, eles estavam mergulhados em esperma, o salto da sapatilha, mesmo que pequeno fazia com que a maior parte do sêmen escorresse e se acumulasse na parte da frente do sapato.

Fiz a mesma coisa com o outro pé, a outra sapatilha estava tão cheia quanto a primeira, era visível o quanto eu tinha ficado excitada com aquilo, e também era visível o quanto o Jonathan também tinha ficado excitado, inclusive ficando novamente de pau duro, imagino o quanto ele gozou e quantas vezes havia gozado para encher as duas sapatilhas dessa forma.

Eu tiro o pé de uma delas para ver como tinha ficado melado de esperma, e também para ele ver o resultado daquilo, então calcei a sapatilha novamente e falei:

Eu: Você não pode contar pra ninguém sobre isso.

J: Não vou falar pra ninguém, juro.

Então ele continua:

J: Nossa Isa, eu devo estar sonhando, não acredito que você tá fazendo isso.

Eu: Nossa, nem eu tô acreditando. Vamos, senão eu perco meu ônibus.

Saímos da sala e fomos descendo as escadas, a cada passo que eu dava a sapatilha fazia um barulho de sapato molhado e saiam umas bolhas brancas por entre os meus dedos. "Tomara que ninguém perceba isso" digo enquanto descemos as escadas.

Jonathan vai comigo até o ponto que fica a dois quarteirões e meio dali. A caminhada é um pouco estranha por causa do barulho que o sapato está fazendo e também pelo fato de que o esperma deixou a sapatilha bem lisa por dentro e o meu pé ficava escorregando.

Me despedi do Jonathan. "Até semana que vem". Então peguei o ônibus, me sentei e fui pensando naquilo o caminho inteiro. Que loucura foi aquela e que sensação gostosa, eu não sabia explicar e honestamente até hoje não sei.

O meu pé foi ficando grudento, parecia que eu estava pisando em cola.

Desci do ônibus, meu namorado estava me esperando no ponto, dei um beijo nele e fomos para o carro.

Quando chegamos na minha casa, a primeira coisa que fiz foi me ajoelhar em sua frente, tirar seu pau pra fora e fazer um boquete até que ele gozasse na minha boca.

Depois tirei a roupa, fiquei só com a sapatilha nos pés e então transamos no sofá da sala, dei gostoso para o meu namorado com a sapatilha com o gozo de outro nos meus pés e sem que ele imaginasse nada.

Desse dia em diante passei a satisfazer esse fetiche do Jonathan de várias formas e acabei aderindo à podolatria também, isso porém eu contarei em outros relatos.

Espero que tenham gostado, até mais.

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