Marina terminava de passar o batom, olhando-se no espelho. Vestia uma lingerie preta, estava toda maquiada e admirava a própria beleza no reflexo. Quando Roberval entrou no quarto, viu-a.
— Amor, já chegou?
— Dá-lhe, linda, com essa lingerie de sua mãe. Por alguns segundos, achei que era a sua mãe.
— Eu acabei encontrando isso no guarda-roupa. Nem sabia que a mamãe tinha esse tipo de lingerie. Achou que eu pareço com ela?
Quando ela se virou, ele viu aqueles enormes seios naquele sutiã apertado, descendo pelas curvas delicadas até chegar a uma enorme ereção na calcinha, que mal conseguia esconder as bolas murchas.
— Dá-lhe, muito mais linda... — disse ele, não resistindo, agarrando-a num abraço forte e beijando-a.
Ela pulou no colo dele. Abraçados, foram até a cama. Roberval jogou-a na cama com as pernas abertas. Os enormes cabelos ruivos espalharam-se pelo lençol. Ele puxou devagar a calcinha, descendo-a pelas coxas grossas. Abriu mais as pernas dela e contemplou aquele saco e aquela pica dura e ereta.
Ele puxou as pernas dela em volta da cintura dele e começou a tocar as rolas uma na outra. Segurou as duas rolas e começou a bater punheta junto. Marina gemia na cama, olhando Roberval punhetar com força.
— Olha pra mim! — disse Roberval para Marina, que não parava de gemer.
— Vou gozar, amor...
— Vamos gozar juntos!
— Sim... vamos gozar...
Marina revirou os olhos, sentindo seu pau sendo apertado com muita força numa punhetinha bem rápida. O pau de Roberval, bem juntinho e colado, pressionava a pica cada vez mais, até que, finalmente, ambos gozaram.
Jatos de porra espalharam-se pelo corpo de Marina.
— Essa foi uma bela gozada — disse Roberval, caindo na cama, exausto.
Marina ainda estava com fogo no rabo. Subiu em cima de Roberval, ainda querendo brincar.
— Vai, vamos, você aguenta mais... mete no cuzinho...
— Vai com calma, Marina, não sou mais jovem. Depois dessa gozada, eu costumo relaxar, fumar um cigarro, assistir à TV.
— Isso você fazia quando era a mamãe. Eu não sou a mamãe, sou uma versão melhorada dela. Você ainda dá conta — disse a ruivinha, segurando firme a pica do pai e colocando dentro do rabo, cavalgando em cima dele na cama.
— Aaaahhh, caralho, Marina... hoje você tá com tesão demais...
— E o fogo no rabo, pai... apaga o meu fogo... aaaaaahhhh.
Novamente, ele gozou no cu de Marina e, finalmente, o fogo apagou, pelo menos naquele momento.
*
O vizinho Waldemiro não conseguia esquecer aquele dia, em que pudera rever, na parte 2, quando descobriu que a vizinha gostosa era, na verdade, uma trans...
— Traveco, traveco, traveco...
Ele vivia repetindo isso várias vezes, com certo nojo. Sempre lavava as mãos quando lembrava que tocou naquele membro duro dela. De alguma forma, não conseguia tirá-la da cabeça. Vivia pegando-se olhando-a com binóculos da varanda de casa. Marina sempre surgia no quintal para seu banho de sol no meio da tarde.
— Aqueles enormes cabelos ruivos tão belos, uns seios tão grandinhos... mas tinha que dar algo de errado... viado de merda — disse ele, ao ver Marina arrumando o saco na pequena calcinha.
O vizinho vivia uma luta interna. Cansara de foder a buceta velha e acabada de sua esposa. Mas nem isso satisfazia mais os seus desejos mais íntimos. Toda vez que estava com a esposa, fodendo-a, sempre via a imagem daquela ruiva com o sorriso de safada, que fazia seu pau ficar mais duro.
— Já acabou, amor? Não durou nem três minutos.
— Ora, mulher, não sou uma máquina não.
Certo dia, ele foi até a vizinha.
— O senhor de novo? Ah, lembrei seu nome: senhor Waldemiro, o meu vizinho que fica me espionando pelo binóculo. O senhor veio pedir emprestado mais leite?
— Sua puta vagabunda, seu viado de merda...
Waldemiro entrou na casa dela, agarrando-a, dando chutes e tapas.
— O senhor tá doido? Por que está me batendo? O que eu fiz? Sabia que é crime bater em mulher?
— Cala a boca, sua puta maldita. Você não é mulher, você é um homem. Minha vontade é te encher de porrada.
— Só porque eu te aticei? Não tenho culpa que eu mexi com seus desejos mais íntimos.
— Olha aqui, seu traveco. Me respeita.
— O senhor que me respeita. Não vou admitir que invadi minha casa e me agredi assim. O meu marido não vai gostar nada disso.
O vizinho começa a rir.
— Agora eu sei de tudo, Roberval adora traveco. Então esse era o segredo dele. Vocês dois estão fodidos na minha mão. Vou contar pra toda vizinhança.
De repente, Marina tirou o roupão e ficou totalmente nua na frente do vizinho. Waldemiro ficou espantado ao vê-la desnuda. Aquele rostinho delicado, enormes seios com mamilos pequenos e durinhos, onde se via a marquinha do biquíni, descendo por uma barriguinha bem definida, por uns quadris largos onde se via a marca da calcinha e, de repente, aquele enorme trabucão no meio das pernas.
— Não se assuste, vizinho, posso satisfazer suas fantasias mais obscuras — disse ela, erguendo os braços a chamá-lo.
O vizinho ficou paralisado, sem conseguir pronunciar uma palavra. Caminhou lentamente, como se aquele corpo fosse um ímã a atrair seus desejos mais íntimos. De repente, se viu abraçado naquela ruiva. Sentindo aquela pele macia, o perfume forte entrando em sua narina, sentindo os seios duros pressionando seu peitoral, e aquele trabuco cutucando a sua ereção na calça.
— Caralho... porra... seu filho da puta... como é gostosa...
— Me beija... Beija-me na boca!
Ele a beijou, sentindo aqueles lábios grossos e rosados. A língua invadiu seu céu da boca. Ele agarrou firme a bunda dela, puxando-a até o sofá da sala. Ele contemplou a nudez. Ela ajoelhou aos pés dele e abaixou a calça para devorar aquela pica pequena.
— Oh, sua safada... me mama gostoso... que delícia de boca.
Marina parar de mamar o vizinho e começa bater levemente punheta enquanto olhar pra ele.
— Tu quer comer meu cuzinho... antes usa essa camisinha aqui.
Ele pôs a camisinha. Ela subiu na cama e empinou a bunda pro vizinho. Ele encheu de tapa aquela bunda, vendo o enorme saco e o pênis pendurado. Ele abriu as nádegas e meteu no cuzinho arrombado de Marina.
— Puta que pariu, que cuzão gostoso... nunca senti tanto tesão como agora.
Marina, com cara de safada, virou o rosto pra ele.
— Nem a tua mulher?
— Nem aquela buceta velha da minha esposa me deixa excitado... caralho... vou gozar nesse seu cu... Olha pra mim, me olha com essa carinha de safada... que ruivinha mais deliciosa...
Aquela foda não durou nem três minutos, o vizinho já gozou tudo. Ele caiu exausto no chão, dentro da sua melhor foda de todos os tempos. Depois, ele teve um choque de realidade. Pegou as roupas e vestiu-se rapidamente.
— Olha aqui, se contar isso pra alguém, eu juro que te mato!
— Eu digo o mesmo ao senhor. Ficamos entre a gente. É o nosso segredinho. Você não conta nada e eu não conto nada. E no fim, todos saem ganhando — disse Marina, ainda nua, deitada no sofá com as pernas cruzadas e com o dedo na boca, tentando ser sexy.
O vizinho Waldemiro foi embora, tendo sua maior experiência de todos os tempos. E Marina, por sua vez, ficou aliviada por ter conseguido fazer aquele segredo ficar guardado.