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Dei o cu no exército, e gostei! 14

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Um conto erótico de Daniel Martins
Categoria: Gay
Contém 3444 palavras
Data: 07/07/2026 17:09:45

Naquele fim de tarde, quando cheguei à caserna, o Ferreira estava deitado na cama dele, com aquele seu ar todo convencido e sorrindo, bem sacana para mim, e começou logo por dizer:

- Nem vem agora para cá, estou exausto, o tenente Jordão tirou todas as minhas forças, rsrsrs - eu ignorei o comentário e fui logo falando também:

- Cara, tu nem imaginas quem eu acabei de comer...

- Porra, cara, tu estás ficando mais safado do que eu. Quem foi?

- Tu nem vais acreditar.

- Por favor, cara, fala de uma vez!

- O tenente Oliveira.

- Não!

- Sim, cara, nem eu acredito.

- Pelo que eu sei, esse tenente gostoso só come, não dá o cu, não.

- Pois, pra mim deu, cara, mas espera aí, ele já te comeu?

- Isso não te interessa… como foi que isso aconteceu, Martins?

- Eu vou te contar tudo…

Contei toda a história para o Ferreira; no final, ele estava incrédulo e ambos estávamos com o pau duro.

- Caralho, Martins, como tu comeste um homem daqueles? Olha como o meu pau está só de imaginar tu a meteres esse teu picão gostoso nele - o sacana tirou o pau dele para fora. Estávamos os dois sozinhos, ele é mesmo um safado, e eu também já estava a ficar safadão e saquei o meu também.

- Também estou assim, cara.

Agarrei no meu pau bem teso e comecei a me punhetar, ele fazia o mesmo.

- Vem cá, vem, eu já te conheço, estás cheio de vontade para gozar com o meu pau atolado no cu.

O pior era que o filho da puta do Ferreira me conhecia bem; eu estava tão excitado com a foda que tinha acabado de ter com o tenente Oliveira, que queria mesmo gozar com um pau no cu, e eu adoro aquele pau do Ferreira. Então, ele estava sentado na sua cama com as pernas estendidas, eu tirei as minhas calças, subi na cama e, de frente para ele, encaixei o pau dele no meu cuzinho, que piscava muito.

- Tu és tão filho da puta, Ferreira - e comecei a sentar naquele seu mastro lindo, retinho, bem duraço.

- Isso, senta gostoso, eu sei quando o meu machinho está com fogo no cu.

Porra, como era bom eu estar a sentir aquela piroca grande, grossa e tão tesa, a preencher o meu cuzinho, enquanto eu descia nela. Na última semana, praticamente eu só tinha comido ele; o meu cu já sentia muita falta daquele pau.

- Aahhhh porraaaa como és pirocudo uhmmmm…. - gemi bem alto quando sentei completamente naquele pau.

- Isso, meu machinho safadão, esse teu cu adora encaixar no meu pau...

Comecei logo a subir e a descer bem rápido naquele pauzão; nossa, eu estava mesmo a apreciar aquilo. Depois daquela foda gostosa com o tenente Oliveira, sempre que lembrava, o meu pau estourava.

- Caralho, tu estás uma puta hoje, Martins!

- Aaaiiiiii, caralhoooo, puta é esta tua vara gostosa...

Nossa, estávamos de frente um para o outro, nossos rostos eram de pura foda e eu, cada vez mais louco de tesão, cavalgava o Ferreira cada vez mais rápido. Aquele picão quase saía do meu cu, e depois eu sentava até as bolas, até que de repente ele começou a revirar os olhos.

- Aaahhhh porraaaahhhhhh caralhoooooo não aguento mais, Martinzão - e senti-o a começar a gozar dentro de mim.

- Caralho, seu safadão, já me estás dando leitinho... - e continuei a subir e a descer bem rápido naquele picão gostoso dele, nossa como é gostoso sentir um macho a encher o meu cu de leite.

Quando ele já estava a terminar de gozar, eu então, bem rápido, levantei-me e enfiei o meu pau na boca dele e comecei a encher a boca dele de porra também. Nossa, até escorreu o meu leite pelos cantos da boca dele, e depois sentei-me ao lado dele; estávamos os dois desfalecendo.

- Caralho, Ferreira, gozaste rápido hoje.

- Fazia dias que não comia esse teu cu delicioso, e tu hoje estavas bem putinha; não deu para segurar.

- Me respeita, cara! - falei já saltando para cima dele, bem bravo, e o Ferreira safado me tascou um beijo.

- Casa comigo, cara, adoro quando ficas assim bravinho.

- Vai-te foder...

Sorrimos os dois. Saí de perto dele e fui tomar um banho, todo feliz. Estava supersatisfeito; aquele dia tinha sido perfeito.

No dia seguinte, quando nos reunimos todos no pátio do quartel pela manhã para dar início a mais um dia de exercícios da recruta, o tenente Jordão veio logo direto falar comigo.

- Qual foi a tarefa que te dei ontem, recruta? - perguntou logo ele, direto, com aquele seu ar de mauzão; eu até tremi.

- Avisar o tenente Oliveira a nova hora da reunião...

- Então por que é que ele não apareceu?

- Eu... eu... - entrei em pânico e comecei a gaguejar.

- Tu nada, tu estás fodido comigo, recruta - e me virou as costas.

Bem, aquela foi uma manhã horrível. O tenente Jordão pegou muito pesado comigo; cheguei ao fim da manhã completamente de rastros. No final, ele mandou toda a gente ir tomar um banho, menos eu. Fiquei parado no meu lugar, e ele veio ter comigo; vi a cara de preocupação dos meus amigos a irem embora; quando já todos tinham saído, ele começou logo a berrar comigo:

- De joelhos, recruta.

Obedeci sem pestanejar; ele estava com aquela cara de putão que eu conhecia bem quando ele estava bravo.

- Tu sabes que eu confiava em ti, recruta, não sabes?

- Sim, meu tenente...

Ele estava parado na minha frente, todo fardado. Eu o olhava de cima para baixo; nossa, mesmo eu estando cagado de medo, não podia deixar de admirar aquele homem tesudo.

- Sabes o que aconteceu ontem?

Fiquei calado.

- Levei uma das maiores broncas do meu superior porque o tenente Oliveira não apareceu na reunião. E tudo por culpa tua - nossa, ele estava bufando.

- Eu... eu...

- Tu nada! - e deu-me um tapa na cara - tu és um merdas que só pensa com o pau.

Apertou-me o pescoço e cuspiu na minha cara; eu estava aterrorizado, ele nunca tinha sido tão agressivo comigo, eu não falava nada.

- Mas a culpa é minha, que te andei a dar muita confiança, mas tu hoje vais aprender que as ordens do teu tenente são para cumprir - e deu-me um soco no estômago; eu caí no chão, me contorcendo de dores.

Ele estava putão, e então, com o pé, me virou de barriga para cima e colocou aquela sua bota pesada em cima do meu peito.

- Tu és um merdas de um inútil, que nem para dar um recado serves.

E quando ele acaba de falar, vejo o Tenente Oliveira se aproximar de nós.

- Já estás a dar uma lição nesse recruta?

- Já.

- E por que não esperaste por mim?

- Porque tu demoraste, como sempre.

O Tenente Oliveira chegou e se agachou junto da minha cabeça, enquanto o Tenente Jordão continuava com a sua botona a pressionar o meu peito.

- Tu sabes que mereces o trato que a gente te vai dar, não sabes, recruta? - Nossa, eu estava aterrorizado; como aquele cara podia estar me dizendo uma coisa daquelas depois da foda que tivemos?

- Não sei... - respondo quase chorando.

- O Tenente Jordão não te mandou me dares um recado? - Ele falava num tom bem calmo, e o Tenente Jordão nos observava com um ar todo satisfeito.

- Mandou... e eu dei.

- E por que é que eu não apareci na reunião no horário combinado, recruta?

- Não sei... - falei cheio de medo.

O Tenente Oliveira levantou-se calmamente, abriu o zíper, botou o pau para fora e começou a mijar em cima do meu rosto.

- Não sabes porque só pensas com o pau - que nojo, sentia a urina dele a cobrir todo o meu rosto - enquanto estavas todo contente a foder o meu cu, estava toda a gente na reunião menos eu, ou já te esqueceste de como me comeste bem gostoso ontem? - perguntou sacudindo as últimas gotas de mijo em cima de mim.

- Não - era muita pressão psicológica, respondi chorando; não consegui me segurar, e o Tenente Jordão cuspiu no meu rosto.

- Para de chorar, recruta; te comporta como um homem! - berrou ele.

O Tenente Jordão voltou a se agachar junto ao meu rosto.

- Mereces ou não mereces um corretivo, recruta? - perguntou ele bem sacana.

- Sim... - respondi tremendo, e ele voltou a se levantar.

- É bom que concordes - o Tenente Jordão tirou a botona do meu peito.

- De gatas, recruta - mandou o Tenente Oliveira; obedeci logo e ele colocou-se bem na minha frente.

- Qual é a primeira regra que se aprende aqui no quartel?

- Obedecer sempre aos nossos superiores.

- Mas parece que tu não sabes cumprir isso, recruta.

- Não.

- Mas vamos te ensinar. Lambe a minha bota, recruta.

Nossa, que merda era aquela; olhei para a cara do Tenente Oliveira, ele sorriu bem sacana; eu sabia que não tinha outra alternativa, olhei para aquela botona dele e lambi.

- É para lamber com vontade - falou o Tenente Jordão, me dando um pontapé na bunda.

Continuei a lamber, mas sem vontade nenhuma; estava a odiar aquilo. Eu estava todo curvado, a lamber aquela botona; e claro, a minha bunda automaticamente se arrebitou e então comecei a sentir um jato quente caindo sobre ela. Era o tenente Jordão que estava a mijar na minha bunda enquanto eu me humilhava a lamber as botas daquele tenente filho da puta.

- Guarda algum para mim - ouvi o tenente Oliveira falar para o tenente Jordão, e senti logo aquele jato deixar de cair sobre a minha bunda.

- És mesmo um viado, Oliveira. Não pode ver ninguém mijando...

O tenente Jordão foi até o tenente Oliveira e agarrou-o pelos cabelos e começou a puxá-lo para baixo. Senti-me aliviado por não ter que continuar a lamber aquelas botinas, mas estava incrédulo com o que via.

- De joelhos, Oliveira! - Eu olhei e o Tenente Jordão berrou para mim: - Tu nem tentes sair dessa posição, recruta.

Vi então uma cena do caralho: o tenente Oliveira se ajoelhou na frente do Jordão, botou a língua para fora e o tenente Jordão começou a mijar na sua boca. Percebi que os dois tinham prazer naquilo. O tenente Jordão fazia de propósito para mijar também no seu rosto e o tenente Oliveira estava super excitado com aquilo. Porra, ele é um homem tão bonito, com aspecto de tão macho; como era possível ele gostar daquilo? Mas vê-lo ali, assim tão submisso, me fez ficar de pau duro. Quando o tenente Jordão terminou, deu um pontapé na barriga do tenente Oliveira.

- Te coloca ali, lado a lado com o recruta, que tu também tens culpa no cartório; não podes ver um pau armado que esqueces logo das tuas obrigações.

O tenente Oliveira se colocou bem ao meu lado, na mesma posição em que eu estava, e olhou para mim sorrindo:

- A gente merece este castigo, recruta.

O tenente Jordão então veio até nós, baixou primeiro as calças do tenente Oliveira e, de seguida, as minhas; ficamos os dois com as bundas todas arrebitadas para o ar e depois o tenente Jordão pegou numa vara e deu uma primeira vergastada na bunda do tenente:

- Aaaiiiiii porraaaaaa….- ele berrou, e eu gelei ao ver aquilo.

- É para aprenderes.

E, de seguida, deu uma em mim; nossa, senti uma dor enorme, aquilo doía mesmo. Fechei os olhos e aguentei. Quando acordei, o tenente Oliveira olhava para mim:

- É gostoso, né?

- Não - e o tenente Jordão, ao me ouvir, deu-me logo outra de seguida.

- Não gostas, recruta? Mas não é para gostares mesmo - e deu outra no tenente Oliveira e ele gemeu - não é para ficares aqui como este viado que adora umas vergastadas.

- Aaaaaiiiii caralhoooo…. - gemeu ele e olhou para mim - me dá o teu pau para eu chupar, recruta.

Fiquei paralisado, não sabia o que fazer, a quem obedecer, até que ouço o tenente Jordão a falar alto depois de me ter dado uma terceira vergastada:

- Não ouviste o teu tenente?

Obedeci, levantei-me e, logo de seguida, ajoelhei-me à frente dele, e o tenente Oliveira meteu logo o meu pau na boca. Estava flácido, mas o filho da puta chupou tão bem que ficou duro bem rápido. O tenente Jordão continuava a dar vergastadas na bunda dele, e a bunda estava a ficar toda marcada, vermelha, mas o cara gostava; e a cada vergastada que levava, gemia e o fazia me chupar ainda com mais vontade. Eu não sabia o que pensar nem sentir, era um misto de medo e tesão, até que o tenente Jordão parou, voltou a colocar o seu pau para fora e começou a mijar na bunda dele; porra, aquilo era excitante de ver, e o tenente Oliveira parou de me chupar e olhou para trás.

- És tão filho da puta, Jordão! - O tenente Jordão sorriu bem sacana e continuou a mijar na bunda dele e o tenente Oliveira voltou a me mamar.

Quando o tenente Jordão parou de mijar, olhou sério para mim:

- Anda cá, recruta.

Eu fiquei sem saber o que fazer, mas o tenente Oliveira parou de me chupar e falou:

- Quem manda é ele; nós merecemos ser castigados.

Puta que pariu, fui até junto do tenente Jordão, olhei para o tenente Oliveira e a visão era do caralho: ele estava de gatas no chão com a bunda toda arrebitada para nós, e o seu cuzinho piscava muito.

- Olha só como o cu dele está querendo o teu pau. Queres fodê-lo, recruta?

Fiquei calado.

- Não me faça perguntar de novo, Martins.

- Não - respondi cheio de medo.

- Claro que queres, seu filho da puta, desde ontem que sabes que aquele cu é gostoso para caralho. - Eu estava calado, não dizia nada; percebi que o tenente Jordão estava ressentido por eu ter comido o colega. - Passa a língua no cu do tenente, deixa-o louco para ser comido.

Eu fiquei reticente, o cara tinha acabado de mijar nele, mas ele me olhou com uns olhos tão sérios que eu fui logo me ajoelhando atrás daquela bundona, com aquela camada de pelos tão gostosa, e meti a língua no buraquinho.

- Aaaiiii, caralhooooooo!

O filho da puta do tenente Oliveira gemeu logo; o cuzinho dele sabia a mijo e o cheiro era muito intenso, mas eu comecei a dar um tratamento de língua naquele buraquinho que piscava muito na ponta da minha língua. Entrei em transe até ouvir:

- Agora é a minha vez, Martins.

Olhei e vi o tenente Jordão ao lado do tenente Oliveira, de gatas, sem roupa da cintura para baixo, com a bunda arrebitada. Fui então para a bunda do tenente Jordão. Nossa, aquele reguinho peludo tinha aquele buraquinho gostoso também a piscar, e meti então a minha língua nele, e ele também gemeu logo, cheio de tesão.

- Aaaiiiiiii, recruta... uhmmmm… fazes isso tão bem, nossaaaaa!

Ele pode ser um filho da puta de um sádico, mas eu adoro chupar o cu dele; aquela rosquinha está sempre a piscar e eu enfiava a língua nela, e depois lambia aquele reguinho todo; o meu tenentão ficou logo louco.

- Aaaiii, recruta, me fode!

- E eu? - reclamou logo o tenente Oliveira.

- Tu vais pro caralho, já tiveste o pau dele ontem.

- Eu tenho pau para os dois.

Eles olharam para mim ali, os dois de rabo para o ar, e eu saí da bunda do tenente Jordão e fui para a do tenente Oliveira. E o tenente Jordão já ia falar:

- Fique quieto aí, tenente, que já trato do seu.

Nossa, aqueles dois filhos da puta passaram de sádicos a dois submissos. Eu, então, bem sacana, mirei o meu pau naquele cu piscante do tenente Oliveira e enfiei o meu pau todo de uma vez.

- Aaaaiiiiiiii! — gemeu ele bem alto e dei-lhe uma palmada na bunda.

- Rebola, tenente.

O gostosão começou logo a rebolar aquela bunda no meu pau. Nossa, como ele rebola bem. O tenente Jordão nos observava de cu para o ar à espera da vez dele, mas eu fiquei a foder o tenente Oliveira por um bom tempo. Que gostoso! Quando ele já estava todo louco, saí de dentro dele e fui meter no tenente Jordão. Enfiei tudo de uma vez e o cara se contorceu todo.

- Aaiaiiiii, issssooooooo! Fode, fode o teu tenente!

Segurei forte na cintura dele e comecei a socá-lo com tudo, estava cheio de raiva dele.

- Aaaiiii, caralhoooooo, recruta, isso, soca tudo no teu tenente!

O Tenente Oliveira sentou‑se no chão e começou a bater uma punheta frenética, observando como eu fodia o seu amiguinho, bem atento.

- Gosta de pirocada, assim é?

- É, caralho, fode, recruta...

Nossa, meu corpo batia bem forte no dele e, então, bem sacana, saí de dentro dele no ápice do prazer dele; ele ficou olhando para mim, e eu só falei bem sério:

- Os dois de joelhos aqui na minha frente.

Nossa, eles obedeceram e eu então agarrei o meu pau e comecei a me punheta.

- Quero essas cabeças bem juntinhas.

Os sacanas sabiam que eu ia acontecer e encostaram a cabeça um no outro com a língua para fora e, em poucos segundos, comecei a gozar na cara deles. Nossa, eu sujei aqueles dois rostos cheios de porra quando terminei, cuspi neles e falei bem bravo:

- Vocês são uns grandes filhos da puta, uns sacanas.

Nossa, eu achava que estava por cima, mas me ferrei. Eles se levantaram e me olham, os dois, com cara de maus.

- De quatro, recruta, falou o Tenente Oliveira.

Eu não obedeci e levei um murro no estômago do tenente Jordão.

- De quatro, recruta, aprende a obedecer… caralho.

Nossa, me contorci de dor… mas me coloquei de quatro e os dois tarados começaram, na minha frente, a se beijar e a lamber a porra da cara um do outro; quando terminaram, o Tenente Jordão veio até mim, se abaixou e me deu uns tapinhas na cara.

- Devias ter nos feito gozar, recruta.

Agarrou na minha cabeça e me obrigou a mamá-lo; não fiz nenhuma resistência e comecei a mamar. O pau dele estava super teso, e a verdade é que eu adoro mamá-lo, e aquele pau estava no ponto, babava muito, tinha aquele gostinho salgadinho e, ao mesmo tempo, senti as mãos fortes do Tenente Oliveira a me segurar na cintura, e logo em seguida aquele picão grosso a me penetrar. Nossa, senti uma dorzinha do caralho, mas nem deu para reclamar, estava com a minha boca cheia com o pau do Tenente Jordão.

- Caralho, este recruta tem o cuzinho apertadinho.

- Mete tudo, que ele gosta.

Porra, o tenente Jordão segurava forte a minha cabeça e fodia a minha boca, e o outro filho da puta enfiava o pau grosso todo no meu cu. Eu me sentia a ser todo rasgado.

- Caralho, o recruta está mesmo apertado, tu não andas a comê‑lo, Jordão?

- O que é que achas? Tu já não experimentaste a vara dele?

- Tu és um viado, sou louco por um cu assim apertadinho, vou arrebentá-lo todo.

Nossa, eu ali de quatro, e o tenente Oliveira começou a me socar com tudo; o tenente Jordão, bem louco, socava a minha boca e eu, com aquilo, fiquei com o meu pau estourando de novo. Porra, eu estava sendo abusado, mas sentia um prazer do caralho; o tenente Oliveira fodia como um touro, tirava e metia o pau todo no meu cu sem dó. Quando ele tirava tudo, eu sentia que o meu cu ficava todo aberto, e o cara começou a me socar cada vez mais rápido e mais forte, e senti as mãos dele a segurarem mais forte na minha cintura.

- Vou estourar o cu do recruta, Jordão.

- Estoura, que vou estourar a boca dele.

Porra, o Tenente Oliveira começou a urrar e senti o primeiro jato de porra dele. Automaticamente, senti o meu pau gozar; eu nem sequer cheguei a tocar nele, e o Tenente Jordão, ao ver aquilo tudo, encostou as bolas dele no meu queixo e o primeiro jato de porra dele foi direto à minha garganta. Porra... que puta de gozada! Quando eles terminaram, minha boca estava cheia de porra, meu pau pingava e, do meu cu, escorria porra. Caí desfalecido no chão e então o Tenente Oliveira veio até junto de mim e se agachou:

- Sei que pensas que fomos uns filhos da puta contigo hoje, mas em situação de batalha uma ordem mal executada pode ser o fim de um batalhão inteiro, espero que tenhas aprendido a lição.

Não falei nada, estava exausto e sem saber o que pensar e só ouço o tenente Jordão falar já se afastando:

- Vai tomar um banho, Martins, por hoje estás dispensado, tens o resto do dia para ti…

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