🚫 Propagandas te atrapalhando? Assine o plano premium por menos de R$3/mês. Saiba mais →

DOIS ENGENHEIROS

Cansado destas propagandas? Assine por R$36/ano e navegue sem anúncios →
Um conto erótico de Claudio_New
Categoria: Homossexual
Contém 1954 palavras
Data: 07/07/2026 10:49:37

Sou engenheiro de rodovias. Fui contratado para um trecho de uma duplicação, por um período de dez meses. Salário compensador, ajuda de custo e auxílio moradia. Melhor não poderia ser. Concluí os projetos que estavam próximos da conclusão, repassei outros para colegas do escritório e me botei para o interiorzão de Santa Catarina.

No dia em que me apresentei ao setor de RH, para fechar todos os detalhes, conheci Jader, que também chegava naquele dia, com o mesmo propósito que eu. Cara simpático, descontraído, gay mais ou menos pintoso – interessou-se particularmente quando falei que eu também curtia homens. “Vamos enrabar todo mundo por aqui!” – brincou.

Depois de acertados todos os detalhes na empresa, fomos comemorar e bebemorar o novo emprego e a amizade que começava, num agradável bar, estrategicamente situado diante de uma vista deslumbrante. Entre uma cerveja e outra, veio dele a ideia: se, ao invés de hotel, alugássemos juntos uma casinha ou um pequeno apartamento mobiliado? Sobraria uma graninha boa do generoso auxílio moradia.

Estarreci. Preparei meu discurso “água-na-fervura”: sempre morei sozinho, tenho minhas manias, vivo sem roupa ou com minúsculas roupas femininas dentro de casa, toco punheta quando me dá vontade, dou o cu a quem me agrade, não tolero cigarro nem droga, me alimento quando estou a fim, não gosto de dar satisfação do que faço ou deixo de fazer...

Ele me escutava, o sorriso maroto bailando nos lábios, os olhos depositados nos meus. Quando dei uma pausa nas minhas características/exigências, falou brandamente: “Beleza, então! Vamos procurar...” Sem argumentos, suspirei e tomei um gole grande. “Se eu ficar excitado com tuas roupas, posso querer comer você?” – o escroto falou, assim, sem rodeios. “Claro que sim!” – também procurei ser natural e ousado. E completei: “Não vou sair de casa para você receber seus bofes, e não tenho o menor problema com você por perto, quando levar os meus” – quis estabelecer uma regra básica. Ele concordou sem pestanejar.

Começamos no bar nossa pesquisa por habitação. E por ali mesmo ficamos, porque o garçom, a quem pedimos informações, falou que a irmã dele tem um pequeno apartamento, que aluga por temporada. Munidos do endereço e das recomendações de Joel, o garçom, fomos até a sua irmã, conversamos, conseguimos até um abatimento no preço que ela pedia. Enquanto negociávamos, olhava e olhava para nós, para a pintosidade razoavelmente acentuada de Jader, até que não aguentou: “Vocês são gays?” Jader explicou: “Sim, mas não somos um casal!” Ela procurou justificar a pergunta, dar sua opinião e marcar seu posicionamento de anfitriã: “Perguntei só por perguntar mesmo, a mim não interessa o que vocês são; só não aceito bagunça no meu imóvel.” “Fique tranquila, senhora... somos bem comportados...” – falei, esforçando-me para segurar o riso.

Quarto único, enorme; duas camas de casal. Cozinha equipada, sala aconchegante, internet rápida. Melhor não podia ser. Mudamos no dia seguinte. Após a primeira refeição, pus-me a lavar a louça (ficara estabelecida a alternância nessa tarefa). Eu estava de calcinha apenas, e enquanto eu estava na pia, Jader estava sentado à mesa e conversávamos sobre os mais variados assuntos.

De repente, do nada, ele falou:

– Cláudio, eu estou de pau duro! Não consigo parar de olhar para sua bunda nessa calcinha enfiada...

– Eu sei que você só vai sossegar essa rola quando me comer... E eu já fiquei com vontade.

Ele se levantou, baixou o short libertando o caralho comprido e veio até mim, abraçando-me por trás. Eu senti o quentinho gostoso de seu corpo encostado ao meu, e sua pica dura entre minhas coxas. Virei-me e catei sua boca num beijo pleno. Enquanto eu concluía o trabalho, ele se esfregava em mim, afastava a calcinha e lambia meu cu, metia o dedo e acariciava minha rola.

O fresco do meu companheiro de moradia estava super aceso, e não esperou eu terminar de lavar a louça. Quando pensei que ainda estava enfiando os dedos, eis que sinto a rola insinuando-se na entrada da minha caverna rugosa e entrando suavemente, ele gemendo no meu ouvido, agarrado ao meu corpo e passando a dar estocadas que me deixavam cada vez mais excitado.

Foi ali mesmo, em pé, que ele me comeu. Encontrei uma posição mais favorável, que escancarava meu cu ao seu pau, e agora ele se deliciava metendo com gosto. Aproveitei que desocupara as mãos da minha tarefa doméstica e ocupei uma delas em me punhetar, no ritmo das enfiadas. O gozo forte veio praticamente ao mesmo tempo: Jader dentro de mim e eu na porta do armário da pia; enquanto sua gala descia por entre minhas pernas, a minha deixava um rastro na fórmica. Gememos alto os dois e nos beijamos fortemente, encerrando a nossa primeira foda.

Não mais nos comemos, nos dias seguintes. A intimidade, as conversas, as brincadeiras eram as mesmas de antes. É como se não houvesse existido nossa transa. Dizendo melhor: é como se a gente precisasse daquela foda para sossegarmos nossos desejos sobre o outro e seguirmos adiante em nossas vidas normais. Eu continuei a usar minhas roupas íntimas femininas em casa, ele suas cuecas, mas na maioria das vezes ele ficava nu. Claro que eu olhava com água na boca para seu pau e sua bunda redonda, mas nada tão imperioso que me fizesse inconveniente.

Certo dia, ele chegou em casa e eu estava acompanhado. Um rapazinho da obra, Augusto, que, num sábado à tarde, encontrei em uma pracinha da cidade. Conversamos, eu me interessei pelo proeminente pacote acomodado em sua bermuda jeans. Ele, porém, mais afoito, me disse que eu era um maduro muito cheiroso. A conversa se encaminhou por aí, e pouco mais de uma hora depois ele me fodia impetuosamente em minha cama, gemendo e dizendo sacanagens.

Depois de gozarmos – ele em meu cu e eu no dele, em seguida –, tomamos uma ducha juntos, aos beijos e lambidas, a seguir voltamos ao leito, deitando-nos, exaustos e felizes, um por cima do outro, agarradinhos em carinhos de namorados. Foi assim que Jader nos encontrou, quando entrou no quarto, já tirando a camisa. Augusto teve um breve susto ao vê-lo, mas fi-lo sossegar, com um gesto de contenção, enquanto dizia uma frase espirituosa, respondida no mesmo nível pelo meu colega. Notei que ainda bailava em seu rosto o olhar de quem não estava habituado com a presença de dois homens pelados e recém-gozados, mas ele administrou bem, e eu sabia que ele logo se acostumaria com mais essa prova de intimidade.

No meio da semana seguinte, não sei se para se testar, ou se para me demonstrar sua tranquilidade ao que acontecera no sábado, ou se por nenhum destes ou de quaisquer outros motivos, senão a normalização de uma convivência sem tabus nem convencionalidades, Jader chegou em casa acompanhado de um negro maravilhoso, simpático, rindo com todos os dentes. Era uma tarde que começou nublada, aos poucos evoluindo para uma garoa que virou chuva forte e intermitente. Eu estava deitado de bruços na minha cama, com uma de minhas menores calcinhas enfiada no meu rego, assistindo a um episódio da minha série preferida, com fones no ouvido.

O deus de ébano chamava-se Mateus, de acordo com a sumária apresentação que Jáder fez, ao entrar no quarto, já abraçado e aos beijos. Mateus sorriu um “tudo bem?!” e um aceno para mim e os dois já se atracaram, que os hormônios giravam em loucos volteios em suas veias. Em pouco estavam nus e não pude deixar de admirar o dorso escuro de Mateus em contraste com o corpo alvo de Jader; o negro oferecia a bunda redonda para a introdução do pau competente do meu companheiro e o gemido daqueles dois machos se comendo me excitava deveras. Mas, por ética e respeito, e também para evitar qualquer constrangimento (embora eles estavam longe de se preocuparem com essas frescuras), despausei o episódio e continuei assistindo, ouvindo ao fundo os grunhidos dos dois machos se comendo.

Foi com essa trilha sonora sensual ao fundo, que acabei cochilando. Acordei com o barulho da água do chuveiro sobre os dois corpos e da chuva que aumentara de intensidade, o que deixava tudo mais sonolento, e me deixei ficar na mesma posição, olhos fechados, somente me deliciando com tudo. Tomando-me por ainda dormindo, os dois saíram do banheiro, cochichando “para não me acordar”, e falando de mim:

– Ele tem um rabo maravilhoso, com essa calcinha enfiada… – a voz maravilhosa de Mateus falando.

– Não é? Quando eu vi a primeira vez, não segurei a onda e comi o cu dele. E é muito gostoso, viu?

Meu coração disparou no peito, minha rola crescia debaixo de mim. Mas fingi continuar adormecido. Ouvi o negro confidenciar a Jader que seu pau estava endurecendo, só de ver a minha bunda proeminente na cama ao lado. O meu companheiro, então, me entregou de bandeja:

– Pode ficar à vontade. Eu sei que ele não vai resistir nem recusar uma cantada sua… A cabeça dele é melhor ainda do que o rabo.

Aproveitei o som de um trovão para fingir estremecimento e susto, como que acordando atordoado. Mateus, que mantinha o diálogo acima sentado na cama de Jader, os dois nus, levantou-se e veio rápido para minha cama, abraçando-me e sussurrando:

– Calma, calma… não se assuste… Foi só um trovão…

Eu sentia seu corpo sobre o meu e sua rola crescendo contra minhas nádegas. Virei o rosto para ele e aproximei minha boca daqueles lábios carnudos e escuros, que tomaram conta dos meus e nossas línguas digladiavam. A esta altura, ele já estava totalmente ereto, eu também, e minha calcinha já não mais me vestia. Sua língua forte e molhada agora vasculhava as pregas do meu cu, levando-me ao delírio. Enrolamo-nos na cama e pude sentir a gostosura daquele afrodescendente e o quanto ele era carinhoso e viril. Ele deitou-se de costas, a rígida rola para o alto. Chupei-a com a ânsia de quem a desejava inteira, suguei-a fazendo-o gemer; depois subi até sua boca, enquanto aprumava meu buraquinho sobre aquele rochedo e me sentava devagar, engolindo-o aos poucos. Eu sentia aquele negro abrindo-me as pregas, chegando até minhas entranhas, sem parar de gemer. Eu podia perceber a pele do meu buraco se esgarçando aos movimentos de cavalgada sobre aquele corcel negro.

Eu acelerei a montada e seu rosto lindo se contorceu, num esgar de prazer supremo, ao explodir dentro de mim todo seu leite de tesão. Os gemidos viraram uivos. Após o último jato, ele retirou-se de mim e a enxurrada líquida acompanhou seu pau que saía; ele aproveitou o líquido, besuntou minha rola dura como quem passa manteiga numa bisnaga e colocou na boca. Que boquete dos deuses. Jader se acabava numa punheta, assistindo àquela cena maravilhosa. Pena que demorou tão pouco – não tive como mais me segurar: arrebentei minha represa em sua boca, meu líquido escorrendo pelos cantos de seus lábios grossos, ao mesmo tempo em que Jader também gozava seu tanto de voyeur.

Foram os dez meses mais intensos da minha vida. Ganhei dinheiro trabalhando no que eu gosto, vivi minha sexualidade com a intensidade que a vida me permitiu. Se isso puder ser chamado de felicidade, fui feliz. Nosso apartamento viu cenas hotíssimas de muita paixão, de sexo, de entrega, de rolas e cus. Até buceta rolou. Aconteceram surubas, swingers... Jader me comeu mais algumas vezes, eu comi seu cu também (e gostei, viu?!). Mateus voltou ao nosso ninho e comeu nós dois na mesma cama...

O tempo passou, completou-se o período do contrato, chegou o momento de entregarmos o imóvel e cada um cuidar da sua vida. Para marcar, quisemos encerrar nosso convívio com outra foda na cozinha, como a primeira. E aconteceu quase tudo como daquela vez; a diferença é que agora foi a vez de Jader lavar os pratos...

Curta uma leitura sem interrupções.
Conheça o plano sem propagandas (R$36/ano — menos de R$3/mês) →
Siga a Casa dos Contos no Instagram!

Este conto recebeu 0 estrelas.
Incentive Claudio_New a escrever mais dando estrelas.
Cadastre-se gratuitamente ou faça login para prestigiar e incentivar o autor dando estrelas.

Comentários

Cansado destas propagandas? Assine por R$36/ano e navegue sem anúncios →