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A virgem que passou a ser conhecida pelo apelido de Putinha

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Um conto erótico de Marcela Araujo Alencar
Categoria: Heterossexual
Contém 3131 palavras
Data: 07/07/2026 00:22:34

A virgem que passou a ser conhecida pelo apelido de Putinha

Conto n.º 232 de Marcela Araujo Alencar

Tema: Sadismo, imprudência, castigo, sequestro, estupro, crueldade, escrava sexual, loucura, síndrome de estocolmo.

***

Anne Mary é uma adolescente criada no seio de uma família da classe rica desta nossa imensa metrópole, que reside em condomínio horizontal, numa área residencial. Mary, como gosta de ser chamada, é uma jovem lindíssima, com apenas 1,49 de altura e corpo esbelto, cintura fina, nádegas bem formadas redondas e firmes, seios acentuados, com mamilos que parecem querer furar as blusas que veste, sem sutiã, pois deles não necessita. Tem rostinhos de anjo, com cabelos cor de fogo. Mari tem pleno conhecimento de seus atributos físicos e deles abusa, sendo fogosa ao extremo.

Neste sábado, acordou bem cedo e após arrumar, desceu para tomar o café com seus pais, tendo na sua cabecinha todo um plano para expor a eles. Como filha única, sempre foi muito mimada, tinha certeza de que com um pouco de dengo, os convenceria.

***

Senti o gostoso cheiro do café tão logo entrei na copa, papai e mamãe já estavam na mesa, enquanto a senhora Elisabeth, a nossa governanta, chegava com uma travessa onde tinha ovos mexidos com bacon e panquecas. Na mesa já havia torradas e mel.

Falei para ela que só queria torradas com bastante mel e suco de laranja. Depois ainda bebendo o suco, falei para meus pais que iria passar o dia com minha amiga Sue, que estudava comigo na escola e que só voltaria por volta das sete horas, pois queríamos ver um filme e nos divertimos no parque do shopping Central sul. Eles se entreolharam, penso que indecisos, mas no fim os dobrei e eles permitiram, mas mamãe disse que ligaria de hora em hora, e que para eu atender e não fazer como das outras vezes.

Até que foi fácil os convencer. Subi correndo e no meu quarto vesti um short bem justo ao corpo que de tão curto deixava porção das minhas nádegas amostra e uma saliente pata de camelo, blusa de gola, que deixava meu ventre a descoberto e os mamilos apontando. Lógico que não me mostraria aos meus velhos assim, pois eles não permitiriam que saísse com tão pouca roupa. Então por cima coloquei um vestidinho com bainha um palma acima dos joelhos e pulando os degraus a cada dois fui até a sala e entendi a mão para papai. Ele logo entendeu que era para ele me dá dinheiro. Ele exigiu que o nosso motorista me levasse até o Shopping Central. Este não era o meu plano, mas tudo bem, sei como me safar deste imprevisto. Sai com uma sacola pequena nas costas.

Tão logo Watt me deixou no shopping, fui a um toalete e despi o vestido e o coloquei na bolsinha e sai toda faceira, com os homens me olhando quando passava por eles. Embarquei num táxi e dei o endereço da casa de Eddie. O meu namorado atual. Um garoto que conheci há três meses, na lanchonete perto da minha escola. Ele tem a minha idade, e é lindo de morrer. O único defeito dele é que é muito tímido e fui eu que tive de “forçar” o nosso namoro. Juro que valeu apenas, pois Eddie é um tremendo gatão e outras meninas competiram comigo para o conquistar, mas como sempre, eu sou a mais esperta e o consegui para mim.

Os pais dele foram visitar uns parentes e vão ficar fora o dia inteiro, então eu me fiz “convidar” para ir ficar com ele. Na realidade eu estava com segundas intenções, fazer ele me chupar por ser coisa que eu queria experimentar, pois algumas amigas minhas dizem que boquete é a coisa mais gostosa do mundo com a vantagem da gente gozar e continuar virgem.

Desembarquei do táxi em frente do portão da casa de Eddie e ele não estava me esperando conforme o combinado. Estranhei e logo me veio a ideia de que os pais dele estivesse em casa, mas na dúvida, apertei o botão do intercomunicador, se fosse atendida por eles, diria ser uma colega do Eddie, que vim convidá-lo para passear comigo. A câmera de vigilância se moveu, me focando e dei um sorriso e abanei e logo o portão correu sobre os trilhos liberando meu acesso, sem ao menos alguém falar comigo. Ponderei então que foi o próprio Eddie que liberou o acesso.

Caminhei pelo caminho de pedras entre jardins floridos até a varanda da casa, subi os poucos degraus e me surpreendi ao ver a porta de madeira trabalhada entreaberta, pois este não me parecia ser obra do tímido Eddie. A grande e luxuosa sala estava pouco iluminada pela luz que vinha do aposento ao lado. Que merda era tudo isso? Pé ante pé caminhei até lá e foi então que meu coração disparou e meus olhos esbugalhados viram Eddie.

Ele estava sentado em uma poltrona, com pés e mãos amarrados e com a cabeça caída, parecia estar sem sentidos. Mas o que me fez tremer de medo foi ver os três homens, com máscaras de palhaços em seu rostos. Imobilizada pelo choque, vi o homem com uma espécie de bastão na mão, vir em minha direção e senti a pancada na cabeça e a dor foi tão intensa que tudo escureceu e senti que caia no chão azulejado.

Minha cabeça parecia partida em mil pedaços e tudo estava escuro e percebi que quase não podia me mover, com pés e mão amarrados por cordas e tudo se movia a minha volta. Somente percebi onde estava algum tempo depois, pois escutei vozes e senti o cheiro de borracha e óleo. Eu estava no porta-malas de um carro e num saco, entendo que de plástico, e pude entender o diálogo dos meus raptores.

Eles sabiam quem eu era e os nomes dos meus pais e obtiveram informações a força do Eddie. Eles queriam receber dinheiro da minha família em troca de minha vida, que horror! Dentro daquele saco amarrada tudo me doía, principalmente a cabeça, onde me bateram. Estava tão abafada e senti o ar me faltar e tudo foi ficando escuro e apaguei.

***

Percebi estar melhor, não senti mais o cheiro de borracha e óleo e que não estava mais apertada dentro daquele maldito saco, que tanto me torturou. Abri os olhos e fiquei aterrorizada ao ver em torno de mim quatro homens, todos utilizando máscaras de palhaços que cobria seus rostos por inteiro, mas com abertura para a boca, nariz e olhos. Estava ainda vestida e calçada. Tremendo de medo fiquei sem ação, apenas os olhando, sem saber o que estava rolando. Então um dos homens, com voz rouca e pausada, falou. Dizendo estarem de olho em cima de mim a muito tempo, sabendo que era filha única do milionário Afonso Almada.

Que estavam a par dos meus dois últimos relacionamentos amorosos. Sabiam que iria me encontrar com Eddie e tomaram as providências para me sequestrarem lá, na casa dele. Disseram que espancaram Eddie e que no meio da surra, deixaram escapar que meu sequestro estava sendo realizado por traficantes internacionais de mulheres para fins de prostituição no velho mundo, isso para direcionar as buscas por mim e, que, no entanto, eu estava a menos de 80 km de casa. Eles esperariam por um bom tempo até as coisas esfriarem e somente, então entrariam em contato com meus pais, exigindo 10 milhões para que eu fosse devolvida inteira e não aos pedaços.

***

Eu sabia que inconscientemente era isso que Eddie falaria a respeito do meu sequestro e isso me demoliu por inteira, sabendo que poderia ficar no cativeiro dos bandidos por muito tempo.

Eles saíram do ambiente onde estava, um quarto com duas janelas gradeada quase junto ao teto, duas portas, uma por onde eles saíram e a outra do lado oposto. De mobiliário somente a cama onde estava, uma mesinha circular, duas cadeiras e uma cômoda com dois gavetões e, nada mais. Fiquei sozinha, quase que em choque, temendo por minha vida e que fosse abusada por eles. Verifiquei que nos gavetões da cômoda tinha somente algumas toalhas, sabonetes, escovas de dente, tubos de pasta dental, pentes e escovas e mais uns itens de higiene íntima, tudo revelando pretenderem me manter cativa por muito tempo e isso me demoliu e comecei a chorar em desespero.

***

Dez dias depois, eu estava apática, trancada naquele quarto/cativeiro, dando graças por não terem abusados de mim. Percebi que meus sequestradores, que eram quatro, faziam revezamento de três-em-três dias, pois além de máscaras diferentes, aprendi os conhecer pela voz. Eles traziam água e comida e alguns até conversavam comigo, dizendo que em poucos dias eu seria liberta, tão logo recebessem o meu resgate.

Este papo furado perdurou durante quase dois meses. Considerei que fosse isso, sabem como? Pelos meus fluxos, que eram pontuais.

Mas tudo mudou quando dois deles entraram no quarto, o que não era usual. Traziam caixas de salgadinhos e latas de refrigerantes bastante geladas. Apesar de um pouco temerosa, comi e bebi quase tudo. Foi então que me senti sonolenta, então percebi que fui drogada.

Quando acordei, ainda um pouco tonta, senti peso por cima de mim e dor entre minhas partes íntimas. Isso me fez acordar de vez e com horror, percebi que um homem estava com o pênis dentro. Perdera minha virgindade enquanto permanecia drogada. Fiquei tão revoltada que tentei sair debaixo do covarde canalha, foi quando percebi estar com braços e pernas presos nas extremidades da cama, enquanto o homem se movia com velocidade, em um entra e sai de dentro de mim. Enquanto me fodia, o safado segurava meus cabelos com força e lambia, chupava e mordia meu rosto, pescoço e ombros.

Senti quando gozou dentro de mim e falou no meu ouvido:

Que foda gostosa você é garota. Vamos repetir isso mais algumas vezes.

Quando ele saiu de mim é que pude ver homens igualmente mascarados, só que para meu pavor, não eram somente os três, mas seis ou sete e todos estavam nus, todos os brancos, alguns com barrigas de cerveja, a primeira vista pareciam serem coroas e não rapazes. Aquilo me deixou totalmente fora de órbita, quando percebi que seria estuprada por todos eles.

***

Estava certa em minhas previsões, pois todos eles me foderam e isso durou uma eternidade. Suponho que mais de um dia. Finalmente um dos mascarados, que eu já conhecia (pela voz), me liberou das cordas e mandou ir para o banheiro, apontando para a porta na parede oposta a que eles utilizavam para chegar. Fui, quase me arrastando, com todo meu corpo dolorido.

A partir daquele dia, não fui mais amarrada, mas não passava uma só noite, senão fosse fodida por dois ou três homens. Todos eram coroas utilizando máscaras. Eu estava tão abatida e com a mente tão abalada que não resistia as intermináveis noites de sexo. Eles me traziam cartelas de pílulas e diziam para eu não esquecer de utilizá-las para não ficar grávida.

Eu não tinha como medir há quanto tempo estava presa naquele cativeiro, de onde só saia para o pequeno terraço, cercado por grades.

Certa noite perguntei a um dos que me fodia, qual razão eles utilizarem máscaras. Ele riu e disse ser para eu não saber quem eram.

Nós somos, quase todos moraradores de tua cidade e alguns de nós, até conhecemos teu pai.

Então decidi.

Na noite seguinte, quando o primeiro homem chegou para me foder. Me encontrou caída no chão do banheiro, com os pulsos cortados, em uma poça de sangue.

Acordei num leito de hospital, com uma enfermeira me observando e um casal desconhecido chorando ao meu lado, e coisa estranhas eles falaram serem meus pais. Mas eu sabia mentirem, pois eu não tenho pais.

Depois fiquei internada numa clínica particular para doentes mentais. Mas eu não queria continuar trancada lá, então convenci dois enfermeiros a me comerem e certo dia, quando conquistei a confiança deles, fugi pelo portão dos fundos e no meio de forte temporal não parei de correr.

Com muito frio e medo, vi pouco a frente uma pequena casa, uma cabana de madeira, na verdade. Não pensei em nada, empurrei a porta e entrei.

Dei um tremendo susto nos três negros que sentados em volta de um rústico fogão de barro, se aqueciam, fumavam e bebiam. O susto deles foi tão imenso como o meu.

Mas logo um se ergueu com um revólver ou pistola apontada em minha direção.

— Quem é tu mulher o que quer aqui?

— Sou a Putinha que ama foder e que fugiu do hospício e estou com muito frio.

Os negros ficaram de boca aberta, enquanto escutavam a loirinha falar. Após alguns minutos a examinando, se entreolharam com sorrisos e um deles falou.

— Branquela tire a roupa e se deite ali, naquela esteira, que hoje tu vai ser a nossa diversão.

Mary nem pestanejou, se desfez de suas encharcadas vestes e nua como veio ao mundo se deitou como eles mandaram e abriu o que pode as coxas, se mostrando por inteiro aos três negrões. Para ela que já fora fodida por mais 200 homens, durante quase 18 meses, fazer o mesmo com aqueles três é moleza.

Durante o restante daquela noite, os homens se revezavam entrando e saindo da boceta e do cu de Anne Mary, que habituada a membros de velhotes, gemia alucinada de prazer com os paus enormes dos três negros, navegando dentro dela, nos seus dois acessos.

***

Nove horas, com a chuva ainda caindo, mas agora bem fininha, um deles saiu do cu da garotinha e falou para seus comparsas.

— Que rabo gostoso esta loirinha tem! Quantos anos tu tem, mulher?

— Não tenho certeza, mas devo ter entre 17 e 18 anos

— Não sabes tua própria idade!

— com certeza, não, mas entendo ser o que falei. Minha cabeça anda muito confusa e às vezes esqueço de meu passado. Só sei que fazer sexo é muito gostoso.

— caras, vamos dar ela de presente para o mulato Sebastião em troca de alguns pacotinhos das boas?

— Qual é o teu nome, garota?

— Eu não sei, não me lembro,

— Então nós vamos te chamar de Putinha e todos que perguntarem o teu nome, tu vai dizer que teu nome é Putinha. Não se esqueça disso.

— Certo não vou esquecer… meu nome é... Putinha… Putinha… Putinha. Sabem de uma coisa, até que gostei, eu sou a Putinha… Putinha. Que nome lindo. Putinha, não acham rapazes.

Os negros não conseguem parar de rir e Putinha os olha e pergunta porque estão rindo.

— Não é nada. Putinha, vista esta capa e venha conosco.

— Para onde estamos indo?

— Para o barracão do Sebastião, lá em riba.

— Ele é o dono do morro. Putinha.

— Ué, ele comprou o morro, foi?

Isto é demais para os negros, que se dobram em estrondosas gargalhadas. O que motivou comentários de duas senhoras:

— Porque será que aqueles soldados do Malaquias, estão achando tão engraçado?

— Considero que daquele coitado que estão levando alguém para o homem!

— Coitado dele, pelo tamanho, deve se um rapazote que tá devendo para o Malaquias.

— Pelo jeito, vamos ter mais um presunto boiando no riacho lé embaixo.

Cerca de vinte minutos depois, Anne Mary, que acabou de mudar de nome, entrou no grande barracão do mulato Sebastião, um gigante de 2,10 m. Que domina todo o morro do Papagaio do Bico Amarelo, por quase onze anos, sem que ninguém se atrevesse o desafiar.

***

— Sebastião, a gente tem. um presente pra tu.

— Deve ser mais um riquinho lá de baixo? Sabem que adoro comer cu de puto lá do asfalto.

— Mil vezes melhor que isso, olhe.

Eles retiram a capa que cobre o pequeno vulto, que deixa o gigante de boca aberta, olhando fascinado o pequeno corpo de uma lindíssima e carnuda garotinha loira.

— Caralho, puta, onde pegaram esta garotinha?

— Nós não a pegamos, chefe. Foi ela que entrou no barraco de vigilância ontem de noitinha, no meio de todo aquele temporal.

— Chefe ela pode pequena, mas fode como gente grande e sabe de uma coisa, ela é bem novinha, no máximo 18 aninhos.

— Qual é o teu nome, menina?

— Meu nome é Putinha.

— Putinha!!!!

— É Putinha, sim, chefe, ela não sabe seu nome de verdade e

gosta de ser chamada de Putinha.

— Eu gosto, sim, senhor, é nome bonito, e eu gosto que me chamem de Putinha.

— Tá vendo chefe? A Putinha vai ser um sucesso com a negrada aqui do morro, ela é uma tremenda vadia.

— Parem de me chamar de Vadia, meu nome é Putinha.

— Tá 'vendo, chefe, a vad.… digo, a Putinha, tá prontinha para se servida de bandeja para rapaziada.

— Não, esta bonequinha quero somente para mim. Tomem para vocês três, cada vai receber dois saquinhos da que tenho de melhor. Mas não façam negócio na minha área, senão estarão virando presunto.

Pela pineira vez. Putinha treme de medo, vendo um homem nu, se preparando para a foder, pois ela tem apenas 1,49 m e o mulato Malaquias 2,10. Mas o que realmente a apavora é o ele trem entre as pernas. Quse tão grosso como uma latinha de refrigerante e longo como, nunca pensou existir deste tamanho. Entretanto, para seu espanto, apesar de doer bastante, sua pequena fenda o acolheu sem rasgar nada dentro dela.

***

Dois anos depois, Sebastião sabia tudo, ou quase tudo sobre a vida passada de sua mulher. Sabia que ela completou 19 anos na semana passava e que seus pais nunca mais tiveram notícia dela, depois que sumiu de uma clínica de tratamento de “saúde mental” sabia seu nome verdadeiro, mas ela implorou que continuasse a chamar pelo apelido que passou a gostar, putinha, ainda mais agora que estava grávida de três meses.

— Marido, a nossa filha ou filho, eu quero que tenha o meu nome, Putinha ou Putinho. O que tu acha?

— Não, isso nunca, não quero minha mulher os chame assim. Caso teime, eu te dou uma surra.

— Que homem violento tu é marido. Mas venha cá, deixe que eu desça lá para o salão, tem alguns negros que ainda não me foderam e eu estou louquinha para dar para eles.

— Vá, mas deixe somente pelo cu, que agora tu está buchuda, não faça como antes, que a comiam pela boceta.

Mas quando Putinha desce para o salão, está sorrindo entre os dentes, sabendo que sua boceta será novamente comida dos negros, assim como o cu. Mas o besta do seu marido, disso nunca saberá, pois ela é a melhor Putinha do bordel, sabe muito bem como fazer a coisa, sem que o seu corno descubra.

FIM

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