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Brasil Noruega, dando o cu pro norueguês

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Um conto erótico de Thiago P.
Categoria: Gay
Contém 1507 palavras
Data: 06/07/2026 19:34:10
Assuntos: Anal, copa, derrota, Futebol, Gay, Oral

Lars e eu estávamos no sofá dele desde antes do hino. Eu com a camisa do Brasil, ele com a da Noruega. Cerveja gelada, salgadinhos, e um clima de putaria disfarçada desde o início.

— Hoje o Brasil te humilha, norueguês. Prepara esse cu branquinho pra mim — eu provoquei, dando um tapa na coxa dele.

Lars sorriu de lado, passando a mão no próprio volume por cima da calça.

— Fala isso agora. Quando o Haaland começar a correr em cima dos seus zagueiros, você vai é engolir essa língua.

O jogo começou pegado. Logo aos três minutos, Ødegaard lançou um contra-ataque mortal. Sorloth recebeu, passou pra Berg marcar… mas o bandeira levantou a bandeira. Impedimento.

— Porra, quase! — Lars comemorou, me cutucando com o cotovelo. — Já viu como é que a Noruega ataca? Rápido pra caralho.

— Foi impedimento, seu burro. Relaxa que o Brasil vai te comer — retruquei, rindo.

Pouco depois, pênalti pro Brasil. Ajer derrubou Matheus Cunha. Eu pulei do sofá.

— É pênalti! É pênalti! Bruno Guimarães vai guardar!

Lars ficou quieto, tenso. Bruno bateu… e Nyland defendeu. Eu caí sentado no sofá, incrédulo.

Lars explodiu de rir e agarrou minha nuca, apertando.

— Cadê o gol, brasileiro? Seu time chuta pro lado do goleiro e ainda erra? Patético.

— Foi só o primeiro tempo, porra! Ainda vamos virar isso.

O primeiro tempo seguiu quente. Ødegaard chutou duas vezes com perigo: uma pra fora, outra que Alisson defendeu bem. Eu zoava cada chute errado dele. Mas quando Vini Jr. tabelou com Martinelli, driblou o marcador e finalizou de canhota, quase fazendo o quinto gol dele na Copa, eu gritei e segurei a coxa de Lars com força.

— Quase! Quase te fodeu, hein?

Lars apertou minha mão contra a própria perna, o músculo duro.

— Quase não conta. E olha lá… seu time já tá cansado.

No intervalo, a zoação ficou mais física. Ele me puxou pro colo por um segundo, roçando o pau semi-duro na minha bunda enquanto falava baixinho no meu ouvido:

— Se a Noruega ganhar, você vai me chupar até o fundo da garganta. E depois eu vou te foder até você esquecer que o Brasil existe.

Eu fiquei arrepiado, mas respondi:

— Sonha, loiro. Se perder, é você que vai sentar gostoso na minha rola.

Segundo tempo começou. Endrick e Rayan entraram pra dar gás. Endrick teve uma chance claríssima cara a cara, mas chutou pra fora. Eu me levantei nervoso.

— Caralho, Endrick! Quase!

Lars me puxou de volta pro sofá, mão firme na minha coxa agora, subindo devagar.

— Juventude bonitinha, mas sem finalização. Igual você: fala muito e entrega pouco.

Neymar entrou. A torcida vibrou na TV. Eu também.

— Agora fodeu. Rei voltou.

Mas a saída de Rayan deixou a defesa exposta. Lars sentiu o cheiro de sangue. Pouco depois, Haaland subiu mais alto que Gabriel Magalhães e testou firme. Alisson até tocou, mas a bola morreu no fundo da rede.

1x0 Noruega.

Lars se levantou, peito estufado, e me empurrou contra o sofá, ficando em cima de mim por um segundo, rola dura roçando minha barriga.

— Primeiro gol. Sente o gostinho da eliminação, safado.

Eu ainda tentei reagir:

— Ainda tem tempo, porra!

Aos 40 minutos, o Brasil quase empatou: bola desviada no Ajer, carimbou a trave e Nyland salvou milagrosamente. Eu gritei de desespero. Lars ria baixo, passando a mão na minha bunda por cima da bermuda.

— Tão perto… e tão longe.

E então veio o segundo golpe. Haaland recebeu, girou e mandou um chute fortíssimo. Golaço.

2x0 Noruega.

O estádio norueguês na TV explodiu. Lars me agarrou pela camisa, me puxando pra perto.

— Dois do Haaland. Dois gols que eu vou te fazer sentir daqui a pouco.

Eu estava vermelho, pau latejando, mistura de raiva e tesão. Ainda teve o segundo pênalti pro Brasil. Cotovelada em Casemiro. Neymar cobrou e fez.

2x1.

Mas eram os acréscimos finais. Não dava mais tempo.

O apito final soou.

​Lars desligou a TV. O silêncio caiu pesado na sala, só se ouvindo nossa respiração acelerada. Ele se levantou, tirou a camisa devagar, exibindo o corpo suado da tensão do jogo. A calça foi logo em seguida. A pica grossa, nórdica, completamente dura, latejando na minha frente.

​— De joelhos. Agora.

​Eu obedeci, coração disparado. Ele segurou minha cabeça com as duas mãos grandes e meteu a rola na minha boca sem aviso. Fundo. Quente. Grossa. O gosto forte de homem excitado invadiu minha língua enquanto ele fodia minha garganta com estocadas ritmadas e profundas.

​— Isso… engole cada zoação que você fez hoje — grunhia, bolas batendo no meu queixo, baba escorrendo.

​Lars segurou firme a minha nuca com os dedos compridos, cravando as unhas de leve no meu couro cabeludo para ditar o ritmo. Ele empurrava com força, fazendo a cabeça da pica raspar no fundo da minha garganta a cada estocada, me deixando completamente sem ar. Eu tentava respirar pelo nariz enquanto lágrimas instintivas corriam pelos meus olhos com o impacto bruto do pau entrando inteiro. O som da saliva se misturando ao suor dele enchia o espaço entre nós. Ele dava empurrões secos, fazendo meu rosto bater contra os pelos pubianos dele, lambuzando toda a minha boca e meu queixo com o lubrificante natural que saía da ponta da rola.

​Depois de me usar bem na boca, ele me puxou pelos cabelos, fazendo-me levantar tonto. Me virou de bruços no sofá, puxou minha bermuda pra baixo com um puxão violento que rasgou o elástico da cueca, e cuspiu direto no meu cu. A saliva grossa escorreu fria pelas minhas nádegas, mas logo o calor do corpo dele cobriu minhas costas. A cabeça grossa pressionou a entrada, forçando a barreira devagar no começo, laceando a pele até entrar com tudo.

​— Aaaahh caralho! — gemi alto quando ele me arrombou inteiro.

​Lars segurou minha cintura com as duas mãos pesadas e começou a meter forte, sem piedade. Cada estocada funda fazia meu corpo tremer e deslizar no tecido do sofá. O som molhado de pele contra pele enchia a sala, alternando com os estalos secos do quadril dele batendo com força contra a minha bunda.

​— Dois gols do Haaland… — ele rosnava no meu ouvido, a voz rouca colada na minha orelha, mordendo o meu pescoço enquanto acelerava os movimentos — …dois gols que eu vou te dar agora.

​Ele puxou meu corpo mais para trás, me suspendendo pelos quadris para conseguir enfiar ainda mais fundo, até o talo, fazendo o saco pesado dele esmagar a minha pele a cada batida. A ardência inicial foi dando lugar a um calor absurdo à medida que a pica grossa alargava tudo por dentro.

​Lars me fodeu em várias posições. Ele me virou de lado no sofá, erguendo a minha perna esquerda até o ombro dele, deixando a entrada completamente exposta e vulnerável. Nessa posição, o ângulo mudou e ele começou a estocar com uma violência absurda, olhando fixo nos meus olhos enquanto o suor do peito dele pingava na minha barriga. Ver a cara de safado dele curtindo a minha humilhação me deixava ainda mais excitado. Meu pau, totalmente sem toque, babava um líquido transparente sem parar, sujando a minha própria coxa.

​Ele me girou de novo, me deixando de quatro com os cotovelos cravados no estofado e a cabeça baixa. Lars vinha de trás feito um bicho, puxando minha cintura para a frente enquanto empurrava o quadril com força total. Quando ele mudou o ângulo e começou a bater direto na minha próstata várias vezes seguidas, meu corpo inteiro entrou em espasmo. A sensação era intensa demais, um choque de prazer que me fez perder o controle das pernas. Eu gozei forte, sem avisar, jatos grossos e brancos espirrando alto, sujando o sofá, meu peito e alcançando meu próprio queixo.

​Lars não parou com o meu gozo. O cheiro da porra pareceu deixar o nórdico ainda mais selvagem. Ele continuou metendo rápido, mantendo o ritmo bruto por mais alguns minutos enquanto arfava pesado, com as veias do pescoço saltadas. Até que, com um gemido rouco e prolongado, ele deu três estocadas finais extremamente violentas, enterrou até o saco e travou o corpo dentro de mim.

​Senti o pau dele pulsar forte lá no fundo, enchendo meu cu de porra quente, jato após jato. O calor do sêmen dele inundando o meu interior me fez soltar um último suspiro trêmulo.

​Ele ficou lá dentro um tempo, ofegante, com o peito subindo e descendo contra as minhas costas, me apertando contra o seu corpo suado. Depois tirou a pica devagar, fazendo um som estalado e úmido. A porra acumulada começou a escorrer imediatamente pelas minhas coxas. Lars deu um tapa forte na minha bunda, deixando a marca vermelha dos seus dedos na pele, e sorriu satisfeito:

​— Eliminado nas oitavas… e arrombado em casa. Boa Copa, brasileiro.

​Eu, destruído, mole e cheio da porra dele, só consegui rir fraco, limpando o canto da boca com as costas da mão:

​— na próxima, quando a Noruega sair … eu te pego.

​Lars apertou meu queixo com força, me obrigando a olhar para ele, e respondeu:

​— Pode tentar. Eu adoro quando você tenta.

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