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A lição de humildade - treinamento do hetero top - Parte 6

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Um conto erótico de Ricardo_xes
Categoria: Gay
Contém 2696 palavras
Data: 06/07/2026 15:41:01

A noite seguinte foi uma tortura infernal. De volta ao seu apartamento minimalista, André tentou dormir, mas o metal dourado da gaiola parecia ganhar vida própria, apertando seu membro a cada movimento mínimo. O pino interno, cruelmente projetado, pressionava a uretra, transformando cada ereção involuntária em agulhadas de fogo. Ele se contorcia na cama, suor escorrendo pelas costas, lençóis enrolados nas pernas como mortalha. O pênis, trancado em sua prisão dourada, chorava sem parar, um filete constante de líquido ejaculatório que escorria pelo metal, molhando seus pelos púbicos recém depilados - uma área agora sensível demais, perpetuamente exposta. O cheiro de seu próprio desejo frustrado enchia o quarto, um aroma azedo de humilhação. Ele passou as horas com a mão espalmada sobre a gaiola, sentindo o calor do metal, o pulso doloroso da carne contida, imaginando os lábios de Carla em volta de sua glande, a língua de Ricardo explorando... Não. Ele sacudiu a cabeça, mas as imagens insistiam, e cada pensamento erótico era punido com uma contração dolorosa da gaiola, mas umidade escorrendo, manchando a cueca de algodão que ele agora usava como se fosse uma fralda. Pela terceira vez, ele teve que se levantar e trocar de roupa íntima, a peça molhada jogada no canto do banheiro como prova de sua impotência.

Pela manhã, o sol já batia forte na janela do escritório quando André entrou, carregando uma pasta para disfarçar seu estado. Ele havia escolhido calças largas, de tecido grosso, na esperança de ocultar o volume constante da gaiola e as manchas de umidade que inevitavelmente apareciam. O ar-condicionado do escritório pareceu conspirar contra ele, o frio fazendo seus mamilos endurecerem, enviando uma onda de sensibilidade por todo o corpo. E então ela apareceu. Carla, caminhando pelo corredor com seu copo de café, seu perfume - o mesmo de ontem, lavanda e algo floral doce - atingiu as narinas de André como um dardo. Ele parou, engasgou, sentiu o metal aquecer e apertar. Carla notou sua presença, parou também. Seus olhos se encontraram por uma fração de segundo. Ela sorriu. Não foi um sorriso simpático. Foi um sorriso que sabia. Um sorriso que continha o som de seus gemidos sob a língua de Ricardo, a visão de seus seios nus sob a luz fluorescente.

"Bom dia, André,” a “disse, a voz calma, mas com uma inflexão quase musical, como se estivesse cantando uma canção de vitória.

André sentiu o sangue subir ao rosto. Ele desviou o olhar imediatamente, focando em um ponto na parede oposta, seus punhos se cerrando nas alças da pasta. "B-bom dia," resmungou, a voz rouca. Dentro de suas calças largas, a gaiola pulsava. O ardor começou, familiar e devastador. O pênis tentou inchar, encontrou a barreira de metal, a dor aguda seguida por outra torrente de umidade. Ele podia sentir o líquido escorrendo, sendo absorvido pelo tecido da calça, criando uma pequena mancha escura que ele rezava para que ninguém notasse. Carla deu um passo mais perto, não o suficiente para tocar, mas o suficiente para que ele pudesse sentir o calor de seu corpo, para que o perfume se tornasse quase sufocante. Ela passou por ele, seu ombro quase roçando no dele, e continuou seu caminho, deixando-o parado no meio do corredor, tremendo, suando, com o cheiro dela impregnado em suas roupas e a dor da gaiola como uma lembrança viva de seu lugar.

O resto do dia passou como um sonho febril. André mal conseguia se concentrar nas planilhas de cálculo estrutural na tela de seu computador. Cada clique do mouse, cada som de teclado, parecia amplificado. Ele se sentia nu, exposto, como se todos no escritório pudessem ver através de suas roupas, ver o metal dourado aprisionando sua masculinidade. Ele evitou o banheiro, sabendo que a simples visão do vaso sanitário o forçaria a se sentar, a assumir a postura que Ricardo lhe impusera, a sentir o frio do assento enquanto sua gaiola balançava impotente. Ele bebeu pouca água, com medo de precisar urinar. A cada vez que Helena ou Fernanda passavam por sua mesa, ele encolhia os ombros, o cheiro delas - diferentes do de Carla, mas ainda assim femininos, provocadores - desencadeando pequenas explosões de dor e umidade em sua virilha. Ele estava enjaulado, e o mundo inteiro parecia ter se tornado o seu carcereiro. Ele não comeu nada no almoço, apenas ficou olhando pela janela do refeitório, vendo as pessoas moverem-se livremente, completamente inconscientes da batalha que se travava sob o tecido de suas calças. O tempo se arrastou, cada minuto uma era, até que o sol começou a se pôr, pintando o céu de laranja e roxo. O anúncio de que o expediente havia terminado soou não como um alívio, mas como o início do verdadeiro dia.

O coração de André bateu forte contra as costelas quando viu Ricardo sair de sua sala. Seu chefe não olhou para ele, apenas fez um sinal discreto com a cabeça na direção da sala de conferências, o mesmo gesto de ontem. André se levantou, as pernas pesadas como chumbo. Ele caminhou pelo escritório agora quase vazio, o som de seus passos ecoando no carpete. Carla já estava lá, sentada na mesma cadeira de ontem, pernas cruzadas, um sorriso sereno no rosto. Ricardo entrou atrás dele, fechando a porta com um clique suave e definitivo. A tranca soou como um golpe de martelo.

"Bem," começou Ricardo, sua voz preenchendo o silêncio esterilizado da sala. "Acho que nosso pequeno estagiário aprendeu algumas lições sobre comportamento apropriado no local de trabalho. Mas a aprendizagem é um processo contínuo." Ele caminhou até André, parando a poucos centímetros dele. "Tirou a roupa, André. Tudo. E vá se sentar no canto. No chão. Como ontem."

A ordem atingiu André com a força de um soco. Suas mãos começaram a desabotoar a camisa automaticamente, o corpo respondendo antes que a mente pudesse protestar. A camisa caiu no chão, seguida pela calça. Ele ficou em pé em sua cueca molhada por um segundo, hesitando. Ricardo levantou uma sobrancelha. André suspirou, um som quebrado, e puxou a peça de algodão para baixo. A gaiola dourada brilhou sob a luz fluorescente, pequenas gotas de umidade brilhando como joias de vergonha em suas barras. Ele se sentou no canto designado, o carpete frio e áspero contra sua pele nua, os joelhos dobrados contra o peito em um gesto instintivo de proteção.

Ricardo se virou para Carla. "Carla, minha querida. Você foi uma assistente excepcional ontem. Creio que merece uma recompensa." Ele ofereceu a mão a ela. Ela o tomou e se levantou, com a graça de uma predadora. "Sente-se na mesa," ele ordenou suavemente.

Carla obedeceu. Ela subiu na mesa de conferências de carvalho polido, seus saltos fazendo um som suave contra a madeira. Ela se sentou na borda, as pernas penduradas. Então, com um movimento lento e deliberado que prendeu a respiração de André, ela abriu as pernas. A saia curta, social e profissional, subiu pelas coxas dela, revelando... nada. Ela estava completamente nua por baixo. A carne pálida e suave de suas coxas levava até o V escuro e perfeitamente aparado de seus pelos pubianos. Sua vulva, rosada e inchada, estava visível, brilhando de umidade sob a luz fria do escritório. Era um ato de poder calculado, uma exposição deliberada que era tanto para André quanto para Ricardo.

"Olhe só," Ricardo murmurou, mais para si mesmo do que para eles. Ele se ajoelhou diante da mesa, entre as pernas de Carla, suas mãos subindo pelas coxas dela. "Uma obra-prima."

Ele se inclinou e André viu, com um horror fascinado, a cabeça de Ricardo desaparecer sob a saia de Carla. Um momento de silêncio, e então um som úmido e suave. Carla gemeu, um som baixo e gutural que vibrou no ar estéril da sala. Suas mãos subiram, se agarrando na blusa, puxando-a para cima, expondo seus seios. Eles eram perfeitos, redondos e firmes, os mamilos castanhos já duros e eretos. Ela começou a massageá-los, rolando os mamilos entre os polegares e os indicadores, seus movimentos ficando mais frenéticos conforme a língua de Ricardo trabalhava nela.

"Ah... sim... aí," ela ofegou, a cabeça jogada para trás, o pescoço arqueado. "Chupa essa buceta... ahhh..."

André sentiu a gaiola explodir em uma nova onda de dor. O metal parecia derreter e se fundir com sua pele. Seu pênis, em sua prisão, tentou se tornar um punho de aço, e a pressão era insuportável. Ele gemeu baixinho, um som animal de agonia e desejo. E então começou. O gotejamento. Não era o filete lento da noite anterior. Era um fluxo constante, um ping-ping-ping audível enquanto gotas de seu fluido pré-ejaculatório caíam do metal e batiam no carpete entre suas pernas. Ele estava encharcado, o próprio chão sob ele ficando úmido. Ele olhou para Carla, seu corpo arqueado em prazer, para Ricardo, sua cabeça movendo-se sob a saia, um movimento rítmico e possessivo. Eles eram uma unidade, uma criatura de dois corpos, consumindo um ao outro em frente a ele. E ele era apenas... o público. A prova.

Ricardo levantou a cabeça, seu rosto brilhando com os sucos de Carla. Ele olhou diretamente para André, um sorriso predatório em seus lábios. Carla se sentou um pouco mais, olhando para André por sobre os joelhos de Ricardo. Seus olhos se encontraram. Havia cumplicidade neles, um entendimento compartilhado do poder que detinham. Havia tesão também, um brilho febril que dizia que a humilhação de André era o afrodisíaco final.

"Veja só," disse Ricardo, a voz rouca. "Nosso pequeno observador está sofrendo." Ele se virou completamente para André, a mão ainda na coxa de Carla. "Você quer participar, André? Quer sair daquele canto e provar um pouco disso?"

A pergunta pairou no ar. André olhou de Ricardo para Carla e para trás novamente. A parte dele que ainda era arrogante, que ainda tinha um fragmento de orgulho, gritava para dizer não. Para cuspir, para lutar. Mas o resto dele - a parte maior, mais faminta e mais quebrada - ansiava. Ansiava por contato, por ser parte daquela cena quente e molhada, por sentir algo além da dor do metal.

"Como?" ele perguntou, a voz um sussurro rouco. "V-vai me soltar?"

Ricardo e Carla olharam um para o outro, e então uma risada explodiu de ambos. Não foi uma risada maliciosa, mas uma risada de pura, incontrolada hilaridade, como se ele tivesse acabado de contar a piada mais engraçada do mundo. A risada deles ecoou na sala, cortante e humilhante. Eles riram até as lágrimas escorrerem, até Ricardo ter que se apoiar na mesa para não cair.

"Solto você?" Ricardo finalmente conseguiu dizer, limpando uma lágrima do canto do olho. "Menino, você não entendeu nada, não é? Essa gaiola é sua nova identidade. É o seu uniforme." Ele se acalmou, o sorriso se tornando algo mais perigoso. "Mas claro que você pode participar. Há um serviço para você. Vem aqui."

André se levantou, as pernas trêmulas, o corpo coberto por uma camada de suor frio. Ele caminhou até a mesa, seus olhos fixos na carne exposta de Carla. O cheiro do sexo dela era intenso, salgado, doce.

"Ajoelhe-se," ordenou Ricardo. André obedeceu, o carpete úmido espremendo contra seus joelhos. "Agora," disse Ricardo, afastando-se um pouco para dar espaço. "Mostre que você aprendeu algo útil. Chupa a buceta dela. Mostra para a Carla que aquele seu rabo de arrogante pelo menos sabe como agradar uma mulher."

Mas ele pausou, um dedo levantado. "Mas isso," ele disse, sua voz baixa e sinistra, "tem um preço."

André olhou para Carla. Ela estava deitada de costas na mesa agora, a saia enrolada na cintura, as pernas abertas em um convite aberto. Seus seios subiam e desciam a cada respiração ofegante. Ela olhou para ele, e em seus olhos André não viu mais o sarcasmo, mas um desejo cru, uma necessidade. Ele sentiu um nó na garganta. O preço. Ele sabia que o preço seria mais dor, mais humilhação, mais entrega. Mas naquele momento, com o cheiro dela enchendo seus pulmões e a visão dela queimando em sua retina, ele não se importava. Ele se inclinou, o corpo tenso como uma corda de violino, e levou o rosto para o calor entre as pernas dela.

A primeira lambida foi hesitante, quase tímida. O gosto foi um choque - salgado, metálico, intensamente feminino. Carla gemeu, um som que vibrou em toda a cavidade de André. Ele sentiu as mãos dela se agarrarem em seu cabelo loiro, empurrando-o para baixo, para mais perto. "Mais," ela sussurrou. "Não seja covarde agora."

André então sentiu um movimento acima dele. Ele olhou com o canto do olho e viu Ricardo se aproximando da mesa, do outro lado de Carla. Ele desabotoou a calça, puxando o pênis enorme e já duro para fora. Carla, sem soltar o cabelo de André, virou a cabeça e abriu a boca. Ricardo enfiou o pau nela sem cerimônia, e André ouviu o som de ela engasgar, de ele começar a foder a boca dela com ritmo profundo e brutal.

A cena era surreal. Ele, ajoelhado, com o rosto enterrado na buceta de Carla, enquanto ela engolia o pau de Ricardo. A dinâmica o atingiu com força total. Ele não era mais um espectador. Ele era uma peça na máquina deles. Um acessório.

Inspirado pela situação, pela submissão total, André começou a trabalhar com mais vigor. Ele abriu a boca, sugando os lábios inchados de Carla, passando a língua por seu clitóris, que pulava sob o toque. Ele ouviu o gemido abafado dela, sentiu-a arquear as costas contra seu rosto. O gosto dela se tornou tudo, o cheiro se tornou seu ar. Ele sentiu o próprio corpo responder. A dor na gaiola se intensificou a um nível quase insuportável, uma queimação que percorria toda a virilha, e com ela, veio outra torrente de fluido. Não foi um gotejamento. Foi um jorro. Seu pênis, trancado, estava tendo uma espécie de orgasmo seco e doloroso, uma convulsão que expulsava líquido sem qualquer prazer, apenas uma liberação forçada de pressão. Ele sentiu o calor escorrer pelas coxas, pingando no chão, mas a sensação era distante, abafada pela dor e pela intensidade de sua tarefa.

Ele gemeu contra a carne de Carla, o som vibrando nela. Ele a lambeu com fome, com desespero, como se o prazer dela pudesse de alguma forma aliviar sua própria agonia. Ele ouviu Ricardo ofegar, o som de sua pélvis batendo contra o rosto de Carla. "É isso, putinha," Ricardo grunhiu. "Engole esse caralho. Engole tudo."

André sentiu as mãos de Carla apertarem seu cabelo com mais força, suas pernas começando a tremer ao redor de sua cabeça. Ele a focou, a língua dançando, encontrando um ritmo que a fez gritar - um som abafado e estrangulado pelo pau de Ricardo. Ela estava próxima. Ele podia sentir. E o pensamento de fazê-la gozar, de ser o instrumento de seu prazer, mesmo em sua própria prisão, enviou uma onda de... o quê? De orgulho? De submissão triunfante? Ele não sabia. Só sabia que queria. Ele queria ouvi-la se desfazer.

E então Ricardo parou. Ele se afastou, seu pênis saindo da boca de Carla com um som úmido e estalido. Carla ofegou, olhos arregalados, o rosto vermelho e coberto de saliva. Ricardo olhou para baixo, para André. André ainda tinha o rosto enterrado entre as pernas de Carla, a língua ainda trabalhando. Ele não moveu.

"Pare," disse Ricardo, a voz calma, mas cheia de autoridade.

André parou instantaneamente, a cabeça erguendo-se lentamente. O rosto dele estava molhado, brilhando. Seu peito subia e descia. Carla resmungou em protesto, suas pernas se contorcendo na mesa.

"Não," disse Ricardo, olhando para Carla. "Não ainda."

Então ele focou totalmente em André. Seu olhar não era mais de divertimento. Era frio. Avaliador. Predatório. Era o olhar de um lobo que havia encurralado sua presa, que a havia exaurido até a submissão completa, e agora estava decidindo como dar o bote final. A sala ficou em silêncio, exceto pelo som da respiração ofegante dos três e pelo gotejamento constante e persistente da gaiola de André, batendo no carpete como um relógio macabro contando os segundos de sua rendição. Ricardo observava, e André sentiu, naquele olhar, que o verdadeiro pagamento, o verdadeiro preço, estava apenas começando.

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