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Instinto primitivo - Sofia, a ninfeta maluca

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Um conto erótico de Haedrig
Categoria: Heterossexual
Contém 4316 palavras
Data: 06/07/2026 09:38:55

Alguns dias haviam se passado desde a noite da fogueira e acho que pouco mais de um mês desde que Brooklyn se juntou a nós. Ela se adaptou melhor do que qualquer um imaginava, a desconfiança dos primeiros dias desapareceu naturalmente.

Naquela manhã acordei cedo, como de costume, o cheiro de café já vinha da cozinha antes mesmo de eu abrir completamente os olhos. Levantei, ainda sonolento, e fui até lá, Kendra estava de costas para mim, mexendo uma panela sobre o fogão improvisado, Brooklyn organizava alguns potes sobre a bancada enquanto cantarolava baixinho alguma música que eu não reconhecia.

As duas interromperam o que faziam quando perceberam minha presença.

— Bom dia, bela adormecida — Kendra sorriu.

— Bom dia — Brooklyn acompanhou.

— Vocês duas acordaram cedo de novo? — tentei falar antes de bocejar.

— Alguém precisa fazer alguma coisa nessa casa enquanto você dorme — Kendra respondeu sem nem olhar para trás.

Ri enquanto pegava uma caneca, foi só então que percebi uma mudança que, provavelmente, vinha acontecendo havia dias. Nenhuma das duas parecia mais preocupada em esconder o próprio corpo, Kendra usava apenas uma calcinha clara e uma camiseta velha um pouco maior do que ela. Brooklyn vestia algo parecido, uma calcinha escura e uma blusa fina, larga o suficiente para balançar a cada movimento.

Sem qualquer intenção, bastava elas se inclinarem para pegar alguma coisa na bancada ou no armário para que eu tivesse uma visão generosa da parte de trás e, às vezes, dos peitos parcialmente expostos. No começo da convivência isso jamais aconteceria, lembrei da Brooklyn chegando completamente desconfiada, sempre usando roupas fechadas, agora parecia extremamente confortável.

A mesma coisa acontecia com Kendra, nenhuma das duas parecia mais sentir vergonha da minha presença. Ou talvez apenas tivessem percebido que eu já não prestava tanta atenção nisso quanto antes.

— O que foi? — Brooklyn perguntou de repente.

— Nada.

— Você está olhando demais — ela estreitou os olhos.

— Olhando o quê? — a encarei.

— Nada — Brooklyn sorriu de canto e deu uma piscada rápida.

— Acho que ele nem percebeu — Kendra soltou uma risada.

— Acho que não mesmo — Brooklyn respondeu.

As duas trocaram um olhar rápido antes de rirem novamente.

— O que? Perceber o que? — franzi a testa.

— Nada — responderam praticamente ao mesmo tempo.

— Vocês estão escondendo alguma coisa — disse quanto me sentava na mesa com a caneca na mão.

— Estamos? — Kendra perguntou inocentemente.

— Não sei do que você está falando — Brooklyn deu de ombros.

— Não sei se acredito em vocês — tomei mais um gole do café.

As duas voltaram a se entreolhar.

— É melhor não ficar pensando muito nisso — Brooklyn rebateu.

— É melhor mesmo — Kendra reforçou.

— Então realmente estão aprontando alguma coisa, não é?

— Você anda imaginando coisas demais — Kendra levou a caneca até os lábios para esconder o sorriso.

— Ou isso... — Brooklyn completou. — ...ou nós somos muito melhores escondendo segredos do que você imagina.

— Então realmente tem um segredo? — terminei o café num último gole.

As duas ficaram alguns segundos em silêncio para depois caírem na risada, fiquei observando por um tempo e balancei a cabeça, não fazia ideia do que estavam planejando nem o que estava passando na cabeça delas. Mas, sinceramente, estava feliz, estava com receio das duas não se darem bem, mas vi que me preocupei à toa.

Ainda estava tentando descobrir qual era o tal segredo quando um som familiar interrompeu a conversa, meu celular vibrava sobre a mesa, nós três olhamos automaticamente para o aparelho, por um instante achei curioso como um objeto que não saia do nosso bolso nos dias normais, ficou tão obsoleto. Graças a Brooklyn, voltamos a achar utilidade para os celulares, foi ela quem nos fez lembrar dele depois de descobrir que ainda existiam alguns pontos da região onde o sinal aparecia de forma intermitente, todos voltamos a manter os aparelhos carregados.

Não era algo confiável, as ligações falhavam, mensagens demoravam ou simplesmente nunca chegavam, mas, ainda assim, era melhor do que depender exclusivamente de carros ou caminhadas para avisar qualquer coisa.

Peguei o telefone, um nome aparecia na tela, Sofia.

— Quem é? — Kendra perguntou.

— Sofia.

As duas trocaram um olhar rápido antes mesmo de eu atender, levei o celular ao ouvido.

— Alô?

— Bom dia, sumido, está ocupado? Passa aqui em casa.

— Agora?

— Hoje!

— Aconteceu alguma coisa?

Do outro lado da linha houve alguns segundos de silêncio.

— Não.

— Tem certeza?

— Tenho.

— Então por que esse mistério todo?

— Porque, se eu contar pelo telefone, perde a graça. A Lana saiu cedo para resolver umas coisas.

— Vai demorar?

— Acho que vai sim.

Aquilo me deixou ainda mais curioso.

— Tudo bem... no fim da manhã eu apareço.

— Fico te esperando!

Antes que eu perguntasse qualquer outra coisa, a ligação foi encerrada, afastei o telefone do rosto ainda olhando para a tela apagada.

— Estranho... — murmurei.

— O que ela queria? — Kendra perguntou imediatamente.

— Disse para eu ir até a casa delas — deixei o celular na mesa.

— Só isso? — Brooklyn arqueou uma sobrancelha.

— Só.

— E não explicou o motivo?

Balancei a cabeça em negativa.

— Disse que, se contasse pelo telefone, perderia a graça.

— Hum... — Brooklyn sorriu na mesma hora.

— O quê?

— Sofia está querendo rola e não está sabendo pedir.

— Concordo — Kendra riu. — Considerando o histórico dos dois.

— Histórico dos dois? — Brooklyn largou tudo o que estava fazendo e foi para o lado de Kendra. — Me conta, que histórico é esse?

— Ok, vou indo — me levantei da cadeira já sabendo que as duas iriam fofocar a manhã inteira. — Tenho muita coisa para fazer.

Dito e feito, Kendra começou a sussurrar no ouvido de Brooklyn, provavelmente contando sobre tudo desde o início, a expressão de curiosidade de Brooklyn logo se transformou em surpresa, foi a última coisa que vi antes de me dirigir até o quarto, coloquei uma roupa para começar o trabalho na plantação, quando passei pela cozinha de novo, as duas ainda fofocavam, os olhos de Brooklyn brilhavam enquanto Kendra sussurrava para ela.

Algumas horas se passaram desde que comecei o trabalho, era apenas um trabalho de manutenção, então foi rápido. Desde que construí um sistema de irrigação, boa parte do serviço da manhã foi automatizado. Voltei pouco antes do sol começar a arder na pele, tomei um banho rápido, por hoje iria ser só aquilo. Me troquei e antes de sair, passei pela sala, as duas ainda fofocavam.

— Vocês não cansam de conversar? — falei enquanto passei ao lado delas no sofá.

— Não — Brooklyn riu. — Fiquei sabendo de algumas que você andou fazendo com a Lana e a Sofia.

— É, ficou sabendo — olhei para Kendra. — Com certeza ficou sabendo.

— Já está indo? — Kendra tentou desviar o assunto com aquele sorriso safado.

— Sim, vou tentar voltar antes do anoitecer.

As duas se entreolharam e começaram a rir.

— Tenta voltar vivo para casa, ok? — Kendra riu.

— Se precisar que a gente te busque de carro, é só falar — Brooklyn acompanhou a brincadeira.

Saí sem falar nada com as duas gargalhando atrás de mim. Decidi ir a pé mesmo, queria respirar um pouco de ar puro e a estrada até a casa de Lana e Sofia já era tão familiar que fiz o percurso praticamente no automático. Chegando na casa, Sofia estava sentada no banco de madeira, a vi se levantando assim que me viu.

— Até que enfim — ela correu até mim. — Achei que você tinha desistido de mim.

— A manhã ainda não terminou, então estou dentro do horário.

— É, verdade...

— Lana não voltou ainda?

— Não, ainda não, só disse que ia resolver algumas coisas e nem falou quando volta.

Sofia deu um sorriso e foi indo em direção a casa, deixando a porta entreaberta. Fui logo atrás dela, quando entrei, a casa estava estranhamente silenciosa, já estava acostumado com Lana andando de um lado para o outro, mexendo em alguma ferramenta ou reclamando de qualquer coisa.

— Quer café? — Sofia perguntou.

— Sempre.

Ela caminhou até a cozinha enquanto eu me sentava à mesa. A cafeteira improvisada ainda soltava um pouco de vapor. Sofia pegou duas canecas e serviu o café.

— Como estão as coisas por lá? — perguntou, apoiando os cotovelos sobre a mesa.

— Tranquilas, a Brooklyn acabou se adaptando melhor do que eu esperava.

— Imagino — ela respondeu rápido.

— Kendra também está feliz, as duas passam o dia inteiro conversando.

— Percebi — a resposta dela veio muito rápido de novo.

— Como assim?

— Quando eu ligo para a Kendra, quase sempre escuto a voz da Brooklyn no fundo.

— Ah... está com ciúmes da Kendra?

— Não, claro que não.

— Se estiver com ciúmes, pode passar um tempo em casa.

— Não, não quero.

— Vai ser bom, pelo menos não vai ser ignorada o tempo inteiro igual a Lana faz com você.

— Ei — Sofia bateu forte a caneca na mesa. — Minha namorada não me ignora.

— Certeza?

Ela ficou me encarando, olhou de canto para um lado, olhou para o outro, como se estivesse buscando argumentos. No fim, apenas bufou e aceitou, ficamos alguns segundos em silêncio, apenas tomando café.

— Sabe por que eu te chamei aqui? — ela finalmente ergueu os olhos e perguntou.

— Não faço ideia.

— Porque você me abandonou — Sofia cruzou os braços e ficou séria.

— Abandonei? — franzi a testa.

— Faz mais de um mês que a Brooklyn apareceu e você ainda não veio me visitar nenhuma vez.

— Achei que vocês estivessem ocupadas.

— Ah, claro... — ela revirou os olhos de propósito. — Chega uma médica bonitinha, vai morar com você e, de repente, eu deixo de existir.

— Você tá com ciúmes, não tá? — não consegui segurar a risada.

Ela sustentou meu olhar por alguns segundos antes de dar um sorriso torto.

— Um pouquinho.

— Achei que você não fosse desse tipo — balancei a cabeça, rindo.

— Eu também achava. Mas antes eu era a novidade... agora perdi meu cargo.

— Cargo?

— É. A garota diferente, agora tem outra dividindo a atenção comigo.

— Isso tudo porque eu demorei alguns dias para aparecer?

— Exatamente, um absurdo! — Sofia sustentou o sorriso por mais alguns segundos antes de apoiar os cotovelos sobre a mesa. — Mas... esse nem é o principal motivo de eu ter te chamado.

— Imaginei.

— Você lembra daquele dia?

— Qual deles? — perguntei um pouco confuso.

— Nossa, então eu realmente perdi meu posto — ela fez um biquinho, triste.

— Dá uma pista.

— O dia em que a Lana pegou a gente no quarto.

Demorei alguns segundos até a lembrança voltar por completo.

— Ah...

— Finalmente.

— Achei que aquilo tinha morrido ali mesmo.

— Eu não costumo esquecer promessas.

— Promessas?

— Você esqueceu mesmo — ela arqueou uma sobrancelha.

Pensei por alguns instantes, tentando juntar as peças daquela conversa, foi então que lembrei. Naquele dia, Sofia insistiu que queria conversar comigo sobre a água do poço, no meio da conversa ela cobrou um favor, foder ela para ela gemer alto e ser flagrada pela namorada, assim Lana ficaria mais “selvagem” no sexo. Lana apareceu e disse para não nos beijarmos, Sofia havia aceitado a condição na mesma hora, mas não cumpriu, e ainda disse que se eu me comportasse, iria deixar eu comer o cu dela.

Na época, achei que fosse apenas mais uma das provocações dela, pelo sorriso convencido estampado no rosto da Sofia, eu estava completamente enganado.

— Agora lembrou? — perguntou.

Assenti.

— Ótimo, então podemos ir direto ao ponto.

Sofia se levantou da mesa e começou a me puxar pelo braço corredor adentro. Mal tínhamos saído da cozinha, no meio do corredor estreito, quando ela parou abruptamente, sua mão já estava na minha calça abrindo o zíper, fazendo meu pau pular para fora, pulsando. Sofia se ajoelhou rapidamente, os olhos fixados no meu pau e um sorriso malicioso nos lábios, ela inclinou a cabeça e engoliu minha pica inteira de uma só vez.

A boca de Sofia era, particularmente, uma das minhas preferidas, era pequena, mas cabia todo o meu pau, por mais que ela se engasgasse, ela sempre se esforçava para engolir meu pau inteiro. Senti a língua dançando ao redor da cabeça, traçando veias, enquanto as duas mãos apertavam a base. Eu apoiei as mãos na parede para não cair, os dedos cravando no gesso enquanto ela me chupava com uma fome violenta, cada movimento de sua cabeça fazia ela lacrimejar.

Depois de alguns minutos daquele prazer que pareceram uma eternidade, ela se soltou, a saliva escorria pelo queixo e pelo meu pau, um fio de saliva conectando seus lábios inchados à ponta do meu pau. Ela se levantou, e sem quebrar o contato visual, deslizou o short pelo corpo, deixando cair no chão, era impressionante como aquela magrinha era gostosa, a leve curva de seus quadris, a buceta loira já brilhando, molhada e pronta para ser arrombada. O instinto tomou conta de mim, eu avancei, ela gemeu quando meu pau bateu em sua buceta completamente melada, ela se agarrou na minha nuca e então agarrei uma coxa em cada mão, sentindo a firmeza da fina camada de seus músculos sob a pele macia, e a ergui do chão.

Ela envolveu as pernas em minha cintura instantaneamente, seus braços se prendendo mais forte em meu pescoço, a apoiei contra a parede, alinhei meu pau em sua buceta escorregadia e entrei com uma única metida, forte e profunda. Ela soltou um grito abafado contra meu ombro, suas unhas cravaram nas minhas costas enquanto eu a fodia suspensa no ar, usando a força das minhas pernas para impulsioná-la contra mim, cada metida mais fundo e forte que a anterior.

Com um grunhido, eu me afastei da parede e a carreguei os poucos metros até chegar no quarto e ficar próximo a cama, flexionei os joelhos e voltei a meter com violência em sua buceta. Ela se agarrou com força no meu corpo enquanto gemia e gritava de prazer, sentia o mel escorrendo pelo meu pau a cada estocada, até que ela começou a gozar, um líquido escorreu na minha pica, espirrando pelo meu abdômen e descendo pelas coxas.

Parei por um instante e a coloquei deitada de costas na cama, ela ainda gozava, as pernas tremiam e os olhos estavam revirados. Fiquei assistindo seu orgasmo até ela se recuperar, no mesmo instante, ela se sentou na cama e agarrou meu pau com a boca, um sorriso formou em seus lábios enquanto me encarava. Sofia engoliu minha pica de novo, engasgou na base e soltou com um suspiro, deixando um pouco de saliva escorrer até o chão. Aproximou os lábios da cabeça reluzindo e cuspiu, deixando uma quantidade generosa de saliva escorrer por toda minha rola.

Ela se afastou e se deitou, abrindo as pernas, me ajoelhei na cama, afastei suas pernas e me abaixei, mergulhando minha cabeça entre suas coxas, aquele cheiro dela era intoxicante, lambi sua buceta com fome, saboreando cada dobra, beijando os lábios, sugando seu clitóris até que ele inchasse sob minha língua, a mão dela tentou me afastar, mas agarrei um pouco mais forte e continuei chupando.

Me abaixei e senti um frio no queixo, me afastei e foi ali que percebi a base de metal prateado de um plug anal encaixado firmemente em seu cuzinho. Sofia soltou uma risada, uma gargalhada baixa e provocante que fez seu peito tremer.

— Finalmente percebeu? — ela provocou, ainda rindo.

Com um sorriso, estendi a mão e toquei o metal frio, ele estava quente pelo calor do corpo dela. Brinquei com ele, empurrando-o um pouco para dentro, sentindo como ele se movia contra a parede da sua buceta, o gemido dela foi mais alto agora. Puxei o plug lentamente, sentindo a resistência de seus músculos anais se abrindo para liberá-lo. Ele saiu, o objeto estava brilhando com os fluidos dela. Sem hesitar, alinhei a ponta do plug em seu cuzinho rosado e empurrei de volta para dentro, desta vez com mais força. Sofia arqueou as costas, um gemido longo e rasgado escapando de seus lábios.

— Merda... merda... — ela gemia enquanto os dedos desciam pelo corpo até chegar em sua buceta.

Sofia começou a se masturbar enquanto eu brincava com o plug em seu cu, tirando e enfiando rápido, logo, ela gozou, os gemidos tomaram a casa e ela se contorceu na cama. Foi nessa que me levantei, afastei um pouco mais as pernas dela e joguei o plug de lado. Encaixei a cabeça do meu pau em seu cuzinho, lubrificado com sua saliva e o suco de sua buceta e comecei a empurrar, substituindo o metal frio pela minha carne quente, a entrada foi apertada, quase dolorosa, ela gritou quando a cabeça do meu pau atravessou o anel muscular. Eu esperei um segundo, depois comecei a mover, fodendo seu rabo devagar no início, depois com mais força tentando enfiar centímetro por centímetro aos poucos, a cabeça alargando as pregas a cada metida. A visão de Sofia toda aberta e vulnerável sob mim, era demais. Agarrei suas coxas com mais força e continuei metendo, meu pau chegava cada vez mais fundo, até seu cu engolir completamente toda a minha pica.

Sofia apoiou as mãos na cama e levantou o tronco, tendo uma visão do meu pau desaparecendo dentro dela.

— A Lana ia adorar ver isso — ela se deitou novamente e pegou o celular que estava ao lado na cama, colocou na câmera e deu para mim o aparelho. — Toma, começa a filmar.

Não pensei muito na hora, peguei o celular e comecei a gravar focando mais em Sofia e em seu cuzinho sendo violado. Voltei a foder ela com mais força, Lana iria ficar maluca vendo a namoradinha sendo fodida no cu pelo vizinho. Quem sabe não conquisto o anel de coura da ruiva também?

Parei de gravar, o vídeo tinha aproximadamente um minuto, joguei o celular de lado. Puxei meu pau e a virei, colocando-a de quatro. Agarrei seus quadris e meti novamente, desta vez com mais profundidade e sem tanto cuidado, meu pau foi engolido de uma vez, o som das minhas coxas batendo em sua bunda era alto, obsceno, preenchendo o quarto. Ela empurrava de volta, combinando meu ritmo, pedindo por mais.

Comecei a estapear seu rabo, puxei seu cabelo, Sofia parecia uma cadela no cio e eu continuava metendo fundo e forte em seu cu como uma prostituta barata. Ela apontou o celular novamente para mim, provavelmente queria mostrar para Lana os diferentes ângulo em que foi fodida. Peguei o celular e comecei a gravar, puxei seu cabelo com mais força, fodia seu cu com mais violência, estapeava seu rabo até mudar a cor de branco para o vermelho vivo. Por fim, tirei meu pau e foquei a câmera em seu cuzinho completamente arrombado e aberto, as pregas nem se fechavam mais por mais que ela tentasse. Desliguei a câmera e joguei o celular de lado novamente.

— Porque está querendo esses vídeos? — perguntei enquanto enfiava meu pau todo em Sofia novamente.

— Porque você acha? — ela respondeu entre gemidos. — Qual a... a... a reação...

Ela parou, afundou o rosto na cama e o corpo começou a tremer, gozou novamente. Eu não parei de meter, inclusive metia com mais violência quando percebia que estava próxima do orgasmo.

— Caralho... — ela tentava se recuperar do orgasmo. — Qual você acha que vai ser a reação dela ao ver a namoradinha loirinha sendo enrabada?

Parei por um minuto, rolamos para o lado, eu ainda dentro dela, agora na posição de ladinho. Esta era mais íntima, mais lenta, eu a beijava no pescoço enquanto meu pau deslizava para dentro e para fora de seu cuzinho, minha mão encontrando seu clitóris e esfregando-o em círculos firmes. Ela virou a cabeça para trás e nos beijamos.

— Não faço ideia qual vai ser a reação dela — finalmente respondi.

— Pois é... — ela gemeu um pouco mais alto, rindo. — Eu também não sei.

Ela estava tremendo, à beira de um novo orgasmo. Voltei a meter, não parando de estimular seu clitóris um segundo sequer assim como meus quadris não pararam de se mexer, logo, começou a gozar de novo, as pernas tremendo exageradamente era a marca registrada de Sofia. Então parei um pouco, meu pau completamente atolado em seu rabo, ela ofegante e tentando se recuperar e eu também já sentia que não iria durar muito tempo, o cabelo dela grudava tanto nela quanto em mim por conta do suor escorrendo no corpo.

Quando achei que tinha acabado, ela se soltou, me empurrou para ficar de costas na cama e montou, me encarando de cima. Seus olhos brilhavam com aquele fogo selvagem que nunca se extinguia. Ela se inclinou para o lado e pegou o celular novamente, me deu o aparelho já com a câmera gravando.

Mirei o celular e a imagem de meu pau desaparecendo no rabo dela tomou conta da tela, Sofia começou a se mover, subindo e descendo com força, cada vez mais rápido, mais fundo. Ela usava suas pernas para se impalar, controlando tudo fazendo o celular tremer na minha mão, a visão na tela, combinada com a sensação real, foi demais para mim, senti o primeiro o orgasmo vindo e um jato forte de porra encheu seu cu, logo veio o segundo e o terceiro, senti a porra escorrendo de acordo com as quicadas dela, vazando pelas beiradas do cu. Mas ela não parou, continuou a cavalgar usando meu esperma como lubrificante, meu pau não amoleceu.

Sofia, a ninfeta, continuou me usando sentando selvagemente, nem sentia mais seu cu me apertando de tanto que alarguei as pregas, mas logo senti que outro orgasmo viria, tentei retardar pensando em outras coisas, mas foi inevitável, gozei de novo, desta vez com um urro, meu corpo arqueando sob o dela. Ela finalmente diminuiu o ritmo, foi então que percebi que ela gozava também, se arrastando para cima e para baixo mais algumas vezes antes de desmoronar sobre meu peito, exausta. O celular caiu da minha mão na cama e nós dois ficamos assim, entrelaçados, ofegantes, cobertos de suor e com os nossos sexos impregnados de porra, com o vídeo ainda gravando o nosso final.

Quando tudo terminou, permanecemos deitados por alguns minutos, ela rolou de lado e tentou parar a gravação enquanto recuperava o fôlego, o único som que ecoava no quarto era das nossas respirações ainda descompassadas.

— Então... — Sofia quebrou o silêncio.

— Isso foi... — tentei falar alguma coisa.

— É... — a respiração dela foi se normalizando. — Foi mesmo...

Ela tentou se sentar na cama, conseguiu com muita dificuldade, então ficou olhando para mim.

— Está vivo? — ela tentou rir.

— Estou... eu acho...

Me sentei na cama também, olhei ao redor, a visão estava um pouco embaçada.

— Porra — ela suspirou. — Eu não estou sentindo as pernas.

— Eu acho que as minhas estão dormentes — tentei mexer a parte baixa do corpo.

Nos encaramos de novo e começamos a rir antes dela desmoronar na cama de novo tentando se recuperar.

— Acho que não vou conseguir sair dessa cama tão cedo — ela suspirou.

— Imagina se a Lana chegar agora e nos encontrar assim? — aticei ela.

— Não! — ela elevou o tom de voz. — Não me faça pular em você de novo.

Senti o sangue retornar para as pernas e voltei a senti-las, tentei me levantar um pouco.

— Água — Sofia arrastou a voz. — Preciso de água, por favorzinho.

Me levantei e fui até a cozinha pegar uma garrafa de água, logo voltando para o quarto arrematando metade da garrafa num gole só, entreguei a garrafa para ela, que com muita dificuldade tentava se manter sentada na cama, bebendo o resto da água. Olhei para a janela e vi que o sol estava se pondo.

— Meu Deus, por quanto tempo a gente fodeu? — me dei conta de quanto tempo havia passado.

— A tarde toda? — Sofia tentou rir.

— Acho que sim — comecei a pegar minhas roupas do chão. — Melhor eu ir.

— Depois de tanto tempo sem me visitar — Sofia levou uma mão ao peito dramaticamente. — Você vem só me foder e já vai embora?

— Rainha do drama.

— Gostou? Eu era aspirante a atriz.

— Ok, agora eu preciso ir.

— Vai mesmo — ela se deitou. — Antes que a Kendra venha procurar você armada.

— Ela não faria isso.

— Não? — Sofia sorriu daquele jeito travesso. — E a médica bonitinha faria?

— De novo esse ciúme? — balancei a cabeça, rindo enquanto terminava de me vestir.

— E vê se não me abandona de novo, ok?

Assenti, poucos minutos depois já estava do lado de fora, o sol já tingia o céu de tons alaranjados, fiz o caminho acompanhando a vista do sol entre as árvores, foi um pouco doloroso, minhas pernas se moviam com certa dificuldade, parecia que havia corrido uma maratona de cinquenta quilômetros. Mas aproveitando os últimos raios de sol daquela tarde, a dificuldade de andar ficou obsoleta. Quando cheguei na casa, encontrei Kendra e Brooklyn sentadas na varanda, as duas interromperam a conversa assim que me viram, trocaram um olhar e depois sorriram exatamente ao mesmo tempo.

— Demorou bastante — Kendra comentou.

— Achei que fosse voltar na hora do almoço — Brooklyn completou.

— A conversa foi longa.

— Ah, foi "conversa"? — Brooklyn fez aspas com os dedos.

Não respondi, apenas ri e entrei para dentro da casa.

— Ei! — Brooklyn chamou vindo atrás de mim.

— Não ignora a gente — Kendra acompanhou.

Olhei por cima do ombro.

— Pela sua cara de cansado, foderam a tarde toda — Kendra chegou bem perto de mim.

— Dá para sentir o cheiro de sexo — Brooklyn veio pelo outro lado. — Está impregnado em você.

— É, fodi o cu e a buceta da Sofia — respondi, preso no meio da sala pelas duas.

Elas se entreolharam antes de rir.

— Ela também quis gravar uns vídeos para a Lana.

As duas pararam de rir e a expressão de surpresa tomou conta, ainda trocando olhares.

— Será que a Sofia deixa a gente ver os vídeos? — Brooklyn falou olhando para a amiga.

— Se a gente pedir com carinho, acho que sim — Kendra respondeu.

— A Sofia está com ciúmes de você — olhei para Brooklyn.

O olhar dela pareceu confuso.

— De mim? Porque?

— Diz que eu parei de visitar ela depois que você chegou.

As duas se entreolharam novamente e voltaram a rir.

— Obrigado pela informação — Brooklyn se afastou e puxou Kendra corredor a dentro.

Me sentei no sofá, podia ouvir as duas sussurrando, se antes estavam guardando segredos, agora isso iria piorar. E eu, cada vez mais me rodeava com essas ninfetas malucas.

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Comentários

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Cada vez melhor. Vc está cada vez mais aprimorando a escrita.

Ótimo capítulo!

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" E eu, cada vez mais me rodeava com essas ninfetas malucas."

Pô...o cara ainda reclama? Uma variedade xoxotas a disposição. Pode ter uma xoxota diferente a cada dia e aí da reclama? O cara tá no paraíso e ainda reclama kkkk. Daqui a pouco vai reclamar que não tem ninguém para ele contar vantagens. É foda. Foi uma enrabada sensacional

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me arrisco a dizer que foi a sua melhor descrição sexual até agora. Muito excitante! Bom demais, tu é muito bo.

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