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A puta que malha pesado.

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Um conto erótico de RicardoNatal
Categoria: Heterossexual
Contém 661 palavras
Data: 07/07/2026 12:30:40

Casada que malha pesado

Era uma quinta-feira à noite. Eu já estava estacionado no subsolo do prédio dela, no canto mais escuro do estacionamento. O celular vibrou com a mensagem: “Tô descendo. Espera no carro.”

Cinco minutos depois, vi ela saindo do elevador com a roupinha de academia: um top justo que marcava os seios grandes, uma legging preta que deixava a bunda empinada e, eu sabia muito bem, um fio-dental minúsculo por baixo.

Ela olhou rapidamente ao redor e entrou rápido no banco de trás do meu carro. Assim que fechou a porta, já puxou meu rosto e me deu um beijo safado.

— Tá louco, né? Marcou justo hoje… o Ronaldo tá lá em cima com a bebê — disse ela, sorrindo maliciosa.

— E você disse que ia malhar, né, puta casada?

Ela mordeu o lábio, claramente excitada com o xingamento.

— Disse. Falei que ia malhar pesado hoje… — respondeu, já passando a mão no meu pau por cima da calça.

Não perdemos tempo. Eu passei para o banco de trás com ela. Em menos de um minuto já tinha tirado o top dela e chupava aqueles peitos enquanto enfiava a mão dentro da legging. Como sempre, o fio-dental estava encharcado.

— Olha o estado dessa calcinha… — provoquei. — O corno do seu marido não te fode direito, né?

— Não fode… — gemeu ela, abrindo mais as pernas. — Ele não me come como você. Me chama de puta casada de novo…

Eu baixei a legging até os joelhos dela, virei ela de quatro no banco de trás e puxei o fio-dental pro lado.

— Então toma, sua puta casada. Enquanto o corno do Ronaldo tá lá em cima cuidando da filha, eu tô aqui arrombando a sua boceta.

Meti tudo de uma vez. Ela gemeu alto, segurando no encosto do banco. Comecei a estocar forte, o carro balançando levemente.

Depois de alguns minutos, ela virou o rosto e falou com a voz safada:

— Liga pra ele…

Eu peguei o celular dela, procurei o contato “Ronaldo” e liguei, colocando no viva-voz. Ela atendeu depois de dois toques.

— Alô, amor? — disse a voz do marido.

Ela tentou disfarçar o gemido enquanto eu metia mais devagar:

— Oi, amor… tô aqui na academia… só pra te avisar que vou demorar um pouco. A aula tá boa hoje… bem pesada.

Eu aumentei o ritmo, metendo fundo. Ela teve que morder o braço pra não gemer alto.

— Tá tudo bem? Você tá ofegante… — perguntou ele.

— Tô… é que tô fazendo bastante força. Sabe como eu gosto de malhar gostoso… — respondeu, olhando pra trás com um olhar safado pra mim.

Desliguei a ligação e dei um tapa forte na bunda dela.

— Puta safada… gozando da cara do corno.

— Me chama de puta casada enquanto me fode o cu agora… — pediu ela, já empinando mais.

Cuspi no cuzinho apertado dela e comecei a pressionar a cabeça grossa do pau. Ela sempre sofria no começo. Segurou firme no banco, gemendo de dor e prazer:

— Ai, caralho… vai devagar… você é grosso demais… o Ronaldo nunca me comeu assim…

Fui empurrando aos poucos até conseguir enfiar metade. Ela tremia inteira. Depois de um tempo, começou a rebolar devagar, pedindo mais.

— Mete tudo, porra… arromba o cu dessa puta casada…

Eu segurei a cintura dela e meti até o fundo. Comecei a estocar cada vez mais forte. O carro balançava visivelmente. Ela gozou gemendo alto, o cuzinho apertando meu pau. Não aguentei e gozei logo depois, enchendo o cu dela de porra.

Ficamos ali uns minutos, ela ainda empinada, meu pau amolecendo dentro dela. Quando finalmente saí, um fio de gozo escorreu pela coxa dela.

Ela vestiu a legging de novo, toda suada e marcada, e me deu um último beijo.

— Amanhã eu falo pro Ronaldo que malhei tanto que mal consigo andar… ele vai achar que é brincadeira quando eu insinuar que levei uma rola grossa.

Saiu do carro rebolando, com o cu cheio da minha porra, voltando para o marido como se nada tivesse acontecido.

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