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Um conto erótico de AndressaMR
Categoria: Heterossexual
Contém 1399 palavras
Data: 06/07/2026 22:12:58

Meu nome é Andressa, tenho 50 anos e, naquele dia, eu deveria estar concentrada na petição que precisava entregar até o final da tarde. O escritório estava calmo — secretária em almoço estendido, sócios em reunião externa. Eu, sentada na minha cadeira de couro atrás da mesa de mogno, vestia uma blusa de seda branca justa o suficiente para marcar meus seios firmes e uma saia lápis preta que abraçava meus quadris magros e minha bunda empinada. Por fora, a advogada impecável. Por dentro, eu estava pegando fogo.

Tudo começou com uma mensagem inocente de Marcelo no WhatsApp: “Bom dia, Dra. Safada. Pensando em você desde que acordei”. A foto que ele mandou em seguida — o volume evidente na calça social cinza — foi o estopim. Minha buceta latejou instantaneamente. Tentei ignorar, cruzar as pernas, focar no texto. Não consegui. Meus mamilos endureceram contra o sutiã de renda, e um calor úmido começou a se espalhar entre minhas coxas. Fazia três dias que não nos víamos. Três dias sem sentir aquele pau grosso me abrindo, sem ouvir ele me chamando de putinha enquanto me fodia.

Olhei o relógio: 14h47. Leonardo estava em obra fora da cidade. Minha filha, Júlia, tinha dito que passaria no escritório no final da tarde para pegar umas chaves. Eu não aguentava mais. Peguei o celular com a mão trêmula e liguei para ele.

— Marcelo? — minha voz saiu rouca, quase um gemido.

— Andressa? Tá tudo bem? — ele respondeu, preocupado, mas já com aquele tom grave que eu adorava.

— Não. Não tá. Eu tô no escritório… sozinha. Tô molhada pra caralho, Marcelo. Não consigo trabalhar. Preciso do seu pau agora.

Houve um segundo de silêncio. Eu podia imaginar o sorriso safado dele.

— Porra, Andressa… tô no canteiro de obras. Mas você sabe que eu não penso duas vezes quando você fala assim.

— Vem. Agora. É rapidinha. Tranca a porta, fecha a persiana e me fode até eu gozar. Por favor…

— Chego em 15 minutos. Mas tem que ser rápido, hein? Tenho reunião às 16h30.

Desliguei e já senti um fio de mel escorrendo pela minha coxa. Fui até o banheiro privativo, tirei a calcinha encharcada e guardei na gaveta da mesa. Voltei, abri duas janelas do navegador só para disfarçar e esperei, o coração martelando.

Ele chegou em 12 minutos. Ouvi o toque discreto na porta. Abri imediatamente, puxei-o pela gravata para dentro e tranquei a porta com um clique decisivo. As persianas já estavam baixadas.

Marcelo mal teve tempo de falar. Eu o beijei com fome, língua invadindo sua boca, sentindo gosto de café e cigarro. Minhas mãos desceram direto para o cinto, abrindo-o com desespero. O pau dele já estava duro, latejando dentro da cueca. Quando o libertei, ele saltou pesado, grosso, veias saltadas, a cabeça roxa brilhando com pré-gozo.

— Caralho, Marcelo… olha como tá duro pra mim — murmurei, caindo de joelhos no carpete.

Não esperei. Engoli a glande quente, sentindo o gosto salgado explodir na língua. Desci o mais fundo que consegui, garganta se abrindo, baba escorrendo pelos cantos da boca enquanto eu chupava com vontade. Ele agarrou meu cabelo com firmeza, gemendo baixo.

— Porra, Andressa… que boca gulosa. Engole tudo, vai… isso, assim…

Eu mamava com fome, subindo e descendo, língua rodando na cabeça, uma mão massageando suas bolas pesadas. O cheiro dele — suor masculino, colônia e tesão — me deixava louca. Meu clitóris pulsava sem nem ser tocado.

Ele me puxou de pé, virou-me de costas contra a mesa e levantou minha saia até a cintura. Minha buceta depilada e encharcada ficou completamente exposta. Ele deu um tapa forte na minha bunda, o som ecoando no escritório silencioso.

— Olha essa bucetinha… pingando pra mim no meio do expediente — rosnou, esfregando a cabeça grossa entre meus lábios melados.

— Me fode logo, Marcelo. Enfia esse caralho todo. Rápido e fundo.

Ele não esperou. Segurou meus quadris magros e meteu de uma vez, até o talo. Soltei um gemido rouco, abafado contra o braço. A sensação de ser preenchida tão de repente me fez tremer. Ele começou a estocar com força, rápido, sem piedade — exatamente como eu precisava. O som molhado de pele contra pele enchia a sala: ploc, ploc, ploc.

— Isso… me fode… me usa como sua putinha de escritório — gemi, empinando mais a bunda.

Marcelo agarrou meus cabelos, puxando minha cabeça para trás enquanto metia mais fundo. Cada estocada fazia meus seios balançarem dentro da blusa, mamilos roçando o tecido. Ele enfiou a mão por baixo, apertando um seio com força, beliscando o bico.

— Você é uma vadia safada, Andressa. Chamando o marido da sua amiga pra te arrombar no trabalho… — ele sussurrou no meu ouvido, mordendo o lóbulo.

Aumentei o ritmo, rebolando contra ele, sentindo cada veia do pau roçando minhas paredes internas. Meu gozo estava perto. Ele sentiu, acelerou, batendo as bolas contra meu clitóris inchado.

— Goza pra mim, vai. Goza nesse pau.

Explodi. Minhas pernas tremeram violentamente, buceta contraindo forte ao redor dele, esguichando um pouco no carpete. Mordi o lábio até sangrar para não gritar. Ele não parou. Continuou metendo enquanto eu gozava, prolongando o orgasmo até eu quase perder o ar.

Ele me virou de frente, sentou-me na beira da mesa e abriu minhas pernas magras o máximo possível. Penetrou novamente, olhando nos meus olhos. O pau entrava e saía brilhando com meus fluidos. Segurei na nuca dele, unhas cravando, beijando-o com desespero enquanto ele me fodia com estocadas curtas e profundas.

— Quero gozar de novo… me faz gozar de novo no seu caralho — implorei.

Ele colocou dois dedos no meu clitóris, esfregando rápido enquanto metia. O segundo orgasmo veio ainda mais forte. Joguei a cabeça para trás, corpo convulsionando, buceta apertando ele como um torno. Marcelo grunhiu, apertando minha cintura fina.

— Porra, tô quase… onde quer minha porra?

— Dentro. Enche minha buceta. Me enche toda.

Ele segurou firme, deu mais três estocadas brutais e gozou. Senti os jatos grossos, quentes, batendo fundo no meu útero. Ele pulsava dentro de mim, esvaziando tudo. Fiquei ali, pernas tremendo, sentindo o esperma quente escorrendo quando ele saiu devagar.

Ficamos ofegantes por alguns segundos, testa contra testa. Ele sorriu.

— Você vai me matar um dia, sabia?

Eu ri, ainda com a buceta latejando.

— Valeu a pena. Agora arruma a roupa. Rápido.

Enquanto nos arrumávamos, ele pegou uma pasta grossa que havia trazido da obra (cheia de plantas e documentos técnicos) e colocou sobre a mesa, criando o pretexto perfeito.

— Se alguém perguntar, eu trouxe esses documentos do projeto para você analisar — disse ele, piscando.

Ajustamos as roupas. Ele estava quase apresentável quando ouvimos a porta da recepção.

— Mãe? Tá aí?

Era a voz da Júlia.

Abri a porta do escritório com calma. Marcelo estava de pé ao lado da mesa, segurando a pasta.

— Oi, Júlia! — cumprimentei, voz ainda um pouco rouca. — Marcelo passou aqui rapidinho pra trazer uns documentos do projeto que o Leonardo está acompanhando.

Marcelo sorriu naturalmente, apertou a mão de Júlia e falou com tom profissional:

— Prazer, Júlia. Só vim deixar isso com sua mãe. Já estou de saída.

Júlia olhou para ele de cima a baixo, demorando um segundo a mais na região da virilha. Marcelo saiu logo em seguida, fechando a porta atrás de si.

Assim que ficamos sozinhas, Júlia virou para mim com um sorrisinho malicioso.

— Mãe… o Marcelo tava de pau duro, hein?

Senti meu rosto queimar. Tentei disfarçar.

— O quê? Para com isso, Júlia!

— Sério! Dava pra ver o volume na calça dele. Parecia que tava carregando uma banana no bolso — ela riu, achando graça. — Ou ele tá muito feliz em te ver ou… sei lá. Homens são estranhos mesmo.

Eu forcei uma risada.

— Imagina, filha. Deve ser impressão sua. Ele só veio trazer uns papéis. Me passa as chaves que você veio buscar, que eu ainda tenho que terminar umas coisas aqui.

Júlia pegou as chaves, ainda rindo baixinho, e saiu. Assim que a porta fechou, eu me encostei nela, o coração disparado de tesão e adrenalina.

Peguei o celular com as mãos ainda tremendo e mandei uma mensagem para Marcelo:

— Minha filha quase te pegou de pau duro aqui na minha sala… e eu ainda tô pingando sua porra toda.

A resposta veio em menos de um minuto:

— Porra, que risco gostoso. Próxima vez eu te fodo com ela esperando na recepção.

Sorri, cruzei as pernas sentindo o latejar delicioso e voltei para a petição — molhada, saciada e já ansiosa pela próxima loucura.

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