As férias do meio do ano estavam chegando e eu já tava sonhando com aquela viagem pra fazenda com a Taty. A gente tinha combinado tudo: dia inteiro na piscina, noite de fogueira, e, claro, bastante putaria escondida no quarto ou no mato. Só quem passasse direto podia ir. Eu tava confiante… até aquele domingo à tarde.
Eu tava largada no sofá da sala, fingindo que prestava atenção na TV, mas meu olho não parava de voltar pro celular. Ansiosa pelo resultado.De repente o celular vibrou no meu colo. Era a Taty:
“Eiii, as notas saíram, olha no portal agora!!!”
Meu estômago deu uma reviravolta. Sentei ereta na hora, dedo tremendo enquanto abria o site da escola. Entrei no portal, cliquei na minha turma e comecei a descer a tela matéria por matéria. Português: aprovada. História: aprovada. Biologia: aprovada. Cada “aprovada” fazia meu coração pular de alegria. Até que cheguei na matemática.
Reprovada.
Fiquei olhando praquela palavra feia na tela, sentindo o estômago afundar como se tivesse levado um soco. Tudo desmoronou de uma vez: a viagem, as noites com a Taty, as brincadeiras que a gente planejou… tudo por causa de uma merda de nota em matemática. Meus olhos arderam, mas eu não chorei. Só fiquei ali, paralisada, com a mão tremendo segurando o celular.
Mandei mensagem pra Taty na hora, já com a voz embargada na cabeça:
“Passei em tudo… menos matemática. Tô de recuperação. A viagem foi pro caralho.”
Ela respondeu quase imediatamente, toda chateada também. A gente ficou trocando mensagens por quase uma hora, tentando inventar milagre, mas não tinha jeito. Eu ia ter que ficar na escola enquanto todo mundo curtia as férias. O tesão que eu sentia só de pensar na fazenda virou uma tristeza pesada que pesava no peito.
Era domingo. Amanhã, enquanto a galera toda tava de folga, eu ia estar na sala de recuperação, com o professor de matemática.
Era domingo à noite, por volta das 22h, e eu ainda tava largada no sofá da sala, rolando o celular sem parar, bem triste. Eu não conseguia nem bater uma siririca pra aliviar, tava tudo tão ruim que o tesão nem vinha. De repente o celular vibrou de novo. Era a Taty:
“Eiii, já sei como tu faz pra ir no passeio. Tá sozinha? Vou te ligar.”
Meu estômago deu uma voltinha diferente. Respondi rápido:
“Não, tô na sala com a mãe, mas já vou pro quarto.”
Levantei correndo, dei um beijinho na testa da minha mãe e falei que tava cansada. Fechei a porta do quarto, me joguei na cama de barriga pra baixo e mandei:
“Pode ligar.”
O celular tocou quase na hora. Atendi sussurrando, o coração já batendo mais rápido:
— Oiii, o que tu descobriu?? Fala logo, tô morrendo aqui.
A voz da Taty veio baixa, mas cheia daquela malícia dela, como se ela já tava rindo do que ia dizer:
— Eu tava conversando com a Lena, da minha turma, e ela me disse uma coisa que me deu uma ideia foda.
— O que? — perguntei, já sentando na cama, as pernas cruzadas.
— Ela me contou que quando ela tava no segundo ano, conhecia uma menina do terceiro que sempre dava pro professor de matemática pra ganhar ponto extra. Disse que ele parece super sério, daqueles que todo mundo tem medo… mas na real é um safado. Adora pegar uma aluna novinha.
Fiquei em silêncio uns segundos, processando. Meu grelo deu uma latejada fraquinha só de imaginar, mas a cabeça foi mais rápida:
— Nossa… Mas espera, tu quer que eu dê pra ele??? Taty, tu tá louca?
— Sim… — ela respondeu, rindo baixinho do outro lado. — É perfeito, Paola. Ele vai te dar a nota e você vai pra fazenda com a gente.
— Taty, isso não vai dar certo. E se não for verdade? E se ele contar pra direção? E se contarem pra minha mãe? Seria o meu fim, porra! — falei, a voz saindo mais alta do que queria, já imaginando o escândalo.
— Ela me garantiu que é verdade, já rolou várias vezes. Ninguém nunca soube. Pensa bem, é nossa melhor opção. Ou você prefere ficar de recuperação enquanto eu tô na fazenda tomando rola e te mandando foto?
Eu mordi o lábio, sentindo um calor subir pela barriga. Por fora eu era a Paola loirinha, boazinha, que tava ali preocupada com a mãe… mas por dentro a putinha tarada já tava imaginando o professor sério me comendo em cima da mesa da sala. Meu cuzinho piscou de leve dentro da calcinha.
— Tá… Vou pensar… — murmurei, a voz saindo manhosa.
Taty riu, safada:
— Pensa bem, ele não vai resistir a uma putinha gostosa como você. Ainda mais quando experimentar esse cú guloso que você tem… vai ser fácil, vadia.
— Besta… — respondi rindo, mas já sentindo a bucetinha melar um pouquinho só de ouvir ela falar assim. — Vou pensar. Amanhã eu tenho aula com ele.
A gente se despediu e eu desliguei o celular. Fiquei deitada um tempão no escuro, olhando pro teto, o coração disparado. O medo tava lá… mas o tesão também. Meu grelo latejava devagarinho enquanto eu imaginava a cena. Demorei pra pegar no sono, virando de um lado pro outro.
Na manhã seguinte, ainda não tinha decidido o que eu ia fazer. Fui para a escola e entrei na sala de aula que o professor de matemática estava. Ele passou a manhã dando aula, e no final passou uma atividade valendo ponto.
Como eu só conseguia pensar no plano, eu não prestei atenção direito na aula e consegui resolver apenas uma questão. Fiquei nervosa e indecisa, esperei todos terminarem e saírem, só então me levantei, ainda sem saber o que fazer. Estávamos sozinhos, era a oportunidade perfeita, deixei a atividade na pilha em sua mesa. No momento que ia abrir a boca pra falar alguma coisa, desisti e fui em direção a porta. Mas, em vez de sair, criei coragem e fechei e tranquei a porta. O professor levantou o olhar das atividades quando ouviu a porta fechar.
O professor levantou o olhar das folhas, me encarando por cima dos óculos.
— Esqueceu alguma coisa, Paola? — perguntou sério.
Eu gaguejei, a voz saindo fraquinha, cara de menina boazinha que tá prestes a chorar:
— Não… é que… Professor, na verdade eu queria conversar com você… Eu não queria ficar de recuperação… Minha mãe vai brigar muito comigo se descobrir…
Ele franziu a testa, ainda frio:
— Você só não fazia as tarefas, chegava atrasada e às vezes até dormia na aula, Paola. Se você está de recuperação é porque mereceu.
Eu fiz uma carinha de choro, os olhinhos brilhando, mordendo o lábio inferior. Dei um passo mais perto, a saia do uniforme balançando nas coxas.
— Mas eu tô arrependida… Juro que tô… Me ajuda, prof… Eu passei em todas as outras matérias… Eu só quero passar de ano…
Ele ficou em silêncio uns segundos. Eu aproveitei, larguei o fichário na mesa dele e me aproximei mais, apoiando o joelho na coxa dele por baixo da mesa. Passei o braço em volta do pescoço dele, bem devagar, sentindo o cheiro de homem maduro misturado com o perfume dele. Meu corpinho de loirinha inocente encostando no dele.
— Eu faço o que você quiser… — sussurrei, a voz saindo mais sensual do que eu planejava. — Eu não sou mais virgem, prof… e eu gosto de sexo. Eu não sou boa de matemática, mas eu sei dar bem gostoso. Você quer?
Ele ficou paralisado, os olhos arregalados atrás dos óculos. Senti o corpo dele tensionar, a respiração mudar. Meu grelo latejava forte dentro da calcinha, a bucetinha já melando só de falar aquilo em voz alta.
— O que você está insinuando, Paola? Você é uma criança… — falou firme, mas a mão dele não me afastou. Na verdade, os dedos apertaram de leve minha cintura.
Eu mordi a orelha dele de leve, roçando meus peitinhos no peito dele, e respondi bem baixinho, voz de puta dengosa:
— Eu não sou criança… Eu sou uma putinha que quer passar de ano… e que tá louca pra sentir sua rola dentro de mim.
Foi o estalo. Ele grudou as mãos grandes na minha cinturinha, me puxou com força e me sentou de perna arreganhada bem em cima do colo dele. Senti a rola dele já dura, latejando grossa contra minha bucetinha por cima da calcinha. Ele apertou meu pescoço de leve e grudou a boca na minha, enfiando a língua fundo, me beijando com fome.
— Primeiro eu vou te comer… — rosnou contra meus lábios, a voz rouca. — Depois eu decido se você merece um dez.
Minha bucetinha piscou de tesão, mel escorrendo na hora. A aluna boazinha tinha sumido. Agora só tinha a cadelinha tarada sentada no colo do professor, rebolando devagar em cima da rola dele.
Ele me segurou firme pela cintura e me beijou com fome, enfiando a língua grossa na minha boquinha enquanto eu rebolava devagar em cima da rola dele, sentindo ela latejar dura e grossa contra minha bucetinha molhada por cima da calcinha. As mãos grandes dele subiram, esmagando meus peitinhos por cima da blusinha do uniforme, apertando os biquinhos até ficarem durinhos.
— Caralho, que tetinhas lindas… — rosnou ele, puxando minha blusinha pra cima de uma vez.
Meus peitinhos pularam livres, rosados e arrepiados. Ele não perdeu tempo, grudou a boca num bico e chupou forte, sugando como se quisesse tirar leite, lambendo e mordiscando enquanto a outra mão apertava o outro peito. Eu joguei a cabeça pra trás, gemendo baixinho:
— Ahhh prof… assim… mama meus peitinhos… que delícia…
Meu grelo tava latejando louco, a bucetinha melando a calcinha inteira. Ele mamava com tanta vontade que eu sentia cada sugada direto na minha xaninha. Depois ele me levantou do colo dele, me sentou na beirada da mesa e arreganhou minhas perninhas bem abertas. Tirou meu shortinho do uniforme num puxão, levantou minha saia, deixou a calcinha de lado e enfiou a cara na minha bucetinha rosada.
— Que buceta gostosa… toda meladinha pra mim — murmurou, abrindo meus lábios com os dedos grossos.
A língua dele passou direto no meu grelo inchado, lambendo rápido e forte. Eu soltei um gemido alto, mordendo o lábio pra não gritar:
— Aaaahhh prof… chupa meu grelo… isso… assim…
Ele chupava meu grelinho como um doido, sugando ele pra dentro da boca, depois enfiava a língua bem fundo na minha xaninha, bebendo todo o mel que escorria. Depois desceu mais e começou a lamber meu cuzinho, cutucando o buraquinho com a ponta da língua, me fazendo tremer inteira.
— Ahhh… tá lambendo meu cu também… que safado… — gemi, rebolando na cara dele.
Eu tava virando uma putinha completa em cima da mesa da sala de aula. Por fora eu era a loirinha inocente da frente, mas ali, com as pernas abertas, bucetinha e cu na boca do professor, eu só queria gozar pra ele. Ele voltou pro grelo, chupando mais forte, enfiando dois dedos na minha buceta e socando rápido enquanto lambia meu cuzinho.
Não aguentei.
— Prof… eu vou gozaaar… não para… chupa mais forte… aaaaiii porraaa!
Meu corpinho inteiro tremeu violentamente. A bucetinha apertou os dedos dele, latejando forte, e eu gozei na boca do professor, esguichando um pouquinho de mel quente que ele lambeu tudo, gemendo contra minha xaninha. Minhas pernas tremiam descontroladas, o grelo pulsando na língua dele, o cu piscando enquanto eu gemia alto, abafando o som com a mão.
Ele levantou o rosto, boca brilhando com meu mel, e sorriu safado:
— Primeira gozada da aluna putinha… agora vamos ver se você merece mesmo passar de ano.
Ele levantou o rosto da minha bucetinha ainda pulsando, boca brilhando com meu mel, e me olhou com aquele sorriso de macho safado que já tava louco pra me usar de verdade. Me puxou da mesa, virou meu corpinho de uma vez e me empurrou de bruços sobre as folhas de prova espalhadas.
— Empina essa bunda agora, sua putinha — ordenou, voz rouca, apertando minha cintura com força.
Eu obedeci na hora, arqueei as costas, empinei bem minha bundinha empinada e abri as perninhas, mostrando meu cuzinho piscando e minha bucetinha melada. Senti ele abaixar a calça, a rola grossa e quente batendo na minha bunda. Ele cuspiu na mão, passou rápido na cabeça da piroca e encostou direto no meu buraquinho.
— Vai doer um pouquinho, mas você vai aguentar… né?
Não deu tempo de responder. Ele empurrou com força e a cabeça grossa arrombou meu cu de uma vez. Senti um alongamento bruto, aquela ardência deliciosa queimando meu buraquinho enquanto ele forçava mais fundo, centímetro por centímetro, sem dó.
— Aaaahhh porraaa… prof… tá rasgando meu cu… — gemi alto, mordendo o braço pra abafar o grito.
A mesa balançava forte com cada estocada. Ele não parava, socava cada vez mais fundo, as bolas batendo na minha bucetinha molhada, fazendo um barulho molhado obsceno. Meu cuzinho ardia, esticava ao limite em volta daquela rola grossa, mas o tesão era tão grande que eu rebolava pra trás pedindo mais.
— Isso… soca mais fundo no meu cuzinho… me arromba gostoso, prof… eu sou sua vadia… — implorei, voz tremendo, o grelo latejando sem nem ser tocado.
Ele agarrou meu cabelo, puxou minha cabeça pra trás e meteu mais forte, com a mesa rangendo.
— Nunca pensei que você fosse tão puta… vagabundinha… ninfetinha… se eu soubesse tinha te comido desde o primeiro dia — rosnava no meu ouvido, socando sem parar.
Meu cu queimava de um jeito gostoso pra caralho, cada estocada me fazia gemer mais alto. Eu sentia ele todo lá dentro, latejando, abrindo meu buraquinho como ninguém tinha feito antes. O mel da minha buceta escorria pelas coxas, pingando no chão da sala.
— Eu vou passar, prof? Vai me dar dez? — gemi, rebolando mais, completamente entregue.
— Só depois que eu encher esse cu de porra, sua cadelinha… agora cala a boca e aguenta a rola — ele respondeu, mordendo meu ombro e metendo ainda mais bruto.
Eu só conseguia gemer e tremer, bundinha empinada, cu arrombado levando uma surra deliciosa em cima da mesa da sala de aula.
Depois de um tempo me arrombando na mesa, o safado me pegou no colo, com a rola dele ainda dura encaixanda no meu cuzinho e sentou na cadeira. Senti ele me descer devagar, me empalando inteira, e sem nem esperar eu comecei a quicar em cima daquela piroca grossa. Meu corpinho já tava fraco, as pernas tremendo, mas eu rebolava com vontade, subindo e descendo, sentindo cada centímetro me esticando lá dentro.
— Isso, prof… me fode no cu… eu preciso daquela nota… não para… — gemi manhosa, voz rouca de tanto gemer.
Com uma mão ele massageava meus peitinhos, apertando os bicos duros, e com a outra enfiou dois dedos grossos na minha xaninha melada, socando rápido. Era demais. Meu corpinho inteiro sendo estimulado ao mesmo tempo: cu cheio de rola, bucetinha sendo dedada, peitinhos sendo apertados.
Não aguentei.
— Aaaahhh prof… tô gozando… com a rola no meu cu… aaaaiii porraaa! — gritei abafado, corpo convulsionando inteiro.
Meu cuzinho apertou forte em volta da pica dele, tremedeira nas pernas, esguicho quente escorrendo pelos dedos dele enquanto eu gozava delirando, gemendo alto, olhos revirando.
— Biscatinha gostosa, vai ter que aguentar mais — rosnou ele, tirando a rola devagar. Senti meu cu arrombado piscando vazio, latejando, todo esticado. Em seguida ele deu mais uma socada forte e gozou fundo no meu cuzinho.
Jatos grossos e quentes explodiram lá dentro, enchendo meu intestino de porra quente. Aquela porra escorreu no meio do meu rabinho, quente, grossa, e eu delirei de prazer, rebolando devagarinho pra sentir cada pulsada.
Ele me deitou na mesa de novo, arreganhou minhas perninhas até doer e ficou esfregando aquela rola ainda dura na minha bucetinha inchada.
— Eu não ia comer essa buceta porque não quero nenhuma aluna grávida atrás de mim, mas não resisto. Essa xaninha linda tá pedindo pica.
Ele cuspiu no meu buraquinho, esfregou os dedos na minha bucetinha toda melada, depois esfregou a cabeça da rola no grelo latejando. Eu já tava cheia de tesão, implorando com a voz dengosa:
— Eu uso anticoncepcional, prof. Pode me comer… enfia tudo nessa bucetinha… eu quero sentir sua rola me arrombando aqui também.
Ele abriu minhas pernas bem arreganhadas e me deu uma pirocada forte. As atividades já tinham caído e se espalhado pelo chão, mas ele nem se importava, só queria foder sua aluna novinha. Eu parecia uma putinha dando pra ganhar nota, mas não vou negar que tava uma delícia guardar aquela rola grossa dentro de mim. Meu buraquinho escorria melzinho e isso facilitava tudo, ele deslizava muito rápido, socando fundo, meus peitinhos chacoalhando com a rapidez que ele tava me fodendo.
O professor me fodeu naquela posição até que o pau dele começou a inchar dentro de mim, aquela carne gostosa pulsava forte. Ele se sentou na cadeira e mandou:
— Mama agora, cachorra.
Eu meti a boca depressa, chupei com vontade, soquei aquela rola até na garganta ao mesmo tempo que esfregava meu grelo inchado. Não demorou e acabei tendo um orgasmo de novo, gemendo com a boca cheia, corpo tremendo. O professor gozou em seguida, lambuzou minha boquinha toda e me fez tomar toda sua porra quente. Os últimos jatos ele espirrou nos meus peitinhos e na minha barriga, me deixando toda melada.
Levantei tremendo, pernas bambas, e ele mandou eu dar minha calcinha. Entreguei pra ele, que guardou no bolso com um sorrisinho safado. Vesti meu short, arrumei minha saia e abaixei minha blusa, mas como meus peitinhos estavam melados de porra, ela ficou toda sujinha, colada nos bicos. Meu professor só arrumou a rola dentro da calça e me olhou como se eu fosse o melhor troféu da vida dele.
— Vai pra casa e espera a nota no site — falou e começou a juntar os papéis do chão.
— Mas eu passei, prof? — Peguei meu fichário.
— Acho que você merece passar — disse o safado sorrindo.
— Obrigada prof, sua aula é a melhor — Respondi e agarrei meu fichário mais forte.
Cheguei em casa com as pernas ainda trêmulas, o cuzinho ardendo deliciosamente e a porra quente do professor escorrendo devagar pelas coxas, marcando o short por baixo da saia. Minha mãe nem desconfiou de nada — só reclamei que tinha suado um pouco porque estava muito quente no caminho e corri pro quarto. Tranquei a porta, joguei o fichário na cama e me olhei no espelho: blusinha branca colada nos peitinhos melados, manchas secas de porra nos mamilos, cara de safada satisfeita. Eu tava uma putinha perfeita.
Peguei o celular suado e mandei pra Taty na hora:
“Consegui, sua vadia genial. Tô com uma nota 10 garantida. Tô cheia de porra dele até o cu. Vem pra cá agora, quero te contar tudo.”
Ela visualizou e respondeu quase imediatamente: “Aii, que delícia. Tô indo aí, chego rapidinho. Prepara essa buceta inchada que eu quero provar.”
Dez minutos depois a campainha tocou. Minha mãe deixou ela entrar como sempre. Assim que a gente subiu pro quarto e eu tranquei a porta, Taty me agarrou pela cintura, me prensou contra a parede e mordeu meu pescoço.
— Me conta tudo, sua putinha — sussurrou, enfiando a mão por baixo da saia e sentindo meu short molhado.
Eu comecei a falar baixinho, voz tremendo de tesão:
— Ele me comeu no cu primeiro, Taty… sem camisinha… gozou fundo… depois na buceta… me fez mamar até engolir tudo… olha minha blusa…
Ela puxou minha blusinha pra cima com urgência, viu as manchas secas de porra nos meus peitinhos e gemeu alto, descendo a boca nos meus mamilos. Lambeu a porra seca do professor como se fosse o maior afrodisíaco do mundo, chupando forte, sugando os bicos, me fazendo gemer e tremer.
— Porra, Paola… você é perfeita…
Segurei o cabelo dela e empurrei pra baixo.
— Prova o resto também… ainda tá escorrendo do meu cu…
Taty me jogou na cama, arrancou meu short com violência gostosa, viu que eu não tinha calcinha (tinha dado pro professor) e abriu minhas pernas até doer de tão arreganhada. Meu cuzinho tava inchado, piscando e vazando porra.
— Olha esse cuzinho vermelho, tadinho… ele te arrombou mesmo, né, safada?
Enfiou dois dedos no meu cu de uma vez, sentindo a porra melada lá dentro, tirou e levou direto pra boca, chupando gemendo.
— Hmm… delícia esse gosto de macho dentro de ti…
Eu já tava louca. Segurei os joelhos abertos pra ela e implorei dengosa:
— Me come, Taty… me faz gozar mais que ele… quero tua língua na minha buceta enquanto você soca gostoso no meu cu…
Ela sorriu com cara de puta, desceu a boca na minha xaninha inchada e começou a chupar meu grelo com força, sugando meu mel misturado com os restos de porra, enquanto os dedos socavam fundo no meu cuzinho arrombado. Eu gemia alto, mordendo o travesseiro pra minha mãe não ouvir.
— Isso… goza pra mim… me conta como ele te chamou de puta enquanto te arrombava… — mandava entre lambidas.
Contei cada detalhe sujo, gemendo cada palavra, até que o orgasmo me acertou forte. Meu corpinho tremeu inteiro, bucetinha esguichando na boca dela, cu apertando os dedos, pernas tremendo descontroladas enquanto eu gozava gritando abafado.
Taty subiu, me beijou com a boca toda molhada de mim e perguntou rouca:
— Quer continuar, putinha? Quer que eu te foda até esquecer o pau dele?
— Quero… por favor… me fode até eu não aguentar mais…
Ela tirou a roupa rápido, pegou o cinto com o consolo preto grosso que a gente escondia na gaveta, me virou de bruços, abriu minha bunda e passou lubrificante no consolo e no meu cuzinho ainda melado. Enfiou devagar, me fazendo gemer alto:
— Toma mais rola no cu… você merece depois de ser tão boazinha pro professor…
Me fodeu forte, uma mão puxando meu cabelo, a outra esfregando meu grelo sem parar. Gozei mais duas vezes, gritando abafado no travesseiro, corpo convulsionando, esguichando, até ela gozar junto, esfregando a base do cinto na própria bucetinha.
No final a gente caiu abraçadas, suadas, meladas, rindo baixinho.
— Missão cumprida — sussurrou ela no meu ouvido, beijando minha nuca. — Agora a gente vai pra fazenda.
— Vamos fazer muitas putarias juntas — respondi, virando pra beijá-la fundo.
E ali, nuas na minha cama, com o cheiro forte de sexo no ar e o corpo ainda tremendo de tanto gozo, eu soube que aquela nota 10 tinha valido cada gota de porra.
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