🚫 Propagandas te atrapalhando? Assine o plano premium por menos de R$3/mês. Saiba mais →

Como me iniciei na podolatria, parte 1

Cansado destas propagandas? Assine por R$36/ano e navegue sem anúncios →
Um conto erótico de Isabela
Categoria: Heterossexual
Contém 1131 palavras
Data: 06/07/2026 16:38:22

Olá leitores, me chamo Isabela, tenho 29 anos, pele branca, cabelos pretos lisos até a metade das costas, 1,70 de altura e por volta de 68 kg, seios e bumbum grandes. Sou casada com Leonardo há dois anos, ele tem 1,90 de altura, 34 anos, pele branca, físico forte e cabelo curto.

Somos um casal liberal, meu marido gosta de me ver tendo relações sexuais com outros homens e também curtimos podolatria.

Este conto é um relato real vivido por mim, os nomes e características das pessoas citadas aqui podem ou não ter sido alterados para proteção da identidade dos envolvidos.

Hoje vou relatar como me iniciei no fetiche de podolatria, isso ocorreu em 2016 quando eu tinha 19 anos, estava na faculdade e ainda não conhecia meu atual marido. Na época eu namorava um rapaz chamado Rodrigo, ele tinha a mesma idade que eu e estávamos juntos há mais ou menos um ano.

Eu estava na faculdade já no segundo semestre de administração, lá conheci Jonathan, ele era dois anos mais velho do que eu, ele cursava outra graduação mas tínhamos uma matéria em comum que fazíamos juntos e acabamos nos tornando amigos.

Eu sempre me vesti de um jeito bem feminino, amo vestidos e saias e mesmo usando roupas mais básicas tipo uma blusinha com calça jeans estava sempre de sapatilhas ou então rasteirinhas e normalmente era assim que eu frequentava a faculdade.

Eventualmente o professor da nossa matéria nos passava trabalhos e às vezes eles deveriam ser feitos em dupla e quando isso ocorria naturalmente eu os fazia com Jonathan pela afinidade que tínhamos um com o outro, e foi nesse cenário que tudo ocorreu.

Já no final da noite, quase no final do horário de aulas, nós dois fomos à biblioteca da universidade para fazermos algumas pesquisas e pegarmos alguns livros como fonte de consulta e, em um canto da biblioteca haviam algumas cadeiras para que pudéssemos nos sentar.

O rapaz já estava lá sentado e folheando um dos livros. Eu me sentei logo à sua frente, cruzei as pernas e comecei a fazer o mesmo. Naquele dia eu vestia uma blusinha preta, calça jeans skinny cinza e uma sapatilha nude de bico fino.

Distraída eu fazia algo que sempre foi de costume meu e também de várias mulheres: deixar a sapatilha escorregar do pé deixando-a pendurada pelos dedos e deixando boa parte do pé à mostra, além disso passei a mão pelo meu pé alisando-o, até então jamais havia pensado nisso como algo "sensual", o que mudaria em breve.

Quando olhei por cima do livro, ainda com as pernas cruzadas e a sapatilha pendurada nos dedos do meu pé, pude ver Jonathan me olhando hipnotizado. Sendo mais específica, olhando para os meus pés hipnotizado.

Perguntei a ele se estava tudo bem e ele me respondeu que sim. Logo em seguida a bibliotecária se aproximou de nós e nos informou que deveríamos sair pois já estavam fechando.

Me levantei, Jonathan por outro lado não. Perguntei se estava tudo bem e por que estava agindo estranho o que o deixou visivelmente nervoso e com as luzes da biblioteca se apagando e comigo chamando ele se viu obrigado a levantar.

Foi nesse instante que entendi seu nervosismo: apesar de tentar esconder, vi que estava de pau duro pelo volume da sua calça.

Questionei o por que dele estar assim e ele bastante nervoso falou que me explicaria tudo mas me pediu por favor que não achasse que ele era um tarado, falei que tudo bem e fomos até um canto sossegado para que pudéssemos conversar.

Nos sentamos num banco, cruzei as pernas e me virei meio de lado para ele e voltei a fazer com a sapatilha o que estava fazendo antes, então Jonathan começa a me explicar.

J: Isso que você tá fazendo agora com a sapatilha me deixa louco.

Eu: Como assim?? - Digo confusa

J: É que eu sou podólatra, eu tenho fetiche em pés femininos e eu acho o seu pé maravilhoso.

Eu: Oii??

J: Não quero que você me ache um tarado nem nada, nem que você fique estranha comigo, isso é algo que eu tenho desde sempre, acho seus pés lindos e sempre que posso eu olho para eles. Por favor, não conta pra ninguém.

Eu: Tudo bem, é só que fiquei surpresa, nunca ouvi falar de algo assim, nunca nem pensei que fazer isso poderia despertar algo assim em ninguém.

J: Mas desperta, e de todas as mulheres que já vi até hoje você é a que tem os pés mais lindos.

Eu: Mas você tem namorada não tem? O que ela acha disso?

J: Eu contei pra ela, mas ela não gosta e nem deixa eu fazer nada nos pés dela. Além disso, os pés dela não são tão maravilhosos quanto os seus.

Eu fiquei com um misto de sensações, me sentia lisonjeada com os elogios mas também pensava que aquilo era muito estranho ainda mais pelo fato de nós dois estarmos em um relacionamento com outras pessoas.

Eu: Posso te perguntar uma coisa?

J: Pode.

Eu: Você já pensou em mim... tipo, em um momento assim, "ìntimo"?

J: Sim. Eu já me masturbei várias vezes pensando em você e nos seus pés.

Fiquei desconcertada com tudo o que havia ouvido ali, especialmente a última parte.

Depois dessa conversa nos despedimos e fomos embora. Peguei o ônibus não parei de pensar nisso o caminho todo. Chegando em casa entrei na internet e pesquisei sobre podolatria, li artigos, vi fotos e vídeos sobre o assunto, aquilo me despertou interesse e honestamente eu gostei de ser desejada dessa forma pelo Jonathan.

Depois disso fiquei pensando se eu já havia sido objeto de "desejo" ou então de fantasias sexuais de outros homens por esse mesmo motivo.

Pesquisei bastante sobre o assunto na internet naquela semana, inclusive comentei com meu namorado que havia visto sobre o assunto na internet (não contei a ele sobre o Jonathan) e perguntei o que ele achava disso, e a resposta que eu tive foi: "Nossa que nojento, coisa de gente doente".

A minha curiosidade sobre podolatria só crescia conforme eu pesquisava sobre e eu vi que não seria o meu namorado que sanaria a minha curiosidade.

O clima entre Jonathan e eu ficou incerto desde aquele dia, éramos colegas de classe, nada mais, mas sua declaração sobre meus pés me fez pensar nele de outra forma. Não de um jeito romântico. Mas de um jeito diferente.

Eu só veria ele novamente na próxima semana, a nossa aula juntos era somente um dia na semana e nos outros dias a gente raramente se via uma vez que seu curso ficava em outro bloco.

No próximo conto eu revelo o que aconteceu ao nos encontrarmos de novo na semana seguinte.

Curta uma leitura sem interrupções.
Conheça o plano sem propagandas (R$36/ano — menos de R$3/mês) →
Siga a Casa dos Contos no Instagram!

Este conto recebeu 0 estrelas.
Incentive Isa.bela a escrever mais dando estrelas.
Cadastre-se gratuitamente ou faça login para prestigiar e incentivar o autor dando estrelas.

Comentários

Cansado destas propagandas? Assine por R$36/ano e navegue sem anúncios →