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Novo Mundo: 2 - O peso da domesticação

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Da série Novo Mundo
Um conto erótico de O Contador
Categoria: Grupal
Contém 2304 palavras
Data: 01/07/2026 00:31:22

A luz artificial do quarto amarelou-se, imitando o nascer do sol, e o som suave de uma melodia alienígena preencheu o ar, tirando Elena do sono pesado. Ela ainda estava enroscada no tapete macio ao lado da cama imensa; o cheiro de sexo e suor dos donos ainda impregnava suas narinas. Antes que pudesse se esticar ou cobrir o corpo nu com as mãos, os dois jovens entraram no aposento. Eles não falaram, apenas fizeram um gesto curto com a cabeça, indicando que ela deveria se levantar e segui-los.

Elena obedeceu, as pernas ainda um pouco trêmulas, sentindo o ressecamento dos fluidos de seu orgasmo noturno nas coxas. Foi conduzida por um corredor luminoso até uma sala com o piso inclinado e revestido de um material cerâmico poroso, com ralos estrategicamente colocados. Ao lado dela, a outra pet humana, uma mulher loira, já estava lá, agachada em uma das plataformas, suas pernas abertas destacavam seu sexo exposto. Os dois jovens alienígenas pararam e cruzaram os braços, seus olhos brilhantes fixos em Elena. O silêncio se estendeu, pesado e expectante. Ela olhou para eles, confusa, até que a loira emitiu um grunhido baixo e abriu ainda mais as pernas, liberando um jato dourado que atingiu o chão com um som chiado. Ela urinava de cabeça baixa.

A vergonha queimou o rosto de Elena instantaneamente. Eles estavam esperando. Esperando que ela fizesse suas necessidades ali, como um animal de estimação sob o olhar vigilante de seus tratadores. Não havia privadas, nem portas, nem dignidade. A pressão na bexiga aumentava, tornando-se dolorosa. Ela sabia que não tinha escolha. Com lágrimas de humilhação queimando nos cantos dos olhos, Elena agachou-se, imitando a postura da outra mulher. O ato de liberar a bexiga na frente deles foi devastador para o que restava de seu orgulho de capitã, mas o alívio físico foi imediato, seguido por um calor constrangedor que subiu do pescoço aos ouvidos.

Assim que terminou, os adolescentes se aproximaram com mangueiras flexíveis e jatos de água morna. A sujeira foi lavada para o ralo sem cerimônia. Em seguida, eles a levaram para uma área adjacente, onde uma banheira baixa e larga já estava cheia de água espumante. Os filhos do casal entraram na água junto com ela, porém não estavam nus.

O jovem: Usava uma sunga preta que contrastava com seu corpo bronzeado. Com quase três metros de altura, ostentava um volume imponente e parcialmente escondido.

A jovem: Vestia um biquíni vermelho confortável, discreto, que deixava à mostra algumas tatuagens elegantes.

Mãos fortes começaram a espalhar o sabão pelo corpo de Elena. O aroma da espuma era indescritível, algo como ozônio misturado com flores de uma lua distante, intoxicante e relaxante. Eles não economizaram em detalhes. As mãos deles deslizaram por seus ombros, costas e seios, massageando com firmeza. Foi quando chegaram às partes íntimas que a respiração de Elena falhou.

Dedos cobertos de espuma escorregadia passaram repetidamente sobre sua vulva depilada, limpando cada dobra, entrando levemente na fenda úmida e massageando seu clitóris. Uma mão separou suas nádegas e outro dedo, generosamente ensaboado, circulou seu ânus, acessando levemente a parte interna e pressionando o anel muscular. Limpavam-na com uma passividade que beirava o sexual, mas que era tratada por eles como mera higiene. Elena cerrou os dentes para não gemer, mas seu corpo reagiu: os mamilos endureceram sob a água quente e ela sentiu um prazer sujo e vergonhoso em ser cuidada daquela forma. Manipulada, lavada e possuída, ela acabou gozando, torcendo em silêncio para que os irmãos não tivessem notado.

Depois do banho, enxugada com toalhas quentes e felpudas, Elena foi solta na área principal da casa. Foi então que ela viu o terceiro pet. Era um homem jovem, alto e musculoso, muito acima da média para os padrões humanos, mas ainda assim menor que os alienígenas. Ele estava completamente nu, como ela, com a pele bronzeada pelo sol artificial da nave. Elena notou imediatamente que ele era totalmente depilado da cabeça aos pés, exibindo um desenho geométrico complexo tatuado em seu peitoral, marcando-o como propriedade.

Ele se aproximou com um andar leve, sem ameaça.

— Você é a nova — disse ele, com a voz calma. — Eu sou o Sete.

Elena assentiu, ainda se sentindo exposta sem nada para vestir.

— Elena — ela murmurou.

Eles conversaram enquanto o dia avançava. Sete explicou a rotina da casa, descrevendo os donos não como monstros, mas como provedores rigorosos e justos. Ele falou com uma admiração genuína pela família que os mantinha, uma perspectiva que Elena lutava para compreender, mas que, de alguma forma, acalmava a ansiedade que roía seu estômago. Ele parecia contente, domesticado, e aquela serenidade era ao mesmo tempo perturbadora e estranhamente atraente.

Quando o sinal do almoço soou, uma tigela grande e rasa foi colocada no chão do centro da sala. Dentro havia uma mistura fumegante de vegetais crocantes e pedaços de carne tenra, temperados com especiarias que fizeram a boca de Elena salivar. Sete se agachou imediatamente, começando a comer com as mãos. Elena hesitou por apenas um segundo antes de se juntar a ele. Sentar-se no chão, completamente nua ao lado de outro homem nu, e comer de uma tigela como um cão era o auge da degradação; no entanto, a comida era deliciosa. O sabor explodiu em sua língua e ela comeu com voracidade, esquecendo momentaneamente a postura enquanto os nutrientes reparavam seu corpo cansado. Estava há dias sem uma boa refeição após o incidente com sua nave e tripulação.

A tarde passou numa preguiça confortável. A filha do casal alienígena, a jovem de traços delicados mas olhos dominantes, sentou-se no sofá largo e macio. Ela fez um sinal para Elena, que se aproximou, instintivamente buscando aprovação. A jovem puxou Elena para cima do estofamento, fazendo-a deitar de bruços sobre suas pernas, como se fosse um gato gigante.

— Boa menina — a garota murmurou, passando os dedos longos pelos cabelos negros de Elena.

O toque era gentil e possessivo. Elena suspirou, fechando os olhos, sentindo os dedos descerem pelo pescoço e costas, acariciando sua pele exposta. A mão da alienígena desceu mais, cobrindo suas nádegas, espremendo a carne macia e espalhando calor. Depois, a mão deslizou para as coxas, abrindo-as levemente; os dedos roçavam perigosamente perto de sua genitália já molhada. Os carinhos se repetiram pelas costas, bumbum, seios e orelhas. A jovem massageava com a ponta dos dedos e com suas unhas delicadas a parte interna das coxas e os grandes lábios de sua vulva.

Elena prendeu a respiração, o coração acelerando. Fazia tanto tempo desde que alguém a tocava com carinho — sem violência, apenas possessão —, e naquele dia já era a segunda vez. Sua vulva pulsava, vazando lubrificação. Ela sabia que a garota podia sentir o calor e a umidade de seu desejo, mas não se importava. Naquele momento, aninhada no colo de sua dona, apesar de não estar sendo penetrada, Elena se permitiu afundar naquele prazer proibido, tendo um tímido orgasmo e sentindo-se estranhamente segura.

Elena permaneceu imóvel sobre o colo da jovem gigante, sentindo o peso daquela mão carmesim acariciar seu cabelo. A mente de Elena, embora embalada pelo toque possessivo, processava a realidade daquela criatura. Para os padrões terrenos, aquela dona aparentava ter apenas vinte anos, mas Sete lhe explicara a verdade brutal: eles viviam séculos. A comparação era humilhante e precisa; para aquela família de titãs, os humanos eram como gatos domésticos, vidas breves e descartáveis destinadas ao entretenimento e ao afeto passageiro.

A dona levantou-se com uma elegância fluida, seus três metros de altura projetando uma sombra longa sobre Elena. Ela caminhou para o banheiro de uma suíte em um quarto próximo. Elena, sem entender bem o porquê, a acompanhou. Logo em seguida, o som do chuveiro ecoou pelas paredes. Elena, ainda nua e sentada na cama macia, ouvia o ruído da água batendo na pele da alienígena. De repente, gemidos cortaram o vapor do ambiente. Eram agudos, ritmados, um som de prazer solitário e urgente. A jovem dona se tocava sob a água, alcançando um orgasmo rápido e funcional. O som daquela liberação fez a vagina de Elena pulsar involuntariamente, uma reação condicionada de desejo que ela não conseguia conter.

A água cessou. A porta do banheiro se abriu, deixando escapar uma nuvem de vapor perfumado. A jovem saiu nua, e Elena prendeu a respiração. O corpo carmesim claro de três metros era uma escultura de poder e feminilidade absoluta. Seus seios eram firmes e perfeitos, a vulva ostentava apenas um tufo fino de pelos dourados, e o bumbum era alto e duro. Ela aplicou um perfume exótico e intenso, deixando o ar pesado com seu aroma, e permaneceu assim, totalmente despida, falando em seu dispositivo tecnológico — um aparelho que lembrava um celular, mas diferente de tudo o que conhecia na Terra.

Elena, admirando seu próprio corpo atlético de ex militar, sentia-se pequena diante daquela magnitude. A jovem vestiu-se então com uma roupa provocante: calças justas que pareciam pintadas em suas longas pernas, botas altas e um top que revelava um decote generoso, pronta para encontrar o noivo.

Quando a dona deixou o quarto, Elena caminhou pelo corredor até encontrar a outra pet, que a esperava com um sorriso sereno.

— Me chamo Clara — disse ela, com a voz doce. — Vim de um planeta muito parecido com a Terra. Pelas explicações, parecia algo similar ao seu século vinte. Fui trazida para cá quando tinha apenas cinco anos de idade.

Clara falava com admiração sobre os donos, descrevendo a beleza do jovem irmão gêmeo da dona. Ela contou que ele passara por rituais semelhantes, um banho demorado e perfumes, e que seu corpo atlético e seu pênis impressionante eram motivo de fascínio.

— Já o vi excitado algumas vezes — suspirou Clara. — É uma pena que eles só nos olhem como pets. Ele saiu com os amigos na nave particular. Os pais também não estão em casa.

Com a mansão vazia, Elena e Clara se juntaram a Sete, e os três pets humanos foram conduzidos por criados silenciosos para um quarto específico. O ambiente era projetado para o prazer: um grande colchão no chão, almofadas de seda e um cheiro denso de ervas afrodisíacas que pendiam do teto. A porta se fechou, deixando-os sozinhos. Os três estavam nus, e o ar pesado parecia roubar-lhes a inibição. O aroma das ervas era inebriante.

Inicialmente, sentaram-se de frente um para o outro e começaram a conversar sobre o planeta, a tecnologia e a rotina diária da casa — que incluía alguns exercícios para que não ficassem entediados. Eram bem tratados: além de banhos diários, recebiam tratamentos de pele, depilação e cuidados médicos. Elena pouco dizia; naquele momento, apenas escutava, tentando arquitetar uma brecha para fugir, porém a visão daqueles dois corpos nus desviava sua atenção. Aos poucos, começou a suar. Não sabia se era o ambiente ou o efeito das ervas afrodisíacas. Sentindo o calor subir, ela não se conteve: puxou Sete para um beijo faminto, cravando a língua na boca dele, e depois virou-se para Clara, beijando a loira com uma voracidade nova em um abraço forte. Clara se entregou e deitou no tapete. Elena logo estava saboreando uma genitália feminina pela primeira vez através daquele beijo profundo.

A noite desandou rapidamente para a luxúria. Sete deitou Elena de costas e abriu suas pernas, e sem cerimônia chupou e lambeu a vagina molhada de Elena, levando a língua até o ânus, que após ele penetrou com o dedo enquanto chupava e sugava seu clitoris.

Clara, por sua vez, massageava os pés de Elena com dedos firmes, subindo pelas panturrilhas até apertar e esfregar seu bumbum, enquanto Sete já em outra posição passava as mãos pelos cabelos dela, criando uma rede de sensações e encostando seu pênis ereto nas costas de Elena.

Agora Elena toma a frente e deita Sete com seu penis ereto, apontado para as duas mulheres.

Enquanto as duas se revezam sobre ele, em um momento de puro êxtase, Elena posiciona-se entre as pernas do homem enquanto Clara cavalgava sobre o membro rígido.

Elena se posicionou entre as pernas dele, ela lambia seus testículos pesados e chupava seu ânus com vontade, sentindo o homem tremer sob o toque duplo. Sete abriu as pernas, permitindo tudo, entregando-se ao prazer. Ele urrou, tendo seu primeiro orgasmo da noite junto com Clara, preenchendo a loira com seu sêmen.

Mas Elena não ficou para trás. Sete, recuperado do ápice inicial, devorou sua vulva novamente, enquanto Clara beijava e mordiscava os seios sensíveis de Elena. O ritmo aumentou até Sete penetrar Elena de quatro, com força e precisão. Clara deitou-se sob Elena, formando um 69 perfeito. Elena lambeu e chupou a vagina da amiga com fome, sentindo o gosto doce e feminino, enquanto era fodida brutalmente por trás. O estímulo foi avassalador; os três atingiram um orgasmo triplo simultâneo, um clamor de gemidos e suor que ecoou pelas paredes.

Por horas, o sexo se misturou ao cheiro impregnante das ervas. Clara e Sete estavam dispostos a dar total prazer à recém-chegada, alternando entre momentos selvagens e carinhosos, com línguas quentes passando por todo o seu corpo. Clara beijava sua vulva e seu ânus, Sete massageava seu pescoço e orelhas, e os dois se revezavam em seus seios. Elena retribuía com mãos e dedos atrevidos, ora na vagina de Clara, ora no pênis de Sete, acariciando o ânus rosado da amiga e o bumbum musculoso do homem. Não existiam tabus.

Elena olhava para os dois, que estavam submissos e inteiramente entregues a ela, e lembrava de sua época de capitã, quando era cortejada e respeitada. Mas ali, naquele quarto afrodisíaco, aquelas memórias pareciam distantes. Ao fim da noite, após diversos orgasmos, exaustos e satisfeitos, os três dormiram abraçados, um emaranhado de corpos nus e respirações pesadas. Elena não sabia definir o que eram uns para os outros, mas, pela primeira vez em meses, sentia-se plenamente saciada.

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